Conheça o escritório minimalista da Panda Design em Xiamen

A empresa chinesa de arquitetura e design de interiores Panda Design recentemente projetou um novo escritório em Xiamen, China.

Breakout space

“No círculo de design de interiores pós-80 na China, há um designer de interiores com grande reconhecimento. Como imagem e caráter semelhante do panda, ele é carinhosamente chamado de “pai do panda” – Lin Jiacheng. Lin continua se concentrando em criar um ambiente maravilhoso com entusiasmo infantil o tempo todo, passando de um designer júnior que não conhece nada de design a um copartner que estabelece a marca PANDA com o Sr. Cui Shu, que é um designer bem conhecido no círculo. .

Recentemente, ele projetou o escritório da PANDA para a equipe pessoalmente, o que não é apenas uma conclusão de seus últimos 10 anos de trabalho em design, mas também o começo de um novo ponto de partida. Ele se aproxima dos prédios residenciais ao longo das ruas, em vez dos arranha-céus, para sentir a cidade, e, consequentemente, uma inspiração decorrente da peregrinação ocupa sua mente.

A fim de permitir que os funcionários trabalhem em um ambiente refrescante e trabalhem todos os dias como motivação, em vez de encargos, Lin decide usar Colaboração Eficiente, Armazenamento em Massa, Relaxamento Natural e Curva Graciosa como pontos-chave do design, depois de passar por incontáveis ​​momentos de impacto, desconstrução e reorganização.

Breakout space

O plano espacial é em forma de L. Lin oculta todas as áreas funcionais irregulares necessárias para o espaço, como banheiro e bar de água, deixando o escritório com o maior palco. Ao mesmo tempo, a aplicação com duas linhas de curvas em forma de S pode dividir a área de trabalho em diferentes dimensões, quebrando o padrão rígido do espaço.

As mesas de escritório interessantes são feitas de chapa de aço ultrafina e suportadas por um píer semicircular, forma naturalmente uma pequena área de diferentes atributos de trabalho, e cada área de conexão é o palco para a colisão do pensamento ”, disse Panda Design.

  • Location: Xiamen, China
  • Date completed: 2019
  • Size: 2,152 square feet
  • Design: Panda Design
  • Photos: Gl Yang
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Gucci Pre-Fall 2020 Lookbook

Gucci unveiled the lookbook for its Pre-Fall 2020 menswear collection, shot in Rome by Bruce Gilden and art-directed by Christopher Simmonds.

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YouTube permite retirar trechos de vídeos que violem direitos autorais

Nova ferramenta chega junto de maior transparência nos alertas sobre o assunto
André Fogaça

O YouTube passou a permitir que criadores de conteúdo recortem partes de vídeos que violem direitos autorais na plataforma. Até então, a única forma de remoção era eliminando todo o vídeo, levando todo o restante que passou pelo pente fino do maior repositório de vídeos de todo o planeta.

A mudança adiciona a opção de cortar a parte do vídeo que foi detectada pelo filtro do YouTube, que fica dentro da própria área da página onde os vídeos do canal são gerenciados, chamada de YouTube Studio. Mesmo assim, ainda é possível entrar em uma disputa para resolver algum falso positivo ou uma reivindicação de conteúdo que não condiz com a realidade.

Por enquanto o início e o fim do trecho do vídeo que foi identificado não pode ser alterado para a retirada do conteúdo, mas o YouTube diz que está trabalhando para que a ferramenta permita que o usuário escolha os limites do trecho que será removido de vídeos que violem direitos autorais.

youtube cortar video

Além disso, os alertas e strikes que o canal receber ficarão agrupados logo na primeira página do Painel do YouTube Studio, que ainda permanece em estágio beta de testes – vai que ele fica assim por anos, como ficou o Gmail. Esta nova ferramenta foi anunciada no dia 19 de dezembro e agora está chegando para a grande maioria dos usuários.

Com informações: Google.

Samsung e Apple dominam vendas de celulares com tela AMOLED

A fabricante sul-coreana detém 45% das vendas nesse segmento e está bem à frente da Apple, que tem 16%
Por Victor Hugo Silva

Samsung Galaxy S10

Além de dominar as vendas de celulares com 5G, a Samsung também lidera a lista de empresas que mais vendem celulares com tela AMOLED. O levantamento aponta que a empresa sul-coreana tem 45% desse mercado e é seguida pela Apple, com 16%.

