Katy Perry exibe barriga pela primeira vez após anúncio de gravidez

Cantora compareceu ao jogo da Copa Mundial Feminina de Cricket na Austrália

Katy Perry compareceu na Copa do Mundo Feminina de Cricket 2020 e exibiu barriga de gravidez – Instagram/mcg

Katy Perry, 35, fez a primeira aparição em público após anunciar a gravidez de seu primeiro filho com o noivo, Orlando Bloom. A cantora esteve em Melbourne para a Copa Mundial Feminina de Cricket 2020, sediada pela Austrália.

Em seu Instagram, Orlando Bloom prestou uma homenagem à noiva e ao bebê que está a caminho ao publicar uma foto de Perry, tirada no evento esportivo. Na legenda, ele escreveu algo como “meus amores florescendo”. A cantora usou um vestido colorido grudado, marcando a barriga de gravidez. 

Perry anunciou a novidade com o clipe da música “Never Worn White”, lançada na última quarta-feira (4). Logo após a divulgação do vídeo, que deixou os fãs eufóricos, ela foi às redes sociais e disse estar feliz por não ter mais que usar bolsas grandes para esconder a barriga.

Katy Perry compareceu na Copa do Mundo Feminina de Cricket 2020 e exibiu barriga de gravidez Instagram/mcg

A cantora afirmou, ainda, durante uma curta live feita no Instagram, que o filho do casal nascerá no verão do hemisfério norte, que acontece de junho a setembro. Bloom já tem um filho, Flyn, de nove anos, de seu relacionamento com a modelo Miranda Kerr. 

O casal começou a namorar em 2016, mas se separou por volta de março de 2017 e reataram no início de 2018. Depois disso, em fevereiro de 2019, Perry e Bloom ficaram noivos. Há alguns dias, eles disseram à revista Stellar Magazine que estão tranquilos quanto aos preparativos do casamento, que deve acontecer ainda em 2020.

Bloom já tinha afirmado, em entrevista anterior ao The Mirror, que sua noiva não via a hora de se tornar mãe, e que ele também estava ansioso por esse momento. “Amo crianças e amo o fato de que ela é incrível com crianças, portanto ter filhos com ela seria algo maravilhoso”, disse.

Apple ainda enfrenta desafios para expandir fabricação na Índia

Ah, a Apple a Índia… a novela entre uma das maiores empresas de tecnologia e um dos países mais populosos do mundo não é de hoje, mas certamente ela tem escalado cada vez mais nos últimos anos.

Como sabemos, a gigante de Cupertino pode estar prestes a inaugurar sua primeira loja online na Índia após anos comercializando seus produtos por meio de vendedores terceirizados no país. Já a primeira Apple Store por lá deverá ser inaugurada somente no ano que vem.

A questão, no entanto, vai um pouco mais além do que oportunidades: de acordo com uma nova reportagem do The Information1, os desafios enfrentados pela Apple na expansão de suas operações na Índia incluem leis trabalhistas rigorosas, padrões insatisfatórios de saúde e políticas comerciais protecionistas.

Cenário

É possível entender que a catastrófica situação da Apple no país só não foi mais grave por um “milagre”. Como informamos, a empresa vendeu menos de 1 milhão de iPhones no primeiro semestre de 2018 na Índia, um número extremamente escasso considerando que o país se tornou um dos maiores mercados de smartphones do mundo.

The Information descreveu uma viagem (no mínimo desanimadora) para a Índia por uma equipe da Apple há vários anos, na qual a companhia estava justamente pensando em investir na manufatura do país, mas descobriu que sua infraestrutura para montagem de smartphones só podia suportar alguns componentes.

Muitos fornecedores indianos não conseguiram atender aos padrões ambientais, de saúde e segurança da Apple. Os empreiteiros da empresa visitaram uma fábrica no estado indiano de Karnataka, apenas para encontrar trabalhadores em greve.

Apesar dos pesares, a Maçã fechou acordos com alguns fornecedores na Índia, como a Wistron, que atualmente monta alguns modelos de iPhone por lá.

A maior parte da fabricação da Apple, entretanto, permanece na China, e após questões como a guerra comercial entre os Estados Unidos e o governo chinês — ou, mais recentemente, o surto de Coronavírus (COVID-19) —, a Maçã precisou (e ainda deve) se agitar para diversificar sua cadeia de fornecedores.

