Kapturing for ELLE Mexico with Polina Oganicheva

Photography: Kapturing. Styling: Raul Alvarez. Hair & Makeup: Francesca Vigliarollo. Model: Polina Oganicheva.

Miss Mundo 2019: Toni-Ann Singh, da Jamaica, é eleita a vencedora

Ganhadora chamou atenção ao cantar música de Whitney Houston na cerimônia; brasileira Elis Miele ficou no ‘Top 5’ do concurso de beleza

A Miss Mundo 2019, Toni-Ann Singh

jamaicana Toni-Ann Singh foi eleita a vencedora do concurso Miss Mundo 2019 realizado neste sábado, 14. Durante a cerimônia, ela chamou atenção por cantar uma música de Whitney Houston.

A representante brasileira no concurso foi Elis Miele, do Espírito Santo, eleita Miss Brasil Mundo em setembro (clique aqui para conhecê-la).

A brasileira ficou entre as cinco melhores colocadas do Miss Mundo 2019, junto com a vencedora, Miss Jamaica, a 2ª colocada, Miss França, a 3ª colocada, Miss Índia, e a Miss Nigéria.

A Miss Mundo 2019, Toni-Ann Singh

“Meu coração esté repleto de amor e gratidão. Muito obrigada por acreditarem em mim. Vocês me levaram a acreditar em mim mesma”, comemorou a nova Miss Mundo, Toni-Ann Singh.

A Miss Mundo 2019, Toni-Ann Singh, ao centro, ao lado de seu pai, Bradshaw Singh, e sua mãe, Jahrine Bailey.  Foto: Facundo Arrizabalaga / EFE / EPA

O Miss Mundo também divulgou as participantes em posição de destaque de algumas regiões do planeta. Na Oceania, a Miss Mundo Ilhas Cook, na Europa, a Miss Mundo França, na Ásia, a Miss Mundo Índia e, no Caribe, a Miss Mundo Trinidad Tobago.

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My Jamaica, sweet Jamaica🇯🇲we did it! Wah we seh? LIKKLE BUT WE TALLAWAH. My heart is filled with love and gratitude. Thank you so much for believing in me. You pushed me to believe in myself. I am not only honored but humbled to be the 69th Miss World. Thank you to my family and to my friends. The love and support you poured into me now allows me to pour into the world. My mother @jahrinebailey, I love you I love you I love you. I wish to become even half the woman you are. You are my strength, my number one supporter/cheerleader/fan and my absolute best friend. _____________________________________________________________ To that little girl in St. Thomas, Jamaica and all the girls around the world – please believe in yourself. Please know that you are worthy and capable of achieving your dreams. This crown is not mine but yours. It’s for you to truly understand that no matter where you’re from and the cards you’re dealt in life – your dreams are valid. You have a PURPOSE. _____________________________________________________________ To the @missjamaicaworld franchise, thank you for taking a chance on me and leading the way. I wouldn’t have accomplished my dream without your efforts. To @hon.oliviagrange, you held my hand and lifted my head up high. I could not have reached this far without you. To the @missworld franchise – I am willing and ready to do the work; to officially be the face that represents the core of Miss World – Beauty with a Purpose. _____________________________________________________________ And last but of course not least, thank you GOD. Thank you for allowing me to walk the path towards my purpose. My heart is full🇯🇲💛💚🖤 One Love.

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Miss Universo 2019

Outro concurso de beleza bastante conhecido, o Miss Universo, ocorreu recentemente, em 9 de dezembro, tendo como vencedora a sul-africana Zozibini Tunzi.

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@missworld @toniannsingh

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Kapturing for Grazia Germany with Soso Korell

Photography: Kapturing. Styling: Anneke Steuwer. Hair: Jeannete Johanson. Model: Soso Korell.

Ex-Spice Girl Mel C defende empoderamento e pede que minorias se mantenham fortes

Feliz com nova geração de vozes, cantora diz que Billie Eilish é ‘insanamente talentosa’
BEATRIZ VILANOVA

Melanie C /Divulgação

Melanie C pode ter encerrado sua turnê de reunião com as Spice Girls em junho deste ano, mas não abandonou o pop. A cantora de 45 anos continua fazendo sucesso no meio artístico, há 20 anos com carreira solo, tendo lançado no último mês o hit “High Heels”.

