Star Wars: A Ascensão Skywalker ganha Funkos Pop!

Linha inclui as personagens inéditas Jannah e Zorii Bliss
MARIANA CANHISARES

Star Wars: A Ascensão Skywalker ganhou uma nova linha de Funkos Pop! com as personagens inéditas Jannah e Zorii Bliss. Confira (via Star Wars):

Star Wars: A Ascensão Skywalker foi um dos destaques durante a CCXP19. O painel reuniu Daisy RidleyJohn BoyegaOscar Isaac e o diretor J. J. Abrams para celebrar o lançamento do último capítulo da saga.

Ainda não há detalhes sobre a história, descrita apenas como “os sobreviventes da Resistência encaram a Primeira Ordem mais uma vez no capítulo final da saga Skywalker“. O filme estreia no Brasil em 19 de dezembro.

Eva chega a São Paulo e encanta com loja instagramável

A label carioca explora diversas experiências interativas em seu novo endereço
ESTÚDIO DE CRIAÇÃO / EGCN

Priscila Barcelos, diretora criativa da Eva (Foto: Breno da Matta)

Novidade boa na capital paulista: a label carioca Eva acaba de chegar à cidade e armou uma inauguração nessa quarta-feira (11.12) para lançar o novo endereço, que fica na rua Oscar Freire.  Por lá, tudo é mega-instagramável. Com um projeto arquitetônico assinado pela Manga Rosa Arquitetura, a loja ocupa um espaço de 400 m2 , tem um photo room com direito a piscina de bolinhas, o bar “Oh My Drink”, um spa em homenagem à Frida Kahlo e, logo na entrada, um painel colorido feito pela artista plástica Rita Wainer.

O clima fun também é retratado nas estampas e nas roupas coloridas, marca registrada da Eva. Vale conhecer!

O efeito Ferrante: na Itália, escritoras estão em ascensão

Ascensão de Elena Ferrante e a redescoberta de algumas grandes escritoras italianas do século passado incentivaram o surgimento de uma nova safra de mulheres escritoras e sacudiram o establishment literário do país
Anna Momigliano, The New York Times

Livros de Elena Ferrante
Depois de ‘Minha Amiga Brilhante’, Elena Ferrante se tornou sensação internacional, vendendo mais de 11 milhões de exemplares, inspirando uma série da HBO e consolidando a reputação dela como a mais bem-sucedida romancista italiana em anos. Foto: Chris Warde-Jones/The New York Times

ROMA – Na Itália, a ficção literária sempre foi considerada ofício masculino. Editores, críticos e comitês que outorgam prêmios descartavam livros escritos por mulheres como literatura para moças de baixa qualidade, tendo ridicularizado Elena Ferrante, autora de Minha Amiga Brilhante, qualificando-a como uma escritora de livros de leitura rápida.

Depois desse romance napolitano de Elena Ferrante se tornou sensação internacional, vendendo mais de 11 milhões de exemplares, inspirando uma série aclamada da HBO e consolidando a reputação dela como a mais bem-sucedida romancista italiana em anos. Sua ascensão e a redescoberta de algumas grandes escritoras italianas do século passado incentivaram o surgimento de uma nova safra de mulheres escritoras e sacudiram o establishment literário do país. As escritoras italianas estão conquistando prêmios de prestígio, sendo traduzidas e com vendas substanciais dos seus livros.

Suas realizações desencadearam um debate na Itália sobre o que é literatura num país onde a virtuosidade e marco referencial com frequência são avaliados com base na narrativa e na ressonância emocional e temas como sexismo ou o papel social de gênero.

“Outrora relutávamos a escrever sobre determinados assuntos, temendo que fossem rotulados como “coisa de mulher”, disse Veronica Raimo, autora de The Girl at the Door, em que ela explora temas como casamento, gravidez e acusações de abuso sexual. “Havia esta ideia de que histórias contadas por mulheres não eram universais. Mas isto está mudando”.

Veronica Raimo - Elena Ferrante
Veronica Raimo é autora de ‘The Girl at the Door’, em que ela explora temas como casamento, gravidez e acusações de abuso sexual. “Havia esta ideia de que histórias contadas por mulheres não eram universais. Mas isto está mudando”. Foto: Stephanie Gengotti/The New York Times

Uma autora a ver o avanço do seu trabalho em primeira mão é Helena Janeczek que publica livros há décadas, mas que no ano passado foi a primeira mulher, em 15 anos, a conquistar o Prêmio Strega, láurea literária do país.

