Moncler X Document Journal Fall-Winter 2019 By Hugo Comte

PHOTOGRAPHER: HUGO COMTE. FASHION EDITOR: ROBBIE SPENCER. HAIR STYLIST: JAWARA. MAKEUP ARTIST: VANESSA BELLINI. MANICURIST: AMA QUASHIE. SET DESIGNER: SAMUEL PIDGEN. CASTING DIRECTOR: NICOLAS BIANCIOTTO

DOCUMENT JOURNAL FALL-WINTER 2019 / INSTAGRAM
MODELS: SARA GRACE WALLERSTEDT, ALEXANDER CAREY MORGAN, ANNIBELIS BAEZ, HANNAH MOTLER, JONAS GLOER, MALICK BODIAN, MAUD HOEVELAKEN, XIE CHAOYU
PHOTOGRAPHER: HUGO COMTE / FASHION EDITOR: ROBBIE SPENCER / CLOTHING: MONCLER
HAIR STYLIST: JAWARA / MAKEUP ARTIST: VANESSA BELLINI / MANICURIST: AMA QUASHIE
SET DESIGNER: SAMUEL PIDGEN / CASTING DIRECTOR: NICOLAS BIANCIOTTO

PHOTOGRAPHER: HUGO COMTE. FASHION EDITOR: ROBBIE SPENCER. HAIR STYLIST: JAWARA. MAKEUP ARTIST: VANESSA BELLINI. MANICURIST: AMA QUASHIE. SET DESIGNER: SAMUEL PIDGEN
PHOTOGRAPHER: HUGO COMTE. FASHION EDITOR: ROBBIE SPENCER. HAIR STYLIST: JAWARA. MAKEUP ARTIST: VANESSA BELLINI. MANICURIST: AMA QUASHIE. SET DESIGNER: SAMUEL PIDGEN
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PHOTOGRAPHER: HUGO COMTE. FASHION EDITOR: ROBBIE SPENCER. HAIR STYLIST: JAWARA. MAKEUP ARTIST: VANESSA BELLINI. MANICURIST: AMA QUASHIE. SET DESIGNER: SAMUEL PIDGEN
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PHOTOGRAPHER: HUGO COMTE. FASHION EDITOR: ROBBIE SPENCER. HAIR STYLIST: JAWARA. MAKEUP ARTIST: VANESSA BELLINI. MANICURIST: AMA QUASHIE. SET DESIGNER: SAMUEL PIDGEN
MONCLER X DOCUMENT JOURNAL FALL-WINTER 2019 BY HUGO COMTE

Mulher-Maravilha 1984 | Heroína usa seu laço em imagem inédita

Filme estreia em junho de 2020
CAMILA SOUSA

Empire divulgou uma imagem inédita de Mulher-Maravilha 1984, que mostra a heroína usando seu laço. A imagem deve fazer parte de uma sequência no shopping, já mostrada no primeiro trailer do longa, divulgado na CCXP19.

Mulher-Maravilha 1984 foi o grande destaque do domingo (8) da CCXP 2019, com a divulgação do primeiro trailer do longa e cenas inéditas no painel da Warner.

Mulher-Maravilha 1984 chega aos cinemas brasileiros em 4 de junho.

Os segredos do cabelo grisalho bem cuidado

Aprenda os passos essenciais para realçar a cor e manter brancos e grisalhos com aparência saudável – e esqueça o medo de parecer sem vaidade ou mais velha do que a idade que tem
POR MARCIA DI DOMENICO

Fios grisalhos exigem cuidados essenciais (Foto: Getty Images)

A onda de orgulho prateado está mais forte a cada dia. O cabelo grisalho, desde sempre alvo de preconceito das próprias mulheres por supostamente deixar a aparência desleixada ou envelhecida, está em alta. Para algumas, libertar-se dos retoques periódicos da cor e recuperar o cabelo quimicamente danificado é a principal motivação para abraçar o visual grisalho. Muitas outras estão abandonando aos poucos a tintura e assumindo os fios brancos como bandeira de autoestima, aceitação e #girlpower.