O maior desafio para a Apple pode ser simplesmente a natureza menos desenvolvida da manufatura na Índia, em comparação com a da China. Essa situação é um legado de políticas comerciais protecionistas e interferência burocrática. Muitas fábricas de componentes para smartphones na Índia, por exemplo, ainda são operadas por empresas asiáticas ou europeias que mantêm relacionamentos de longa data com marcas de consumo conhecidas e anos — se não décadas — de experiência em fabricação.

Investimentos

Talvez mais por necessidade do que opção, a Apple continua lutando pelo mercado (e pela manufatura) indiano. Atualmente, os iPhones XR, 6s e SE são produzidos por lá a partir de duas grandes fornecedoras da companhia: a Wistron, como supracitado, e a Foxconn.

Essa produção local fez com que a Apple atendesse aos requisitos de fornecimento das leis indianas e reduzisse alguns custos, sendo esta uma consideração importante para o aumento das vendas por lá, uma vez que as tarifas de importação e o orçamento de muitos consumidores indianos eram os principais fatores para a derrocada da popularidade do iPhone na Índia.

Com a possível abertura da Apple Store online e física na Índia neste e no próximo ano, é provável que a Maçã consiga inclinar ainda mais a balança para o seu favor por lá — e espera-se que isso contribua para que a empresa também consiga expandir sua cadeia de fornecedores do país, reduzindo assim sua dependência da produção chinesa.

VIA MACRUMORS

Startup de patinetes Grow deve ser vendida para dona do Peixe Urbano por US$ 1

Após fechar operação em 14 cidades, empresa de micromobilidade enfrentava problemas e teve redução de equipe; sede da companhia em São Paulo já está sendo desocupada
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Segundo as fontes, operação da Grow deve seguir em cidades como São Paulo
Segundo as fontes, operação da Grow deve seguir em cidades como São Paulo

A startup de patinetes elétricos Grow deve anunciar nesta segunda-feira, 9, sua aquisição pelo fundo de investimentos latino americano Mountain Nazca por US$ 1, revelaram fontes próximas ao assunto ao Estado. Criada em 2019 a partir de uma fusão entre a brasileira Yellow e a mexicana Grin, a companhia de micromobilidade passava por uma fase difícil. Com problemas de governança e falta de capital, além de um modelo de negócios complicado, a empresa havia fechado operações em 14 cidades do País em janeiro. Agora, passa às mãos da companhia do fundo Mountain Nazca, que, entre outros negócios é dona do conglomerado Peixe Latam, que reúne as marcas de comércio eletrônico Groupon Latam e Peixe Urbano na região. 

No meio da semana, a agência de notícias Reuters havia noticiado a negociação, mas indicava que a transação seria feita entre a Grow e a Peixe Latam – ao Estado, a assessoria da Peixe Latam negou qualquer conversa sobre o assunto. O acordo, segundo as fontes, foi fechado por chileno Felipe Henriquez Meyer, que é cofundador da Mountain Nazca e presidente do conselho do Peixe Urbano. O valor de US$ 1 é considerado simbólico, uma vez que a Mountain Nazca vai assumir dívidas da Grow, revelaram as fontes, que preferiram não se identificar. Procuradas pela reportagem, as assessorias de Grow e Mountain Nazca não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto. 

Segundo uma das pessoas com conhecimento dos bastidores da transação, um dos impasses na negociação com outros interessados estava justamente nos passivos da startup de mobilidade. Em várias conversas que não foram para a frente, havia a imposição de que as dívidas da startup, na casa de dezenas de milhões de dólares, fossem quitadas pelos investidores da startup de mobilidade, como os fundos brasileiro Monashees e o chinês GGV. 

A expectativa, disseram as fontes, é de que a Mountain Nazca mantenha a operação de patinetes da Grow ativa nos mercados em que está presente – São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba. Segundo relatos, o interesse do fundo está tanto em aproveitar a base de dados dos usuários atraída pela Grow nos últimos dois anos, como de manter um negócio pequeno, mas que pode se tornar rentável. Uma corrida de dez minutos com um patinete pode custar cerca de R$ 8, o que fazia o serviço competir com soluções mais confortáveis, como o Uber. No entanto, em áreas como a região da avenida Faria Lima, em São Paulo, o aluguel de patinetes pode ter demanda e densidade o suficiente para se manter de pé, apontou uma das fontes. 

