Twitter financiará novo modelo de rede social

A ideia é criar um protocolo para que diferentes serviços possam se comunicar uns com os outros

Jack Dorsey quer criar uma versão descentralizada do Twitter 

Jack Dorsey, presidente executivo do Twitter, anunciou nesta terça, 11, um novo projeto de rede social descentralizada. Em uma série de mensagens postadas, o executivo revelou que o Twitter está financiando uma equipe independente de cinco pesquisadores para criar um protocolo aberto para redes sociais.

A ideia é que as redes sociais funcionem de forma parecida com e-mails: não dependam de uma única companhia e funcionem com diferentes serviços – pense em como um usuário de Gmail consegue enviar mensagens para clientes de Outlook. Nesse sentido, diferentes redes sociais poderiam se comunicar umas com as outras. Segundo Dorsey, o objetivo é que o Twitter se torne um dos clientes desse novo protocolo.   

Segundo ele, um protocolo aberto responde a alguns dos principais problemas criados pelas principais redes sociais, que mantém o conteúdo centralizado. Entre eles estão moderação de conteúdo e potencialização de conteúdo polêmico. Ele diz que os algoritmos fechados das empresas não permitem construir alternativas mais sádias e informativas. 

Dorsey não disse quando o projeto, batizado de Bluesky, deverá ser concluído e nem a quantia que será investida. Ele, porém, disse que o novo protocolo podederá ser construído usando a tecnologia de blockchain, o que poderia garantir hospedagem aberta e durável, governança e até monetização do conteúdo.  

Ele diz que um protocolo do tipo é bom para o Twitter porque permitirá a empresa “acessar e contribuir para um corpo maior de conversa pública, focar esforços em contruir algoritmos de recomendação que promovam conversas saudáveis, e forçar-se a ser mais inovativa”. Um formato do tipo também aliviaria as empresas da responsabilidade por moderação de conteúdo, que seria transferida para toda a comunidade.

Não é a primeira vez que Dorsey assume em 2020 a responsabilidade de corrigir alguns dos principais problemas das redes sociais. No final de outubro, o Twitter baniu anúncios políticos plataforma, posição diferente da adotada por Mark Zuckerberg.  

Warner Bros. anuncia data de estreia para Matrix 4 e Flash

Longa estreiam em 2021 e 2022, respectivamente
Por Thamires Viana

Segundo à Variety, a Warner Bros. divulgou as datas de estreias para o quarto filme da franquia Matrix e para o filme solo de Flash

Enquanto o integrante da Liga Da Justiça chega aos cinemas em 01 de julho de 2022Keanu Reeves e sua trupe retornam às telonas em 21 de maio de 2021.

O ator Ezra Miller retorna ao papel do herói em Flash. Já em Matrix 4Reeves e Carrie-Anne Moss voltam juntamente com a co-criadora Lana Wachowski. Os atores Yahya Abdul-mateen IiJessica Henwick e Neil Patrick Harris já estão confirmados no elenco.

Matrix 4 está assumindo o lugar da adaptação de Akira, que agora não tem data de lançamento. A Warner Bros aparentemente congelou o longa por enquanto. 

Home office perfeito

Oito dicas para tornar mais produtivo e agradável o trabalho em casa
O Estado De S.Paulo

Considere, em primeiro lugar, o seu estilo, para criar o home office perfeito Foto: Pinterest/Homewoodx

É cada vez mais comum encontrar pessoas que trabalham na própria casa, seja em tempo integral, seja esporadicamente.

Dispor de um espaço adequado para tanto, seja um home office completo, seja um canto bem adaptado, se tornou essencial, principalmente para os  moradores das grandes cidades.

Isso serve também para os ambientes de estudo, que assim como os de trabalho, devem respeitar algumas regras para facilitar a execução das tarefas diárias e se revelarem, de fato, produtivos

Confira algumas dicas de como proceder para obter um bom resultado: 

