Jourdan Dunn: In the Bag | Episode 22 | British Vogue

“O que minha bolsa diz sobre mim?” pondera Jourdan Dunn. “Que eu sou Bouji.” A supermodelo recém-contratada compartilhou o conteúdo de sua bolsa Hermès com a British Vogue (e confessou ter removido todos os vestígios de recibos e lixo antes das câmeras começarem a rodar). De sua fragrância favorita e brilho labial ao cristal que ela usa para banir a energia ruim, assista ao vídeo para descobrir os itens essenciais do dia a dia de Dunn.

Filme de ex-alunos da USP concorre no Festival de Cinema de Berlim

Longa retrata o Brasil uma década depois do fim da escravidão e levanta questionamentos sobre o reflexo disso hoje
Por Maria Laura López

Cena de Todos os Mortos, que concorre neste ano ao prêmio de Melhor Filme no Festival de Berlim – Foto: Divulgação/Vitrine Films

Dentre as principais premiações da indústria cinematográfica, o Festival de Cinema de Berlim talvez seja o mais político de todos. O que não é nenhuma surpresa, considerando o contexto pós-guerra em que ele foi criado, em 1951. O caráter crítico do festival se mantém até hoje, e aparece principalmente na seleção dos filmes exibidos e premiados. O Brasil já ganhou o Urso de Ouro de Melhor Filme duas vezes, a primeira em 1998, com Central do Brasil, e a segunda em 2008, com Tropa de Elite. Buscando repetir o feito este ano está Todos os Mortos, longa produzido por ex-alunos da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP. O festival começa nesta quinta-feira, dia 20, e vai até 1º de março.

Marco Dutra, Caetano Gotardo e Juliana Rojas – os produtores de Todos os Mortos – são da turma de 1999, formados em Cinema pela ECA. “A gente se conheceu na faculdade, há mais de 20 anos. Fazíamos trabalhos juntos e essa amizade acabou se desenvolvendo com o nosso repertório cinematográfico”, diz Juliana. Eles já fizeram outras colaborações, como O Lençol Branco, que Juliana e Dutra, com assistência de Gotardo, apresentaram como Trabalho de Conclusão de Curso e que foi selecionado para o Festival de Cannes, na seção Cinéfondation, destinada a filmes universitários, em 2006.

Caetano Gotardo e Marco Dutra nos bastidores do filme Todos os Mortos – Foto: Beth Gotardo

Todos os Mortos se passa em 1899, onze anos após a abolição da escravatura no Brasil, e conta a história de Iná Nascimento, mulher que viveu a escravidão por muito tempo e agora batalha para cuidar de seus familiares em um mundo ainda muito hostil. “Uma mudança grande parecia se impor naquele momento, mas a gente percebe que as questões raciais e os abismos sociais continuam como base da sociedade brasileira até hoje”, afirma o diretor Caetano Gotardo, que espera que o longa possa servir como mais uma peça dentro de um debate muito maior sobre a estrutura social brasileira.

Ainda segundo ele, a ideia do filme surgiu em 2012, mas até o roteiro estar completo foi um longo e dinâmico processo de escrita entre os dois diretores. Para Gotardo, a amizade e cumplicidade deles foi fundamental tanto nesse momento como depois, ao longo das filmagens. “Quanto à direção, nós fizemos absolutamente tudo juntos, nós nos entendemos muito bem e rápido, então deu tudo certo.”

Gotardo faz questão de ressaltar a importância das produtoras Sara Silveira e Maria Ionesco, da Dezenove Som e Imagens, que, além do trabalho realizado no filme, também foram responsáveis pelos primeiros longas dos ex-alunos. “São figuras insistentes e batalhadoras do cinema brasileiro. Elas estão sempre apostando em novos diretores, e isso é muito importante para a manutenção do cinema nacional.”