“Foi um bom intervalo de tempo, não?” Mas não me surpreendeu. Os tempos estão mudando”, disse ela.

O livro que deu a ela o prêmio, publicado em outubro em inglês com o título The Girl with the Leica, é um romance histórico sobre a fotógrafa de guerra Gerda Taro, morta em 1937 quando documentava a Guerra Civil Espanhola com seu namorado e colega, o famoso Robert Capa.

Nos últimos dois anos, romances escritos por mulheres representaram metade dos 20 sucessos de venda na Itália no campo da ficção – quase o dobro do porcentual de 2017, segundo dados da Informazioni Editoriale que monitora as vendas das livrarias na Itália.

Em entrevistas, autores, editores, críticos, tradutores e editores italianos disseram que as mulheres escritoras despertaram uma atenção extraordinária, que alguns chamam de “efeito Ferrante”.

Minha Amiga Brilhante e outros romances de Ferrante (seu mais recente, La Vita Bugiarda Degli Adulti, lançado no mês passado na Itália e com previsão de um lançamento em inglês, com o título The Lying Life of Adults, para o próximo ano)  mostrou que “existe um mercado de ficção escrita por mulheres”, disse Daniela Brogi, estudiosa de literatura contemporânea na Universidade para Estrangeiros de Siena. “E conferiram dignidade literária à ficção sobre mulheres”.

Os críticos antes ignoravam histórias sobre vínculos entre mulheres. Isto mudou.

Três livros recentes muito falados mergulham nas relações entre mãe e filha. O livro A Girl, Returned, de Donatella Pietrantonio, lançado no meio deste ano em inglês, é uma história de passagem para a idade adulta que tem como cenário a zona rural no sul da Itália. La Straniera, de Claudia Durastanti, relata sua educação numa família disfuncional entre o Brooklyn e a Basilicata. O romance Addio Fantasmi, de Nadia Terranova conta a história de uma mulher de 30 anos se defrontando com seu passado doloroso numa viagem de volta à casa para ver a mãe.

Veronica Raimo, autora de The Girl at the Door, disse que os leitores mais jovens na Itália se tornaram mais aberto às escritoras em parte porque leram livros de mulheres em traduções.

“Eles sabem que existem países em que ter uma Jennifer Egan ou Zadie Smith é normal”, disse ela.

Igiaba Scego - Elena Ferrante
Igiaba Scego, escritora italiana somali. Seu romance, ‘Beyond Babylon’, explora os traumas da experiência como imigrante através dos olhos de suas mulheres.  Foto: Simona Filippini via The New York Times

Mas grande parte das novas escritoras atribui esse impulso a escritora que tem como pseudônimo Ferrante, que se mantém anônima mesmo com seus livros se tornando sucesso de vendas (algumas pessoas especulam que ela pode ser Anita Raja, uma famosa tradutora de obras literárias casada com o escritor Domenico Starnone, e encontraram evidências da mão dele no trabalho dela).

“Mas o fato é que Elena Ferrante gerou o interesse internacional nos escritores italianos em geral.

“Há uma empolgação global em torno dos escritores italianos, incluindo muitas mulheres e até minorias e devemos muito a ela”, disse Igiaba Scego, escritora italiana somali. Seu romance, Beyond Babylon, que explora os traumas da experiência como imigrante através dos olhos de suas mulheres, foi traduzido para o inglês este ano depois de publicado na Itália há dez anos.

Algumas novas traduções são de livros ainda mais antigos.

Uma nova tradução em inglês de Family Lexicon, uma obra prima de Natalia Ginzburg de 1963, foi lançada em 2017. Três outros romances foram relançados este ano, dois deles em novas traduções. Outra grande escritora do período pós-guerra na Itália, Elza Morante (que Ferrante citou como sua fonte de inspiração) terá uma nova tradução este ano, juntamente com seu clássico Arturo’s Island.

Mas as escritoras italianas ainda enfrentam obstáculos.

“O problema não é publicar ou vender os livros”, disse Janeczek. “É ser reconhecido”.