A Oppo ocupa o terceiro lugar nessa lista, com 11% de participação. Segundo a Counterpoint Research, que publicou os dados, fabricantes chinesas como Huawei, Vivo e Xiaomi investiram em telas OLED para tornar seus celulares na faixa de US$ 300 a US$ 500 mais competitivos.

A consultoria observa que isso acabou ajudando a aumentar as vendas de celulares com tela AMOLED. “Esperamos que essas marcas levem ainda mais os smartphones AMOLED para a faixa de preços abaixo de US$ 200 em 2020”, afirma o analista sênior da Counterpoint Research, Jene Park.

Para 2020, a expectativa é que as empresas vendam, ao todo, 600 milhões de celulares com tela AMOLED, o que indicaria um crescimento de 46% em relação a este ano. O número seria alcançado com o avanço da tecnologia em celulares intermediários de marcas como Huawei, Vivo e Xiaomi.

Ainda segundo a Counterpoint Research, os modelos com tela AMOLED representarão 71% dos lançamentos da Samsung para 2020. Em seguida, estão Oppo, com 51% dos lançamentos, Apple (50%), Vivo (45%), Huawei (33%) e Xiaomi (30%).

Sonho adiado: Kanye West não virá ao Brasil em janeiro

Negociação de outra data
Por João Batista Jr.

Anunciado para cantar de graça no dia 25 de janeiro em plena Avenida Paulista, dia do aniversário de São Paulo, o cantor americano Kanye West não virá. Quer dizer, por enquanto. Está sendo negociada uma outra data futura entre o artista e o empresário Alexandre Allard, responsável pela vinda do artista. Allard é o responsável pelo empreendimento Cidade Matarazzo, que englobará shopping, hotel, apartamento e parque.

2019 entrará na história como um dos piores anos da família real britânica?

Acidente, denúncia de tráfico sexual e brigas com tabloides marcaram o ano

A rainha Elizabeth 2ª, durante seu discurso de Natal – Steve Parsons/AFP

LONDRES | THE WASHINGTON POST – A rainha Elizabeth 2ª, do Reino Unido, certa vez se referiu ao ano de 1992 como “Annus horribilis”, expressão em latim que significa “ano horrível”.

“1992 não foi um ano de que me lembrarei com prazer”, disse ela durante um discurso marcando o 40º aniversário de sua coroação. Foi um ano em que três casamentos reais desmoronaram, um incêndio destruiu mais de cem aposentos no castelo de Windsor e um escândalo envolvendo Sarah Ferguson, duquesa de York, abalou o Reino Unido e a monarquia.

Agora, 27 anos depois, outro ano turbulento para a família real faz alguns britânicos especularem que 2019 poderá entrar para a história da rainha como “Annus horribilis, parte 2”.

“O brexit dividiu profundamente a nação e ainda há muito a se resolver”, indagou na segunda-feira (23) o comentarista real Richard Fitzwilliams.

Aqui está uma retrospectiva de alguns fatos que ocorreram durante um ano difícil para a família real inglesa.

ACIDENTE DE CARRO COM O PRÍNCIPE PHILIP

O ano começou com o marido da rainha, príncipe Philip, dirigindo seu Land Rover e batendo em outro veículo perto da propriedade real de Sandringham. Enquanto o príncipe, que tinha 97 anos na época, se afastou ileso, o outro motorista teve cortes nos joelhos e uma passageira adulta quebrou o pulso. Um bebê no banco de trás não se feriu.

Destroços que eram supostamente da cena do acidente acabaram sendo vendidos no eBay, com a legenda: “Pode até ter o DNA de Phil nele, se você quiser cloná-lo”. As ofertas para os fragmentos de plástico chegaram a US$ 84 mil antes que a oferta fosse removida pelo eBay, por “lucrar com o sofrimento ou a tragédia humana”.

A colisão provocou um debate na Grã-Bretanha, com muitos perguntando: alguém ainda deve dirigir aos 97 anos? O incidente levou o príncipe a pedir desculpas e depois entregar sua carteira de motorista.

PRÍNCIPE ANDREW E O ESCÂNDALO DE EPSTEIN

Para o príncipe Andrew, o terceiro filho da rainha e supostamente o favorito, 2019 foi um ano em que o passado voltou para assombrá-lo.