Seja como for, é importante saber que aderir visual au naturel não significa relaxar do ritual de cuidados capilares. Pelo contrário, os fios brancos demandam atenção especial e produtos específicos. “O que deixa o cabelo branco é a ausência de melanina, pigmento que dá cor aos fios (e à pele também). Isso acontece pela morte dos melanócitos (células produtoras de melanina) e faz parte do processo natural de envelhecimento”, afirma a dermatologista e tricologista Joana D`arc Diniz, diretora da Sociedade Brasileira para Estudos do Cabelo. Estresse e uso de certos medicamentos também podem ter relação com o embranquecimento do cabelo. O mais comum é que os fios brancos comecem a aparecer por volta dos 35 anos. Mas podem despontar bem antes se houver predisposição genética para isso – há pessoas que ficam quase totalmente grisalhas aos vinte e poucos.

Além de conferir cor, a melanina influencia a hidratação e a maciez do cabelo. “É por isso que os brancos tendem a ser mais ressecados, com textura irregular e quebradiços”, fala Sheila Bellotti, tricologista, terapeuta capilar e cosmetóloga do Rio de Janeiro. O pigmento tem, ainda, a função de proteger contra a agressão de agentes externos, como sol, poluição, vento e fumaça de cigarro. Ou seja, como tem menos melanina, o cabelo branco fica fragilizado e precisa mesmo de socorro para não acabar com aspecto descuidado. Confira quatro cuidados essenciais.

1. Use xampu próprio

Quanto menos agressivos os produtos usados para tratar os fios brancos, melhor, já que eles são naturalmente sensibilizados pela falta de melanina. Fórmulas naturais, sem sal e veganas são as mais indicadas. Evite lavar todo dia, se possível. Para quem tem couro cabeludo oleoso apesar do cabelo seco ou pratica esportes e transpira na cabeça, uma dica é alternar as lavagens um dia com xampu e outro somente com água e condicionador, para desembaraçar e suavizar.

Para realçar o brilho prateado, o segredo é usar xampu neutralizador (ou matizador), que tem coloração violeta ou acinzentada. O produto vai eliminar o amarelado que pode tomar conta do cabelo branco pela exposição ao sol no dia a dia. “Mas cuidado com o exagero, que pode acabar deixando o cabelo roxo”, avisa Joana. “E, como esse tipo de xampu funciona como um antirresíduos, o uso além da medida vai resultar em cabelo poroso e mais ressecado”, completa. Limite o uso a uma lavagem por semana.

2. Proteja do sol

O sol envelhece o cabelo de modo geral e amarela o branco. O uso correto de xampu neutralizador vai ajudar a minimizar esse tipo de dano. Também vale aplicar diariamente um filtro solar próprio para os fios, que pode ser em spray ou creme sem enxágue ou até gel modelador, dependendo do styling do dia. Assim como o filtro solar para o rosto, o ideal é replicar o de cabelo sempre que for pegar sol – na saída para o almoço e no treino ao ar livre, por exemplo. Se a exposição for na praia ou na piscina, é importante reaplicar o filtro a cada duas horas ou toda vez que sair da água. O sal do mar e o cloro reagem com a radiação UV e podem deixar os fios manchados ou, pior, com aspecto esverdeado. Sempre que puder, adote proteção extra com chapéus ou lenços, de preferência de tecido com tratamento UV.
 

3. Capriche na hidratação

A ausência do pigmento protetor somada à agressão externa de poluição, vento e sol deixa os brancos sem vida, ásperos e quebradiços e faz com que demandem hidratação extra. Máscaras de tratamento com manteiga de karité, pantenol e aloe vera, entre outros ativos, ajudam a hidratar intensamente. Aposte também em uma hidratação profunda semanal com ativos que devolvam proteínas e aminoácidos. Manteigas e óleos vegetais são boas pedidas para evitar a perda de umidade e blindar contra agressões externas. Use como pré-xampu (deixando agir de acordo com as instruções do fabricante) ou como finalizador.

