Um olhar sobre o elegante escritório de Paris da Synchrone

A empresa de consultoria de negócios Synchrone contratou recentemente a empresa de arquitetura e design de interiores BMA Group para projetar seu novo escritório em Paris, França.

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Reception

“O novo layout reflete o dinamismo da Synchrone e seu desejo de recrutar jovens talentos. Elegância e sobriedade são essenciais. Localizado no 5º andar do edifício pertencente a Tishman Speyer, o espaço é dividido em dois espaços separados.

O loft e o centro de negócios para imersão total na Synchrone
Este escritório loft de estilo industrial consiste em uma recepção e uma área de relaxamento aconchegante, incorporando uma cozinha de bistrô. O parquet “Eastern Oak”, os materiais inovadores “Touch Fenix” e as lâmpadas de design “Tom Dixon” ou “Artemide” proporcionam uma atmosfera acolhedora e vintage ao todo. O refinado centro de negócios permite que você continue imersão e discussões em um ambiente íntimo e aconchegante.

O espaço aberto para um ambiente de trabalho clássico, limpo e funcional. A simplicidade do palco é contrabalançada pelas inúmeras salas de reuniões que levam o nome de grandes cidades como Paris, Cidade do México ou Boston. Eles trazem um lado mais estatutário e são decorados com molduras e lustres que lhes dão um toque “chique parisiense”.

Digital no centro do planejamento
A Synchrone suporta a transformação digital de grandes organizações, e é por isso que o BMA Group optou por um espaço de conexão completo com um sistema wifi em salas numéricas, ou seja: sem cabos para uma visualização eficiente. Um sistema de reserva de quartos, terminais e armários digitais estão disponíveis para os funcionários com um sistema RFID (sistema para armazenar e recuperar dados remotamente) ”, diz BMA Group.

  • Location: Paris, France
  • Date completed: 2020
  • Size: 15,069 square feet
  • Design: BMA Group
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Waiting area
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Meeting space
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Breakout space
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Meeting room

Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, e imprime uma nova beleza nas passarelas

Fashion darling do momento, Kaia Gerber se destaca da sombra da mãe, Cindy Crawford, ícone da era das supermodels nos anos 1980, dentro e fora das passarelas
Renata Brosina, Fhits

Modelo veste a alfaiataria do inverno 2020 da grife italiana Bottega Veneta.  Foto: Divulgação

Se existe alguém que nasceu na moda e literalmente tem uma referência do que esperar da indústria, esse alguém é Kaia Gerber. Convivendo em um círculo de relacionamentos criado por sua mãe, Cindy Crawford, e pai, o ex-modelo e empresário Rande Gerber, hoje ela está em uma construção sólida de sua própria carreira como modelo. Após tanto tempo vivendo em uma atmosfera baseada no clã Kardashian-Jenner, a moda precisava de um frescor, e Kaia serve como referência de estilo para mulheres de diferentes idades. Isso é o mais curioso sobre ela: como consegue atingir públicos tão diferentes sendo ainda tão nova?

A norte-americana, de 18 anos, tem aparecido nos desfiles certos e se transformou no rosto da moda de marcas como Chanel, Prada, Bottega Veneta, Givenchy e Miu Miu. Sua beleza clássica traz um contraste novo para esta geração. Nada de bocão, cabelão e corpão. Ela tem traços delicados, cabelos curtos e, fora de cena, aparece praticamente sem maquiagem. Uma representação oposta do que foi visto por tanto tempo nos holofotes – com superproduções, curvas acentuadíssimas e contornos. Um surreal irreal que já cansou. 

Os excessos podem ter sido o estopim para validar a necessidade de uma nova referência. A moda pede isso o tempo todo. Um certo distanciamento do que é tendência permite chegar ao que é realmente belo – e não estamos falando sobre perfeição. O equilíbrio em si é o resultado dessa busca, nem mais, nem menos. Kaia parece tirar de letra essa equação. Ela assumiu o corte de cabelo acima dos ombros. O corpo, além da genética dos pais, é trabalhado com uma combinação de exercícios e alimentação saudável. No rosto, um ritual de skincare precioso, mas coerente com a idade. 

