Imagens de artistas são inspiradas na obra de Clarice Lispector

Inaugurada no dia 6, exposição fica em cartaz até 28 de abril na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin da USP
Por Claudia Costa

Refúgio, foto-estampa digital sobre tecido, de Regina Carmona, criada a partir de uma frase de A Hora da Estrela – Foto: Jorge Maruta/ USP Imagens

“A palavra é meu domínio sobre o mundo”, escreveu Clarice Lispector em A Descoberta do Mundo, de 1984. Ucraniana de nascimento, ela veio para o Brasil com apenas 2 anos de idade no colo de seus pais que fugiam da perseguição aos judeus durante a guerra civil russa. Naturalizada brasileira – dizia-se pernambucana –, chegou a ingressar no curso de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro, então Universidade do Brasil, com a intenção de “reformar os presídios”, mas foi nas letras que encontrou sua paixão. E são as letras de uma das mais importantes escritoras do século 20 que inspiraram os trabalhos presentes na exposição A Imagem e a Palavra – Encontro com Clarice Lispector, que foi inaugurada no dia 6 de março na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP. A entrada é grátis.

Com curadoria da aquarelista Altina Felício, a mostra reúne trabalhos de 32 artistas plásticos, entre gravuras, desenhos, pinturas, aquarelas e instalações, a partir das obras da escritora e jornalista. “Não é ilustrativo, é uma livre inspiração sobre os livros, trechos ou frases que são destacados nas legendas para que o público tenha referências de onde partiu a criação dos trabalhos”, explica a curadora. Além de fazer alusão ao Dia Internacional da Mulher (8 de março), a exposição é uma homenagem aos 100 anos de nascimento de Clarice Lispector, que nasceu na Ucrânia em 10 de dezembro de 1920 e morreu no Rio de Janeiro um dia antes de completar 57 anos, por complicações de um câncer de ovário. Mas não antes de publicar, dois meses antes, um de seus romances mais conhecidos, A Hora da Estrela.

Da esquerda para direita, os artistas Maura Takemiya, Rafael Augustaitiz, Altina Felício, Deucelia Silvério e Ângela Barbour, durante a montagem da exposição – Foto Jorge Maruta / USP Imagens

Um mergulho no universo de Clarice

Ao descer as escadas, os visitantes encontram duas estrelas penduradas no teto, feitas com chapa de aço e pintura automotiva, obra de Maura Takemiya, criada a partir da crônica Eu Tomo Conta do Mundo, mas que poderia facilmente ser reconhecida em A Hora da Estrela, livro que inspirou várias obras da exposição, entre elas fotocolagens de Rafael Augustaitiz e a instalação Refúgio, de Regina Carmona, uma foto-estampa digital sobre tecido, criada a partir da frase “Vagamente pensava de muito longe e sem palavras o seguinte: já que sou, o jeito é ser…”.

As estrelas em chapa de aço e pintura automotiva, de Maura Takemiya, inspiradas na crônica Eu Tomo Conta do Mundo – Foto: Jorge Maruta/ USP Imagens

A personagem Macabéa, também de A Hora da Estrela, é tema da série Carta Para uma Datilógrafa, de Leonor Décourt, que escolheu a máquina de escrever para representá-la, “pois a única coisa que a personagem sabia fazer (e mal) era datilografar”. Macabéa inspira também a xilogravura Retrato de uma Alagoana, de Marisa Mancini, e as echarpes brancas com aquarelas de borboletas de Deucelia Silvério, que segundo a própria artista foram criadas a partir de um sonho de Macabéa, em que ela fala que “maio é o mês das borboletas noivas flutuando em brancos véus”.

As borboletas, mas aqui do livro A Mulher que Matou os Peixes (1968), também inspiraram a artista Cristina Bottallo na criação da pintura, bordado e serigrafia A Cidade das Borboletas. A artista Lucila Sartori criou uma barata de pedra e papel inspirada no personagem de A Paixão Segundo G. H. (1964), que no final come uma barata, numa metáfora da existência. “Como sempre, Clarice escreve sobre coisas cotidianas, mas com uma história que vai no fundo da alma”, comenta a curadora.