Tropeço

Manter o negócio rodando e se expandindo foi uma das principais dificuldades da Grow, que já surgiu, em 2019, com status de potencial unicórnio, em uma operação de fusão que envolveu US$ 150 milhões. Não era à toa: uma de suas partes, a Yellow, foi criada no 1º semestre de 2018 por Ariel Lambrecht e Renato Freitas, dois dos cofundadores do primeiro unicórnio brasileiro, a 99, junto do ex-presidente da Caloi, Eduardo Musa. Em seus primeiros aportes, realizados em 2018, a Yellow levantou US$ 72 milhões, uma quantia significativa para uma empresa tão jovem. 

Mas a promessa não se concretizou: com expansão desordenada, a empresa também não conseguiu captar recursos no mercado. Em abril de 2019, o Estado chegou a noticiar que a Grow negociava um aporte de US$ 150 milhões com o SoftBank – transação frustrada por divergências em números estratégicos. As disputas internas entre mexicanos e brasileiros também foram um problema e levaram à saída dos sócios da Yellow no dia a dia da Grow. 

Confundadores do primeiro unicórnio brasileiro, a 99, Renato Freitas e Ariel Lambrecht fundaram a Yellow em 2018
Confundadores do primeiro unicórnio brasileiro, a 99, Renato Freitas e Ariel Lambrecht fundaram a Yellow em 2018

Na época da reestruturação, em janeiro, apenas Lambrecht permanecia no quadro societário da Grow, enquanto Freitas e Musa já não tinham mais participação na empresa. Após a saída de Lambrecht do cotidiano da Grow, em agosto de 2019, houve ainda, nos dois meses seguintes, uma debandada de funcionários e executivos brasileiros da empresa – a vasta maioria deles, provenientes da Yellow.

Aluga-se

Estado apurou ainda que a Grow segue fazendo demissões e deve desocupar em breve o prédio de seis andares que ocupa no bairro do Itaim Bibi, zona sul da capital paulista. Em visita ao local, a reportagem descobriu que apenas dois dos seis andares ainda estão ocupados. No café terceirizado, no andar térreo, os balconistas se queixaram de que o movimento caiu bastante nas últimas semanas. 

Sede da Grow, na zona sul de São Paulo: movimento reduzido
Sede da Grow, na zona sul de São Paulo: movimento reduzido

Mas esta será uma situação temporária: o aluguel do espaço, que tinha multa de rescisão alta, será repassado no início de abril a outra startup brasileira, em fase de expansão. Segundo uma das fontes, o novo “inquilino” do espaço, localizado na rua Tabapuã, é um dos 11 unicórnios (empresa avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão). do País. Ainda não está claro para onde vão os atuais funcionários da Grow. Principal empresa do portfólio no Brasil da Mountain Nazca, a Peixe Urbano foi fundada no Rio de Janeiro e tem sede em Florianópolis, para onde a empresa se mudou no final de 2016, quando ainda pertencia à chinesa Baidu. 

SANGUE NOVO: Filipe Cerejo FW20 Backstage

NTRODUCINGLISBON.

Take a look at Filipe Cerejo FW20 backstage shot by Marc Medina during SANGUE NOVO at ModaLisboa, in exclusive for Fucking Young!

O que o possível fim da ‘Cahiers du Cinéma’ significa para a cultura

Os novos donos da revista prometeram liberdade total aos editores, mas estes duvidaram e se demitiram todos de uma vez
Sérgio Augusto, O Estado de S.Paulo

Cahiers du Cinema
Cena de ‘O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro’, de Glauber Rocha, que saiu na primeira capa colorida da revista ‘Cahiers du Cinema’ e foi pivô de uma crise na publicação Foto: Versátil Home Video

Em meio às crises geradas pela premiação de Roman Polanski com o César deste ano e pelo forte impacto da pandemia de coronavírus sobre a indústria de entretenimento, um pequeno abalo sísmico na cultura cinematográfica não passou despercebido pela mídia: a revista Cahiers du Cinéma, tal como a conhecemos, pode ter acabado. 

