Erika Linder Honors Amish Modesty by Chris Colls for Vogue Germany March 2020

Model Erika Linder is styled by Sarajane Hoare in Amish-inspired modesty — with a few exceptions — in a fashion story ‘Once Upon A Time’. Photographer Chris Colls is behind the lens for Vogue Germany March 2020./ Hair by Teddy Charles; makeup by Holly Silius

Maggie Gyllenhaal viverá mãe de Elvis Presley em cinebiografia

Filme protagonizado por Austin Buttler conta ainda com Tom Hanks e Olivia DeJonge no elenco
NICOLAOS GARÓFALO

A cinebiografia de Elvis Presley dirigida por Baz Luhrmann adicionou um novo nome ao seu elenco de peso nesta sexta-feira (7). De acordo com o THRMaggie Gyllenhaal (Batman: O Cavaleiro das Trevas) viverá Gladys, mãe do Rei do Rock, que será interpretado por Austin Butler.

Gyllenhaal se junta ainda a Tom Hanks, que viverá o polêmico empresário Coronel Tom Parker, e Olivia DeJonge, que interpretará a ex-mulher de Elvis, Priscilla.

O roteiro foi escrito por Luhrmann e Craig Pearce, seu parceiro em filmes como Moulin Rouge: Amor em VermelhoRomeu + Julieta e O Grande Gatsby.

Ainda não há previsão de estreia para a cinebiografia de Elvis Presley, que também ainda não tem um título.

Johan Sandberg Vogue Ukraine with Laura Beuger

Photography: Johan Sandberg. Styling: Claudia Englmann. Hair & Makeup: Peter Schell. Casting: Alexandra Sandberg. Production: Gaby Corrêa Productions. Model: Laura Beuger

Instagram enfim vai permitir que criadores de conteúdo monetizem IGTV

Sistema seria inspirado no Facebook Watch e é mais uma forma da plataforma competir com o YouTube
Matheus Fiore

Há 18 meses o Instagram lançou o IGTV, sua plataforma para vídeos mais duradouros, com um formato profissional que visava competi com o YouTube atraindo produtores de conteúdo. Ainda havia, porém, um diferencial: a plataforma do Google permite propagandas pagas, o que permite aos youtubers lucrarem com seus vídeos lançados.

Agora, porém, o Instagram finalmente parece estar levando isso para seu aplicativo. Segundo o Tech Crunch, a empresa está trabalhando em parceria com um programa parceiro para aperfeiçoar um protótipo de sistema que permitirá monetizar vídeos no IGTV. O sistema funcionaria de forma semelhante ao Facebook Watch, onde os criadores de conteúdo recebem 55% do dinheiro das propagandas que são inseridas no meio de seus vídeos, mas ainda sem confirmação de que a divisão seria semelhante.

Vale lembrar que o Instagram pertence ao Facebook, o que justifica a empresa procurar um sistema semelhante ao do Facebook Watch. De acordo com o Bloomberg, o Instagram já trabalhou em parceria com algumas celebridades para produzir conteúdos pagos no IGTV, mas eram parcerias específicas e com valores pré-determinados para alavancar a plataforma.

Apesar de ter surgido como uma ameaça para o YouTube, o IGTV acabou perdendo relevância rapidamente ao longo do último ano. A aposta do Instagram é que a entrada de propagandas paga volte a atrair produtores de conteúdo, para que eles criem conteúdo exclusivo na plataforma e, assim, atraiam também seu público.

Fabricantes chinesas se unem para enfrentar a loja de aplicativos do Google

O Google faturou cerca de US$ 8,8 bilhões em todo o mundo com a Play Store em 2019
Por Agências – Reuters

A Huawei perdeu acesso a serviços do Google no ano passado

As empresas XiaomiHuawei, Oppo e Vivo estão fazendo uma parceria para incentivar que desenvolvedores de aplicativos e jogos coloquem seus apps nas lojas de aplicativo chinesas: a ideia é permitir que, por meio de uma plataforma única, os desenvolvedores façam download das aplicações simultaneamente nas diferentes lojas de cada empresa. Analistas afirmam que a iniciativa tem como objetivo desafiar o domínio da loja de aplicativos Play Store, do Google, que domina os celulares Android

De acordo com fontes familiarizadas com o assunto, a plataforma visa facilitar a desenvolvedores a venda de seus apps em mercados estrangeiros. A ideia inicial era de que a iniciativa fosse lançada em março, disseram fontes, embora não esteja claro como isso será afetado pelo recente surto de coronavírus.