Local próprio
Não adianta nada ter um home office em casa e trabalhar de pijama no sofá. Monte seu espaço, e procure permanecer fiel a ele. Seja qual for a área destinada ao trabalho, ainda que seja no seu quarto, ela deve ser específica, e contar com todos os móveis e utensílios necessários para o trabalho 
Foto: Escritório Andrade & Mello Arquitetura
Lufe Gomes
Conforto ambiental
Boas condições de iluminação natural e ventilação são fundamentais. De preferência, posicione seu espaço de trabalho próximo a janelas. Varandas, por exemplo, são muito indicadas. Evite corredores ou áreas de circulação intensa
Foto: Lufe Gomes
Renato Navarro
Energia boa
Seu canto de trabalho não precisa ter cara de escritório. Pelo contrário, o ideal é que ele tenha o seu jeitinho para que você se sinta mais confortável e estimulado a permanecer nele por mais tempo. Plantas, som ambiente e um aroma agradável ajudam a criar o clima 
Foto: Renato Navarro
Zeca Wittner
Sem exageros
Na hora de montar, evite o excesso de estímulos visuais. Seu ambiente de trabalho não pode pode ser o causador de distrações que diminuem a produtividade. Portanto, evite o excesso de imagens e cores
Foto: Zeca Wittner
Pedro Vannuchi
Escolha dos móveis
Uma mesa de trabalho e uma poltrona com altura ajustável são essenciais. Procure, no entanto, se ater à funcionalidade. Um assento inadequado pode causar problemas na coluna e dificultar a execução das tarefas
Foto: Pedro Vannuchi
Pinterest/100hdi
Luz de apoio
A luz natural faz bem, mas nem sempre será suficiente para você realizar seu trabalho. O mesmo valendo para a iluminação indireta. Por isso, é conveniente poscionar uma luminária de apoio sobre sua mesa. Cuide apenas para que o foco dela não incida diretamente sobre o monitor
Foto: Pinterest/100hdi
Pinterest/Decoração e ideias
Questão de postura
Frente ao computador, ajuste sua cadeira em uma altura que permita que seus pés sempre estejam apoiados no solo, posicione seu antebraço em posição paralela ao chão na hora de digitar, e coloque o monitor de uma maneira que seus olhos consigam ver toda a extensão da tela
Foto: Pinterest/Decoração e ideias
MCA Estúdio
Ordem na casa
Armazenar pastas, pápeis e volumes é um dos principais problemas de quem trabalha em casa. Armários tipo arquivo podem não ser os mais atrativos do mundo, mas existem opções. Prateleiras coloridas, por exemplo. O importante é manter tudo sempre em ordem
Foto: MCA Estúdio

Saskia de Brauw – Vogue Korea December 2019 By Peter Ash Lee

Saskia   —   Vogue Korea December 2019   —   www.vogue.co.kr
Photography: Peter Ash Lee Model: Saskia de Brauw Styling: Kihoh Sohn Hair: Tina Outen Make-Up: Maki Ryoke Set Design: David De Quevedo

Gucci sexy e minimalista? Confira o novo olhar de Michele

Alessandro Michele e minimalismo nunca foram palavras usadas sequer em uma mesma frase. O estilista italiano, ao assumir a direção criativa da Gucci em janeiro de 2015, se tornou o maior padrinho da onda de escapismo que tomou conta da moda nas últimas temporadas.

Gucci pre-fall 2020 (Foto: Bruce Gilden)

Em suas coleções, sempre misturando tudo ao mesmo tempo (brocados, bordados, transparências, babados…), Michele já abordou o punk, o streetwear, o universo sci-fi e até os direitos reprodutores femininos, mas sem jamais deixar claro o fio condutor de suas criações: a celebração da individualidade, da inclusão e da liberdade. Na Gucci de Alessandro Michele, há lugar para absolutamente todo mundo.

Gucci pre-fall 2020 (Foto: Bruce Gilden)

Na última temporada de desfiles, porém, Alessandro pegou os fashionistas de surpresa: os excessos ainda existem, mas agora coexistem com uma estética que parece não gritar tantas referências ao mesmo tempo: sim, Michele está entrando no que parece ser uma nova era, e ela é minimalista.

Sua coleção de pre-fall 2020 só confirma a ideia. Há ótimos looks de alfaiataria bem clássicos, como o terno cinza de paletó sem manga e botões cobertos por um fecho de calça social. Ou então a saia preta de babados, que ganha a boa companhia de uma regata branca oversized.

Gucci pre-fall 2020 (Foto: Bruce Gilden)
Gucci pre-fall 2020 (Foto: Bruce Gilden)

Não se iluda, porém: a veia tão única de Alessandro Michele ainda pulsa forte; nos acessórios coloridos, na androginia que permeia alguns looks e no jogo de cores – que, mesmo sutil, ainda tem sua singularidade.

Outra novidade desta nova etapa da Gucci de Alessandro Michele é a entrada de um visual mais sexy: sutiãs transparentes aparecem por baixo de generosos decotes, um terno de couro vermelho, um vestido preto e prata com coleirinha de laço, deixam claro: a mulher da Gucci ainda é excêntrica, mas é decididamente mais sexy, provocante. À moda da casa, claro: sem jamais esbarrar na submissão, a sensualidade na Gucci segue seu perfil: ameaçadora, empoderada. 

