Guia de maquiagem de Zoey Deutch para peles com tendência a acne I Beauty Secrets | Vogue

Zoey Deutch revela sua rotina de cuidados com a pele propensa a acne e como ela consegue seus olhos com um tom perfeito de rosa pêssego.

Filmado em Conrad New York Midtown

A Common Thread é uma iniciativa de contar histórias liderada pela Vogue e em colaboração com o CFDA, para aumentar a conscientização e os fundos necessários para aqueles da comunidade de moda americana que foram afetados pela pandemia. Siga este link para doar: https://bit.ly/2JiGs6V

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Pela primeira vez na História, cinemas dos EUA registram bilheteria zero

Enquanto isso, estreia online de “Phoenix, Oregon” gera renda indireta para cinemas independentes

A bilheteria americana registrou zero em arrecadação pela primeira vez na história, diante do fechamento de cinemas para combater a transmissão do coronavírus.

O fato aconteceu porque a Comscore, responsável por monitorar os números de bilheteria, não divulgou seu relatório mensal no último domingo. A decisão, por sua vez, foi tomada porque distribuidores como a Disney não compartilharam seus dados com a empresa.

Alguns filmes, no entanto, registraram uma pequena arrecadação graças a uma parceria de cinemas independentes com serviços de streaming. Segundo o site Box Office Mojo, a comédia “Phoenix, Oregon” acumulou US$ 3.842 a partir de 17 salas. Isto acontece porque, com a parceria, parte da renda gerada por pessoas que assistem ao filme de casa é destinada para pequenos cinemas.

Com o lançamento on-line feito na última sexta-feira nos Estados Unidos, os produtores do filme brincaram com o assunto:

“Nós batemos o recorde de mais baixa arrecadação de todos os tempos de um líder de bilheteria. Não levamos isso muito a sério, obviamente. Mas o que nós levamos a sério é que ajudamos vários cinemas a gerar uma muito necessária arrecadação quando tudo se apagou.”

Facebook e Google devem perder US$ 44 bi por causa da pandemia

Estimativa de firma de investimentos vê encolhimento nas receitas das duas gigantes; ainda assim, ambas deverão ter um ano lucrativo

Facebook e Google devem ter queda na receita por causa do coronavírus (Foto: Facebook HQ)

Facebook e Google podem perder US$ 44 bilhões em receita de publicidade em 2020 por conta da pandemia de coronavírus. Segundo uma projeção da firma de investimentos Cowen & Co, a receita do Facebook deve ficar US$ 15,7 bilhões abaixo do projetado pela firma, enquanto a do Google deve ficar 28,6 bilhões abaixo do esperado. 

O Facebook afirmou nesta terça-feira, 24, que seus negócios estão sendo atingidos pela epidemia de coronavírus, com vendas mais fracas de publicidade apesar dos usuários passarem mais tempo conectados na rede social por conta de medidas de quarentena.

“Não monetizamos muitos de nossos serviços onde estamos vendo um aumento no engajamento, e nós temos visto uma enfraquecimento de nossos negócios com publicidade em países que estão tomando medidas agressivas para reduzir a disseminação do Covid-19”, afirmou o Facebook em comunicado. A empresa, porém, não especificou a magnitude do impacto.

Na quarta, 25, o Rich Greenfield, analista da LightShed, escreveu em nota que as plataformas digitais estão sentido primeiro as dores da crise do coronavírus, dada a facilidade de remover campanhas na internet em compração com outros meios, como a televisão. 

