Grace Hartzel | Dust Nº16 Winter / Spring 2020

Grace Hartzel | Dust Nº16 Winter / Spring 2020 (Photography: Hugo Comte)

“Você e eu em breve seremos pó.” Na escala cósmica, isso é ostensivamente verdadeiro, a existência acabará se transformando em um pó fino. Em termos gerais, o mesmo, se não mais, pode ser dito sobre o sistema solar e toda a galáxia da Via Láctea. Por que as revistas publicam cópias como essa em capas é algo que ninguém sabe, mas basta dizer que a última edição da Dust não se preocupa muito com as implicações de tal pronunciamento. Fato é que existe uma questão mais urgente para a edição Inverno / Primavera 2020, ou seja, sua oitava capa sensual com Grace Hartzel fotografada por Hugo Comte. Grace está usando um bralette da Gucci e é retratada em um abraço mais do que amigável com seu número oposto, os quais em breve serão poeira.

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Credits include: Publication, Dust Nº16 Winter / Spring 2020; Photography, Hugo Comte; Styling, Nicco Torelli; Hair, Gary Gill; Makeup, Marla Belt; Manicure, Naomi Yasuda; Casting, Nicolas Bianciotto at IKKI Casting.

JOHNNY UTAH – 4Tounce

Uma das novas vozes da cena indie, Johnny Utah, lançou o vídeo de sua nova faixa “4Tounce”.

A música recebe tratamento especial com um vídeo que reflete o humor e a alegria do artista (agora) baseado em Los Angeles – tudo envolto em um recurso especial de três minutos. Falando sobre a criação do vídeo, Johnny Utah diz: “Eu tive uma visão: garotos gordinhos, com uma cara de óleo, na terça-feira, caras sendo caras, malhando, fazendo merda. Eu esqueci que estávamos fazendo um videoclipe. Do que estamos falando novamente? ”Dirigido por Jack O’Brien, assista ao vídeo abaixo:

Fazenda Futuro lança almôndega de carne vegetal

Depois de hambúrguer e carne moída, almôndega é o terceiro produto fabricado pela foodtech brasileira Fazenda Futuro

100% vegetal, a Almôndega do Futuro já está disponível no mercado brasileiro 

Mais uma opção de carne vegetal chega aos supermercados nesta semana. A foodtech Fazenda Futuro anunciou nesta terça-feira, 17, o lançamento de mais um produto à base de plantas: são as chamadas Almôndegas do Futuro. O alimento é o terceiro item fabricado pela empresa, fundada há oito meses, que se propõe a criar produtos que imitam o cheiro, o gosto e a aparência de carne, mas têm em sua composição apenas ingredientes vegetais. 

As almôndegas seguem a mesma proposta do Futuro Burguer e da carne moída vegetal, feitos pela empresa. A composição do produto foi elaborada misturando soja, ervilha e grão de bico, além da beterraba para imitar a cor do sangue.

A Almôndega do Futuro está disponível nos supermercados da rede Pão de Açucar e também serão servidas na rede de comida italiana Spoleto. Ao todo, 351 restaurantes irão servir a carne vegetal em seu menu. Para a divulgação, o Grupo Trigo, holding brasileira que administra empresas alimentícias – incluindo o Spoleto –  vai investir R$ 300 mil.

“Queremos chegar cada vez mais longe, criando e fortalecendo parcerias com redes que acreditam no nosso modelo de negócio e estão dispostos a ser um canal de democratização da carne à base de plantas”, destaca Marcos Leta, fundador da Fazenda Futuro. 

A Fazenda Futuro foi pioneira em produtos de carne vegetal no mercado brasileiro. Outras empresas olham para esse setor no País, como a Behind the Foods e a Seara, do grupo JBS. A equipe do Link experimentou os alimentos e contou suas impressões.

Por que mulheres negras são as maiores vítimas de violência doméstica?

Em nova coluna para o #VogueGente, a atriz Maria Gal reflete sobre relacionamento abusivo, colorismo e feminicídio
MARIA GAL (@MARIAGALREAL)

Artista pendura 440 pares de sapatos em referência ao número de feminicídios em 2018 na Turquia (Foto: Instagram/ Reprodução)

Quantas cenas de afeto entre um casal de pessoas brancas você lembra de ter visto na TV brasileira? E com pessoas negras? É curioso perceber que ao tentarmos lembrar de cenas produzidas pela audiovisual nacional, que demonstrem esse tipo de cena entre atores negros, lembramos de tão poucas cenas ou quase não lembramos.