Uma barata criada em pedra e papel por Lucila Sartori remete à personagem de A Paixão Segundo G.H. – Foto: Jorge Maruta/ USP Imagens

Destaque ainda para o livro Laços de Família (1960), que é representado na instalação A Censura Não Tem Tamanho, criada a partir de materiais recicláveis por João Maia, e em Site Specific, de Ângela Barbour, em que a artista usa peças que pertenceram a seu pai, um advogado que morreu durante a construção do trabalho e que, segundo ela, é um resgate desse momento. Já o livro Água Viva (1973) se faz presente nas fotocrônicas Clarice em Mim, de Regina Azevedo, e na instalação de fios em formato de água-viva Vida, Luminosa, de Lourdes Sakotani; Um Sopro de Vida (1978), uma constante na obra de Clarice Lispector, aparece nas monotipias de Vicencia Gonsalez e de Beth Pachinni.

A instalação Vida, Luminosa, de Lourdes Sakotami, em alusão ao romance Água Viva de 1973 – Foto: Jorge Maruta/ USP Imagens

Há também obras que falam de imagens e palavras, “duas vertentes sublimes da arte”, segundo a curadora Altina Felício, que apresenta duas gravuras a partir de uma extensa pesquisa sobre como as letras surgiram no mundo. “Tem os primeiros registros, como cuneiforme, hieroglifo, até o alfabeto moderno, e de vários países, da China, da Grécia, da Turquia, do Irã, entre outros”, informa. Finalmente, vários trabalhos prestam homenagem à própria Clarice Lispector, como a pintura Uma Casa para Clarice, de Katia Canton, a instalação de cerâmica Pensando Clarice, de Norma Grinberg, e até um haikai, Homenagem para Clarice, de Carlos Roberto Bueno: “Fazer poemas para a mesmice é fácil/ mas para você que era várias/ que era planície e montanha / superfície e entranha é difícil”.

Homenagem da ceramista Norma Grinberg para Clarice Lispector – Foto: Jorge Maruta/ USP Imagens

A exposição A Imagem e a Palavra – Encontro com Clarice Lispector fica em cartaz até 30 de abril, de segunda a sexta-feira, das 10 às 18 horas, na Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM) da USP (Rua da Biblioteca, 21, Cidade Universitária, em São Paulo). Entrada grátis. Mais informações pelo telefone (11) 2648-0841 e no site da BBM

Rotina de maquiagem da mãe ocupada de Hilary Duff| Beauty Secrets | Vogue

Hilary Duff’s Busy Mom Makeup Routine | Beauty Secrets | Vogue

Neste vídeo, Lizzie McGuire, ex-aluna e Hilary Duff, explica como ela consegue parecer polida enquanto corre atrás de seus dois filhos pequenos.

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Amazon vai vender sua tecnologia de lojas sem caixas para varejistas

Empresa pretende criar um novo negócio vendo os sistemas da Amazon Go para terceiros
Por Agências – Reuters

Existem hoje 26 lojas Amazon Go nos Estados Unidos

Amazon vai vender a tecnologia por trás da Amazon Go, sua loja tecnológica que não tem caixa nem atendentes. A informação é da agência de notícias Reuters, que disse que a varejista americana pretende criar um novo negócio vendendo o sistema para terceiros. 

A tecnologia da Amazon usa uma combinação de câmeras e sensores para identificar automaticamente clientes e produtos conforme eles andam pela loja. De acordo com a reportagem, a Amazon tem vários contratos assinados com clientes, mas não revelou os nomes das empresas. A tecnologia será vendida pelo nome Just Walk Out (“apenas saia”, na tradução livre do inglês).

O negócio evidencia a estratégia da Amazon de desenvolver tecnologias internas  para depois transformá-las em serviços lucrativos, oferecendo-as a terceiros. A varejista fez isso com armazéns para ajudar na entrega de pacotes e com tecnologia em nuvem para dar suporte a sites. 

A Amazon Go levou de fato ao mercado a experiência de lojas tecnológicas. Dilip Kumar, vice-presidente de varejo físico e tecnologia da empresa, disse que as preferências dos compradores determinarão quão grande será esse novo negócio da Amazon. “A tecnologia tem uma aplicabilidade bastante ampla nos tamanhos das lojas, nos setores, porque aborda fundamentalmente um problema de como você obtém conveniência em locais físicos, especialmente quando as pessoas sofrem com o tempo”, afirmou Kumar, ressaltando que é um problema do varejo os clientes esperarem sempre em filas.