Isso não significa que as empresas não poderão desfrutar do lucro. A Cowen & Co estima que em 2020 o Facebook terá lucro de US$ 33,7 bilhões (margem de 49%), enquanto o Google deve ter lucro de US$ 54,3 bilhões (margem de 43%). /COM INFORMAÇÕES DA REUTERS 

Estilista Christian Siriano passa a produzir máscaras para ajudar combater coronavírus

Christian Siriano, que já fez vestidos para artistas como Celine Dion, atendeu a um pedido de ajuda do governador de Nova York
JOÃO PEDRO MALAR* – O ESTADO DE S.PAULO

Christian Siriano postou uma foto de sua equipe produzindo as máscaras Foto: Instagram/ @csiriano

estilista Christian Siriano, que ficou famoso após ganhar um reality show de moda e já fez vestidos para personalidades como Céline Dion e a atriz Zendaya, está utilizando os equipamentos da sua marca de vestidos de luxo para produzir máscaras cirúrgicas em meio à pandemia do novo coronavírus.

A medida veio após um pedido de ajuda de Andrew Cuomo, governador de Nova York. O estado atualmente possui o maior número de casos do novo coronavírus nos Estados Unidoscom metade dos casos de todo o país, e tem sofrido com falta de equipamentos hospitalares, como máscaras.“Se o governador Cuomo diz que nós precisamos de máscaras, meu time irá ajudar a fazer algumas. Eu tenho um time inteiro de costura trabalhando de casa que pode ajudar”, disse Siriano no Twitter, em 20 de março. Cuomo respondeu o estilista no mesmo dia: “Nós estamos em contato com Christian. Nós apreciamos muito sua ajuda. Quem será o próximo? Vamos fazer isso juntos, Nova York”.

Na terça-feira, 24, Christian compartilhou diversos stories em sua conta no Instagram mostrando sua equipe trabalhando e produzindo as máscaras. “Isso é o que a moda é para nós no momento. Fazendo centenas de máscaras por dia e é com isso que podemos ajudar”, disse o estilista em uma publicação que mostra seu time de costureiras. 

Até ontem, 24, os Estados Unidos registraram 53 mil casos de pessoas contaminadas com o vírus, com nove mil novos casos apenas nesta terça. Também foram confirmadas 700 mortes.

Masquespacio projeta conceito sonhador de sala de estar usando a cerâmica da Roca Tiles

A Roca, uma empresa inovadora dedicada ao design, produção e comercialização de produtos para o banheiro, pisos de cerâmica e azulejos, abordou o estúdio de design Masquesapacio para criar uma apresentação da empresa para a Casa Decor 2020.

“Os desenhos que criamos para a Roca na Casa Decor homenageiam a cerâmica e suas características em design e decoração de interiores, com um aceno à arquitetura greco-romana contemporânea e às fantasias surrealistas que nos dão uma sensação de atemporalidade. Seus observadores tornam-se parte de uma composição mágica de sugestões e cenários envolventes. O espaço, chamado ‘Um Olhar para o Futuro do Passado’, explora as novas maneiras pelas quais, graças à tecnologia Roca, é possível adaptar a cerâmica a qualquer uso, incluindo móveis simbólicos que ‘nos observam’ e detalhes da vegetação orgânica, em contraponto aos revestimentos de pisos e paredes, para formar um ambiente único pela sua composição e iluminação. A elegância das águas sinuosas do mármore polido, seus efeitos intensificadores de luz e refletividade são reproduzidos em porcelana, em faixas de cores mais amplas do que as da própria pedra natural, com acabamentos luminosos, como o índigo e o cobalto do Marble Nouveau e o branco. com listras ocre cruzadas de mármore paranaense. As novas coleções da Roca Tile em exposição na Casa Decor surgem de um estudo exclusivo de tendências, com o desenvolvimento de mármores excepcionalmente brilhantes, peças de cores sólidas, padrões, malhas e azulejos que representam infinitas possibilidades decorativas, para projetar uma estética coerente em espaços integrados e oferecer ambientes únicos. A equipe de pesquisa e desenvolvimento da Roca se esforçou para obter o máximo de recursos em acabamentos impressionantes ”, explicou Ana Milena Hernández e Christophe Penasse, de Masquespacio.