Segundo ela, as mulheres no geral ainda são mantidas longe do cânone italiano e o sucesso de Ferrante no exterior não vai torná-la mais próxima. “Quando ela recebeu todo esse reconhecimento fora do país, nossos críticos disseram: “Vejam, esses americanos acham que ela é uma grande escritora”.

Em 2015, quando Ferrante tinha uma enorme aclamação, o escritor Francesco Longo escreveu no jornal italiano Il Messagero que “Ferrante é uma grande contadora de histórias. Mas não é escritora”.

Tiziana de Rogatis, crítica cujo livro sobre o estilo de Elena Ferrante foi publicado neste mês nos Estados Unidos, disse que ela, como Morante, é uma pensadora sofisticada que escreve para ser compreendida. Os acadêmicos, eventualmente consideram grandes escritores “populares junto ao público”.

Alguns escritores e professores de literatura afirmam que o elitismo incrustrado, mais do que o sexismo aberto, impede as mulheres de serem reconhecidas.

“Há uma ideia generalizada aqui de que a ficção literária tem de ser virtuosa e um marco referencial”, afirmou Elisa Gambaro, da Universidade de Milão. Assim a ficção que é sucesso comercial com frequência é desacreditada.

 “Falando claramente, as escritoras tendem a ser menos consideradas uma referência porque não estão muito acostumadas a se ver como centro do mundo”, disse Brogi. Para ela, as mulheres desenvolveram uma linguagem literária para se fazerem melhor compreender – e incidentalmente, mais fáceis de traduzir – porque são com frequência ignoradas. “É uma condição que Elena Ferrante eloquentemente cunhou como “smarginatura”, ou ser colocada à margem.

Mas a nova safra de escritoras vem forçando sua entrada no centro.

“Apoiamos umas as outras e vimos contestando essa política de dois pesos e duas medidas. Esse senso de irmandade não existia há alguns anos”, disse a escritora Claudia Durastani.

Para Nadia Terranova  os resultados já podem ser observados.

“A Itália sempre teve grandes escritoras. O fato novo é que pela primeira vez elas começam a ser reconhecidas”.

Tradução de Terezinha Martino

His Dark Materials chega ao seu clímax com luta pelas crianças

Verdade sobre Bolvangar é mostrada acentuando a crueldade com daemons e jovens
CAMILA SOUSA

His Dark Materials /HBO/Divulgação

Há algum tempo His Dark Materials indica que sua história é mais profunda e dura do que parece. Por trás de um mundo fantástico habitado por ursos de armadura e daemons, a trama de Fronteiras do Universo sempre se destacou por mostrar até onde a humanidade é capaz de ir em prol de “livrar crianças do pecado”. Isso é elevado à máxima potência em “The Daemon Cages”, que conta com um grande clímax em Bonvalgar.

[Spoilers de “The Daemon Cages”]

O capítulo começa com Lyra presa em Bolvangar. Ela encontra as outras crianças que estão lá, incluindo Roger, e percebe rapidamente que elas estão assustadas e tentam não fazer muito contato. A jovem passa por testes feitos pelo Dr. Rendal (Amit Shah), que garante que aquilo é para o seu bem. Ainda que não pareça 100% à vontade no papel, Dafne Keen aparece bem em tais cenas, principalmente quando engana os adultos ao seu redor e se mostra como uma garota inocente, que não sabe o que está acontecendo.

Bolvangar é mostrado como um local frio, com iluminação azulada e nenhum sinal de afeto. É nessa realidade que Lyra e Roger encontram crianças que sobreviveram à intercisão (o corte entre elas e seus daemons). Se antes aqueles jovens demonstravam sentimentos como animação, felicidade e até medo, agora eles são seres que vivem à deriva, sem pensamentos próprios. His Dark Materials mostra diretamente o que o Magisterium está fazendo com as crianças. Além dos jovens sem vida no olhar e dos daemons fracos em suas gaiolas, a série mostra uma guilhotina e, em um dos diálogos, a responsável pelo local afirma que agora as crianças ficam acordadas durante o procedimento, algo que “dá resultados positivos”.