A amizade de Andrew com Jeffrey Epstein, o financista americano que caiu em desgraça e foi condenado por crime sexual, foi questionada mais uma vez quando documentos judiciais não sigilosos trouxeram em agosto uma atenção renovada às reivindicações de uma americana chamada Virginia Giuffre, que diz ter sido “traficada” para Andrew e forçada a ter três encontros sexuais com ele.

Os laços de Andrew com Epstein há muito causam problemas para a família real. E a questão persistiu depois que Epstein, preso por acusações não relacionadas de tráfico sexual, se suicidou em agosto.

Em novembro, o príncipe apareceu na televisão nacional em uma tentativa de limpar seu nome. A entrevista, com Emily Maitlis, da BBC, fez exatamente o contrário e foi considerada uma “explosão nuclear de nível ruim”.

“Eu posso absolutamente e categoricamente dizer que isso não aconteceu”, afirmou Andrew a Maitlis, sugerindo um álibi duplo: ele estava em casa depois de uma festa da pizza com crianças numa das noites citadas por Giuffre, e ela o descreveu como “suado”, mas ele afirmou ter um problema médico que não o deixa suar. “Não me lembro de ter conhecido essa senhora, de jeito nenhum”, disse.

A entrevista de 60 minutos deixou muitos observadores atônitos, pois o príncipe se recusou a dizer que lamentava sua amizade com Epstein e não demonstrou simpatia pelas vítimas do americano. Logo depois, organizações beneficentes começaram a se distanciar de Andrew, que havia patrocinado mais de 200 delas.

O príncipe já tinha se afastado dos deveres reais —medida altamente incomum— quando a BBC transmitiu a primeira entrevista de Giuffre na televisão, em dezembro. “Esta não é uma história de sexo sórdida, é uma história de tráfico, uma história de abuso e uma história da realeza de vocês”, disse ela, afirmando que foi servida aos amigos ricos e poderosos de Epstein “como um prato de frutas”.

HARRY E MEGHAN SE ENREDAM COM OS TABLOIDES

Desde que Meghan Markle começou a namorar o príncipe Harry, em 2016, ela foi frequentemente difamada pela imprensa britânica, com todos os seus movimentos analisados e seus relacionamentos familiares esmiuçados. No ano passado, quando o duque e a duquesa de Sussex fizeram a transição de recém-casados para novos pais, o relacionamento entre o casal real e os tabloides foi especialmente intenso.

Harry e Meghan foram criticados pelo planejamento do nascimento, por quanto gastaram reformando sua casa e pelas despesas e a pegada de carbono de suas viagens. O casal, que sempre manifestou preocupação com as mudanças climáticas, foi acusado de hipocrisia. “Meghan Markle carrega Archie, com 3 meses, enquanto ela e o príncipe Harry pousam no sul da França após seu TERCEIRO passeio de jato privado no verão”, escreveu o jornal “Daily Mail” em agosto.

Meghan, além disso, foi acusada nos tabloides de causar uma rixa entre os irmãos William e Harry. E as críticas se amontoaram após a edição de setembro da Vogue britânica, feita por Meghan a convite.

O jornal Sun reclamou que a duquesa supostamente apolítica estava celebrando mulheres com “opiniões esquerdistas”, enquanto Piers Morgan, do Daily Mail, a rotulava de “Me-Me-Meghan” e uma autopromotora.

O mais novo membro da realeza também recebeu atenção indesejada, quando um apresentador de rádio da BBC comparou o recém-nascido Archie Harrison Mountbatten-Windsor a um chimpanzé —o que muita gente considerou um insulto relacionado à herança mestiça de Meghan. O apresentador, Danny Baker, foi demitido, mas se defendeu, dizendo que pretendia comparar a realeza com animais de circo.

A realeza, aparentemente, chegou a um ponto de ruptura. Em outubro, Meghan lançou uma ação legal contra o jornal Mail on Sunday por publicar ilegalmente uma carta particular, e Harry condenou publicamente os tabloides por comportamento que, segundo ele, “destrói vidas”. Referindo-se à sua falecida mãe, a princesa Diana, Harry disse: “Perdi minha mãe, e agora vejo minha esposa sendo vítima das mesmas forças poderosas”.

