Amy Adams vai ler livros infantis no Instagram para combater efeitos do coronavírus

Atriz fará parte de plataforma em que artistas vão ler livros favoritos de seus filhos
AGÊNCIA – EFE

Amy Adams chega ao tapete vermelho do Oscar, em fevereiro de 2019 Foto: Lucas Jackson/ Reuters

Amy Adams criou uma conta no Instagram para anunciar uma iniciativa para combater os efeitos da crise do novo coronavírus. A atriz vai ler livros infantis para reunir fundos para instituições de caridade dedicadas aos pequenos.

“Eu finalmente decidi me unir para colocar em foco que crianças ao redor o país precisam de nossa ajuda e suporte durante esse período difícil”, afirmou Adams em sua primeira publicação na rede social.

A atriz anunciou que vai colaborar no projeto chamado Save With Stories (Salvar com histórias), com a também atriz e a amiga Jennifer Garner.

“Será um lugar para assistir suas celebridades favoritas lerem o livros favoritos de seus filhos”, explicou enquanto antecipou a criação de um fundo para doar para organizações Save The Children (Salve as Crianças) e No Kid Hungry (Nenhuma Criança com Fome).

Essas organizações sem fins lucrativos oferecem refeições nutritivas, livros e recursos de aprendizagem para comunidades em risco

e baixa renda nos Estados Unidos.

Segundo Adams, “mais de 30 milhões de meninos e meninas nos EUA dependem das cantinas da escola para sua nutrição, então a o fechamento das escolas afetará as comunidades mais vulneráveis​​”. 

“Não há máximo, nem mínimo, juntos podemos nos organizar e ajudar”, incentivou a atriz.

Por seu lado, o vice-presidente da Save The Children, Betsy Zorio agradeceu Adams pelo gesto em uma declaração divulgada pelos meios de comunicação. 

“Somos tremendamente gratos a Jennifer e a Amy por apoiarem este esforço crítico para ajudar as crianças mais afetadas nesse fechamento de escolas sem precedentes. Perda de aprendizado em grande escala pode estar entre os maiores impactos que o coronavírus terá nas crianças dos Estados Unidos”, assegurou.

“Os primeiros anos são os mais importantes para o desenvolvimento de uma criança e perder a aprendizagem agora pode ter um impacto devastador em seu crescimento”, alertou. 

OFF DUTY “OUT OF SIGHT, OUT OF MIND” SS20

OFF DUTY unveiled its new Spring/Summer 2020 lookbook, starring Parker at West Management Tokyo shot by Mr.triangle.

Photographer – @mr.triangle
Production – @davidlinwj / @hi__jovi
Model – Parker (@parkermydude) at West Management Tokyo
Make Up – @lenaleemakeup

Ryan Reynolds e Blake Lively doam um milhão de dólares para combater efeitos da covid-19

Casal destinou valor para organizações que alimentam crianças nos EUA e Canadá
AGÊNCIA – EFE

Blake Lively e o marido Ryan Reynolds posam no tapete vermelho de estréia de ‘Deadpool 2’, em maio de 2018 Foto: Shannon Stapleton/ Reuters

O casal de atores Ryan Reynolds e Blake Lively anunciou em suas redes sociais que eles decidiram doar um milhão de dólares (cerca de R$ 5,1 milhões) para várias organizações que se destinam a alimentar crianças nos EUA e no Canadá para ajudar a mitigar os efeitos do novo coronavírus na as famílias mais vulneráveis. 

“Acho que todos podemos concordar que a covid-19 é uma desgraça. Ela impactou brutalmente os idosos e famílias de baixa renda. Blake e eu estamos doando um milhão dólares a serem distribuídos entre Feeding America e Food Banks Canada”, escreveu o  canadense em sua conta no Twitter. 

“Se você pode contribuir, essas organizações precisam de nossa ajuda”, disse o ator em sua mensagem, que foi transmitida simultaneamente em suas outras redes sociais e nas de sua esposa. 