A canção, elogiada pela crítica internacional, promove a mensagem da diversidade. Em seu clipe, Mel C convidou drag queens do coletivo LGBT Sink the Pink para fazer coreografias ao som de pop disco, com uma letra que, segundo ela, fala sobre “se soltar, se aceitar, se amar e ser feliz”, mesmo em um meio repleto de preconceitos.

“Eu cantei na Parada Gay de São Paulo no começo deste ano, e estava muito consciente da situação política do momento. É muito difícil quando se tem tanto preconceito no mundo, muito triste para essas comunidades. Mas eu acho que ficarmos juntos é o único meio de ter sucesso nisso, e manter-se forte”, contou a cantora em entrevista ao F5, acrescentando que acredita que as minorias têm, aos poucos, conquistado mais espaço.

“Você nunca vai mudar a opinião de todo mundo. Algumas pessoas são muito presas ao seu modo de pensar, mas eu acho que, pelo menos, se nos mantivermos juntos, poderemos nos manter fortes e sermos confiantes naquilo que acreditamos”, completa.

Em junho, Mel C se apresentou para cerca de 3 milhões de pessoas na parada de orgulho LGBT em São Paulo, na Avenida Paulista, além de fazer shows na capital. Questionada sobre voltar à cidade, ela respondeu com um enfático “sim”. Mais do que isso, ela planeja outras paradas além de São Paulo e Rio de Janeiro.1 14

Sem planos para novas músicas das Spice Girls, Melanie trabalha atualmente em um possível oitavo álbum solo, que se confirmado, contará inclusive com “High Heels”. Ele marca a volta da cantora após “Version of Me”, lançado em 2016, e trará parcerias ainda não anunciadas.

“Estive trabalhando com muitos jovens artistas no Reino Unidos. Estou ansiosa para o meu álbum sair e vocês serem apresentados a novos nomes, além de mim. É bom trabalhar com jovens cantores e continuar falando sobre ‘girl power’”, diz a cantora.

Mel C diz que tem acompanhado a cena pop atual, e que está contente com a nova geração de cantores. Uma de suas artistas favoritas é Billie Eilish, 17, quem ela descreve como “uma cantora insanamente talentosa”.

“Eu amo a sua individualidade, o quão diferente ela é não apenas na música, mas na maneira como se veste, em seus vídeos, e o quão criativa ela é. Ela e seu irmão, que trabalham juntos, são escritores incríveis”, afirmou. “Mas há muitos cantores jovens incríveis. Eu escuto muito pop com a minha pequena filha, e há pouco tempo fomos a um show da Ariana Grande”.

Particularmente sobre sua carreira no mundo pop, Mel C é clara e assertiva ao dizer que não tem previsão de parar de cantar, e que, para a sorte dos fãs, pretende continuar se apresentando ainda por um bom tempo.

Com vitória da jamaicana Toni-Ann Singh no Miss Mundo, duas mulheres negras são donas das principais coroas de 2019

Jamaicana Toni-Ann Singh e sul-africana Zozibini Tunzi levaram títulos nos últimos dias
Fábio Luís de Paula

Toni-Ann Singh durante coroação do Miss Mundo 2019
Toni-Ann Singh durante coroação do Miss Mundo 2019 – DANIEL LEAL-OLIVAS/AFP

Em 2019 duas mulheres negras tornaram-se, ao mesmo tempo, donas das principais coroas de miss do planeta. O feito foi alcançado neste sábado (14), após a jamaicana Toni-Ann Singh, 23, vencer a 69ª edição do Miss Mundo. O título chega menos de uma semana depois da vitória da sul-africana Zozibini Tunzi, 25, no Miss Universo no último domingo (8).
 
Singh foi eleita em Londres, no Reino Unido, enquanto Tunzi foi eleita em Atlanta, nos Estados Unidos. A vitória delas traz a beleza da mulher negra de volta ao topo, além de levantar o assunto da representatividade.
 
“A sociedade foi programada durante muito tempo para não ver a beleza negra. Mas agora estamos entrando em um tempo em que finalmente as mulheres como eu podem saber que somos bonitas”, disse Tunzi em seu discurso após a vitória. 

Zozibini Tunzi, Miss África do Sul, eleita Miss Universo 2019

Negra e de cabelos curtíssimos, a nova Miss Universo impactou pela postura coerente e pela elegância. Após vencer e mudar-se para Nova York, ela divide agora apartamento com as também negras Miss Estados Unidos, Cheslie Kryst, 28, e Miss Teen EUA, Kaliegh Garris, 19.
 