Se até aqui a série deixou seus paralelos na segunda camada, agora eles ficam claros: o Magisterium literalmente corta os daemons das crianças, para evitar seus crescimentos, a chegada do Pó em suas vidas e, por consequência, o livre arbítrio. O objetivo de tal “castração” é, de fato, controle, para que as crianças saibam apenas o que o Magisterium quer e se comportem da “forma correta”. É impossível não fazer paralelos de tal trama com a realidade, especialmente de religiões e regimes totalitários que ainda existem em 2019. His Dark Materials mostra isso de forma visceral e deixa o público com medo e angústia.

O clímax físico acontece com a chegada dos gípcios e Iorek a Bonvalgar. Ao contrário do que foi mostrado no filme de 2007, a luta aqui é crua, e não apenas com o urso gigante de armadura, mas também com o povo liderado por John Faa (Lucian Msamati), tomado de ódio pelo que foi feito com as crianças. No entanto, é após o conflito que os gípcios mostram porque são tão especiais. A visão daquele grupo de crianças sem daemons é estranha aos olhos deles e alguns até questionam se suas famílias às aceitarão de volta daquela forma. É realmente difícil aceitar algo que é diferente, mas Ma Costa (Anne-Marie Duff) diz que eles podem se tornar gípcios caso não tenham para onde ir. Além de grandes lutadores, o grupo também mostra que tem um grande coração.

Há ainda dois pontos que merecem destaque. O primeiro é a grande sequência com Lyra e a Sra. Coulter (Ruth Wilson). Ao ver os gritos de sua filha dentro da máquina de intercisão, Marisa se desespera e a salva, querendo mostrar que tem carinho por aquela criança. A cena com as duas é interessante e a “vilã” se mostra vulnerável pela primeira vez ao explicar por qual motivo não criou Lyra. Há lágrimas que parecem verdadeiras neste momento e isso torna Coulter ainda mais interessante de acompanhar. Do outro lado, porém, Lyra só sente ódio e o grito das duas separadas por uma porta mostra o quanto elas são parecidas. A jovem também tem raiva dentro de si, mas sua forma de agir é diferente de Coulter. Lyra sabe que jamais seria tocada em Bolvangar após o acolhimento de Marisa, mas a garota não se preocupa só com sua segurança: ela jamais estará feliz se souber que pôde ajudar os outros e não o fez.

O segundo ponto é a participação de Ruta Gedmintas como Serafina Pekkala. A bruxa aparece pouco, mas sua chegada na batalha final é, no mínimo, impressionante. Ela se move com uma velocidade incrível e ajuda os gípcios de um modo que somente ela conseguiria. Sua conversa final com Lee (Lin-Manuel Miranda) também transmite a sabedoria das bruxas, quando ela cita a importância de Lyra para tudo o que está acontecendo. Pena que essa sequência de um ótimo diálogo com Miranda termine com um “gancho falso”. Ainda que His Dark Materials tenha seus perigos reais, é claro que Lyra não morreria daquela forma. A queda em si não incomoda tanto, mas seu uso para encerrar o episódio é desnecessário.

Isso, no entanto, não tira o brilho de uma série que está entregando uma incrível primeira temporada. Fica agora a expectativa que o grande público conheça His Dark Materials e discuta seus temas. “The Fight to the Death”, penúltimo episódio, vai ao ar em 16 de dezembro na HBO.

Uma seleção de looks e acessórios para brilhar nas festas de fim de ano

Inspire-se nas sugestões da seção “Shops” da Vogue de dezembro


A partir da esquerda, Debora Wagatsuma usa vestido Iorane (R$ 2.980), Amanda Fiore usa vestido Amissima (R$ 771) e Liza usa vestido Colcci (R$ 876). Sandálias (R$ 1.490) e (R$ 1.315), ambas Alexandre Birman (Foto: Rodrigo Takeshi)

Se você ainda não escolheu a produção para as festas de fim de Ano – seja o Natal ou o Ano Novo – nós temos ótimas sugestões de looks e acessórios direto da seção “Shops” da Vogue de dezembro, assinada pela consultora de estilo Ucha Meirelles. Inspire-se na nossa seleção que vai do estilo boho ao rocker e brilhe a noite toda! 