Desde o desfile do verão 2018, da Calvin Klein, aos 16 anos, Kaia é observada. Na ocasião, ela foi vista pela primeira vez cruzando uma passarela, com seu olhar ainda tímido. Logo em seguida, as publicações adotaram novas medidas sobre limitações de idade no setor, ou seja, que nenhuma modelo com menos de 18 anos poderia aparecer nos editoriais. A proibição ocorreu por causa da série de assédios e agressões sexuais em meio aos movimentos #MeToo e Time’s UP. E ela, em vez de sentir que foi prejudicada, viu nisso uma oportunidade para ser ouvida e respeitada – algo que, claramente, não era muito comum na época em que Cindy começou, na década de 1980. Após alcançar a idade certa, Kaia marcou capas de revistas mundo afora. A sua maturidade a fez ganhar o público, não só pela beleza, mas pela personalidade. O fato de os pais nunca terem isolado Kaia e o irmão, o também modelo Presley, foi uma forma de deixá-la ainda mais confiante. 

De acordo com ela, é um elogio incrível quando a comparam com Cindy – seja pela sua forma de agir ou de ver o mundo. O que é especial nessa relação entre as duas é a maneira como separam as situações: cada uma representa a sua geração na moda. Durante a temporada do verão 2018 da Versace, Cindy apareceu ao lado de Carla Bruni, Claudia Schiffer, Naomi e Helena Christensen no desfile em uma coleção que homenageava o estilista Gianni Versace. Na mesma apresentação, ela e a filha estiveram juntas na passarela. 

Com tantas evidências de estar seguindo os passos da mãe na carreira, Kaia mostra seu olhar contemporâneo para o que é a moda e a vida de modelo. Sem falar nas suas experiências que, invariavelmente, têm o adendo das redes sociais – o que favorece essa comunicação ainda mais direta com seus seguidores. Algo muito distante da forma como Cindy lidava com seus fãs. 

Tudo indica que na moda também a fruta não cai muito longe do pé. 

Tendências: Back to Black

Sinônimo da força e independência da mulher há décadas, o preto volta a ocupar o primeiro lugar nas passarelas internacionais
Renata Brosina, Fhits

Básico, clássico, icônico. São muitos os apelidos dados à cor que pontua há 80 anos a história da moda. 

A cor preta volta a ocupar o primeiro lugar nas passarelas internacionais. Na foto, desfile da Chanel.  Foto: Divulgação

Se Coco Chanel levou o preto ao patamar da elegância, quando disseminou a cor em roupas, inclusive, inspiradas nas vestimentas das freiras do austero convento onde cresceu, em Aubazines (tema de sua coleção de verão 2020, por Virginie Viard), Yves Saint Laurent também levou a tonalidade escura para os smokings que migraram para o guarda-roupa feminino. Décadas mais tarde, Dolce & Gabbana trouxe a sua mulher siciliana para a passarela, a bordo de conjuntos e vestidos rendados da cor, com direito até a véus. Para essas grifes, o preto é uma certeza, e isso parece ter voltado novamente às passarelas internacionais nesta temporada.

Reforçando a ideia, o inverno 2020 comandado por Domenico Dolce e Stefano Gabbana apresentou 62 looks (dos 121 desfilados) com foco no preto. Crochês e tricôs, que retratam o fatto a mano, fizeram parte da celebração da dupla ao trabalho dos artesãos – a tradição italiana como temática para a coleção. Até o shape emblemático da grife, com cintura marcada e decote princesa em vestidos com fendas, vem na cor icônica – uma diversidade de versões e materiais que envolvem o conceito do “black look”.

Desfile Prada
00Sinônimo de força e independência da mulher, o preto volta a ocupar o primeiro lugar nas passarela. Na foto, desfile da Prada.  Foto: Divulgação

Já na Chanel, Kaia Gerber, nossa cover-girl, chamou a atenção com seu vestido preto com estrutura off-shoulders e manga bufante, em meio a um cenário minimalista. De acordo com Virginie Viard, diretora criativa da maison, a escolha pelo cenário simples (e muito chique, claro) foi basicamente para deixar o foco apenas para a roupa. E assim foi. Uma apresentação que mostrou a cor em versões monocromáticas ou contracenando com sua dupla preferida: o branco.

Na Balenciaga, um dos desfiles mais falados da temporada por sua apresentação imersiva, os 15 primeiros looks, dos 120 desfilados, são all black, e 66 têm o preto como tom principal. O conceito do preto como poder e austeridade demonstra  uma constante observação  do  estado do mundo. O preto dos novos anos 20 traz força e feminilidade, esta antes atribuída, principalmente, ao rosa. A pergunta que fica é: será que “black is the new pink”?