Funcionamento

A tecnologia que a Amazon vai vender para terceiros não será exatamente a mesma usada nas lojas Amazon Go. Em vez de usar um aplicativo, os clientes precisarão usar um cartão de crédito para destravar a catraca na entrada da loja. 

Os produtos selecionados pelo cliente serão adicionados a um carrinho virtual. Depois disso, a loja cobrará a compra do cartão de crédito assim que o cliente deixar o estabelecimento – o recibo da compra chega por email. A Amazon afirma que demora algumas semanas para instalar o sistema nas lojas. 

O novo serviço gera dúvidas quanto ao uso de dados como informações de cartão de crédito e email dos clientes. A empresa afirma, entretanto, que só usará os dados do sistema para dar suporte aos lojistas. 

A Amazon lançou o sistema da Amazon Go em dezembro de 2016. Hoje, existem 26 lojas do tipo nos Estados Unidos. 

Coronavírus faz Madonna cancelar turnê

“Estamos tristes por desapontar os fãs”, disse a cantora por meio de comunicado oficial divulgado em seu site

Madonna cancela shows de Paris por conta do Coronavírus 

Madonna encerrrou oficialmente sua turnê, Madame X, na manhã desta segunda-feira (9). Por meio de comunicado em seu site, a cantora explicou que a produção seguiu ordens públicas e decidiu pelo cancelamento dos dois últimos shows, que aconteceriam na terça (10) e quarta-feira (11) em Paris. A cidade está em alerta por conta da epidemia do Coronavírus.

“Após a notificação oficial do Gabinete da Polícia nesta manhã, que proíbe todos os eventos com uma audiência de mais de 1000 pessoas, a Live Nation lamenta anunciar que as duas últimas apresentações do Madame X, que foram remarcadas para 10 e 11 de março, foram forçadas a serem canceladas. Os ingressos são reembolsáveis ​​nos pontos de compra. Estamos tristes por desapontar os fãs”, dizia o comunicado.

IMPREVISTOS E MACHUCADOS
A turnê de teatros de Madonna não tem sido muito favorável para a saúde da cantora. Ao longo deste e do último ano, ela cancelou cerca de 18 shows por conta de uma lesão recorrente no joelho e chegou a relatar no Instagram que seus médicos pediram para que parasse totalmente a turnê, tendo se recusado. Já na última etapa em Paris, outro acidente: Madonna caiu feio durante uma performance. Em seu perfil, ela chegou a mencionar o que aconteceu: “Há duas noites eu caí no palco, quando uma cadeira foi literalmente arrancada debaixo de mim por engano e eu me espatifei no chão, batendo o cóccix.”

A turnê Madame X teve início em setembro, com a primeira parada em Nova York. Posteriormente, a cantora passou por Chicago, São Francisco, Las Vegas, Los Angeles, Boston, Filadélfia e Miami, nos Estados Unidos, e depois Lisboa, em Portugal, Londres, no Reino Unido, e Paris, na França, onde se encerraria.

Millennials trocam a adoção de pets pelo cultivo de plantas

Ao adiar o plano de ter filhos, a geração se denomina “pais de plantas” e transforma seus lares em verdadeiros santuários verdes
POR LUIZA LOYOLA

(Ilustração Camila Pinheiro / Editora Globo)

Provavelmente você já percebeu que certa parcela da população entre 26 e 40 anos está deixando a maternidade e a paternidade para depois. Muitos já adotam cães e gatos como verdadeiros filhos, mas cada vez mais os millennials estão transferindo essa responsabilidade e dedicação para o cuidado com as plantas em casa. Obcecados pelo bem-estar físico e emocional e na luta por uma vida mais saudável sob todos os pontos de vista (da alimentação à prática de exercícios físicos), esses jovens adultos transformam seus lares em verdadeiros santuários verdes.