Pode, mas ainda não acabou concretamente. A marca ainda existe, a redação continua no mesmo endereço em Paris (18-20, rue Claude Tillier), só que os 15 críticos que a editavam pediram demissão, na Quarta-feira de Cinzas. 

Os novos donos da marca – um consórcio de investidores, que a comprou em 30 de janeiro e é liderado pelo banqueiro Gregoire Chertok e um bando de homens de negócios ligados, em sua maioria, à indústria de filmes – ainda estão atônitos. Com a diáspora e seu motivo. Haviam prometido liberdade total aos editores, mas estes duvidaram e se anteciparam ao primeiro conflito, que acreditavam inevitável.

Fosse outra revista, ninguém daria bola, mas a Cahiers du Cinéma nunca foi uma revista qualquer, e sim a mais importante e influente publicação do gênero de todos os tempos, a bíblia dos cinéfilos do mundo inteiro, a incubadeira dos cineastas da Nouvelle Vague – o que vale dizer, a principal fonte inspiradora dos jovens que entraram no metiê a partir dos anos 1960. 

Não foi a primeira discórdia envolvendo a revista, que emburacou outras vezes por dissensões internas, perda de leitores e a falta do vil metal. Não subsidiada pelo Estado ou por uma instituição comparável ao British Film Institute, como é o caso da venerada Sight & Sound, a mais antiga concorrente em circulação, a Cahiers (ou o Cahiers, como minha geração se referia a ela) só deixou de ser empresarialmente modesta quando um endinheirado executivo da Hachette, Daniel Filippachi, cedendo a apelos de amigos, comprou a revista em 1964.

Divisões internas vez por outra fecharam o tempo na velha redação, no 146 da avenida Champs-Elysées. No cerne das discussões, a leniência ou o excesso de entusiasmo da revista pelo cinema americano. 

Ao longo dos anos 50 (Cahiers foi lançado em 1951 pelo mestre da crítica André Bazin) e até o começo dos 60, Hitchcock, Howard Hawks, Nicholas Ray, Samuel Fuller e Douglas Sirk foram tratados a papinha pelos idiossincráticos “jovens turcos” que dominavam o expediente da revista, em detrimento de outras figuras mundialmente consagradas como John Huston, William Wyler e Billy Wilder. 

Foi no dorso dessas preferências que a revista quadruplicou seu universo de leitores. Sua tiragem de 3 mil exemplares mensais saltou para 12 mil. 

Responsável pela parte editorial nesse período, o “estetizante” e apolítico Eric Rohmer, também o mais intelectualizado da turma, acabou confrontado por dois co-fundadores da revista, Jacques Doniol-Valcroze e Pierre Kast, politizados e de esquerda, que o substituíram por um comitê de redação, com Jacques Rivette alçado a redator-chefe. 

Ainda com sua tradicional capa amarela, medindo 25cm x 17,5 cm, a Cahiers conheceu sua segunda fase de ouro, diversificou seus interesses, aproximou-se da estética de Brecht, deu atenção ao cinema direto e abriu-se a outras hermenêuticas. São dessa época as históricas entrevistas com o antropólogo Lévi-Strauss, o pensador Roland Barthes e o músico Pierre Boulez. 

Ainda vivo aos 92 anos, Daniel Filippachi, ex-fotógrafo da Paris Match, colecionador de arte surrealista e então editor da sofisticada revista Jazz Magazine, foi o pivô da segunda crise da Cahiers

Deu um “banho de loja” na revista, ampliou-lhe as dimensões, refinou-lhe a paginação e anexou a seu corpo editorial alguns colaboradores da Jazz Magazine, como os cinéfilos Jean-Louis Comolli e Jean Wagner, mas abusou da autoridade ao exigir que a primeira capa em cores da Cahiers estampasse uma cena do filme psicodélico Chappaqua – Almas Entorpecidas, de Conrad Rooks.

Contou-me a crítica e ex-secretária da Cahiers Sylvie Pierre que ela e seus colegas reservaram a primeira capa em cores da revista para um filme admirado por todos na redação. Chappaqua seria a última escolha que eles fariam. Mas havia motivos publicitários e pecuniários por trás da renitente escolha de Filippachi, e o dono da firma não se dobrou às ponderações de seus comandados. 