“Ao formar essa aliança, cada empresa procurará aproveitar as vantagens das outras em diferentes regiões, como a forte base de usuários da Xiaomi na Índia, da Vivo e da Oppo no sudeste da Ásia e da Huawei na Europa”, disse Nicole Peng, analista de dispositivos móveis da Canalys. Juntas, as quatro empresas representaram 40,1% dos envios mundiais de dispositivos móveis no quarto trimestre de 2019, segundo a consultoria IDC.

O Google, cujos serviços são proibidos na China, faturou cerca de US$ 8,8 bilhões em todo o mundo com a Play Store em 2019, disse Katie Williams, analista da Sensor Tower. Na loja de apps, o Google também vende conteúdo como filmes, livros e aplicativos na loja e cobra uma comissão de 30%.

Segundo analistas, a iniciativa das chinesas pode atrair alguns desenvolvedores de aplicativos ao fornecer mais exposição do que na Play Store, e a nova plataforma pode oferecer melhores incentivos monetários, disseram analistas.

No entanto, gerenciar a aliança pode ser um desafio, disse a analista Nicole Peng. “A execução é difícil, pois é difícil dizer qual empresa está ganhando mais peso e investindo mais nela. Não vimos o modelo de aliança funcionar bem no passado.”

Embora a Oppo, a Vivo e a Xiaomi tenham acesso total aos serviços do Google nos mercados internacionais, a Huawei perdeu o acesso a novos dispositivos no ano passado, depois que os Estados Unidos proibiram fornecedores norte-americanos de vender bens e serviços para a empresa, citando preocupações com a segurança nacional.

O Google e as outras quatro empresas não responderam a pedidos de comentário. 

Gigantes de tecnologia concentram 18% de índice de bolsas americanas

Quem investe no fundo do índice S&P 500 está cada vez mais dependente do sucesso de Amazon, Google, Facebook, Apple e Microsoft; setor de tecnologia tem como característica a volatilidade

A Alphabet, dona do Google, domina 3,3% do índice

Nos últimos anos, um grupo de cinco empresas de tecnologia têm dominado o cotidiano das pessoas e as manchetes dos jornais: AmazonAppleGoogleMicrosoft e Facebook. Agora, elas também estão mostrando seu peso no mercado financeiro: juntas, as “cinco gigantes” representam hoje 18% do índice S&P 500, que engloba as 500 principais empresas americanas listadas em bolsas de valores, apesar de serem apenas 1% do total de companhias consideradas pelo índice. Os números foram revelados ontem pela agência de notícias Associated Press

O cenário mostra que quem investe em fundos atrelados ao índice S&P 500 está cada vez mais dependente do sucesso das companhias de tecnologia. A Microsoft, por exemplo, tem a maior fatia dessa representação, com 4,9% do índice. A Apple vem logo em seguida com 4,8%, e depois estão a Alphabet (holding que controla o Google), com 3,3%, a Amazon com 3,1%, e o Facebook com 1,8%. Em outros termos, significa que quem investir US$ 100 num fundo atrelado ao S&P 500 terá US$ 18 aplicados nessas companhias. 

Vale lembrar que, das cinco empresas, quatro delas têm valor de mercado acima de US$ 1 trilhão – só o Facebook não faz parte desse grupo. 

Para analistas ouvidos pela AP, há dois riscos dentro dessa configuração. O primeiro é o da concentração por si só. O segundo é o risco presente no setor de mercado de tecnologia, que costuma apresentar bastante volatilidade – não raro, as ações das companhias de tecnologia sobem ou descem mais de que 5% após notícias ruins. 