Em uma entrevista emocionada que foi ao ar logo depois, Meghan falou sobre o preço de ser uma nova mãe sob o olhar dos tabloides. “É uma coisa muito real para estar passando pelos bastidores”, admitiu ela. Quando perguntada se a experiência “realmente foi difícil”, ela respondeu com um sim moderado.

O casal provocou a simpatia de parlamentares britânicos, de Hillary Clinton e de pessoas tuitando com a hashtag #WeLoveYouMeghan. O presidente Donald Trump, porém, não é um grande fã, e quando soube de algumas das coisas que Meghan disse sobre ele durante sua campanha de 2016, afirmou: “Eu não sabia que ela era desagradável”. O tabloide Sun publicou os comentários de Trump em um momento particularmente embaraçoso para a família real: quando a rainha Elizabeth se preparava para receber o presidente americano para uma visita de Estado.

PRÍNCIPE PHILIP HOSPITALIZADO

O ano está terminando com o príncipe Philip novamente nas manchetes. O Palácio de Buckingham disse em comunicado na sexta-feira (20) que o marido da rainha, de 98 anos, havia sido internado em um hospital de Londres como “medida preventiva” e que estava passando por “observação e tratamento em relação a uma condição preexistente”.

Enfatizando que a situação não era urgente, Philip teria dado entrada no hospital enquanto a rainha continuou seus compromissos previamente agendados. Ele deixou o hospital antes do Natal. E assim segue a realeza, mesmo em um ano que talvez não recordem com grande prazer.

Tradução de Luiz Roberto Mendes Gonçalves

iFood amplia seguro de acidentes para entregadores

Agora, cobertura inclui não só o período de entregas, mas também o de retorno para casa dos entregadores; benefício será válido tanto para quem usa motos como bicicletas

Cobertura de seguro agora também inclui período de retorno do entregador para casa

startup de entrega de refeições iFood decidiu, no início desta semana, ampliar a cobertura de seguro de acidentes que oferece a seus entregadores. A partir de agora, os parceiros da startup estarão cobertos não só no período em que realizam pedidos, mas também ao retornar para casa. O benefício é uma parceria da startup com a MetLife e a MDS. 

Para os entregadores da empresa que utilizam moto, a cobertura do seguro é estendida por mais uma hora e até 30 km de distância do local da última entrega. Já para os parceiros da startup que utilizam bicicletas, patinetes ou fazem entregas a pé, o período de extensão é de duas horas, também num raio de 30 km da entrega. 

A cobertura, porém, é restrita aos modais usados para entrega – se o entregador se envolver num acidente de ônibus, por exemplo, ao regressar para casa, não há o benefício. “Entendemos que a cobertura para o ‘retorno para casa’  é uma iniciativa importante para reforçar a nossa parceria com os entregadores e com a segurança no trânsito”, diz Roberto Gandolfo, vice-presidente de logística do iFood, por meio de nota. 

O lançamento acontece dois meses depois que o iFood passou a oferecer seguro para seus entregadores em São Paulo – em novembro, a cobertura foi ampliada para todo o País. A disponibilização dos benefícios, porém, surgem em um contexto em que acidentes com entregadores se tornaram frequentes. 

Além disso, também ocorre em meio a discussões na Justiça sobre a existência de vínculo empregatício dos parceiros com o iFood. Em dezembro, a 8ª Vara do Trabalho de São Paulo determinou que os motoboys que prestam serviço à startup de entregas Loggi deveriam ser contratados em regime de CLT. A decisão acabou sendo suspensa dias depois, mas caso semelhante deve ser julgado em janeiro sobre o iFood, como disse o presidente do Sindicato dos Mensageiros Motociclistas do Estado de São Paulo (Sindimoto), Gil Almeida Santos, ao Estado

Procurada pela reportagem, a empresa afirma que “o processo do iFood está sob segredo de justiça e ainda não teve sentença proferida, portanto, a empresa pode se manifestar a respeito do caso apenas nos autos do processo”. 

Décor do dia: sofá de veludo rosa e biombo estampado na sala

Ambiente em estilo eclético mescla obras de arte, livros e objetos
FOTO SIMON WATSON

A casa da diretora criativa Jenna Lyons não poderia ser outra coisa senão uma espécie de ateliê em constante mutação. A sensação de espaço vivo vem da mistura eclética que reúne no mesmo contexto diferentes texturas, além de obras de arte, livros e objetos sob o pano de fundo cinza leitoso das paredes. Em sua sala de estar, o sofá de veludo rosa e o biombo estampado se destacam sobre o piso de parquet de carvalho em espinha de peixe propositalmente sem acabamento.