Daquela vez, a redação não pediu o boné, como agora, mas cercou-se de algumas salvaguardas, e finalmente em julho de 1969 a Cahiers chegou às bancas com sua primeira capa em cores escolhida por consenso: O Dragão da Maldade Contra o Santo Guerreiro, de Glauber Rocha, exibido no Festival de Cannes daquele ano com o título de Antonio das Mortes

Depois de Maio de 68, já sem o arrimo de Filippachi, a revista padeceu uma fase franciscana. Dominada por Godard e teóricos maoístas, virou um panfleto graficamente modesto e de enfadonha leitura. 

Quase acabou, reaprumando-se em edições com alentadas análises estético-ideológicas sobre Eisenstein, o cinema soviético dos anos 1920 e o cinema clássico americano. 

Nas décadas seguintes, mais atenta ao mainstream, firmou-se de novo, mas sem a aura de outros tempos. Perdeu suas mentes mais cintilantes (Serge Daney, por exemplo), mas, com renovadas adesões, logrou sobreviver à concorrência do mercado persa digital e sua miríade de críticos online. 

Não, contudo, à retração do mercado editorial e à pindaíba a que os impressos de modo geral foram condenados nos últimos anos. 

O grupo que controla a marca pode bem contratar uma nova redação e, eventualmente, desterrá-la para a internet. Só aí sim poderemos dizer R.I.P., Cahiers.

Harper Smith for ELLE Mexico with Danna Paola

Photographer: Harper Smith at See Management. Stylist: Raul Alvarez. Producer: Sheri Chiu. Creative director: Sarah Bassett. Hair stylist: Junya Nakashima using TIGI. Makeup artist: Joseph Carrillo using Make Up For Ever. Manicurist: Jini Lim using Essie at See Management. Talent: Danna Paola.

Mad Max | Rumor diz que diretor planeja sequência com jovem Furiosa

Personagem de Charlize Theron seria interpretada por atriz mais jovem
CAMILA SOUSA

Um rumor divulgado pelo podcast The Sneider Cut, do Collider, afirma que George Miller está planejando um novo filme de Mad Max, dessa vez focado na juventude de Furiosa. O longa seria um prelúdio mostrando a personagem com aproximadamente 12 anos. Segundo o podcast, Charlize Theron não deve aparecer na produção, que escalará uma atriz jovem para o papel.

Além disso, Yahya Abdul-Mateen II, de Aquaman e Watchmen, seria cotado para ser o protagonista masculino da trama, que ainda não foi divulgada. A ideia, segundo o rumor, é que George Miller faça o longa depois de terminar Three Thousand Years of Longing, que está atualmente em pré-produção. 

No entanto, Jeff Sneider, apresentador do podcast, ressalta que tudo não passa de um rumor por enquanto e não há confirmação de que Miller realmente tirará a ideia do papel. Apesar disso, o rumor combina com uma declaração do diretor de dezembro de 2019, quando afirmou que tinha planos para um novo Mad Max após as filmagens de Three Thousand Years of Longing.

Apresentada em Mad Max: Estrada da Fúria (2015), a Imperatriz Furiosa é a capitã mais importante de Immortan Joe, que se vira contra ele para salvar jovens que são suas “esposas”. O objetivo da personagem é levá-las para um lugar seguro longa da Cidadela controlada pelo vilão. É neste caminho que Furiosa encontra Max Rockatansky, interpretado por Tom Hardy. A personagem se tornou admirada por sua força e, desde então, fãs pedem por um longa que mostre mais sobre sua história.

Mad Max: Estrada de Fúria arrecadou US$ 375 milhões nas bilheterias mundiais, para um orçamento estimado em US$ 150 milhões.

Alejandro Perales Acedo for Exclusively for FE with Alesssia Merz

Dress Alexander McQueen Bracelet Loewe Shoes Jimmy Choo

Photography: Alejandro Perales Acedo. Stylist: Dani Davilla. Hair & Makeup: Natalia Ferreiros. Model: Alesssia Merz.

