Angelina Jolie teria seduzido Brad Pitt ao fazer cenas quentes sem calcinha em filme, diz jornal Daily Mirror

De acordo com publicação, ela ficou bem à vontade durante ‘Sr. & Sra. Smith’

Angelina Jolie e Brad Pitt

Há quem diga com todas as letras que o relacionamento entre Angelina Jolie e Brad Pitt começou quente e durante as gravações de ‘Sr. & Sra. Smith’, em 2004. Mais do que isso: Jolie teria feito cenas quentes sem calcinha com o ator, à época ainda junto de Jennifer Aniston. As informações são do jornal Daily Mirror.

Segundo o jornal, uma fonte que trabalhou na produção do filme garantiu que ela ficou sem roupas íntimas em uma cena com o astro. Na ocasião, era para eles usarem roupas cor de pele, mas ela teria optado em tirar a dela.

Foi nessa época que ambos se apaixonaram. Um dos seguranças de Jolie disse ao tabloide que pegou o casal aos beijos nos bastidores das cenas.

Na época, Pitt negava que ele e a atriz tivessem tido um caso durante as gravações. A oficialização mesmo da união só aconteceria em 2006.

O mesmo segurança que os pegou juntos revelou ao Us Weekly que “Angelina e Brad estavam constantemente rindo e flertando um com o outro e agindo como duas crianças da escola que se gostavam e era tão fofo”, disse.

Angelina e Brad Pitt têm seis filhos juntos. Eles se separaram em 2016.

Sara Blomqvist – Vogue Italia December 2019 By Julien Martinez Leclerc

Anger Management   —   Vogue Italia December 2019   —   www.vogue.it
Photography: Julien Martinez Leclerc Model: Sara Blomqvist Styling: Elodie David Touboul Hair: Cim Mahony Make-Up: Christelle Cocquet

Supermodelo Natalia Vodianova está noiva do herdeiro da LVMH, Antoine Arnault

“2020 aqui vamos nós”

Natalia Vodianova e Antoine Arnault (Foto: reprodução)

A supermodelo Natalia Vodianova está pronta para se casar com Antoine Arnault, filho de Bernard Arnault, presidente da LVMH. Vodianova, 37, anunciou as boas notícias em seu perfil no Instagram nessa quarta-feira (01.01).

“Este ano foi lindo e muito memorável… 2020 aqui vamos nós”, ela legendou a selfie do casal na qual seu anel de noivado de diamante pode ser visto. “Mal posso esperar para comemorar o próximo ano com nossos entes queridos @antoinearnault.”

A modelo namora Antoine, 42 anos, que atua como chefe de comunicações e imagem do Grupo LVMH. Seu pai, Bernard Arnault, 70 anos, possui um patrimônio líquido de US $ 113 bilhões, segundo a Forbes , tornando-se a pessoa mais rica do mundo depois do fundador da Amazon, Jeff Bezos. A LVMH possui marcas icônicas, incluindo Louis Vuitton, Christian Dior, Marc Jacobs, Fendi, Tiffany & Co., Givenchy e mais.

Vodianova foi casada com o aristocrata britânico Justin Portman de 2001 a 2011. Eles compartilham três filhos: Lucas, 18, e Viktor, 12, e a filha Neva, 13. Arnault e Vodianova também compartilham dois filhos: Maxim, 5, e Roman, 3.

Filhos de Natalia Vodianova (Foto: reprodução)

O Golden Globes adere ao veganismo

O evento de premiação anuncia que terá cardápio 100% plant-based a partir da sua próxima edição
RENATA KALIL (@RENATAKALIL)

Um dos pratos veganos criados pelo Beverly Hilton (Foto: Reprodução)

Como parte de um projeto de sustentabilidade da Hollywood Foreign Press Association, o Golden Globes decide “veganizar” e adere a cardápio completamente livre de ingrediente de origem animal. A iniciativa já começa a vigorar a partir da próxima edição do evento, que acontece nesse domingo (05.01), em Los Angeles, e teve seu menu atualizado na última hora.

“Antes tínhamos um cardápio com peixe. Até que nos reunimos com o HFPA e decidimos mudar, tornando  o Globo de Ouro o primeiro grande evento de premiação  vegano”, conta Matthew Morgan, chef do hotel Beverly Hilton (que abriga o evento), em entrevista ao The Hollywood Reporter.