Ryan e Lively, pais de três meninas, haviam doado dois milhões dólares em setembro ao Centro da Juventude pelos direitos dos crianças imigrantes e o Fundo de Defesa Legal e Educacional da Organização NAACP, um acrônimo para a Associação Americana Nacional para o avanço dos negros. 

O casal não é o único que manifestou apoio à organização Feeding America, que possui mais de 200 bancos de alimentos, com os quais fornece comida para 46 milhões de pessoas em diferentes graus de insegurança alimentar.

Celebridades como Justin Timberlake, Natalie Portman, Ben Affleck, Vanessa Hudgens, Alan Cumming, irmãs Gigi e Bella Hadid, Josh Gad e Nick Lachey também promoveram doações em suas redes sociais esta semana.

“No momento, estou pensando nos mais vulneráveis. Crianças que perdem a alimentação de que dependem, amigos e membros da família que sofrem com mudanças em seus empregos, famílias de idosos e de baixa renda. Junte-se a mim no apoio para Feeding America”, escreveu Affleck. 

Essa pandemia atual da covid-19 já deixa cerca de 6.600 mortos e mais de 167.000 infectados em todo o mundo, segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) .

Somewhere Between HERE & NOW

Ian Harting and Cristían Víal photographed by Pepo Fernandez and styled by Esteban Pomar, for the FW19-20 “ALIEN” issue of Fucking Young! magazine.

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PHOTOGRAPHY PEPO FERNANDEZ STYLING ESTEBAN POMAR
MAKE-UP: IVAN BARRIA
FX MAKE-UP: CARLA GASIC
MODELS: IAN HARTING (ELITE CHILE) CRISTÍAN VÍAL (WE LOVE MODELS CHILE) PHOTOGRAPHY ASSISTANT: FRANCISCA ZAPATA
FX PROTHESIS DESIGN: RAÚL CUADRA
STYLING ASSISTANT: GERI MARDONES
MAKE-UP ASSISTANT: LYDIA SABET
SPECIAL THANKS TO: ULTRA ESTUDIO

Cagdas Basar for Factice Magazine with Puck Schrover

Photographer: Cagdas Basar. Stylist: Bilgecan Koçana. Hair: Engin Cakmak. Makeup: Berke Seren. Production: Asitane Yapim. Model: Puck Schrover.

iFood terá fundo de assistência de R$ 50 milhões para restaurantes

Empresa também vai permitir que estabelecimentos antecipem recebimento dos pagamentos e vai flexibilizar uso da ferramenta ‘para retirar’, de forma a reduzir movimento em salões

Diego Barreto, diretor financeiro do iFood

A startup de entrega de refeições iFood anuncia, na noite desta quarta-feira, 18, um conjunto de medidas para auxiliar restaurantes em meio à crise por conta da pandemia do novo coronavírus. A empresa vai criar um fundo de assistência de R$ 50 milhões para os estabelecimentos, antecipar pagamentos para os parceiros e também  flexibilizar o uso da ferramenta “para retirar”, reduzindo custos e melhorando fluxo nos salões.

Válidas a partir do dia 2 de abril, as medidas foram reveladas pela startup com exclusividade ao Estado e serão detalhadas em 25 de março. As novidades valem para todos os 131  mil restaurantes parceiros da startup, espalhados em 912 cidades do País. “Nesse momento de incertezas, é importante agirmos para manter ativos e sustentáveis os negócios dos restaurantes que compõem o nosso ecossistema”, afirma Fabricio Bloisi, presidente executivo do iFood.

Segundo a empresa, o fundo de assistência será montado com R$ 50 milhões de suas receitas. Os restaurantes que estiverem elegíveis a serem auxiliados terão uma devolução de parte das comissões cobradas pela empresa nos pedidos feitos a partir de 2 de abril. “Restaurantes que tiverem apenas uma sede, o dono for uma pessoa física e estiverem em áreas de grande impacto do coronavírus estão nas nossas prioridades”, diz Diego Barreto, diretor financeiro do iFood. “A contribuição aos restaurantes vai aparecer como uma devolução nas faturas dos pedidos.” 