Colar (R$ 3.700) e gel iluminador Gelée d’Or (R$ 399), ambos Dior (Foto: Carlos Bessa)
Liza S usa vestido, brincos, choker e sapatos, tudo Gucci (Foto: Rodrigo Takeshi)
Braceletes de ouro e diamantes, ambos HStern (Foto: Carlos Bessa)
Camisa, saia, sapatos, cachecol e bolsa, tudo Prada (Foto: Rodrigo Takeshi)
Relógio Pantherè de ouro amarelo e laca preta, colar e pulseira, ambos de ouro rosa, tudo Cartier (Foto: Carlos Bessa)
A partir da esquerda, Liza usa vestido e sandálias; Débora usa vestido e bolsa, tudo Saint Laurent (Foto: Rodrigo Takeshi)
Loafer e braceletes, tudo Chanel (Foto: Carlos Bessa)
Débora usa vestido, sapatos, bolsa e cinto, tudo Louis Vuitton (Foto: Rodrigo Takeshi)
Bolsa Burberry (R$ 7.290) (Foto: Carlos Bessa)

Edição: Ucha Meirelles
S
tyling: Neel Ciconello Morikawa
Set Design: Christian Sampaio (Papelaria)
Beleza: Tiago Paixão
Assistente de beleza: Barbara Meinhard
Assistente de foto: Artur Leite
Modelos: Amanda Fiore (Way Model), Liza S (Way Model) e Debora Wagatsuma (Ford Model)
Agradecimentos: Papelaria (@papelariainstagram)

Apple’s 2019 Mac Pro Uncasing and First Impressions & Cheese Grating – LIVE

Junte-se a nós quando nos abrirmos e apresentar nossas primeiras impressões do novo Mac Pro LIVE da Apple. Esta máquina de US $ 6000 é o primeiro computador modular da Apple há muito tempo, e mal podemos esperar para ver como ela é montada!

Dados bancários de 29 mil funcionários do Facebook são roubados

Ladrão tomou posse de discos rígidos com informações que estava no carro de funcionário da empresa; entre dados vazados, há salários, bônuses, contas de banco e nomes completos dos funcionários

Segundo Facebook, dado de nenhum usuário estava presente nos discos rígidos

Informações bancárias pessoais de 29 mil funcionários do Facebook foram roubados há cerca de um mês, informou a agência Bloomberg nesta sexta-feira, 13, com base em um email interno enviado pela empresa a seus empregados pela manhã. Segundo a publicação, os dados estavam armazenados em discos rigídos que foram furtados do carro de um funcionário da empresa. 

Os arquivos não estavam criptografados e continham informações como nome dos usuários, números de conta bancárias e os quatro últimos dígitos de suas contas de previdência social – informações utilizadas no Facebook para quase qualquer tipo de serviço público. Além disso, os discos rígidos também continham planilhas com informações de pagamento aos empregados, incluindo salários, bônus e até mesmo ações que tinham sido distribuídas a eles. 

Segundo confirmou uma porta-voz do Facebook à Bloomberg, as informações pertenciam a 29 mil pessoas que trabalharam na empresa durante o ano de 2018. Os discos rígidos, acrescentou a porta-voz, não continham nenhuma informação de usuários do Facebook. 

“Estamos trabalhando com as autoridades para investigar um furto de uma mala de um funcionário contendo informações sobre os pagamentos dos funcionários”, disse a porta-voz. “Não temos evidência de abusos até agora e acreditamos se tratar de um furto simples, não de uma tentativa de roubar informações confidenciais.” 

De acordo com o email enviado aos funcionários, o furto aconteceu em 17 de novembro e o Facebook deu falta dos discos rígidos três dias depois. No dia 29, uma investigação “forense” confirmou que os dispositivos roubados continham informações de pagamento.  O empregado que foi furtado faz parte do departamento de salários do Facebook e não deveria ter retirado os arquivos do escritório. “Já tomamos as devidas medidas disciplinares e não vamos discutir detalhes pessoais sobre o assunto”, informou a porta-voz. 

A empresa ainda trabalha com as autoridades para recuperar as informações, embora nenhum dos discos rígidos tenha sido encontrado. No email, o Facebook recomendou os funcionários a notificarem seus bancos e ofereceu a quem desejar uma assinatura de dois anos para um serviço que monitora tentativas de roubos de identidade na internet. 