4. Cuidado com o calor

Prefira dispensar secador e chapinha sempre que possível se não quiser fragilizar ainda mais os fios brancos. Se não der para evitar, lembre-se sempre de aplicar um bom protetor térmico antes do calor dos aparelhos.

Em foto rara, Adele mostra novo shape ao posar com Papai Noel em festa

Cantora publicou registro em seu perfil no Instagram na tarde desta segunda-feira (23.12)
VOGUE

Adele (Foto: Reprodução / Instagram)

Adele não é muito chegada a postar fotos nas redes sociais, mas resolveu publicar um registro especial nesta segunda-feira (23.12). A cantora posou ao lado de um Papai Noel e de um homem vestido de monstro Grinch durante uma festa que ela mesma organizou.

“Nós dois tentamos arruinar o Natal, mas depois nosso coração cresceu. Obrigada por vir à minha festa e fazer a gente se sentir criança novamente, Grinch. Feliz Natal a todos e boas festas”, desejou ela na legenda.

Adele (Foto: Reprodução / Instagram)

8 ideias de combinação de look e joias para as festas de fim de ano

As joias em tamanho maxi farão você brilhar a noite toda

Elisa usa brincos de esmeralda e diamantes Talento; brinco de pérola Efeito Lure; colar usado no ombro com esmeralda Sopon; na mão direita, anel de esmeralda com diamantes Vertali; na mão esquerda, anel de prasiolita e ágatas verdes Carla Amorim; e vestido Koia. Sobre a mesa, pingentes de cristal Deli Jewels (Foto: Cai Ramalho)

Se você está quer brilhar nas festas de fim de ano, nossa sugestão é apostar joias de tamanho maxi estreladas por pedras coloridas – misture brincos, colares, pulseiras e anéis para arremar vestidos volumosos. Aqui, inspire-se em 8 ideias de combinação de look e joias direto do editorial “Aumente o volume” da Vogue dezembro. 

Brinco e colar de diamantes, ambos Bulgari; braceletes de diamantes Emar Batalha; anel de diamantes Sauer; top Louis Vuitton; e óculos Miu Miu (Foto: Cai Ramalho)
Ana Falconi usa brinco de safiras e diamantes Beatriz Werebe; na gola, anel de água-marinha Monte Carlo; anel de tanzanita, safiras e diamantes Marisa Clermann; pulseira com cristais de rocha e diamantes HStern; relógio TAG Heuer; blazer Gucci; e vestido Vitor Zerbinato. Dentro do coco, brincos com turquesas e lápis-lazúli Karen Campos (Foto: Cai Ramalho)
Brinco com diamantes Hueb; colar com quartzo verde Bruna Macedo; anel com kunzita e granadas Beatriz Werebe; vestido PatBO; e óculos Dolce & Gabbana (Foto: Cai Ramalho)
Ana usa brinco com rodonita Bruna Macedo; colar com morganita, tsavoritas, águas-marinhas e safiras Andrea Colli; anel com turmalina e turquesas Karen Campos; aliança esmaltada Wendy; anel duplo com turmalina rosa e esmeralda Carolina Neves; e top Haight. Elisa usa brinco com argolas de ouro amarelo Brennheisen; argola com pérolas La Chica de Oro; colar com obsidianas, rubis e diamantes Aron & Hirsch; anel com diamantes Carla Amorim; e vestido Haight. Sobre o mamão, brincos com rubis e diamantes Fabi Jorge para Hoop (Foto: Cai Ramalho)
Brinco com safiras e diamantes Alice Penteado; braceletes de diamantes ANK Jewellery para Hoop; anel de tanzanita e diamantes Alice Penteado; anel geométrico com diamantes Fernanda Preto; relógio com diamantes Van Cleef & Arpels; e saia usada como vestido Casa Juisi (Foto: Cai Ramalho)
Brinco com esmeralda e diamantes e bracelete de chifre com diamantes, ambos Sauer; colar de malaquitas, turmalinas, safiras e diamantes Andrea Colli; e vestido Neriage (Foto: Cai Ramalho)