A empresa também vai reduzir seu prazo para repassar valores aos restaurantes. Hoje, quando um pedido é feito em um estabelecimento, o valor da conta demora 30 dias para ser resgatado pelos estabelecimentos. A partir de 2 de abril, será possível optar por receber os pagamentos 7 dias depois da compra, sem custo adicional. “Queremos ajudar quem está com fragilidade financeira nesse momento”, afirma Barreto. Segundo estimativas feitas pela própria empresa, a medida pode ajudar na injeção de R$ 600 milhões em capital de giro no setor de restaurantes nos meses de abril e maio. 

A terceira medida é a flexibilização do conjunto de funcionalidades Para Retirar, que permite ao usuário tanto pedir um prato e retirá-lo no restaurante, como também consumi-lo no salão. “Nossa intenção é manter os salões dos estabelecimentos livres. Vamos fazer isso à medida que for possível, respeitando as orientações das autoridades”, afirma Barreto. Taxas sobre esse tipo de serviço, normalmente cobradas dos estabelecimentos, serão devolvidas. 

Esta não é a primeira ação revelada pelo iFood para lidar com o avanço do coronavírus no Brasil: no sábado, a empresa divulgou a criação de um fundo de assistência de R$ 1 milhão para entregadores que tiverem suspeita ou forem infectados com o vírus. Outras empresas, como Uber e 99, também anunciaram práticas semelhantes. 

Questionado pelo Estado se houve alta na demanda com o aumento de casos de coronavírus no País, Barreto tergiversou. “Os números ainda são inconclusivos, são poucos dias. Nosso foco é conseguir manter a sustentabilidade da cadeia desse setor nos próximos 90 dias. Senão muita gente vai quebrar e isso não é bom para ninguém”, acredita. Segundo o executivo, o iFood está em contato com as autoridades avaliando possíveis cenários para os próximos dias – incluindo o de um possível confinamento (lockdown), como feito em países como Itália e China. “Se as autoridades entenderem que esse é um caminho, buscaremos criar condições para que o delivery possa ser uma ferramenta de alimentação da população neste período.” 

Mac mini agora tem o dobro de armazenamento e fica mais caro no Brasil

Além de lançar novos iPads Pro e MacBooks Air com Magic Keyboard, a Apple também atualizou, hoje, o Mac mini — trazendo o dobro de armazenamento interno.

A companhia informou sobre a mudança num pequeno parágrafo no final do anúncio do MacBook Air, destacando que o Mac mini de entrada (processador de quatro núcleos e 3,6GHz) agora vem com SSD de 256GB, enquanto a versão topo-de-linha (processador de seis núcleos e 3GHz) possui um SSD de 512GB.

Estejam eles usando-o como um computador desktop, um drive de armazenamento de músicas e filmes para a família ou como um servidor de compilação de códigos para o Xcode, os clientes adoram o Mac mini. As configurações padrões do Mac mini agora vêm com o dobro da capacidade de armazenamento.

Ao que tudo indica, essa foi a única mudança no Mac mini anunciada hoje. O hardware continua sendo equipado com os mesmos processadores Intel de oitava geração, 8GB de RAM (configurável até 64GB) e GPU Intel UHD Graphics 630.

A atualização do SSD do Mac mini foi também o momento de a Maçã reajustar os preços dele no Brasil: anteriormente, a versão de entrada (com 128GB) era vendida por R$7.000; agora, a versão de 256GB custa R$7.900. Enquanto isso, o modelo topo-de-linha, que custava R$9.400 (com 256GB), agora está disponível por R$10.900 (com 512GB). Ambos os valores são obviamente para pagamentos em até 12x; à vista, há 10% de desconto.

Os novos modelos já estão disponíveis na Apple Store brasileira — já que a atualização foi pontual, não houve a necessidade de nova homologação pela Anatel.

‘Bacurau’ hollywoodiano: filme ‘A Caçada’ condena liberais e conservadores

Fernanda Ezabella
Colaboração para o TAB de Los Angeles

A Caçada : Foto Emma Roberts, Justin Hartley

Um grupo de americanos ricos e altamente armados se reúne para caçar outros humanos num lugar distante do planeta, mas é surpreendido quando suas vítimas reagem e decidem dar o troco. Quem pensou na trama de “Bacurau” (2019), errou.