Segundo pesquisa do IBGE de 2010 mais de 50% da população negra feminina brasileira não vive algum tipo de união estável. E o curioso é que isso independe inclusive de classe social. E o pior: quanto mais negra, de pele escura e traços negroides, menos o tipo “ideal” essa mulher tem. Abro um parêntese para citar o trecho de um livro que amo e que indico, Mulheres que Correm com os Lobos (de Clarissa Pinkola Estés):

“Defender apenas um tipo de beleza é de certo modo não observar a natureza. Não pode haver apenas um tipo de ave canora, apenas uma variedade de pinheiro, apenas uma qualidade de lobo. Não pode haver apenas um tipo de bebê, de homem ou de mulher. Não pode haver apenas um formato de seio, de cintura, um tipo de pele.”

Infelizmente, esse outro tipo de racismo que é o colorismo, contribui inclusive para que essa mulher negra que muitas vezes está num estado de carência, consciente ou inconscientemente, dê oportunidade na sua vida para um relacionamento abusivo com doses de violência psicológica e até física. E muitas vezes a mulher negra sequer denuncia à polícia, para não se sentir “culpada”, devido a sua consciência sobre o grande encarceramento em relação ao homem negro. Infelizmente, posso afirmar isso com conhecimento de causa.

Não é à toa que as mulheres negras são as maiores vítimas de violência doméstica representando 58% das ligações no 180. Inclusive, segundo dados da série de estudos do Mapa da Violência, o homicídio de mulheres negras cresceu mais de 50% em uma década, enquanto o das mulheres brancas diminuiu.

Claro que essa questão do afeto também tem a ver com a nossa herança de uma sociedade escravagista, em que mulheres negras eram inclusive “objetos” que serviam também para a reprodução de mais negros. Por todas essas questões, é muito importante que a sociedade como um todo e especialmente o homem negro,  tenha empatia e consciência do que está em torno dessa mulher que está na base da pirâmide social.

Hairstory: conheça a startup de produtos para cabelos que está à frente do movimento “no shampoo”

Sabia que a espuma dos xampus são apenas ingredientes químicos usados para que a gente tenha aquela sensação de limpeza? Que o xampu como o conhecemos é mais inimigo do que amigo e, pior, que os mesmos ingredientes existentes na maioria dos xampus são os mesmos usados para lavar o carro ou a louça?

LINHA DE PRODUTOS DA HAIRSTORY / REPRODUÇÃO

É o que afirma a startup Hairstory, marca que tem recebido prêmios, entre eles o de empresa inovadora de 2019 no setor de beleza, entregue pela Fast Company por mudar a forma como as pessoas lavam seus cabelos.

Os co-fundadores Eli Halliwell e Mauricio Bellora sustentam que os produtos químicos retiram os óleos naturais do cabelo e do couro e lembram que os detergentes para xampu também poluem as águas e prejudicam o meio ambiente depois que fluem pelo ralo. “Esses detergentes são uns monstros. Eles são realmente ótimos se você estiver em um quarto de hospital ou em uma cirurgia, onde deseja que o ambiente seja o mais limpo possível. Mas quando você lava o cabelo, retira sua barreira protetora natural de óleo e seu corpo entra em uma resposta, que geralmente envolve irritação e produção de óleo em excesso, conta à Fast Company”.

Eli tem história no ramo da beleza – foi ele quem fundou a marca de cuidados para os cabelos Bumble & Bumble, que hoje pertence à Estée Lauder. Já Mauricio é Ph.D. em farmacologia e bioquímica e possui uma extensa carreira em beleza, incluindo uma passagem pela Natura.

A dupla então criou o New Wash, um novo xampu que, em vez de detergentes (também chamados por surfactantes), tem óleos essenciais com propriedades curativas, como suco de folhas de aloe, óleo de semente de jojoba e óleo de hortelã-pimenta.

A Hairstory começou por causa do problema de uma ex-funcionária de desenvolvimento de produtos da Bumble & Bumble que sofria de psoríase crônica na cabeça, exigindo injeções regulares no couro cabeludo. Ela começou a mexer com fórmulas alternativas de xampu e criou uma que conseguiu remover a sujeira sem remover os óleos. A grande descoberta foi tirar o detergente da fórmula.

O passo seguinte foi criar versões do New Wash pensando em tipos de cabelos diferentes: o Deep serve para cabelos oleosos e o Rich para secos – a fórmula original funciona para a maioria das pessoas. Há também criaram uma linha de produtos para dar acabamento: o Hair Balm para cabelos crespos e o Dressed Up, que protege os fios de processos como escova e chapinha.