Edição: Alexandra Benenti
Set Design: Tissy Brauen
Beleza: Renata Brazil com produtos Chanel
Produtora de joias: Shully Dabbah
Assistentes de fotografia: Karla Brights e Felipa Damasco
Produção demoda: Kevin Tertuliano
Assistente de beleza: Mayara Aleixo
Agradecimentos: Cristaleira Nacional

Ariana Grande lança álbum com mais de 30 músicas de turnê mundial

A gravação das faixas ocorreu durante shows que a cantora realizou para divulgar seus dois discos mais recentes
JOÃO PEDRO MALAR – O ESTADO DE S.PAULO

A cantora Ariana Grande Foto: Instagram / @arianagrande

A cantora Ariana Grande anunciou, na madrugada desta segunda-feira, 23, o lançamento do seu mais novo álbum K bye for now (swt live). A produção conta com 32 músicas, como God is a woman e Thank you, next.

O álbum novo foi gravado durante a Sweetener World Tour, turnê de divulgação realizada em 2019 para os seus dois álbuns mais recentes: Sweetener, de 2018, e Thank You, Next, de 2019.

Ariana realizou, no total, cem apresentações na turnê, que passou pela América do Norte e pela Europa. Três shows foram cancelados, um deles devido a problemas na garganta que a cantora teve.

K bye for now (swt live) já está disponível nos principais aplicativos de streaming, como Spotify, Deezer e Apple Music.

Em agosto deste ano a cantora teve dez indicações e três prêmios no Video Music Awards. Ariana recebeu o prêmio de artista do ano e de música do verão, com Boyfriend, além do reconhecimento pela direção de arte do clipe de 7 Rings.

The New Black Vanguard: esses fotógrafos estão mudando a representação negra na moda

Um novo livro do crítico e curador Antwaun Sargent mostra o trabalho dos fotógrafos negros mais influentes da moda. A Vogue conversa com quatro fotógrafos participantes para saber como eles estão lutando pela inclusão
RADHIKA SETH
VOGUE INTERNACIONAL

Stephen Tayo, Lagos, Nigeria, 2019, from The New Black Vanguard (Foto: Campbell Addy)


“Está havendo um renascimento negro na produção artística.” Assim diz Antwaun Sargent, crítico, curador e autor de The New Black Vanguard: Photography Between Art and Fashion (A Nova Vanguarda Negra: Fotografia Entre Arte e Moda), um novo livro que mostra o trabalho de fotógrafos negros emergentes e consagrados que são pressionando a indústria da moda em direção a um futuro inclusivo.

Juntamente com 15 portfólios de artistas, o tomo inclui conversas entre gerações diferentes sobre os temas comuns em suas imagens, além de um ensaio que expõe as barreiras institucionais que eles tiveram que enfrentar. “Uma resposta comum que ainda ouço é que as pessoas querem contratar mais pessoas negras, mas parecem não encontrá-las”, diz Sargent à Vogue. “Espero que este livro possa ser um recurso para a indústria.”

Tyler Mitchell, Untitled (Couture), New York, 2019 (Foto: Tyler Mitchell )

A mudança sistêmica já está em andamento, com muitos fotógrafos escolhidos por Sargent expandindo o escopo de seus trabalhos. “Campbell Addy criou uma agência de modelos, Jamal Nxedlana iniciou uma plataforma de publicação, Renell Medrano fez uma exposição e Tyler Mitchell lançou seu próprio livro”, acrescenta o autor. No ano passado, Mitchell também se tornou o primeiro fotógrafo negro a fotografar a capa da Vogue americana. Um retrato de Beyoncé do editorial foi posteriormente adquirido pela Smithsonian National Portrait Gallery, consolidando-o como um artefato histórico.