Apenas um ano depois do fenômeno da Fiji Water Girl, modelo canadense que ficou famosa por ofuscar celebridades no Globo de Ouro servindo garrafas de água Fiji, o evento faz parceria com a Icelandic Glacial para reduzir o descarte de plástico.

“A crise climática está nos cercando e ficamos pensando sobre 2020, um novo ano, uma nova década. Começamos então a conversar sobre como enviar um sinal que fizesse mais sentido nesse contexto”, explica o presidente da Hollywood Foreign Press Association, Lorenzo Soria. “Não achamos que vamos mudar o mundo com uma refeição, mas decidimos dar pequenos passos para chamar atenção para essa pauta. O que comemos, a maneira como os alimentos são processados e cultivados, embalados, tudo isso tem a ver com a crise climática que vivemos.”

Fracasso dos IPOs frustra cidade de São Francisco em 2019

Mau desempenho na bolsa de unicórnios como Uber, Lyft e Slack fez com que expectativas de explosão de milionários na cidade fosse frustrada
Por Nellie Bowles e Kate Conger – The New York Times

Expectativa de novos milionários acelerou construções e turbinou os preços de novas residências em São Francisco, Califórnia 

Há sete meses, a rede Four Seasons de São Francisco enviou um comunicado à imprensa falando que em breve chegariam notícias promissoras: novas residências para os novos ricos. Estava em construção um prédio de 43 andares projetado em aço e vidro, com mármore francês da Savoia e móveis da Poggenpohl. O apartamento da cobertura, avaliado em US$ 49 milhões, seria o mais caro da cidade californiana. “Vamos atender a uma nova classe de compradores, bem no momento da nova onda de aberturas de capital (IPOs) milionárias na cidade”, dizia a nota. 

Mas a onda de ofertas públicas iniciais, que supostamente iria cunhar os novos super ricos da cidade, foi um fiasco. As ações da gigante Uber caíram quase 30% desde que a empresa entrou na bolsa em maio. Já os papéis da rival Lyft perderam perto de 40% do seu valor. Um declínio sentido também por Pinterest e Slack.

Ao fim do ano, parte dos trabalhadores em empresas de tecnologia sediadas em São Francisco ganharam dinheiro com ações, talvez acumulando algumas centenas de milhares de dólares. Mas isso não é muito para uma cidade onde o custo médio para a compra de uma residência gira em torno de US$ 1,6 milhão.

Os gestores de fortunas privados agora estão se reunido com uma clientela mais humilde. As incorporadoras vêm tendo de reduzir os preços dos imóveis – algo impensável há um ano.

O dinheiro antes estava tão perto: uma startup que coordenava passeios de cães levantou US$ 300 milhões. As valorizações das já gigantescas empresas de carona compartilhada quase que dobraram. O WeWork, uma startup que administra escritórios e possui uma parte muito pequena do seu próprio imóvel, estava avaliada em US$ 47 bilhões.

Arranha-céus 

Diante de tanta expectativa positiva, torres surgiram por toda a cidade para fazer frente às necessidades dos novos milionários. Elas tinham mármore polido, pisos aquecidos nos banheiros e piscinas privadas.

“O mundo mudou em um ano”, disse Herman Chan, corretor imobiliário da Sotheby’s International. “Esperávamos uma trajetória ascendente, mas na verdade tudo se esvaziou. Essas companhias não estão morrendo, mas o clima cultural daquele momento, o ímpeto dos IPOs, passou. Ninguém mais fala disso”, diz.

Os incorporadores imobiliários, que lutaram com problemas de regulamentação e zoneamento para construir suas residências de vidro, planejaram a conclusão de suas construções para a época dos IPOs. No entanto, o interesse que conseguiram despertar foi sobretudo de compradores estrangeiros – em sua maioria jovens herdeiros de fortunas estrangeiras e executivos mais velhos em busca de uma segunda residência na cidade.

Antes das aberturas de capital de tecnologia, Deniz Kahramaner, na época analista de dados do setor imobiliário da corretora Compass, reunia salas inteiras de corretores e investidores para falar sobre a bonança que tinham pela frente. 

Ele exibia mapas e estimativas dos milhares de novos milionários, elevando o preço de algumas residências para mais de US$ 5 milhões. Agora ele está mais quieto. “O dinheiro vindo das aberturas de capital não chegou como mencionei na minha apresentação original”, admitiu. Mas acrescentou que ainda é cedo. “As pessoas precisam de mais tempo.”