Kim Kardashian revela que fez 5 cirurgias devido a consequências dos partos

Empresária gestou os dois primeiros filhos, mas teve pré-eclâmpsia e outras complicações; os dois últimos bebês foram gerados na barriga de outra mulher
LUDIMILA HONORATO – O ESTADO DE S.PAULO

A empresária Kim Kardashian durante entrevista no Congresso Mundial de Tecnologia da Informação, em outubro de 2019. Foto: Vahram Baghdasaryan/Photolure via Reuters

Kim Kardashian é mãe de quatro filhos, mas formar essa família, junto com o marido Kanye West, não foi tarefa fácil. Em um vídeo para promover sua linha de roupas íntimas e modeladoras, a empresária revelou que teve de fazer cinco cirurgias ao longo de um ano e meio para reparar os danos causados pelas duas primeiras gestações.

No depoimento de dois minutos e meio, ela contou que, quando estava grávida da primeira filha, North, foi diagnosticada com pré-eclâmpsia, condição provocada pela elevação da pressão arterial. O estado é potencialmente perigoso, porque afeta os órgãos da mãe, e a menina teve de nascer precocemente.

O parto foi induzido quando ela estava com 34 semanas e meia de gestação. Após o nascimento do bebê, a placenta não saiu, o que gerou mais complicações para Kim Kardashian.

Posteriormente, a empresária engravidou mais uma vez, de Saint, com óvulos que havia congelado. Ela afirma que passou pelas mesmas dificuldades no parto.

“Depois disso, eu tive que fazer cinco cirurgias diferentes, dentro de um ano e meio, para reparar os danos que tudo aquilo fez comigo por dentro. Mas por fora eu estava filmando, fazendo fotos…”, relembrou.

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The West Family Christmas Card 2019

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Kim Kardashian ainda tinha dois embriões preservados e perguntou ao médico se poderia engravidar de novo, mas foi desaconselhada. Assim, a pequena Chicago e o recém-nascido Psalm vieram ao mundo após serem gerados na barriga de outra mulher.

“Sou muito grata pelos meus lindos filhos. Não importa como eles vieram para mim, eles vieram para mim”, disse ela. “Eu cresci com tantos irmãos que eu simplesmente amo estar em um grande ambiente familiar, e eu teria passado pela mesma dor para ter meus bebês”, afirmou. Kim Kardashian e Kanye West são pais de North, de seis anos; Saint, de quatro, Chicago, de um ano, e Psalm, de sete meses.

Agradecida pela família e desejando que outras estejam reunidas, ainda mais nas comemorações de fim de ano, a empresária aproveitou o vídeo para falar que apoia a organização The Bail Project por meio de sua marca de roupas íntimas.

A instituição, segundo descrição no Instagram, acredita que “ninguém deveria estar na cadeia por causa da pobreza” e, por isso, providencia a fiança de pessoas privadas de liberdade para reunir famílias e “restaurar a presunção de inocência”.

Smorgasburg, famoso festival de gastronomia de rua, volta a SP

Segunda edição do maior festival de comida de rua mundo ocorre neste final de semana

O bao é a especialidade do Mapu. O clássico combina panceta, amendoim e coentro.  Foto: Werther Santana/Estadão

Depois de aterrisar em São Paulo em junho deste ano, o Smorgasburg, conhecido como o maior festival de comida de rua mundo que ocorre em Nova York desde 2011, volta a cidade neste final de semana (14 e 15) em versão reduzida.

A segunda edição do evento vai reunir no hotel Selina, na Vila Madalena, diferentes atrações gastrônomicas, como hambúrgueres finalizados com maçarico do Caminhoneta e pratos veganos do Pira na Banana, que conta com pratos elaborados com banana verde, como caponatas, raviolli, nhoque. 

Outro destaque são as comidinhas do Mapu, restaurante especializado em culinária taiwanesa. Conhecido pelos baos, o pãozinho no vapor com diferentes recheios, eles também trazem outros pratos da casa da Vila Mariana como a berinjela no missô e shoyu, empanada e frita.

Para beber, o hotel Selina Madalena será responsável pelos drinks e coquetelaria do festival. 

SERVIÇO

Smorgasburg versão pocket

Quando: 14 e 15 de dezembro

Onde: Hotel Selina Madalena – Rua Aspicuelta 237/245

Horário: 12h às 23h

Telefone: (11) 4934-3992

Entrada gratuita