Capa do livro The New Black Vanguard (Foto: Tyler Mitchel)

Corrigir erros históricos é um dos objetivos de Sargent. “Parte do ímpeto por trás de muitos deles se tornarem fotógrafos é a falta de imagens disponíveis de sujeitos negros”, explica ele. “Stephen Tayo disse que não conseguia encontrar nenhuma fotografia sua quando bebê. Se você pensar no sentido histórico que está perdido, é opressivo. Ele disse que o motivo pelo qual começou a tirar fotos, principalmente de crianças, é porque ele queria garantir que essas pessoas tivessem imagens de si mesmas quando crianças. Trata-se de restaurar esse senso de identidade, para eles mesmos, mas também para a comunidade.”

Sargent também quer que os leitores olhem além do livro. O lançamento será acompanhado por uma exposição de mesmo nome, que será inaugurada em Nova York no dia 24 de outubro. “É uma exploração desses artistas com imagens adicionais, materiais impressos, vídeos e alguns fotógrafos que não estão no livro, mas fazem parte desta comunidade”, acrescenta. “A ideia é que a exposição viaje para a Europa e África. Este livro é sobre um movimento global e queríamos que a exposição fosse vista nos lugares que esses artistas estão produzindo.” Ele espera que o livro e a exposição inspirem as gerações futuras de criativos negros a produzir trabalhos, que, por sua vez, podem preencher inúmeros outros volumes.

Tyler Mitchell, Untitled (Couture), New York, 2019, from The New Black Vanguard (Aperture, 2019). Credit: © Tyler Mitchell Tyler Mitchell, Untitled (Twins II), New York, 20 (Foto: Tyler Mitchell )

Para comemorar o lançamento do livro, quatro especiais fotógrafos participantes conversam com a Vogue sobre suas práticas, os desafios que ainda enfrentam e por que a representação é necessária atrás das lentes, assim como na frente delas.

Tyler Mitchell (@tylersphotos)
O fotógrafo e cineasta americano de 24 anos está sediado em Nova York. Em 2018, ele se tornou o primeiro fotógrafo negro a fotografar a capa da Vogue americana e foi incluído na lista da Forbes de 2019 dos ’30 abaixo de 30′.

Por que você quiser fazer parte do The New Black Vanguard?
“Antwaun está tentando criar uma conversa histórica maior do que todos nós. Muito do que resultou neste livro foi o que nossos antecessores fizeram antes de nós, seja Carrie Mae Weems, Kerry James Marshall, Arthur Jafa ou Spike Lee. Trata-se de olhar para trás e para a frente para catalogar todo esse ótimo trabalho. Espero que seja o primeiro livro de muitos outros e que seja uma referência histórica.”

Como você se sentiu quando a National Portrait Gallery do museu Smithsonian adquiriu um dos seus retratos da Beyoncé a partir da Vogue americana?
“Estamos vendo uma mudança radical na fotografia, e isso definitivamente foi algo marcante. De certa forma, sou um exemplo quando se trata de quebrar certos limites, mas isso não significa que o trabalho esteja concluído. Quando o museu se aproximou de mim depois das fotos, fiquei impressionado, muito feliz e consciente da importância do momento.”

Quais são as forças motrizes por trás do seu trabalho?
“Uma é a ideia do tempo de lazer e o caminho para o luxo como um americano negro. A capacidade de se envolver com o mundano e de ter tempo de lazer, sendo um humano negro, é luxuoso e radical de imaginar. Fiz um filme chamado Idyllic Space (Espaço Idílico), que é muito sobre isso. Tem cenas hipnóticas de jovens negros nos subúrbios, pulando corda e brincando com bambolê. A tradição que quero deixar para trás é criar toda essa segunda natureza.”

Qual é a coisa mais difícil em trabalhar na indústria da moda nesse exato momento?
“Há muita pressão e responsabilidade quando você é jovem e todos os holofotes estão em você. Conheço meus interesses artísticos – a imagem comercial negra, expandindo as narrativas de possibilidade para os negros, criando nossas próprias histórias – e quero fazer o melhor trabalho possível para comunicar isso.”

Namsa Leuba , Umfana, Lesotho, 2014, do livro The New Black Vanguard (Foto: Namsa Leuba )

Namsa Leuba (@namsaleuba)
A fotógrafa suíça-guineense de 37 anos publicou seu trabalho na New York Magazine e na Libération. Em 2012, recebeu o Prêmio PhotoGlobal no Festival de Fotografia de Hyères.