JUNSEIWAN’s Much-Lauded Shredded Aesthetic Is Giving Us Serious Minimal Euphoria

Servindo-nos uma visão de estilo e porte incomparáveis, é JUN, a força criativa por trás dos inimitáveis ​​designs de JUNSEIWAN. Depois de deixar o comando da Maison Margiela em 2018, a JUN cimentou o lançamento de seu selo homônimo em 2019, após anos de emancipação desde que se mudou para Paris em 2015.

O designer quebrou barreiras ao revisar os papéis de gênero: inspirado no hibridismo sumptuoso de masculinidade e feminilidade, o rótulo homônimo é um xará do fundador, misturando-se em seus nomes parentais. A busca criativa se baseia nas reviravoltas inesperadas da beleza não convencional, ou melhor, uma representação de euforia mínima, criando um nome respeitado para si mesmo em um tempo muito curto através de texturas harmoniosamente desfiadas e estética renovada que se vêem sendo assimetricamente modeladas. Mas os fãs não precisam ter medo de comentar que alcançaram a compra ideal, pois essas peças desconstruídas são o ponto principal do lançamento da primeira temporada da gravadora, unindo a ampla gama de volumes a qualidades românticas reconceptualizadas, com textura super texturizada. A JUNSEIWAN concordou em se tornar uma potência estabelecida e multidisciplinar em uma missão de desafiar os papéis de gênero, combinando elementos contrastantes com um foco fluido na funcionalidade e em versões versáteis.

A estréia desta temporada abrange o DNA principal da marca, explorando a idéia coletiva de formas de preconceito de gênero e neutralidade em ação. Um novo foco de reconstrução de anomalias em normalidades é abundante: peças atemporais e contemporâneas prosperam em novas formas de interpretação, criando uma mistura moderna de alfaiataria que não decepciona.

Paulina Wesolowska for ELLE Serbia with Natalia Wowczko and Anastasia Bondarenko

Photographer: Paulina Wesolowska. Stylist: Maciej Dabros. Hair & Makeup: Lauren Paige Searle. Models: Natalia Wowczko at NextModels and Anastasia Bondarenko at ModelWerk.

Assistentes virtuais reconhecem menos falas de pessoas negras — e a Siri é a pior delas

O racismo se manifesta das formas mais inesperadas

Há alguns anos, um conjunto de estudos levantou muita polêmica ao evidenciar o papel do sexismo na construção das assistentes virtuais que equipam nossos dispositivos eletrônicos, como a Siri, a Alexa e o Google Assistente. Pois agora, um outro estudo chegou para trazer à baila a influência de mais uma mácula da sociedade nas assistentes: o racismo.

Recentemente, um grupo de pesquisadores da Universidade de Stanford reuniu sistemas de reconhecimento de voz de cinco gigantes tecnológicas — AppleAmazonGoogleMicrosoft e IBM — e fez um estudo completo sobre a capacidade dos sistemas de reconhecer comandos, comparando os resultados obtidos com pessoas brancas daqueles obtidos com pessoas negras. Os resultados foram publicados na última segunda-feira (23/3) e podem ser conferidos integralmente nessa página.

No total, foram analisados comandos e falas de 42 pessoas brancas e 73 pessoas negras; combinando os resultados de todas as empresas, os sistemas compreenderam incorretamente 19% dos termos proferidos pelos usuários brancos, e mais de 35% dos termos proferidos pelos negros; 2% das palavras proferidas pelos brancos foram consideradas incompreensíveis; esse índice subiu 10x, para 20%, no caso dos negros.

Analisando os resultados de cada empresa individualmente, a Microsoft foi a que se saiu melhor, enquanto a Apple apresentou as diferenças mais amplas entre os reconhecimentos de vozes de brancos e negros — todas elas, entretanto, apresentaram uma diferença significativa em algum grau.

Dois pontos, entretanto, precisam ser explicitados. O primeiro é que os pesquisadores não utilizaram as assistentes virtuais de cada empresa em si, e sim os sistemas de reconhecimento de fala disponibilizados publicamente por cada uma delas — no caso da Apple, por exemplo, o sistema pode não ser exatamente o mesmo daquele usado (de forma proprietária) pela Siri, ainda que ele siga os mesmos princípios e seja baseado nas mesmas tecnologias que possibilitam o funcionamento da assistente.