Gucci pre-fall 2020 (Foto: Bruce Gilden)
Gucci pre-fall 2020 (Foto: Bruce Gilden)
Gucci pre-fall 2020 (Foto: Bruce Gilden)

Fechando com chave de ouro, as imagens do pre-fall 2020, em mais uma sacada de gênio de Alessandro Michele, misturam um casting precioso, entre jovens modelos e mulheres mais velhas – entre elas a ex-modelo e ativista pela diversidade na moda, Bethann Hardison, em cliques de Bruce Gilden, lendário fotógrafo de street style novaiorquino, de 73 anos.

Gucci pre-fall 2020 (Foto: Bruce Gilden)

Sim, a Gucci está mais minimalista. Mas nunca foi tão Michele. E tão Gucci.

Diretor criativo: Alessandro Michele
Direção de arte: Christopher Simmonds
Locação: Roma
Fotógrafo: Bruce Gilden
Hair Stylist: Alex Brownsell
Maquiagem: Thomas De Kluyver

Victoria Beckham responde às perguntas mais pesquisadas sobre si mesmo

VB responde às perguntas mais pesquisadas sobre si mesmo

Acusado de múltiplos casos de assédio sexual, Harvey Weinstein chega a acordo de US$ 25 milhões com vítimas

Longa duração do processo pode ter levado partes a chegar acordo, que previne o produtor de ser acusado novamente dos crimes e não o responsabiliza pela indenização milionária
Por Pedro Strazza

Há dois anos, uma série de reportagens do The New York Times expôs ao mundo uma legião de vítimas abusadas sexualmente por Harvey Weinstein, executivo até então todo poderoso da The Weinstein Company. A história mudou drasticamente o cenário de Hollywood, não apenas incentivando que outros assediadores fossem expostos na mídia como foi responsável pela criação de movimentos como o #MeToo, bem como a destruição do estúdio liderado pelo produtor – que foi obrigada a declarar falência no ano seguinte e ser vendida e desmembrada a novos donos.

Mas após meses de processos jurídicos e disputas na corte, aparentemente os advogados das vítimas e de Weinstein entraram em um acordo que põe fim à questão judicial. De acordo com o próprio New York Times, o produtor e os membros do antigo conselho de seu estúdio concordaram em pagar um montante de 25 milhões de dólares aos procuradores, mas sem que Weinstein seja obrigado a assumir os crimes ou pagar do bolso qualquer parte do valor.

Com a maioria das 30 atrizes e funcionárias do estúdio envolvidas na ação coletiva global (incluindo EUA, Canadá, Reino Unido e Irlanda) já tendo aceitado o negócio, o acordo em teoria previne que Weinstein seja acusado futuramente de crimes parecidos no tribunal, com o conselho do estúdio ficando isento de futuras culpabilidades e as vítimas retirando as acusações de assédio oficialmente. Este desfecho no momento só depende da aprovação final das partes remanescentes e da corte que lida com o caso, mas não envolve o processo separado e movido pela atriz Ashley Judd contra o produtor.

A divisão dos 25 milhões previstos deve se dar da seguinte forma: enquanto 18 das vítimas receberão juntas cerca de 6,2 milhões de dólares, não levando mais que US$ 500,00 mil individualmente, os outros 18,5 milhões de dólares serão separados para o grupo de autores da ação que o moveram de forma coletiva, o procurador geral do estado de Nova York e a qualquer futuro requerente – que verão sua compensação ser decidida por uma equipe de monitoramento designada pela corte.

De acordo com advogados envolvidos, a compensação financeira faria parte do atual processo geral de acerto de contas da falência da Weinstein Company, que já beira aos 47 milhões de dólares. Ao bolso de Weinstein, porém, só vai doer o pagamento das despesas de seu time legal: o Times declara que os custos envolvem algo em torno de 12 milhões de dólares, a serem divididos entre ele, o irmão (e também dono da TWC) Bob Weinstein e os outros membros do conselho.

Toda essa resolução pelo visto vem na esteira de um longo, árduo e cansativo processo legal. Ao longo dos últimos dois anos, o caso envolveu todo tipo de pessoa relacionada à figura de Weinstein, incluindo além do conselho os credores e seguradores da Weinstein Company, e a coisa só piorou quando a companhia declarou falência e o procurador geral do estado Eric T. Schneiderman se retirou do caso por conta de acusações de que ele mesmo teria praticado atos de assédio e abuso sexual.

Com duas envolvidas no processo já tendo negado o acordo – a produtora Alexandra Canosa e a atriz Wedil David – Weinstein voltará ao banco de réu no tribunal de Manhattan no começo de janeiro, quando voltará a ser acusado de assédio sexual por outras duas mulheres não relacionadas ao atual processo.