Qual é a primeira câmera que você teve?
“Eu tinha 10 anos quando sabia que queria ser fotógrafa. Não acho que alguém me comprou uma câmera. Eu trabalhei duro para comprar uma Sony analógica de 35 mm.”

Qual é a sua maior fonte de inspiração?
“Minha dupla herança – nasci na Suíça, mãe guineense e pai suíço. Também analiso ideias sobre origem e diversidade e penso nas reuniões e trocas que já tive.”

Quais têm sido os destaques de sua carreira até hoje?
“Meu primeiro trabalho, que foi uma comissão dada a mim pela New York Magazine. Outro destaque foi a criação de duas bolsas Lady Dior de edição limitada, como parte do Projeto de Arte da Lady Dior. ”

Qual é a chave para criar uma imagem de moda poderosa?
“Você precisa acreditar no que está fazendo. Para mim, as imagens precisam ser gráficas e conceituais. Admiro o trabalho de fotógrafos como Tim Walker, Paolo Roversi e Stefan Burger. ”

Campbell Addy (@campbelladdy)
O fotógrafo de 26 anos, nascido em Londres, lançou seu primeiro livro, Unlocking Seoul (Destrancando Seoul), em 2017. Ele também lançou uma revista, a Niijournal, e uma agência de modelos, a Nii Agency, para destacar talentos emergentes.
Quando você soube que queria ser fotógrafo?
“Sempre quis fazer algo na mídia visual, seja como um cineasta, pintor ou designer. A primeira câmera que recebi foi a Olympus OM-10. Meu professor universitário de fotografia me deu para experimentar o filme fotográfico. Quando ganhei algum dinheiro, saí e comprei a minha, mas foi só durante o meu tempo na universidade de Central Saint Martins que comecei a levar a sério a fotografia.”

Como você começou no setor?
“Estagiei para estilistas e auxiliei fotógrafos. Tive uma visão real da área e percebi que, para ser visto e ouvido, precisava dar vida às minhas próprias ideias. Então, criei o Niijournal, uma publicação impressa que explora questões de empoderamento e representação, e a Nii Agency, uma nova agência de modelos.”

Quais são os maiores desafios que você ainda enfrenta?
“Simplesmente adentrar espaços como um homem negro gay é um desafio, como é minha própria dúvida, às vezes.”

Você viu a fotografia de moda mudar nos últimos anos?
“A mídia social afetou o ritmo em que criamos trabalho. Lembro-me de assistir a um documentário em que Grace Coddington relembra uma sessão fotográfica de três semanas com Norman Parkinson. Já consigo imaginar qual será o resultado de três semanas de trabalho em um projeto. As imagens podem ser nutridas. No futuro, espero que a indústria pense no ditado: “Moda lenta para salvar mentes.” Ela foi criada por minha amiga, a artista Georgina Johnson. Espero que todos possamos desacelerar e focar na qualidade em vez da quantidade. ”

Nadine Ijewere, Aweng, 2017, from The New Black Vanguard (Foto: Nadine Ijewere)

Nadine Ijewere (@nadineijewere)
A fotógrafa jamaicana-nigeriana de 27 anos, nascida em Londres, apareceu na Allure e na W. Em 2018, ela fotografou uma capa da Vogue britânica, tornando-se a primeira mulher negra a fazer isso.

Como você se interessou pela fotografia?
“Tirei a fotografia como uma matéria universitária no sexto ano. Era completamente analógico e eu gostava de estar em uma sala escura, processando meu próprio filme e pensando verdadeiramente na cena porque você tinha quadros limitados. Minha primeira câmera foi uma Zenit de 35 mm que comprei em um tipo de bazar.”