Estamos falando de “A Caçada”, estrelado por Hilary Swank e Betty Gilpin, cancelado nos EUA em agosto de 2019 após dois tiroteios deixarem 31 mortos em duas cidades norte-americanas, no mesmo dia. A produção — que na época foi criticada até mesmo pelo presidente Donald Trump — ganhou uma segunda chance — a Universal prometeu lançar filme “on demand” (por US$ 20) no final de semana, junto com outras produções atualmente em cartaz. No Brasil, estreia em em 28 de maio.

O filme é uma sátira política de violência extremamente exagerada e cômica. São liberais contra conservadores, num jogo de gato e rato que se desenrola em uma cidade não identificada, até meados da história. Doze pessoas são drogadas e sequestradas de lugares diferentes do país e acordam em uma floresta. Logo, encontram um contêiner cheio de armas para que possam se defender do ataque iminente.

Muito barulho, pouca controvérsia

A direção é de Craig Zobel, pouco conhecido fora dos EUA, mas o roteiro é de Nick Cuse e Damon Lindelof — um dos nomes mais populares do momento em Hollywood. Lindelof é responsável pela série “Watchmen” e foi um dos criadores de “Lost” e “The Leftovers”. A produção é de outro peso-pesado, Jason Blum, da franquia “The Purge” (2013) e “Corra!” (2017).

“Não fizemos nenhuma mudança no filme, só mixagem de som que não estava pronta”, disse Lindelof no cinema lotado da American Cinematheque, no Egyptian Theater, em Los Angeles, na quarta-feira (11). “A única coisa negativa que estamos ouvindo, agora que começamos a mostrar o filme pela primeira vez, é que as pessoas estão um pouco decepcionadas que a história poderia ser ainda mais controversa. Comparada ao barulho que fez, é praticamente inofensiva”, continuou, aos risos.

Assim como “A Caçada”, o brasileiro “Bacurau” também causou acalorados debates sobre cinema e política. Premiado no Festival de Cannes, o filme de Kleber Mendonça Filho e Juliano Dornelles fala sobre americanos invasores de uma cidadezinha no sertão pernambucano — mas, enquanto “Bacurau” toma partido dos sertanejos, caçados de forma aleatória por gente armada que se julga superior, “A Caçada” é equilibrado em tirar um sarro absurdo de ambos os lados do espectro político.

“Ouvi de um amigo [liberal] que viu o filme: ‘Você foi pegou pesado demais com a gente’. E isso me tranquilizou, pensei: ‘Ok, acho que acertamos a mão'”, disse Lindolf. “A última coisa que queríamos era fazer um filme com mensagem ou com alguma moral. Nossa história ironiza completamente a ideia de um filme com moral.”

Nos dois longas, os caçadores usam drones — embora “A Caçada” não tenha a aura surrealista de “Bacurau”, com o drone fantasiado de nave espacial ou droguinha dourada mágica. A violência é igualmente brutal, mas “A Caçada” aposta no absurdo (como, por exemplo, ser empalado vivo e continuar falando besteira).

“Bacurau hollywoodiano”

No evento na cinemateca, a reportagem do TAB perguntou aos roteiristas se eles haviam visto “Bacurau”, mas os dois nunca tinham ouvido falar do filme brasileiro e ficaram curiosos para ver. “Pode soletrar o nome para mim, por favor?”, pediu Lindelof.

Ainda assim, o Brasil ganha uma pequena citação, quando um dos personagens liberais pergunta sobre as favelas do Haiti para seu colega que foi ao país ajudar as missões humanitárias da ONU. “Favelas são no Brasil, não no Haiti”, ele corrige.

Kleber Mendonça Filho, um dos diretores de “Bacurau”, disse ao TAB que não viu “A Caçada”, mas ouviu falar. “É um tema recorrente na história do cinema, não exatamente com o mesmo resultado”, disse. “É uma dessas coisas muito inusitadas do cinema, quando os filmes [de temas parecidos] são pensados de maneira completamente diferente, de lugares totalmente distintos, e terminam saindo no mesmo ano ou mês ou até semana.”