Outro aspecto complicado é a ameaça de regulamentação governamental constante sobre essas empresas. O tema está na pauta de candidatos à presidência dos Estados Unidos neste momento e as cinco gigantes são alvo de múltiplas investigações por parte do Departamento de Justiça, da Comissão Federal do Comércio, do Congresso americano e de advogados-gerais de inúmeros Estados americanos. 

Histórico

Fazia muito tempo que não havia uma concentração tão grande dentro do índice S&P 500:a última vez que cinco empresas controlaram uma parcela deste tamanho foi logo antes da bolha “pontocom”, no início dos anos 2000, quando diversas empresas de tecnologia mostraram ter avaliações superestimadas pelo mercado e quebraram. 

A diferença, porém, é que essa concentração também era mais diversificada, incluindo empresas de setores diferentes, como a General Electric. 

Guia de Taraji P. Henson para cachos definidos e cuidados com a pele pós-voo | Segredos de beleza | Vogue

A estrela da série Empire Taraji P. Henson compartilha sua rotina diária de beleza, de esfoliação no couro cabeludo a pálpebras rosadas.
Filmed at Crosby Street Hotel

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Andreas Ortner for Dolce Vita Magazine with Vilma Kono

Photography: Andreas Ortner. Styling: Jana Kapounová. Hair: Miroslava Mysicka. Makeup: Hristina Georgievska. Model: Vilma Kono & Filip.

França multa Apple em 25 milhões de euros por polêmica envolvendo baterias de iPhones

Voltemos pouco mais de dois anos na história: estamos em dezembro de 2017, e os iPhones 8, 8 Plus e X foram recém-lançados. Em meio a toda euforia de fim de ano, a gigante de Cupertino foi surpreendida com a polêmica acerca da lentidão de iPhones mais antigos, um problema que manchou sua reputação — e que se arrasta até hoje.

Apple Paris

Para quem não se lembra, aqui vai uma breve retrospectiva: para tentar resolver um problema massivo de baterias que equipavam os iPhones 66 Plus6s e 6s Plus, a Apple lançou uma atualização para o iOS 10, no início de 2017. Com a promessa de que seus problemas seriam resolvidos, muitas pessoas instalaram o update, porém algum tempo depois elas começaram a notar que seus dispositivos estavam mais lentos (algo deliberadamente feito pela Apple para mitigar o problema de baterias antigas que não aguentavam mais o pico de processamento dos aparelhos).

Justamente por isso, usuários (e até mesmo órgãos governamentais, incluindo brasileiros) começaram a acusar a empresa de obsolescência programada, alegando que a companhia teria intencionalmente reduzido a performance dos iPhones mais antigos por meio da atualização de software.

Se a companhia já estava começando a esquecer os fantasmas do passado, um novo resultado judicial fez questão de trazer à tona tudo isso novamente. Na França, a Apple foi multada em 25 milhões de euros (~R$117 milhões) pela Direção-Geral de Concorrência, Consumo e Repressão à Fraude (DGCCRF) — algo como o Procon1 brasileiro.

A DGCCRF, que faz parte do Ministério da Economia francês, concluiu que a Apple não informou que a atualização do iOS supracitada poderia desacelerar iPhones, como divulgado num relatório do órgão.

Essas atualizações, lançadas em 2017, incluíam um recurso de gerenciamento de energia que, sob certas condições, e principalmente quando as baterias estavam velhas, poderia desacelerar o funcionamento dos iPhones 6, SE e 7. Não é possível reverter para a versão anterior do sistema operacional, e muitos consumidores teriam sido forçados a trocar suas baterias ou até mesmo comprar um novo telefone.

Quando a controvérsia sobre as baterias/lentidão dos iPhones estava no auge, a Apple se desculpou publicamente pela falta de comunicação e reduziu o valor da substituição de baterias para iPhones durante um ano, até o fim de 2018. A Maçã também disse que sempre “projetou seus recursos para preservar a vida útil do iPhone pelo maior tempo possível” e que nunca as implementou para “forçar upgrades”.

De acordo com as informações mais recentes, a gigante de Cupertino pagará a multa milionária e se comprometeu a publicar um comunicado no seu site oficial, o que deverá ser feito até o fim deste mês.

VIA APPLEINSIDER