Há muito tempo sabemos que plantas em casa nos deixam mais felizes ao purificar o ar ao nosso redor, pois elas liberam oxigênio e absorvem dióxido de carbono, o que pode reduzir os níveis de estresse, melhorar o humor e aumentar a concentração e a produtividade. Mas por que o movimento plant parents agora? Uma gama de influenciadores, floristas e floriculturas hype, além de novos serviços de assinatura, está impulsionando esse movimento. Nas mídias sociais, somos impactados por fotos exuberantes de plantas — a hashtag #urbanjungle conta com mais de 3 milhões de posts no Instagram, e a #plantlife tem quase 2,5 milhões. Indo um passo adiante, as tensões políticas e a incerteza econômica estão aumentando, o que causa aumento da ansiedade. Com a falta de acesso à natureza, as plantas parecem ajudar os millennials urbanos a se sentirem confortados.

No entanto, esse grupo não está simplesmente comprando plantas e enchendo suas casas com elas — muitas pessoas estão plantando-as. Isso provoca uma enorme revolução que está mudando a maneira como as moradias, os bairros, os hotéis e até os locais de trabalho são projetados. Ter uma horta ou um cantinho em casa cheio de plantas é terapêutico: dá a você algo para cultivar. Esse é o autocuidado 2.0.

Luiza Loyola é especialista do WGSN, que tem o portal Lifestyle & Interiors sobre tendências de design de interiores, hospitalidade e estilo de vida. Contato: marketinglatam@wgsn.com

AWAYTOMARS FW20 Backstage!

BACKSTAGEFALL/WINTERLISBON.

Take a look at AWAYTOMARS FW20 backstage shot by Marc Medina during ModaLisboa, in exclusive for Fucking Young!

Viúva Negra ganha trailer final

Longa tem estreia marcada para abril
MARIANA CANHISARES

Pôster inédito de Viúva Negra

Marvel Studios revelou o trailer final de Viúva Negra. A nova prévia dá mais detalhes sobre a motivação do reencontro de Natasha com sua família e explica por que o Treinador é uma ameaça tão pessoal.

Além do retorno de Scarlett Johansson no papel da Vingadora, o elenco principal conta ainda com Florence PughRachel Weisz e David Harbour. O filme solo da Viúva Negra será lançado em 30 de abril e tem direção de Cate Shortland.

Leia a sinopse do filme: “Em Viúva Negra, thriller de espionagem recheado de ação da Marvel Studios, Natasha Romanoff – a Viúva Negra – confronta as partes sombrias de sua profissão quando surge uma perigosa conspiração conectada com o seu passado. Perseguida por uma força implacável que quer derrubá-la, Natasha deve lidar com sua história como espiã e as relações quebradas que deixou quando se tornou uma Vingadora.

Saindo do forno

Uma nova safra de móveis, assinada por designers do primeiro time, acaba de chegar às lojas
MARCELO LIMA – O ESTADO DE SÃO PAULO

O sofá Getta com estofado deslizante. Design Patricia Anastassiadis para a Artefacto Foto: Artefacto

Março chega com lançamentos quentes no segmento de design autoral. Realizada anualmente, a Showhouse 2020, que ocorre entre quarta-feira, 11, e 8 de abril, traz as novas criações da SOLLOS, marca do designer catarinense Jader Almeida, que assina também o projeto arquitetônico da mostra. Apresentada na última sexta, 6, na loja da rua Haddock Lobo, a terceira coleção de móveis assinada pela arquiteta Patricia Anastassiadis, há seis anos na direção criativa da marca, já chegou à Artefacto. Dois promissoras estúdios, o Mula Preta e o estudiobola também fecham o primeiro trimestre do ano com novos produtos. Conheça as novidades:

O designer Jader Almeida Foto: Renata Larroyd

SOLLOS – Showhouse 2020

Peças consagradas e lançamentos se misturam no show room pop-up, montado pelo designer Jader Almeida em uma antiga edificação na avenida Nações Unidas.Entre as novidades, a linha Doty, dedicada à área externa. É a primeira vez que Jader assinada mobiliário externo. “A grande surpresa foi a tela, que produziu um efeito tão incrível que acabou sendo adotada de forma definitiva em toda a coleção”, explica Almeida, que para a linha Outdoor de sua marca, projetou cadeiras, poltronas, bancos e mesas de desenho despretensioso, mas com proporções refinadas e traços elegantes.