Juliana Rojas fez a montagem do filme – Foto: Silas Vanetti

Além de Todos os Mortos, outros 19 filmes brasileiros estarão no Festival de Berlim, incluindo coproduções com outros países. “Considerando o momento cultural que o Brasil vive, é importante destacar essa comunidade criativa, muito ativa e reconhecida internacionalmente”, diz Marco Dutra. Segundo ele, a quantidade de filmes em um festival como o de Berlim aparece como um contraponto à política de cortes e restrições do governo federal e mostra a força do cinema nacional. 

Os três ex-alunos da ECA estão alinhados quanto às expectativas para o evento, que também será a primeira exibição pública do filme. “Só de saber que o filme foi acolhido pelos organizadores do festival já é ótimo, mas estamos animados para ver a reação do público também”, conta Dutra. O filme será apresentado no Festival de Cinema de Berlim neste domingo, dia 23, e ainda não tem data de estreia no Brasil.

Moda sustentável: Alexander McQueen doa tecidos de seu estoque para estudantes!

Sarah Burton, diretora criativa da Alexander McQueen, com projeto que apoia as novas gerações de estilistas

Na Semana de Moda de Londres, que acabou nesta terça, 18/02, a sustentabilidade esteve em evidência – ufa! Desde a troca de roupas promovida pela Global Fashion Exchange até neutralização de carbono e upcycle. Mas uma das iniciativas mais bacanas foi a da marca Alexander McQueen com um programa de doação do excedente de tecidos de sua produção para estudantes de moda. Já imaginou ser estudante e poder trabalhar com tecidos nobres como a seda, o tweed e cashmere que a marca usa?

Além da preocupação com o meio ambiente e economia circular, tem também a questão acadêmica. Sarah Burton, diretora criativa da Alexander McQueen, acha importante apoiar a formação da próxima geração de estilistas, o que levou à parceria com 14 universidades do Reino Unido para doação dos tecidos. E em Nova York, Marc Jacobs também adotou programa semelhante. 

O estudante Steven Stokey-Daley, da Universidade de Westminster, desfilou sua coleção usando tecidos doados pela McQueen

Alunos da Universidade de Westminster e da Central Saint Martins desfilaram looks com os tecidos no segundo dia da fashion week. Sarah conta que em seus 24 anos na marca nunca viu nada ser jogado fora: tudo era guardado e arquivado. E na flagship da marca em Londres, a cada coleção é montada uma instalação que proporciona experiências que vão além da compra, mostrando como é o processo de criação e produção das peças, uma espécie de mini-exposição que vale a visita. A atual se chama “Roses”!

A exposição “Roses” fica no segundo andar da loja da Alexander McQueen em Londres – vale a visita!

Malgosia Bela – WSJ. Magazine March 2020 By Ethan James Green

Dreams Foretold   —   WSJ. Magazine March 2020   —   www.wsj.com
Photography: Ethan James Green Model: Malgosia Bela Styling: Anastasia Barbieri  Hair: Lauren Philippon Make-Up: Fulvia Farolfi Set Design: Julia Wagner

007: Sem Tempo Para Morrer | James Bond está em ação em pôster IMAX

Novo longa com Daniel Craig estreia em 4 de abril
JULIA SABBAGA

007 – Sem Tempo Para Morrer teve o seu pôster IMAX revelado, mostrando o agente vivido por Daniel Craig subindo em uma moto e entrando em ação. 

Segundo a sinopse de Sem Tempo Para Morrer, James Bond (Craig) se aposentou da vida de agente, mas sua paz é interrompida quando seu velho amigo Felix Leiter (Jeffrey Wright), que trabalha na CIA, pede sua ajuda, o que coloca Bond na trilha de um novo vilão armado com uma perigosa tecnologia. Voltam ainda ao elenco Léa Seydoux como Madeleine, Ralph Fiennes como M e Ben Whishaw como Q.

A estreia no Brasil está marcada para 4 de abril.

Casaco queridinho das celebridades ganha novas versões na passarela da Max Mara

O Teddy Bear coat, que virou febre entre o street style e celebridades pelo mundo, virou até bolsa no inverno 2020 da marca.

