Georgina Grenville By Marcin Tyszka For Vogue Poland November 2019

GEORGINA GRENVILLE BY MARCIN TYSZKA FOR VOGUE POLAND NOVEMBER 2019

VOGUE POLAND NOVEMBER 2019
MODEL: GEORGINA GRENVILLE / PHOTOGRAPHER: MARCIN TYSZKA
FASHION EDITOR: KAROLINA GRUSZECKA / BEAUTY ARTIST: ANETA KOSTRZEWA

MODEL: GEORGINA GRENVILLE. FASHION EDITOR: KAROLINA GRUSZECKA. BEAUTY ARTIST: ANETA KOSTRZEWA
MODEL: GEORGINA GRENVILLE. FASHION EDITOR: KAROLINA GRUSZECKA. BEAUTY ARTIST: ANETA KOSTRZEWA
MODEL: GEORGINA GRENVILLE. FASHION EDITOR: KAROLINA GRUSZECKA. BEAUTY ARTIST: ANETA KOSTRZEWA
MODEL: GEORGINA GRENVILLE. FASHION EDITOR: KAROLINA GRUSZECKA. BEAUTY ARTIST: ANETA KOSTRZEWA
MODEL: GEORGINA GRENVILLE. FASHION EDITOR: KAROLINA GRUSZECKA. BEAUTY ARTIST: ANETA KOSTRZEWA
MODEL: GEORGINA GRENVILLE. FASHION EDITOR: KAROLINA GRUSZECKA. BEAUTY ARTIST: ANETA KOSTRZEWA
MODEL: GEORGINA GRENVILLE. FASHION EDITOR: KAROLINA GRUSZECKA. BEAUTY ARTIST: ANETA KOSTRZEWA
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Barack Obama divulga lista de filmes e músicas favoritos em 2019

O ex-presidente dos Estados Unidos incluiu os longas-metragens ‘O Irlandês’ e ‘Parasita’, além da série ‘Watchmen’
JOÃO PEDRO MALAR* – O ESTADO DE S.PAULO

U.S. President Barack Obama

Barack Obama, ex-presidente dos Estados Unidos, divulgou no último domingo, 29, uma lista com seus filmes e séries favoritos em 2019. O político também mostrou, em sua conta no Twitter, outras duas listas, com os livros e as músicas de que mais gostou no ano.

A relação de filmes inclui O Irlandês, produção de Martin Scorsese com Robert De Niro e Al Pacino lançada pela Netflix. 

Outro filme é Parasita, longa sul-coreano que foi premiado com a Palma de Ouro do Festival de Cannes de 2019 e faz uma crítica sobre a desigualdade social.

Também integram a lista os filmes Apollo 11Little Women e História de um Casamento.

Séries favoritas de Barack Obama em 2019

Já sobre as séries de que mais gostou em 2019, Barack Obama citou três: InacreditávelWatchmen e a segunda temporada de Fleabag. A inclusão desta última chamou atenção nas redes sociais por causa de uma cena no episódio piloto.

A produção britânica acompanha os dilemas e problemas da jovem Fleabag, interpretada por Phoebe Waller-Bridge. Em um dos episódios, a protagonista aparece se masturbando enquanto assiste a um discurso de Barack Obama.

Livros favoritos de Barack Obama em 2019

Na lista de livros, o ex-presidente incluiu diversas obras, como  The Age of Survaillence Capitalismo: The Fight for a Human Future at the New Frontier of Power (A Era do Capitalismo de Vigilância: A Luta por um Futuro Humano na Nova Fronteira do Poder) e Girl, Woman, Other (Garota, Mulher, Outra), cuja autora, Bernardine Evaristo, foi a primeira mulher negra a receber o Booker Prize, prêmio importante na literatura.