Além disso, é importante notar que os pesquisadores utilizaram, no caso das falas proferidas por pessoas negras, o inglês vernáculo afro-americano (IVAA), uma variação do inglês estadunidense comum que conta com uma boa quantidade de termos e estruturas linguísticas diferentes — isso porque, nos Estados Unidos, há uma variação considerável à língua falada por pessoas brancas e negras por conta dos séculos de segregação racial (ao contrário do Brasil, onde essas diferenças são menos marcadas).

Tudo isso serve para mostrar que os sistemas analisados podem ter problemas para reconhecer certas palavras e estruturas fraseais mais comuns no vocábulo associado à população negra dos EUA; não se trata, portanto, de uma dificuldade em reconhecer a voz de pessoas negras em si (caso um branco e um negro proferissem exatamente a mesma frase, as assistentes provavelmente as reconheceriam da mesma forma), e sim de reconhecer particularidades idiomáticas de uma parcela da população.

Isso, claro, não deixa de ser um problema. Obviamente, não dá para dizer que a Siri ou a Alexa são racistas, até porque elas não têm cérebro ou consciência (ainda); por outro lado, é inegável — após esses resultados — constatar que o racismo tenha influenciado a construção dessas assistentes e desses sistemas de reconhecimento. Não o racismo explícito, na cara, e sim aquele mais insidioso, estrutural, que coloca o modo de falar de pessoas brancas como padrão. [MacMagazine]

VIA THE VERGE

Príncipe Charles está infectado com o coronavírus

Herdeiro do trono do Reino Unido tem 71 anos e testou positivo para o covid-19; ele está isolado em uma residência na Escócia

Príncipe George, príncipe Charles, rainha Elizabeth II e príncipe William. Foto: Ranald Mackechnie / Buckingham Palace via AP

príncipe Charles, herdeiro do trono do Reino Unido, testou positivo para o Covid-19, informaram autoridades do Palácio de Buckingham nesta quarta-feira, 25. A BBC confirmou a informação.

Charles, de 71 anos, teve sintomas leves do coronavírus, mas, fora isso, “está com boa saúde e tem trabalhado de casa nos últimos dias”, informaram as autoridades.

A mulher de Charles, Camilla Parker-Bowles, a duquesa de Cornuália, de 72 anos, não foi diagnosticada com o vírus, assim como nenhum outro integrante da família real britânica.

Os dois estão isolados em uma residência na Escócia.

Segundo informações da BBC, há pelo menos duas semanas Charles não tem contato com a rainha Elizabeth II.

A rainha Elizabeth II está em quarentena auto-imposta há quase duas semanas. A monarca, de 93 anos, está isolada no Castelo de Windsor desde 15 de março, acompanhada de seu marido, o príncipe Philip.

Segundo a imprensa britânica, a rainha está mantendo contato com sua família por meio de aplicativos como FaceTime e Skype. O distanciamento social ocorreu depois que um membro do Palácio de Buckingham testou positivo para a Covid-19.

Monitoramento diário

Em entrevista à revista “Tatler”, Anna Hemming, da Clínica Cranley, que atuou durante sete anos como médica residente da família real, disse que os membros da realeza britânica estão sendo monitorados diariamente por uma equipe médica durante a pandemia do novo coronavírus. Elizabeth II, de 93 anos, e seu marido, Philip, de 98 anos, são as maiores preocupações.

“Estão claramente no grupo de alto risco”, afirmou Anna. “Acredito que a família conversará todos os dias com os médicos e tomará todas as precauções razoáveis, principalmente o duque de Edimburgo, o mais frágil da família”, emendou a médica.

Ela acrescentou ainda que todos que vivem no palácio receberam a orientação de se autoisolarem caso desenvolvam qualquer sintoma./AFP E REUTERS