A mesa Doty para áreas externas
A mesa Doty para áreas externas Foto: Sollos

A cadeira Doty para áreas externas
A cadeira Doty para áreas externas Foto: Sollos

Showhouse SOLLOS. 2020

Avenida das Nações Unidas, 345, Vila Leopoldina, São Paulo 

Das 10h às 20h de segunda à sábado, e das 10h às 18h aos domingos

Sollos: http://www.sollos.ind.br


estudiobola

Flavio Borsato e Mauricio Lamosa, do estudiobola
Flavio Borsato e Mauricio Lamosa, do estudiobola Foto: estudiobola

A dupla formada pelos arquitetos Flavio Borsato e Mauricio Lamosa se exercita em uma nova tipologia de móveis: peças criadas tendo em vista o bem-estar de seus usuários dentro de espaços reduzidos. Eis, em síntese, a linha Origami, de mesas, armários e poltronas, lançada, recentemente, pelo estúdio. “A ideia foi trazer aquela sensação de abraço, sabe?”, sugere Borsato.

Mesa e cadeiras da linha Origami
Mesa e cadeiras da linha Origami Foto: Gui Gomes

estudiobola: http://www.estudiobola.com


Patricia Anastassiadis – Artefacto

 A arquiteta e designer Patricia Anastassiadis
A arquiteta e designer Patricia Anastassiadis Foto: Victor Affaro

A terceira coleção de móveis da arquiteta e designer Patricia Anastassiadis para a Artefacto tem o Japão como inspiração. Leveza, precisão e funcionalidade são os ingredientes de 15 produtos inéditos entre mesas, sofás e poltronas. “Mais uma vez invisto no atemporal. Nada aqui é descartável, afirma Patricia, que faz uso de encaixes e sobreposições em suas peças. Como no sofá Geta, que pode assumir múltiplas configurações, a partir do deslocamento do estofado sobre uma plataforma de madeira. Ou ainda da mesa Eclipse, que tem um dos pés usinado manualmente com acabamento jateado em areia. “Muitas das peças têm um apelo escultórico, mas, ainda assim, podem ser vivenciadas, não apenas, observadas”, resume ela.

A mesa de jantar Eclipse
A mesa de jantar Eclipse Foto: Artefacto

Artefacto: http://www.artefacto.com.br


Mula Preta – Sitti Design 

Andre Gurgel e Felipe Bezerra, do Mula Preta
Andre Gurgel e Felipe Bezerra, do Mula Preta Foto: Mula Preta

Combinando elementos de uma estética já familiar ao Mula Preta e exibindo materiais que se tornaram mais presente nas últimas coleções do estúdio, a poltrona Tortuga, desenhada para a Sitti Design, tem como inspiração as tartarugas marinhas, muito observadas no litoral nordestino, sendo que os braços fazem alusão as barbatanas. “Acredito que nossa essência está muito bem representada nessa peça”, afirma André Gurgel, sócio de Felipe Bezerra, no comando do estúdio.

A poltrona Tortuga
A poltrona Tortuga Foto: Sitti Design

Mula Preta: http://www.mulapretadesign.com

Décor do dia: sala de jantar clássica com móveis industriais

Parede azul e móveis coloridos se destacam na base branca da decoração
POR AMANDA SEQUIN | FOTO REPRODUÇÃO

Sala de jantar clássica com móveis industriais e cores vibrantes pontuais (Foto: Reprodução)

Uma boa iluminação natural, somado ao piso claro e às janelas e teto brancos, serviram como uma tela vazia, pronta para receber muitas cores, nesta decoração parisiense. A construção antiga, com adornos no teto, manteve seu estilo clássico na sala de jantar, mas ganhou um toque industrial na escolha do mobiliário. 

A parede oposta às janelas foi pintada com um azul claro, destacando a escada de metal. A estética desgastada desse mesmo material é vista na mesa que, por sua vez, acompanha quatro cadeiras com estofamento verde e uma única em amarelo na cabeceira. A mesma nuance se aplica nas cortinas e no tapete quadriculado. Très chic!