Como construir um nécessaire vegano compacto e multitask

Renata Kalil, colunista de veganismo da Vogue, divide dicas em prol de uma abordagem mais ética e eficiente nas suas escolhas de beauté de 2020
RENATA KALIL (@RENATAKALIL)

Penpal Alleyoop (Foto: Divulgação)

E de repente o travel size se tornou o “ideal size”! De uns tempos pra cá comecei a pensar todo nécessaire como um nécessaire de viagem. Percebi que esse é um dos caminhos para uma abordagem mais sustentável de consumo, já que desacostumamos a usar os produtos até o fim e a comprar e carregar por aí só o que realmente precisamos. Pois nesse meu exercício descobri coisas muito legais, produtos inovadores e muita marca cruelty-free desenvolvendo itens de maquiagem criativos como eu nunca tinha visto.

Flipbook da Flesh (Foto: Reprodução/Instagram)

Um dos highlights é a Alleyoop, marca californiana toda focada em multitaskers de beleza. Eles têm desde desodorante que minimiza o crescimento dos pelos até caneta inspirada na antiga Bic de quatro cores só que em versão maquiagem, com delineador preto, marrom, lápis de boca e iluminador – tudo vegano. Outras duas marcas-chave, livres de crueldade e criadas a partir do conceito multitask, são a Milk Makeup, que lança cada vez mais miniaturas de seus produtos full size, e a Flesh Beauty, com alternativas multifuncionais mais criativas, além dos bastões à moda Milk. O Flash Flipbook é uma delas: um caderno de “folhas de maquiar”, papéis com pigmento que podem ser usados para dar cor a boca, bochechas, olhos… perfeito para carregar na bolsa e total multitasker.

Ótimas alternativas de produtos 2 em 1 ou 3 em 1 também existem em marcas clássicas do mercado cruelty-free. A Bite, completamente focada em boca, tem o seu Beauty Multistick, que parece um batom como qualquer outro da marca, mas pode ser usado como sombra, blush, iluminador… A Davines, de cabelo, é outro exemplo. A linha Authentic pode ser confundida com qualquer outra família de produtos da marca, mas o xampu serve como sabonete líquido, a máscara capilar, como hidratante corporal… É esperto e inteligente, a velha máxima do menos é mais, tão bem-vinda nesse momento em que há tantas possibilidades à nossa disposição.

Cinémathèque Française se rende a Godard

 Jean-Luc Godard

Antenada com o luto da cinefilia mundial pela morte da atriz Anna Karina, aos 79 anos, em 14 de dezembro, a Cinémathèque Française prepara para o primeiro trimestre de 2020 uma retrospectiva da obra de Jean-Luc Godard, agendada de 8 de janeiro a 1º de março, a fim de antecipar as comemorações do 90º aniversário do cineasta e semiólogo, em 3 de dezembro. E tem coisa (boa, sempre) dele na grade do MUBI, o streaming dedicado a narrativas radicais da linguagem cinematográfica. A abertura da mostra na Cinemateca de Paris vai ser com “Pierrot Le Fou”, traduzido no Brasil como “O Demônio das 11 horas”: uma produção indicada ao Leão de Ouro de Veneza, em 1965. Em outubro, a “Cahiers du Cinéma” dedicou sua capa ao diretor suíço (nascido em Paris, há 89 anos) de carona na chegada de seu “Imagem e palavra” a um pequeno circuito francês e ao menu da Netflix. “Le livre d’image” – com cenas do clássico “Johnny Guitar” (1954), de Nicholas Ray, em seu explosivo miolo semiótico – conquistou uma Palma de Ouro Especial no Festival de Cannes de 2018. No dia 18 de setembro deste ano, os críticos Stéphane Delorme Joachim Lepastier bateram um longo papo com o octogenário filósofo da cinemática. A dupla arranca dele reflexões sobre realizadores que merecem uma revisão (como Frank Borzage, de “Depois do casamento” e “Homens de Amanhã”) e sobre atrizes capazes de desafiar paradigmas dos códigos de naturalismo (como Adèle Haenel). E fala muito, durante a conversa, sobre dogmas da produção digital. Há um ano e meio, em Cannes, o homem por trás de “O desprezo” (1963) concedeu uma coletiva de imprensa virtual via Facetime. Ele recusou-se a sair do pequeno escritório onde trabalha, na Suiça, e conversou com a imprensa por Skype, abrindo reflexões sobre o onipresente imperialismo do cinema americano. Enfim, é o que ele sempre fez, desde “Acossado” (1960).
“As filmagens de ‘Imagem e palavra’ não foram ação, foram arquivos: preciso do passado para falar do futuro. Falam por ai que o cinema acabou, mas teve um produtor que quis me bancar e há um festival como Cannes interessado em me exibir. Talvez a presença deste filme aqui seja apenas ação publicitaria, pois eu não sei se tem lugar para ele, e para mim, nas salas de exibição. Mas, na minha idade, o que me interessa é falar do que eu observo nos processos sociais: palavras não são um sinônimo de linguagem, pois linguagem é um conjunto de procedimentos de como empregamos signos. O problema é que as pessoas articulam esses signos sem a coragem de fantasiar o que aconteceria se as convenções fossem usadas de outra maneira. Eu faço filmes porque ainda tenho coragem”, disse o mais emblemático e polêmico representante do revolucionário movimento chamado Nouvelle Vague.