Model: Alesssia Merz
Jacket Gucci Belt Moschino Pants Calzedonia
Top Blumarine Pants Carolina Herrera Boots Dior Gloves Loewe
Blouse Fabrizio Celeri for Begemot Gallery Corset Yohji Yamamoto Pants and Earring Yves Saint Laurent
Dress Alexander McQueen Bracelet Loewe Shoes Jimmy Choo
Blouse Fabrizio Celeri for Begemot Gallery Corset Yohji Yama- moto Pants and Earring Yves Saint Laurent
Blouse Fabrizio Celeri for Begemot Gallery Corset Yohji Yamamoto Pants and Earring Yves Saint Laurent
Earring Yves Saint Laurentt
Shirt Dolce e Gabbana Belt Chanel Jacket Zadig e Voltaire Boots Chloé Earring Ylla Concept
Shirt Dolce e Gabbana Belt Chanel Jacket Zadig e Voltaire Boots Chloé Earring Ylla Concept
Earring Dior Dress Gucci
Necklace Chanel Pants Calzedonia Shoes Christian Louboutin Hat Mango
Model: Alesssia Merz

Dia da Mulher: 6 projetos de arquitetura feitos por e para mulheres

Do projeto à fotografia! Confira ideias de decoração que valorizam mulheres em todos os estágios
POR LUCAS DEOLI FREITAS FOTOS: REPRODUÇÃO

Embora sejam a maioria no Brasil, as mulheres arquitetas ainda enfrentam muitos desafios e machismo na carreira. No Dia da Mulher, comemorado neste domingo (08/03), destacamos a importância de representatividade feminina não apenas na autoria dos projetos, mas em todos os estágios da produção que envolvem a arquitetura e o design. Em homenagem a essas profissionais, revelamos, a seguir, projetos que abordam o protagonismo feminino desde a cliente à fotografia.

Re-colore

dúplex da jornalista e apresentadora Astrid Fontenelle é resultado da amizade entre a proprietária e a designer de interiores Neza Cesar. Da cozinha que se conecta à sala de jantar já se sente o astral do apartamento, com as cores vibrantes e, ao fundo, um piano.
Sob a composição de um patchwork de tapetes à moda turca que cobre o living e a sala de jantar, o bege das paredes foi coberto pelas cores laranja e o lilás. 


Entre Copas

Projeto das arquitetas Anna Albano e Camila Abrahão, do escritório Casulo, este espaçoso apartamento, localizado na Asa Sul de Brasília, tem vista para a copa das árvores. A suíte foi integrada a um dos quartos, criando um closet/escritório íntimo. Incorporadas aos interiores, as esquadrias de ferro do edifício foram revitalizadas com a finalidade de manter suas características originais.


Time feminino

Na primeira casa que a atriz Bruna Linzmeyer chamou de sua, todo o projeto teve um time formado apenas por mulheres – duas arquitetas, Carla Marçal e Claudia Veloso, uma mestra de obras e uma engenheira elétrica. A dupla cuidou de cada etapa da morada localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro. Na área social, móveis vintage e uma estética industrial imprimem o ar de loft nova-iorquino, com texturas aparentes em todos os lados e ambientes integrados que privilegiam a ventilação e a iluminação natural.


Três para uma

Projetado para uma mulher solteira, este apartamento projetado pelas arquitetas Marina Portolano e Flavia Torres se utiliza basicamente de três materiais para formular o ambiente que integra a cozinha à sala. A madeira surge nos elementos verticais, como estantes e armários; o cimento queimado cobre o piso; enquanto o mármore pontua a bancada da cozinha, resultando num um espaço sensível para o uso diário da moradora. 


Obras de arte

Esta casa em Berlim pertence à consultora de arte, historiadora e colecionadora de arte Marta Gnyp. Com piano e peças assinadas, o living de Marta destaca um papel de parede floral.


Parceria infalível

Colorida, esta linda casa é o resultado da amizade e cooperação criativa entre duas das mulheres mais influentes do mundo do design hoje: Patrizia Moroso, chefe da marca italiana Moroso, e a arquiteta e designer Patricia Urquiola. Localizado no norte da Itália, este pacífico edifício de madeira abriga interiores inesperados, uma mistura de móveis e protótipos da grife e peças de inspiração étnica. A inspiração africana é forte na escolha de algumas das artes, cores e texturas.