Max Mara – inverno 2020 (Foto: Now Fashion)

Casaco-hit absoluto entre o street style e celebridades nas últimas temporadas, o Teddy Bear coat da Max Mara acaba de ganhar novas e aconchegantes versões para o próximo inverno neste segundo dia de semana de moda de Milão

Desde a paleta de cores (que agora inclui cinza chumbo) a novos cortes e modelos – passando até por um modelo longo listrado desfilado por Kerolyn Dantas – nossa capa de fevereiro -, as novidades não param por aí: o casaco Teddy Bear agora também é uma maxibolsa de pelúcia, que é desejo imediato. Para máximo impacto? Use os dois juntos!

Max Mara – inverno 2020 (Foto: Now Fashion)
Max Mara – inverno 2020 (Foto: Now Fashion)
Max Mara – inverno 2020 (Foto: Now Fashion)
Max Mara – inverno 2020 (Foto: Now Fashion)
Max Mara – inverno 2020 (Foto: Now Fashion)
Max Mara – Inverno 2020 (Foto: Now Fashion)

Apple pode permitir Chrome e Gmail como apps padrão no iOS 14

Na mira de reguladores antitruste em diferentes partes do mundo, empresa pode mudar postura histórica

Apple pondera permitir que usuários mudem aplicativos padrão do iPhone para rivais

A Apple está considerando permitir que aplicativos de empresas rivais possam ser configurados como padrão no iOS – isso significaria, por exemplo, que o usuário poderia optar por usar o Chrome, do Google, no lugar do Safari como navegador principal do iPhone.

Segundo a Bloomberg, as mudanças estão em discussão e poderiam ser implementadas já no iOS 14, próxima geração do sistema operacional para dispositivos móveis da empresa.  A companhia comandada por Tim Cook poderia permitir também que o Spotify funcionasse diretamente no HomePod – atualmente, isso só é possível por meio de AirPlay, com o iPhone transmitindo o serviço de música para a caixas conectada.

Outra mudança seria permitir que a Siri enviasse mensagens por apps de terceiros sem a necessidade de citar o nome desses apps no comando. 

A Apple tem cerca de 38 apps instalados diretamente nos seus dispositivos, o que poderia garantir vantagem à empresa ao empurrar os usuários para os seus próprios serviços. A mudança de postura da empresa acontece num momento de crescente questionamento às práticas das gigantes de tecnologia consideradas anticomerciais.

Em 2019, o Spotify registrou uma queixa antitruste contra a Apple na Europa, por considerar que a empresa beneficiava os próprios serviços. O Google também já foi alvo de ações e multas no continente. 

Westworld | Maeve e Dolores se enfrentam em trailer da 3ª temporada

Novo ano estreia em 15 de março
JULIA SABBAGA

A 3ª temporada de Westworld teve um novo trailer revelado, mostrando novas alianças e tensões entre os personagens. A prévia, que pode ser conferida abaixo, mostra o personagem de Vincent Cassel pedindo que Maeve (Thandie Newton) assassine Dolores (Evan Rachel Wood). 

A terceira temporada será a mais curta da série, com um total de 8 episódios. As duas temporadas anteriores, que foram lançadas em 2016 e 2018, tiveram 10 episódios cada uma. A duração dos capítulos, no entanto, não foi revelada, então é possível que os episódios sejam maiores.

Criada por Jonathan Nolan Lisa Joy, a produção da HBO se passa no tecnológico parque faroeste de Westworld, habitado por anfitriões robôs, que interagem como seres humanos com os convidados do local. A segunda temporada também revelou que há outros parques, como o Samurai World. O primeiro ano da série marcou como a primeira temporada mais assistida entre as séries originais da emissora. 

O 3º ano estreia em 15 de março na HBO.

Bella Hadid | Helmut Lang S/S 2020

Publication: Helmut Lang Photographer: Ethan James Green Stylist: Patti Wilson