Riqueza e sindicatos

No lugar dos iates, os trabalhadores do setor de tecnologia estão financiando objetivos mais prosaicos, como planos de poupança para a faculdade. “Este ano trouxe muitas pessoas de volta à realidade”, disse Ryan S. Cole, consultor de patrimônio privado na Citrine Capital. 

No entanto, alguns desses gestores afirmam que, de certo modo, se sentem aliviados. “O dinheiro só existe de verdade quando ele cai na conta”, disse Jonathan DeYoe, também gestor de fortunas. “Tive clientes do Uber e Lyft que estão desapontados. A casa dos sonhos é diferente agora, assim como os planos para mandar os filhos para a faculdade. Mas ninguém ficou mais pobre.”

Na medida em que os funcionários com posições hierárquicas mais baixas percebem que não vão enriquecer com ações das companhias de tecnologia, a atratividade de trabalhar longas horas sem um salário real comparável também está diminuindo. 

Quem afirma isso são sindicalistas, que ganharam espaço num setor que sempre foi resistente a sindicatos. “A ideia era se sujeitar agora a condições difíceis para ter uma grande recompensa no futuro ”, disse Paul Thurston, que estuda a sindicalização dos trabalhadores da área de tecnologia em São Francisco. “Agora, engenheiros, designers de apps e desenvolvedores vão ser tratados muito mais como os empregados que são em vez de serem tratados como sócios – que é o que lhes foi dito desde sempre.”

Jonathan Wright, diretor da organização que reúne os engenheiros e cientistas da Califórnia, disse que vem mantendo conversas para sindicalizar os funcionários de várias grandes empresas de tecnologia. “A promessa era: você trabalha 100 horas por semana, dorme sobre sua escrivaninha e então será recompensado com a riqueza de Jeff Bezos, o homem mais rico do mundo. Esse mito desapareceu há anos. A era do unicórnio acabou”. /TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO

Paulina Wesolowska Exclusively for Fashion Editorials with Maria Debicka

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Photography: Paulina Wesolowska. Stylist: Maciej Dabros. Hair & Makeup: Aga Brudny. Photographers Assistant: Adrian Obreczarek. Model Maria Debicka at Model Plus.

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Model Maria Debicka at Model Plus

CINEMA I Estreias: O Caso Richard Jewell, O Farol, Frozen 2

‘Frozen 2’, novo filme de Clint Eastwood e terror com Robert Pattinson são as estreias da semana

Frozen 2
Idem. EUA, 2019. Direção: Chris Buck e Jennifer Lee. 103 min. Livre.

O Caso Richard Jewell
Richard Jewel. EUA, 2019. Direção: Clint Eastwood. Com: Paul Walter Hauser, Sam Rockwell, Kathy Bates e Brandon Stanley. 131 min. 14 anos.
O filme, inspirado em fatos reais, conta a história do segurança que encontrou uma bomba no Centennial Park, em Atlanta (EUA), durante os Jogos Olímpicos de 1996. Primeiro considerado um herói, ele se tornou o principal suspeito de planejar o atentado, sendo perseguido pela Justiça e pela imprensa. Do mesmo diretor de “Menina de Ouro” (2005). Indicado ao Globo de Ouro de melhor atriz coadjuvante (Bates).

O Farol
The Lighthouse. EUA, 2019. Direção: Robert Eggers. Com: Robert Pattinson e Willem Dafoe. 110 min. 16 anos.
Do diretor do terror “A Bruxa” (2015), o longa exibe, em preto e branco, a história de dois faroleiros de uma ilha remota, enfrentando a convivência forçada, a solidão e seus piores medos.

Frozen 2
Idem. EUA, 2019. Direção: Chris Buck e Jennifer Lee. 103 min. Livre.
Continuação do sucesso “Frozen: Uma Aventura Congelante” (2013), a animação mostra a jornada de Elsa, rainha da fictícia Arendelle, para compreender a origem de seus poderes de gelo e neve e, assim, trazer o equilíbrio para seu reino. Na aventura, ela e a irmã Anna se reúnem com amigos antigos, como Kristoff e o boneco de neve Olaf.

Analistas apostam em iPhone sem notch com Touch ID sob a tela chegando este ano

E o rumor recorrente está de volta: o site holandês LetsGoDigital reproduziu nesta semana uma aposta de analistas do banco Credit Suisse os quais acreditam que a Apple lançará, em 2020, um novo iPhone flagship sem o recorte (notch) superior e com Touch ID sob a tela.