Muitas pessoas que experimentaram estranharam o fato de não fazer espuma, mas após alguns usos contínuos, relatam de forma positiva como o produto age no cabelo. Os primeiros consumidores da marca foram pessoas abertas a mudanças de comportamento e interessadas em formas alternativas de fazer as coisas. “Nosso produto é tão único, novo e diferente que requer uma quantidade razoável de educação para que as pessoas o usem adequadamente e apreciem seus benefícios”, diz Halliwell.

HISTÓRIA DO XAMPU

Mas de onde vem o xampu convencional que usamos a vida inteira? Antigamente, as pessoas usavam ervas e extratos de plantas para limpar seus cabelos.

Segundo o artigo da Fast Company, o xampu moderno foi inventado com detergentes no início dos anos 1900, com alguns dos mesmos ingredientes encontrados em todos os produtos de limpeza. Como eles são ótimos na remoção de óleo, passamos a pensar em toda limpeza como desengordurante. Isso faz sentido quando se trata de lavar pratos, mas nosso cabelo precisa de óleos para se manter equilibrado e saudável. “No processo de produção, esses produtos químicos também são frequentemente contaminados com 1,4 dioxano, que a EPA classifica como ‘provavelmente cancerígeno para os seres humanos’ (os senadores de Nova York Chuck Schumer e Kirsten Gillibrand pediram ao FDA que proibisse o 1,4-dioxano)”, explicam.

Com o crescimento da indústria de cosméticos naturais, muitas marcas hoje usam surfactantes menos agressivos, derivados da cana ou do coco. Se você experimentar, notará a quase inexistência de espuma.

A Hairstory está na liderança do movimento “no shampoo”, um negócio com muito potencial a ser explorado. Segundo a Forbes, os cuidados com os cabelos como categoria estão crescendo mais rapidamente que os cuidados com a pele – no período de um ano encerrado em maio de 2018, ele apresentou um crescimento de 19%.

Como diz a marca, “se você ainda usa xampu, não faz ideia de quão incrível o seu cabelo pode ser”. Estão prontos para aderir ao no shampoo? [ FFW ]

Apps do Facebook lideram lista de plataformas mais baixadas da década

Os quatro aplicativos mais populares dos últimos 10 anos pertencem à empresa de Mark Zuckerberg; Entre os apps com recursos pagos, Netflix ocupa o primeiro lugar da lista

Ranking com aplicativos mais baixados foi baseado em informações do Google Store e Apple Play

Facebook dominou o ranking de aplicativos mais baixados no smartphone na última década. Segundo levantamento do App Annie, companhia de análise do mercado mobile, as quatro primeiras posições dos últimos 10 anos ficaram com apps que pertencem à empresa de Mark Zuckerberg, com o Facebook em primeiro lugar, seguido de Facebook Messenger, WhatsApp Messenger e Instagram

Em termos de downloads, o Facebook de destacou. Entretanto, aplicativos que viralizaram também fazem parte da lista: exemplo disso é o TikTok, que foi lançado em 2016 – depois da metade da década – e ganhou lugar de destaque em apenas 4 anos de existência.

Os aplicativos que têm alguma funcionalidade paga, como serviço de assinatura, também foram analisados pela companhia. O serviço de streaming Netflix ficou com o primeiro lugar no ranking de plataformas mais populares, seguido pelo aplicativo de namoro Tinder e o Pandora Music, streaming de música, podcasts e rádio. O Spotify ocupa apenas a 7ª colocação da lista.

E quem é que não tem um joguinho baixado no celular? Os games para smartphones e tablets ganharam um ranking próprio que confirma o sucesso de uma febre dos últimos 10 anos: Candy Crush Saga. O jogo é o único presente no top-3 das duas listas de apps, ocupando o 2º lugar geral e o 3º entre os aplicativos com algum tipo de cobrança. 

As informações analisadas pelo App Annie são baseadas em dados da iOS App Store e do Google Play a partir de janeiro de 2012. Os dados até 31 de dezembro de 2011 são apenas para iOS.