Toda a retrospectiva vai ser cercada de debates sobre o legado filosófico do realizador de “A Chinesa” (1967), que terá projeção em 16 de janeiro. Ao longo de 60 anos de carreira, Godard conquistou o Urso de Ouro, com “Alphaville”, em 1965, e o Leão dourado, em 1983, com “Prénom Carmen”.

p.s.: Prata da produção audiovisual autoral europeia em 2019, “Retrato de uma Jovem em Chamas” (“Portrait de la jeune fille en feu”), de Céline Sciamma, vai ser um dos destaques do Rendez-Vous Avec Le Cinéma Français, encontro de mercado promovido pela Unifrance, de 16 a 20 de janeiro, em Paris. O prêmio de melhor roteiro em Cannes e a Queer Palm (a láurea LGBTQ+ da Croisette) foram reconhecimentos obrigatórios diante da excelência de dramaturgia deste ensaio sobre a sororidade. Uma pintora do século XVIII (Noémie Merlant) tem uma tarefa de retratar uma jovem nobre (Adèle Haenel) forçada pela mãe a um casamento nào desejado. Da pintura vai brotar uma paixão cúmplice. E libertadora. (Rodrigo Fonseca)

(Im)permanências: tudo sobre a mostra de Fernanda Gomes na Pinacoteca

Cerca de 50 obras desde os anos 80 até hoje vão compor uma grande instalação fragmentada, que ocupa sete galerias temporárias do primeiro andar da Pinacoteca, em São Paulo
LAÍS FRANKLIN (@LAISFRANKLIN)

(Im)Permanências (Foto: Divulgação)

Uma rica retrospectiva de Fernanda Gomes, que reúne cerca de 50 obras desde os anos 80 até hoje, acaba de entrar em cartaz na Pinacoteca. Com curadoria de José Augusto Ribeiro, a mostra é composta por uma grande instalação fragmentada, que ocupa sete galerias temporárias do primeiro andar. “O museu será meu ateliê, então o resultado final só vai aparecer depois de três semanas, e o público poderá ver de perto esse processo de pesquisa contínua”, conta a artista carioca em entrevista à Vogue. Espere encontrar gesso, madeira e vidro espalhados pelo espaço, somados a objetos do cotidiano garimpados por Fernanda. 

A ideia é ter um ambiente democrático sem nome e significado preestabelecidos – nem a exposição nem as obras foram nomeadas. Muitos dos trabalhos foram pintados de branco – tonalidade que pode representar tanto a totalidade quanto a ausência de cores. “Não se sabe se o suporte de madeira é a base para uma obra ou a obra em si. Quis brincar com os sentidos, é um conjunto instável.”
Pinacoteca do Estado de São Paulo: Praça da Luz, 2, São Paulo. Até 24 de fevereiro de 2020