O ambiente decorado com a ajuda de Gray Davis, do estúdio de design Meyer Davis, exibe ainda gravuras geométricas emolduradas de Fred Sandback, encostadas casualmente sobre um espelho na área da lareira, e um desenho original do artista americano Cy Twombly, anunciando uma exibição em 1979 na galeria Yvon Lambert em Paris. A coleção de detalhes preciosos inclui modelos diferentes de tapetes coordenados com pufes de oncinha e plantas.

CINEMA I Estreias: Aqueles que Ficaram, Cats, Deus É Mulher e Seu Nome é Petúnia, Minha Irmã de Paris, Minha Mãe É uma Peça 3, O Último Amor de Casanova

Deus É Mulher e Seu Nome é Petúnia
Gospod Postoi, Imeto i’ e Petrunija. Macedônia/Bélgica/Eslovênia/França/Croácia, 2019. Direção: Teona Strugar Mitevska. Com: Zorica Nusheva, Labina Mitevska e Simeon Moni Damevski. 100 min. 14 anos.

Aqueles que Ficaram
Akik Maradtak. Hungria, 2019. Direção: Barnabás Tóth. Com: Károly Hajduk, Abigél Szõke e Mari Nagy. 87 min. 12 anos.
Na Hungria pós-Segunda Guerra Mundial, um médico que perdeu a família em um campo de concentração adota uma menina rebelde, que vive com a tia e acredita que seu pai reaparecerá. Eles preenchem os vazios uns dos outro, até que o regime stalinista ascende ao poder. A obra foi selecionada como pré-indicada da Hungria ao Oscar de filme internacional.

Cats
Idem. EUA/Reino Unido, 2019. Direção: Tom Hooper. Com: James Corden, Judy Dench, Francesca Hayward, Taylor Swift, Idris Elba e Ian McKellen. 113 min. Livre.
Um grupo de gatos precisa escolher um de seus integrantes para reencarnar e conseguir uma vida melhor. Adaptação do musical da Broadway de Andrew Lloyd Webber, inspirado em poemas de T. S.Eliot, filme é do mesmo diretor de “O Discurso do Rei” (2010). Indicado ao Globo de Ouro de melhor canção original.

Deus É Mulher e Seu Nome é Petúnia
Gospod Postoi, Imeto i’ e Petrunija. Macedônia/Bélgica/Eslovênia/França/Croácia, 2019. Direção: Teona Strugar Mitevska. Com: Zorica Nusheva, Labina Mitevska e Simeon Moni Damevski. 100 min. 14 anos.
Premiado pelo júri ecumênico do Festival de Berlim, o filme mostra as dificuldades enfrentadas por uma mulher que vence uma competição tradicional de uma pequena cidade na região da Macedônia, da qual só homens participam.

Minha Irmã de Paris
Ni Une ni Deux. França, 2019. Direção: Anna Giafferi. Com: Mathilde Seigner, François-Xavier Demaison e Arié Elmaleh. 98 min. 12 anos.
Após uma cirurgia plástica dar errado, uma atriz de comédia contrata uma dublê para assumir seu papel nas filmagens da qual participa. Ela acaba descobrindo, porém, que a mulher é sua verdadeira irmã gêmea.

Minha Mãe É uma Peça 3
Brasil, 2018. Direção: Susana Garcia. Com: Paulo Gustavo, Rodrigo Pandolfo e Mariana Xavier. 111 min. 12 anos.
No terceiro filme da série (o último foi lançado em 2015), uma mãe precisa encontrar um novo papel na família ao descobrir que sua filha está grávida e seu filho vai se casar. Ao mesmo tempo, seu ex-marido tenta uma reaproximação ao se mudar para o apartamento vizinho ao dela.

O Último Amor de Casanova
Dernier Amour. França, 2019. Direção: Benoît Jacquot. Com: Vincent Lindon, Stacy Martin e Valeria Golino. 98 min. 16 anos.
No século 18, ao chegar em Londres, Casanova se encanta por uma esquiva cortesã. Do mesmo diretor da adaptação da ópera Tosca. Exibido na 43ª Mostra de Cinema.