Confira os rankings

Apps mais baixados
Facebook
Facebook Messenger
WhatsApp
Instagram
Snapchat
Skype
TikTok
UC Browser
YouTube
Twitter

Apps com cobrança mais baixados
Netflix
Tinder
Pandora Music
Tencent Video
LINE
iQIYI
Spotify
YouTube
HBO Now
Kwai

Jogos mais baixados
Subway Surfers
Candy Crush Saga
Temple Run 2
My Talking Tom
Clash of Clans
Pou
Hill Climb Racing
Minion Rush
Fruit Ninja
8 Ball Pool

Jogos com cobrança mais baixados
Clash of Clans
Monster Strike
Candy Crush Saga
Puzzle & Dragons
Fate/Grand Order
Honour of Kings
Fantasy Westward Journey
Pokémon GO
Game of War – Fire Age
Clash Royale

Fundador do SoftBank quer inteligência artificial em vestibular no Japão

Masayoshi Son acredita que inteligência artificial deveria ser matéria obrigatória para alunos que desejam ingressar em universidades do Japão
Por Agências – Reuters

A intenção de Son é que os jovens se preparem melhor frente ao mercado de China e Estados Unidos 

O presidente executivo do SoftBank, Masayoshi Son, disse nesta terça-feira,17, que o Japão deveria fazer da inteligência artificial (IA) uma matéria obrigatória nos exames de admissão das faculdades, para combater a lacuna existente nesse setor no país, em relação a EUA e China.

Os estudantes japoneses “não estudam se não forem solicitados. Vamos tornar isso obrigatório, então os estudantes japoneses vão se atualizar”, disse Son em uma conferência do governo que tem como objetivo promover a inovação.

Os comentários foram feitos quando Son apontou para a crescente lacuna no PIB e nas patentes relacionadas à IA registradas no Japão, comparadas à China e aos Estados Unidos. “O Japão perdeu o passado, mas pode estar perdendo o futuro”, disse.

Son afirmou que o Japão deve se concentrar em duas áreas – direção autônoma e medicina focada no DNA – para ajudar a combater as pressões da sociedade que envelhece rapidamente, e está vendo um aumento nos acidentes de trânsito envolvendo motoristas idosos e custos com saúde. “Até a tecnologia atual de direção autônoma é melhor do que idosos dirigindo na rua”, disse Son.

O SoftBank e seu Vision Fund, de US$100 bilhões, concentram investimentos nessas duas áreas, incluindo o Uber e a empresa de exames médicos Guardant Health. Ambas as empresas abriram capital recentemente.

Kaia Gerber tem a inspiração perfeita para sua manicure de fim de ano

Em busca da inspiração perfeita para unhas francesinhas? Kaia Gerber tem

Kaia Gerber (Foto: Instagram Kaia Gerber/ Reprodução)

2019 foi o ano em que as nail arts assumiram papel de destaque entre as maiores tendências do ano. A febre das unhas super decoradas, por sua vez, trouxe de volta as unhas francesinhaem versão renovada: muito além das pontinhas brancas, neste fim de década as pontinhas vem em tons neon multicoloridos ou ganhando a companhia de pequenas e delicadas florzinhas.

Para quem anda na dúvida de como fazer as unhas para as festas de fim de ano, Kaia Gerber renova a dica: francesinhas em tons neon, bem discretas, são a pedida perfeita.

O clique, compartilhado pela manicure Mei Kawajiri, serve como inspiração entre as nail arts mais animadas e as unhas virgens. Sua dica para um resultado mais sutil? Pontinhas bem fininhas e unhas lixadas em formato bem oval. E aí, inspirada?

As unhas francesinhas de Kaia Gerber para as festas de fim de ano (Foto: Instagram @nailsbymei/ Reprodução)
As unhas francesinhas de Kaia Gerber para as festas de fim de ano (Foto: Instagram @nailsbymei/ Reprodução)

Capri Holdings adquire sua primeira fábrica

O grupo Capri Holdings Limited, que detém as marcas Michael Kors, Jimmy Choo e Versace, anunciou o acordo oficial para compra da fábrica de calçados italiana Alberto Gozzi

Campanha de inverno da Jimmy Choo (Foto: Divulgação)

A Capri Holdings Limited, detentora da Michael Kors, Versace e Jimmy Choo, anunciou o acordo oficial para a aquisição da sua primeira fábrica, a italiana Alberto Gozzi, em Pistoia, na Toscana, que produz calçados. A fábrica pertencia à família desde a sua fundação, em 1974, e tinha uma marca própria, que não faz parte da compra e será descontinuada, segundo o “WWD”. 

O acordo deve ser fechado nos primeiros 3 meses de 2020, e, à princípio, a fábrica irá produzir os calçados da Jimmy Choo e da Versace. Num momento posterior, a ideia é fazer também a sapatos da Michael Kors Collection. 

“Nós estamos empolgados em dar boas-vindas aos artesãos talentosos da Gozzi na Capri Holdings”, disse John D. Idol, presidente e CEO do grupo. “Essa aquisição permite nos alinhar ainda mais com as melhores práticas do setor e fortalecer nossas competências técnicas, consolidando nossa posição no mercado global de luxo”, completou.