Antes dela, a última mulher negra a vencer a competição foi a angolana Leila Lopes, em 2011. Já Singh quebrou um jejum de 18 anos sem mulheres negras no Miss Mundo. A última miss negra a vencer a corrida pela coroa foi a nigeriana Agbani Darego, em 2001.
 
A jamaicana acredita na importância de ter como referência mulheres fortes representativas, principalmente na família. “Notar os benefícios da família e ter todas estas fortes mulheres à sua volta e que ajudam você a crescer e quebrar ciclos. É importante para mim oferecer a jovens mulheres a oportunidade de ver o que foi feito na minha vida e e eu quero ser a diferença para os outros”, disse em entrevista preliminar.

MISSES E MISTERS NEGROS NO BRASIL

No Brasil, o carioca Ítalo Cerqueira, 27, tornou-se neste ano o primeiro homem negro a vencer o Mister Brasil CNB. Ele faz parte, agora, do grupo de 15 vencedores do concurso, até então todos brancos. Sargento do Exército, ele representou o país no Mister Supranational 2019 no início de dezembro e ficou em segundo lugar. 
 
“Não existe padrão de beleza único ou certo no Brasil. Não é só homem branquinho de cabelo liso que é bonito. Acredito que a beleza depende mais da essência da pessoa do que do seu exterior”, disse em entrevista ao F5 em setembro passado, pouco depois do nacional.
 
“Ao subir na passarela, levo comigo milhões de negros e negras que, diariamente, lutam para serem vistos, reconhecidos e valorizados. O preconceito ainda é muito grande no nosso país. Precisamos ocupar todos os espaços, inclusive o mundo da beleza, que por tanto tempo repetiu padrões valorizando uns e excluindo tantos outros”, completou.
 
Ao lado dele, a catarinense Fernanda Souza, 24, representante brasileira na versão feminina do concurso, o Miss Supranational, também é negra. Juntos, eles foram o primeiro casal de brasileiro negros a disputar a franquia do concurso num mesmo ano. 
 
Já no Miss Universo, até o hoje o país teve apenas três mulheres negras como representantes desde a primeira disputa, em 1954. São elas a Deise Nunes (1986), Raíssa Santana (2016), e Monalysa Alcântara (2017).
 
“Por anos as pessoas me perguntaram quando outra mulher negra seria eleita. Eu sempre dizia ‘em breve’, e esse ‘breve’ levou 30 anos. Muitas ainda ficam receosas [de participar]”, disse Nunes, 51.
 
“Eu abri uma porta quando ganhei. Cada miss dá voz para um tipo de mulher, pessoa ou situação, e a minha foi a da raça. Não me considero feminista, mas acho importante lutar e querer direitos. Sejam eles como mulher, como negra ou como ser humano”, ponderou em entrevista ao F5 em outubro deste ano.
 
Segundo ela, existe um desequilíbrio nas inscrições para os concursos, por isso o baixo número de vitórias. Nunes considera que, quanto maior o número de mulheres negras na competição, maior a probabilidade de uma delas vencer. E, para que isso aconteça, as competidoras precisam não só ter desejo de participar, mas também muita coragem.

Deuses Americanos | Orlando Jones revela que foi demitido da série

Ator divulgou informação com vídeo nas redes sociais
CAMILA SOUSA

Em uma mensagem postada em suas redes sociais, Orlando Jones revelou que foi demitido de Deuses Americanos (American Gods). Segundo ele, Charles Eglee, showrunner da terceira temporada, considera que a raiva do personagem Mr. Nancy “manda uma mensagem errada para os negros da America”:

“Obrigado, fãs de Deuses Americanos. Sei que vocês têm MUITAS perguntas sobre a demissão. Como sempre, prometi dizer a vocês a verdade e nada além disso. Sempre, Mr. Nancy”. No vídeo, Jones agradece Neil Gaiman por ter escrito o livro e também a oportunidade de se tornar um dos produtores da 2ª temporada.

Entre as novidades da terceira temporada de Deuses Americanos está a inclusão de Marilyn Manson, que vai interpretar Johan Wengren, vocalista de uma banda de death metal viking chamada Blood Death.

A terceira temporada é prevista para 2020, ainda sem uma data certa confirmada. Já as temporadas anteriores estão disponíveis no catálogo do Amazon Prime Video no Brasil.