Apple repete pior colocação no ranking de melhores empresas para se trabalhar nos EUA

Ela ainda está entre as 100 melhores, entretanto

Todos os anos, o site de empregos Glassdoor faz um levantamento entre seus usuários (e com base em depoimentos dados ao próprio site) e divulga seu ranking de melhores empresas para se trabalhar. Com exceção do ano passado, a trajetória da Apple é descendente: a empresa foi do 22º lugar em 2014 para o 84º em 2017, recuperando algumas colocações em 2018.

Agora, na pesquisa mais recente, a Maçã caiu de novo e repetiu seu pior desempenho: no ranking referente aos Estados Unidos, a Apple foi considerada somente a 84ª melhor empresa para se trabalhar pelos seus funcionários.

No depoimento destacado para a Apple, um funcionário anônimo elogia o fato de que qualquer posição na empresa oferece a possibilidade de crescimento, e que pessoas com espírito empresarial terão oportunidades por todos os lados. Não há uma explicação para a queda da Maçã, mas a gigante de Cupertino manteve a mesma pontuação do ano passado (4,3 em 5) — o que indica que foram as outras empresas que melhoraram, e não a Apple que piorou.

Para entrar no levantamento da Glassdoor, as grandes empresas precisam receber ao menos 75 avaliações para cada um dos 8 atributos avaliados pelo site: conceito geral da empresa, oportunidades de carreira, salário e benefícios, cultura e valores, gerenciamento de sêniores, equilíbrio entre trabalho e vida pessoal, recomendação para um amigo e perspectiva de negócios em 6 meses.

O ranking, como de costume, está cheio de empresas do ramo tecnológico. A HubSpot ficou em primeiro lugar, enquanto a DocuSign conquistou a medalha de bronze; entre as grandes, temos a presença de Google (11º), LinkedIn (12º), NVIDIA (20º), Microsoft (21º), Facebook (23º), Adobe (39º) e, abaixo da Apple, Intel (100º).

Brasil

Pela primeira vez, a Glassdoor divulgou também um ranking especial para o Brasil. Por aqui, não temos presença da Apple, mas vale notar o Top 10 do levantamento:

  1. SAP
  2. ThoughtWorks
  3. Google
  4. Takeda Pharmaceuticals
  5. Banco Votorantim
  6. MetLife
  7. Bain & Company
  8. Eurofarma
  9. McKinsey & Company
  10. Nubank Brasil

Entre outros nomes de destaque no ranking nacional, temos: Globosat (11º), Amazon (19º), Dell (20º), Magazine Luiza (21º), Microsoft (36º), Petrobras (38º) e Coca-Cola (50º).

Vestido de princesa Diana é vendido por mais de R$ 1 milhão

Peça usada em 1985, quando ela dançou com John Travolta, foi leiloada em Londres
AGÊNCIA – REUTERS

Vestido que princesa Diana usou em 1985 foi leiloado por mais de R$ 1 milhão. Foto: Henry Nicholls/Reuters

O vestido que a princesa Diana usou ao dançar com John Travolta na Casa Branca, em 1985, foi comprado por mais de US$ 280 mil (acima de R$ 1 milhão na cotação atual) pela instituição de caridade que cuida de seu antigo palácio.

Feito pelo estilista Victor Edelstein, a peça de veludo azul meia-noite foi posto à venda pela Kerry Taylor Auctions de Londres na segunda-feira, 9, com um preço estimado entre 250 mil e 300 mil libras.

O vestido não alcançou esses valores durante o leilão ao vivo, mas a instituição de caridade se pronunciou mais tarde.

“Ele foi vendido pós-leilão… por um preço de 220 mil libras. O vendedor ficou empolgado, já que torcia para que ele permanecesse no Reino Unido”, disse a casa de leilões em um comunicado.

Princesa Diana e John Travolta em 1985. Foto: The Ronald Reagan Presidential Library

A instituição de caridade Historic Royal Palaces — que cuida do Palácio de Hampton Court e da Torre de Londres, além de partes públicas do antigo lar de Diana, o Palácio de Kensington — disse nesta quarta-feira, 11, que comprou um pedaço da história.

“O vestido ‘Travolta’ não é somente um exemplo fantástico de alta costura concebido para maravilhar em um evento de Estado, ele representa um momento essencial da história da moda da realeza no século vinte”, disse Eleri Lynn, curadora da Historic Royal Palaces, em um comunicado.

“Estamos encantados por ter adquirido este vestido de noite emblemático para a Coleção de Vestidos Cerimoniais Reais – uma coleção de importância nacional e internacional – mais de 20 anos depois de ele sair do Palácio de Kensington pela primeira vez”, acrescentou. Diana usou o traje ao dançar com o astro de Grease – No Tempo da Brilhantina no jantar de Estado da Casa Branca de 1985.