O que você deseja que os espectadores absorvam do seu trabalho?
“No meu trabalho, há sempre esse tema subjacente de celebrar diferentes tipos de beleza e ver o mundo de uma maneira diferente. Com a fotografia de moda, sempre senti que não conseguia me identificar com ela porque não havia ninguém que se parecesse comigo. Portanto, para os espectadores que agora veem meu trabalho, quero que eles vejam que há mais de uma maneira de observar os padrões de beleza.”

Por que a inclusão atrás das lentes é tão importante quanto a representação à frente das lentes?  
“Todos somos de diferentes origens – é importante podermos compartilhar entre nós ideias, jornadas e percepções. Também precisamos de mais mulheres na indústria, especialmente mulheres de diferentes etnias. A fotografia ainda é muito dominada pelos homens.”

Qual você espera que seja o impacto deste projeto a longo prazo?
“Espero que The New Black Vanguard inspire mais artistas, cineastas e fotógrafos a criar trabalhos e mudar a indústria. Ela está começando a ser mais inclusiva, mas espero que continue assim e isso se torne a regra.”

The New Black Vanguard: Photography between Art and Fashion de Antwaun Sargent foi publicado pela Aperture em 15 de Outubro de 2019. A mostra homônima está em cartaz na Galeria Aperture em Nova York, a partir de 24 de Outubro de 2019 até 18 de Janeiro de 2020.

Alta Costura 2020: confira as novidades da semana de moda mais luxuosa do mundo

Chanel, Givenchy, Dior e mais!
L’Officiel

Ralph & Russo Couture collection FW 19-20

Falta menos de um mês para a Semana de Alta Costura de Paris e, como não ficar ansiosa pela chegada de desfiles tão poderosos? Entre os dias 20 e 23 de janeiro, Paris irá sediar a temporada de Haute Couture primavera/verão 2020, com direito a três novos nomes no calendário, assim como o retorno de Bouchra Jarrar – que havia dado uma pausa em sua marca para assumir a Lanvin e agora está de volta!

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Fendi (Foto: Divulgação)

Entre os novos membros escolhidos pelo comité da Chambre Syndicale de la Haute Couture, está Rahul Mishra – um designer de origem indiana que desfila na Paris Fashion Week há 5 anos e que, com intenção de integrar este disputado calendário, apresentou em julho sua primeira coleção de alta costura. 

Outra estréia no calendário de haute couture é Julie de Libran, que já havia apresentado uma coleção à margem do calendário oficial, na última temporada.

Imane Ayissi, modelo e designer de origem camaronesa, estará entrando também na semana. Com peças que misturam referências africanas e europeias, suas coleções têm sido apresentadas desde 2013 na semana de moda de Paris. 

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Dior (Fotos: Divulgação)
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Dior (Fotos: Divulgação)

Junto a estes novos nomes, o calendário – que ainda é provisório – irá contar também com nomes famosos como Chanel, Givenchy, Dior, Schiaparelli, Jean Paul Gaultier, Ralph & Russo, Iris Van Herpen e Zuhair Murad. Imperdível! 

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Armani Privé (Foto: Divulgação)
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Fendi (Foto: Divulgação)
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Fendi (Foto: Divulgação)
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Fendi (Foto: Divulgação)
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Elie Saab (Foto: Divulgação)

Star Wars: A Ascensão Skywalker | J.J. Abrams responde críticas ao filme

Diretor surpreendeu ao dizer que fãs estão certos
CAMILA SOUSA

Capítulo final da saga arrecadou mais de US$175 milhões no final de semana

Durante participação em um evento na última semana, J.J. Abrams falou sobre as críticas à Star Wars: A Ascensão Skywalker e surpreendeu ao afirmar que todos estão certos (via Deadline):

“Eu digo que eles [os críticos] estão certos e as pessoas que amaram mais do que tudo também estão certos”, afirmou o diretor, completando que sabia que seria impossível agradar a todos os fãs.

“Quando começamos a fazer o filme, sabíamos que qualquer decisão que tomássemos – fosse de design, música ou narrativa – agradaria parte do público e deixaria a outra parte furiosa. E todos estão certos”.

Star Wars: A Ascensão Skywalker está em cartaz nos cinemas.