Ele lembrou de outra coincidência que aconteceu com seu trabalho anterior, “Aquarius” (2016), lançado na mesma época do impeachment de Dilma Rousseff. “Dua histórias de mulheres sendo despejadas de suas casas por homens”, comentou.

As referências de Mendonça Filho e Dornelles para “Bacurau” também foram outras, como filmes de faroeste e conflitos armados como a Guerra do Vietnã e a Guerra do Afeganistão, onde os invasores pouco se importavam em entender a história dos invadidos. “Mas a maior referência foi mesmo ‘Asterix'”, disse Kleber Mendonça Filho, sobre a história em quadrinhos francesa, na qual uma pequena vila de bretões é invadida por romanos (e os locais tomam uma poção mágica para ficarem fortes e poderosos).

“Deploráveis”

Curiosamente, quem vai à caça em “A Caçada” são os liberais de elite, uma turma que costuma exigir mais regulamentação de armas no país. E os caçados são os “deploráveis”, apelido que Hillary Clinton deu aos fãs de Trump e que uma das protagonistas do filme usa ao comentar o jogo com seus amigos (um dos “deploráveis” é um dono de podcast que espalha fake news).

Foi esse diálogo do roteiro que vazou para a imprensa em agosto e causou a ira de Trump. Em sua rede social, ele escreveu, sem citar o filme, que o longa havia sido feito para causar o caos. “Hollywood liberal é racista no maior nível (…)

Eles criam sua própria violência e depois culpam os outros (…)”. Nick Cuse, parceiro de Lindelof nos roteiros de “Watchmen” e “The Leftovers”, disse que ficou arrasado por meses após o cancelamento. “Eu genuinamente quis escrever algo para agradar todo mundo. E não porque tenho um coração bom, mas porque sou inseguro demais”, disse. “Jamais queríamos alienar algum grupo.”

Entre as inspirações para “A Caçada”, a dupla citou alguns filmes, como “O Alvo” (1993), de John Woo com Jean-Claude Van Damme, “A Regra do Jogo” (1939), de Jean Renoir, e principalmente “The Most Dangerous Game” (1932), adaptação de um conto dos anos 1920 sobre uma caçada humana numa ilha da América do Sul (aqui, o caçador é um aristocrata russo e a presa é um nova-iorquino famoso por caçar animais em safaris).

A dupla achou que caçar humanos por puro esporte não seria uma boa motivação de personagem. “Achamos que revanche seria um bom motivo. Mas revanche do que? Bem, de zoeira na internet, claro! Não que isso tenha jamais acontecido comigo”, disse Lindolf ironicamente, já que ele costuma receber muitas críticas online por seus seriados.

“Na TV, quando a gente mata um personagem, é sempre um processo cuidadoso. Há consequências, conversamos sobre o que vai acontecer com a série, com o próximo episódio, todo mundo fica de luto”, explicou o roteirista. “Então, pensamos em como seria divertido fazer um filme onde matamos pessoas o tempo todo e não precisamos fazer nada disso. Desde o tempo dos gladiadores temos dentro de nós esse lado que ama ver outros humanos serem mortos — e com o cinema é ótimo, podemos fazer tudo de mentirinha.”

Em “A Caçada”, os liberais são liderados por uma executiva interpretada por Hilary Swank, ganhadora do Oscar por “Menina de Ouro” (2005) e “Meninos Não Choram” (1999). Sua antagonista é Betty Gilpin, a Liberty Bell da série de luta livre “Glow”, no papel de uma mulher esquisitona, veterana de guerra que trabalha numa locadora de carros em Mississippi.

Antes de aceitar o trabalho, Swank quis conversar com os roteiristas. “Isso aqui é para ser engraçado?”, ela perguntou, segundo Lindelof. “Porque eu achei engraçado. Mas se vocês querem fazer algo super sério com isso? bem, não sou a pessoa certa.” Para alívio do roteirista, os dois estavam na mesma página.