Andaimes metálicos na arquitetura: 6 projetos que se apropriaram da técnica

Essas estruturas se tornam alternativas sustentáveis que, apesar da simplicidade, surpreendem com suas diversas possibilidades
POR LUCAS DEOLI FREITAS | FOTOS REPRODUÇÃO

Schaustelle foi um pavilhão temporário instalado junto à Pinakethek der Moderne, em Munique, na Alemanha

Fáceis de manusear e com vida útil praticamente ilimitada, os andaimes metálicos proporcionam uma arquitetura adaptável e que também pode ser contemporânea e de qualidade. A seguir, selecionamos alguns projetos surpreendentes com esta técnica contrutiva.

Cores vibrantes

Localizada no distrito de Duc Tho, Vietnã, a Re-ainbow é um projeto de construção multifuncional do escritório H&P Architects. Aqui, os andaimes de metal ganharam cores vibrantes.

Estrutura com propósito

Projetada pelo escritório SelgasCano, a Kibera Hamlets School, no Quênia, é uma escola que debate a produção de uma arquitetura intuitiva. A estrutura, formulada a partir de componentes de andaimes modulares, originalmente funcionou como um pavilhão de um museu na Dinamarca. De lá, foi reconstruído em Nairóbi, onde assumiu a função de escola.

Leveza e cor

Projetado pelo escritório DP Architects, o Archifest 2016 foi uma gigantesca escultura urbana que brincou com a interação e sobreposição de várias camadas de cores primárias para criar um pavilhão divertido, composto inteiramente por redes de segurança suspensas em uma estrutura de andaime de aço. A instalação no centro de Singapura foi desenvolvida com uma abordagem inteligente para zero desperdício.

Plateia Flutuante

Obra de Lina Bo Bardi e Edson Elito, o Teatro Oficina, localizado no bairro Bixiga, em São Paulo, conecta o edifício à cidade. Para isso, a dupla de arquitetos levou a rua para dentro do teatro, criando um palco em formato de pista, estreito e comprido, que atravessa todo o térreo do edifício e é margeado por galerias de estruturas tubulares feitas com andaimes de cor azul. Embora pareçam plateias, elas são uma extensão do palco, que graças a leveza estrutural da instalação incentiva o público a relacionar-se com o que está assistindo.

Transição entre patrimônios

Esta praça idealizada pelo escritório Mailitis Architects, onde funcionava uma antiga cervejaria no centro histórico de Cesis, na Letônia, aposta no conceito de “arquitetura lenta”.  Por isso, o processo de reconstrução do local torna-se um evento público que revela a transição entre o contexto histórico atual e o que virá a ser. A estrutura modulada e vazada permite que a construção dialogue de maneira sutil com os edifícios em seu entorno.

Entre museus

O Schaustelle foi um pavilhão temporário instalado junto à Pinakethek der Moderne, em Munique, na Alemanha. O projeto do arquiteto Jürgen Hermann Mayer utilizou andaimes e ficou aberto ao público por apenas 30 dias, tempo necessário para que a realização da reforma da fachada do prédio. O objetivo do arquiteto foi criar um ponto de observação da cidade que, por conta da estrutura do andaime e da incidência de luz, resultasse em sombras por todos os lados

Rotina de beleza casual de Greta Lee | Segredos de beleza | Vogue

Produzido por Vogue com Glossier | A rotina de maquiagem “casual glam” de Greta Lee é fácil, mas impactante, sem ser exagerada.

Casa japonesa tem mix encantador de design contemporâneo e tradicional

Residência em Tóquio hoje funciona como um pequeno hotel recém-inaugurado
TEXTO MARIA CLARA VIEIRA | FOTOS DIVULGAÇÃO

Em Tóquio, no Japão, uma antiga casa de gueixa tradicional ganhou novos contornos – e interiores nada convencionais – graças à reforma comandada pelo escritório Mount Fuji Architects. Batizada de Trunk House, a propriedade hoje funciona como um hotel. O diferencial? Por se tratar de uma casa típica, os hóspedes têm a chance de se sentir como locais vivendo na cidade. Nos interiores, peças de design e obras de arte foram especialmente pensadas para compor o espaço.

A combinação entre o design contemporâneo e as linhas tradicionais da arquitetura japonesa criam um mix inusitado e aconchegante. O living, por exemplo, exibe sofás de couro com estrutura metálica e uma mesa de centro baixa, ambos feitos por Stephen Kenn, além de uma luminária de parede de Jean Prouvé. O toque de ousadia fica por conta da uma pequena – e simpática – discoteca onde os hóspedes podem cantar e dançar pela noite a dentro.