Em outras palavras, isso significa, na opinião deles, que a Apple abandonará o Face ID e retornará ao sistema de autenticação por meio de impressão digital — visto que, ao menos com as tecnologias atuais, o sistema TrueDepth do Face ID não cabe numa moldura fina do aparelho e nem funciona sob a tela.

Um possível retorno do Touch ID usando tecnologia ultrassônica sob a tela já é falado há bastante tempo e eu acho perfeitamente possível como um segundo sistema de autenticação biométrica no aparelho, seja para proporcionar ainda mais segurança para usuários ou simplesmente servir de alternativas para certos momentos em que ele faça mais sentido do que a autenticação pelo rosto.

O que eu não vejo acontecendo de jeito nenhum é a Apple abandonar o Face ID. E não é por questões de “orgulho” ou a Apple evitar, por exemplo, admitir que estava errada em apostar na nova tecnologia; simplesmente porque não é esse o caso, aqui. O Face ID realmente funciona de forma sensacional, é muito prático, rápido e seguro. São raríssimas as pessoas que usam (ou já usaram) de fato o Face ID que dizem que prefeririam voltar ao Touch ID.

Algo que seria possível, sim, é a chegada de um novo modelo de iPhone mais em conta que use um Touch ID sob a tela no lugar do Face ID — o que é diferente de retirar a tecnologia dos modelos flagship. O problema nesse caso, a meu ver, seria a confusão que a linha causaria no consumidor, afinal inegavelmente um modelo sem notch teria ao menos a aparência de ser mais moderno do que um com.

Em suma, os rumores envolvendo o sistema biométrico dos futuros iPhones ainda estão um tanto quanto obscuros. Diante de tudo isso que tem circulado por aí, eu realmente acho provável que, em 2020 ou 2021, vejamos o retorno do Touch ID — agora sob a tela; mas cravo aqui que ele não viria para *substituir* o Face ID, isso para mim não faz sentido nenhum.

Conceito de “iPhone 12 Pro”

Já que estamos aqui elucubrando sobre os futuros iPhones, confiram um novo conceito de “iPhone 12 Pro” criado por Hasan Kaymak que mostra um notch menor/mais sutil junto a um novo sistema de câmeras na traseira incluindo um rumorado sensor ToF (Time of Flight):

Ele também imaginou um design com cantos achatados (à la iPad Pro) e uma acentuada cor vermelha, a qual provavelmente faria parte da campanha (PRODUCT)RED. [MacMagazine]

VIA 9TO5MACICLARIFIED

Atriz Mollie Fitzgerald que participou de ‘Capitão América’ é acusada de matar a mãe

Mollie Fitzgerald, de 38 anos, interpretou Stark Girl em ‘O Primeiro Vingador’
AGÊNCIA – AP

© Reprodução de YouTube/Dead Fed Files | YouTube/MEAWW A atriz Mollie Fitzgerald, acusada de matar a própria mãe, participou do filme ‘Capitão América: O Primeiro Vingador’.

Uma atriz que teve um pequeno papel no filme Capitão América: O Primeiro Vingador é acusada de esfaquear e matar a própria mãe dentro de uma casa suburbana de Kansas City, cidade do Estado de Missouri, nos Estados Unidos.

Mollie Fitzgerald, de 38 anos, foi presa na terça-feira, 31, pela polícia em Olathe, Kansas, segundo informou o jornal Kansas City Star. Acusada de assassinato em segundo grau e presa sob fiança de US$ 500 mil, ela interpretou Stark Girl na produção da Marvel.

A vítima, Patricia ‘Tee’ Fitzgerald, de 68 anos, foi encontrada morta em 20 de dezembro na própria casa, segundo as autoridades.

O site IMDb diz que Mollie Fitzgerald é diretora e produtora de filmes, além de atriz. Ela trabalhou principalmente em filmes de baixo orçamento, incluindo The Lawful Truth em 2014 e The Creeps em 2017.

Além de atuar como Stark Girl em Capitão América, ela trabalhou como assistente do diretor, Joe Johnston. O filme arrecadou US$ 176,6 milhões nos Estados Unidos.

Gary Hunziker, irmão de Patricia, disse que sabia poucos detalhes sobre as circunstâncias que cercam a morte da mulher. “Ficamos chocados”, afirmou, completando que “não importam as circunstâncias – a perda de uma irmã é o que importa”.