Apple lança novo iPad Pro, que fica ainda mais perto de um notebook

Tablet ganha novo processador, teclado com trackpad e novo sistema de câmera tripla

Novo iPad Pro é apresentado 

A Apple revelou nesta quarta, 18, uma atualização para o iPad Pro, versão de alto rendimento de seu tablet. Com as novidades, o iPad ficou ainda mais perto de um notebook – o anúncio foi feito no site da companhia.   

No quesito hardware, o tablet ganhou o novo processador A12Z Bionic e um processador gráfico de oito núcleos, que, segundo a Apple, garantem performance superior a vários modelos de notebook com Windows. 

A tela Liquid Retina continua igual, com suporte de cores P3, ProMotion (ajusta automaticamente a taxa de atualização da tela em até 120Hz), True Tone, alto brilho e revestimento antirreflexo.

Junto com o novo tablet, a Apple revelou duas novidades que complementam a metamorfose do tablet: uma delas é um novo teclado físico, chamado Magic Keyboard, que reserva espaço para um trackpad – é a primeira vez que um teclado de iPad tem trackpad. Para acompanhar o acessório, a Apple revelou que o iPadOS 13.4, sistema operacional do tablet, dará suporte ao trackpad.

O novo Magic Keyboard para iPad Pro. Ele conta com um design flutuante/articulado suspenso e um ajuste suave de ângulo, teclado e trackpad retroiluminado, porta USB-C para recarga e ainda vira uma capa para proteger a parte da frente e de trás do aparelho. Trata-se da melhor experiência de digitação já vista no iPad, de acordo com a companhia. Ele contudo, só estará disponível para compra em maio.

O teclado tem também entrada USB-C e um preço de fazer chorar: US$ 300 para a versão de 11 polegadas e US$ 350 para a versão de 12,9 polegadas. 

Câmera tripla

Outra novidade é o sistema de câmeras do tablet. Era esperado que o novo iPad tivesse câmera tripla como o iPhone 11. Isso aconteceu, mas o conjunto de lentes do iPad tem uma sútil e importante diferença em relação aos celulares. O novo iPad tem uma grande angular (12 MP), uma ultra-angular (10 MP) e um sensor Lidar, que usa laser para medir profundidade e aplicar recursos de realidade aumentada. 

O sensor Lidar é exclusivo dos novos iPads e faz sentido do ponto de vista de uso: um tablet de alta performance agora terá recursos sofisticados de realidade aumentada, uma das áreas de aposta da Apple para o futuro. 

Todas as novidades estarão presentes nos dois tamanhos de iPad Pro, de 11 e 12,9 polegadas. Nos EUA, o novo iPad Pro 11 custará de US$ 800 a US$ 1.450, enquanto o 12,9 custa entre US$ 1.000 e US$ 1.650 dependendo do espaço de armazenamento e da conectividade ou não com redes móveis.  Como todos os aparelhos da Apple, os dispositivos não têm suporte à rede 5G. 

Nos EUA, os dispositivos já estão à venda e começam a ser despachados no dia 25 de março. No Brasil, os aparelhos estão em pré-venda, mas ainda não há data de entrega. O iPad de 11 polegadas custa entre R$ 8,5 mil e R$ 14.850 e o de 12,9 polegadas sai por R$ 10,5 mil e 16.850.   

Novo MacBook Air também na área

Novo MacBook Air lançado nesta quarta
Novo MacBook Air lançado nesta quarta

Junto com os tablets, a Apple apresentou a nova geração do MacBook Air, que tem tela de 13 polegadas. Agora, ele conta com os processadores Ice Lake da Intel, décima geração dos chips da fabricante, que tem velocidade de até 1,2 GHz em cada um dos seus quatro núcleos. A Apple afirma que o processamento gráfico é 80% superior em relação ao seu antecessor. O espaço de armazenamento varia de 256 GB a 2 TB. 

O mais barato sai por US$ 1.000, US$ 100 mais barato que a geração anterior, e o mais caro sai por US$ 2.250. A variação de preço acontece por diferentes configurações de memória, armazenamento e processador. No Brasil, o modelo mais barato sai por R$ 10.300 – os outros preços ainda não estão disponíveis.