Greg Adamski for Harper’s Bazaar Arabia with Madu Garcia

Photography: Greg Adamski. Styling: Anna Castan. Hair & Makeup: Melanie Meyer. Model: Madu Garcia.

Atores Kate Winslet, Laurence Fishburne e Matt Damon do filme ‘Contágio’ fazem campanha contra coronavírus

Ação para difundir medidas de prevenção foi organizada por universidade; filme de 2011 aborda pandemia global semelhante ao coronavírus

Campanha “Controle o Contágio” reúne atores de filme sobre pandemia / Foto: Divulgação/ Universidade de Columbia

Os atores da megaprodução cinematográfica de Steven Soderbergh, Contágio, de 2011, se uniram à cientistas da faculdade de saúde pública da Universidade de Columbia para uma série de vídeos explicando medidas de prevenção contra a covid-19.

Kate WinsletLaurence Fishburne e Matt Damon, entre outros atores do filme, gravaram vídeos pedindo para que as pessoas lavem as mãos, pratiquem o distanciamento social e busquem informações de fontes confiáveis.

“A segurança de nossa sociedade está literalmente em suas mãos”, diz a atriz.

A campanha da universidade foi chamada “Controle o Contágio”. “A pandemia não pode ser terminada por nenhuma pessoa, organização ou país sozinho. Todos precisamos trabalhar juntos e fazer nossa parte”, afirma o comunicado da instituição.

O filme ganhou destaque recentemente por seu roteiro quase premonitório: um vírus vindo de morcegos que causa uma pandemia, com pessoas morrendo em ritmo acelerado enquanto cientistas buscam uma cura e notícias falsas se espalham.

Os Estados Unidos já são o país mais afetado pelo coronavírus no mundo. O número de casos passa de 104 mil, com 1.693 mortes.

Assista aos vídeos da campanha:

Tom Hanks e Rita Wilson retornam aos EUA após quarentena na Austrália

Casal diagnosticado com coronavírus no início do mês volta a se recuperar em casa
GABRIEL AVILA

600 Tom Hanks e Rita Wilson 

Duas semanas após serem diagnosticados com coronavírus, os atores Tom Hanks e Rita Wilson retornaram aos EUA. Hanks, que contraiu a doença durante as filmagens da cinebiografia de Elvis Presley na Australia, permaneceu em quarentena no país com sua esposa. O ET revelou uma foto do casal de volta à Los Angeles que mostra o astro de Forrest Gump sorrindo ao volante.

Desde o começo da pandemia do coronavírus, várias áreas do entretenimento foram afetadas com o adiamento de estreias, paralisação de produções e cancelamento de grandes eventos.

Vozes de robôs como Alexa e Siri reforçam na tecnologia imagem da mulher servil

Quarentena com assistentes virtuais deixa mais claro como a inteligência artificial repete estereótipos do mundo real
Úrsula Passos

Intervenção sobre imagens da série ‘Rosa Púrpura’, obra de 2014 da artista visual Berna Reale Ilustração/Jairo Malta

RIO DE JANEIRO – Nestes dias, muitos estão confinados em casa como parte dos cuidados contra o coronavírus. Talvez seja a hora de estreitar os laços com seu assistente de voz. Ou melhor, a sua assistente de voz.

Cada vez mais populares, os assistentes virtuais falantes são programados para interagir de forma pouco mecânica. Por isso, usam vozes e entonações que buscam imitar as humanas quando perguntados sobre a previsão do tempo ou requisitados para tocar música.

Eles podem estar no seu celular, como o Assistente Google e a Siri, no seu computador, como a Cortana, da Microsoft, ou em alto-falantes inteligentes, como a Alexa, da Amazon.

Esses são os principais assistentes de voz usados no mundo, que atendem com timbres femininos aos chamados de seus usuários. Eles também se expressam de acordo com determinados estereótipos de comportamento feminino.

Segundo um relatório da Unesco, as assistentes de voz podem reforçar a desigualdade de gênero, uma vez que se apresentam sem capacidade de se defender de ofensas, e com respostas pouco firmes a interações que mimetizam o assédio sexual. Elas são, porém, cheias de simpatia, gentileza e certo humor infantil.

Tais qualidades aparecem ainda na voz da “soubrette”, uma personagem-modelo do teatro, e sobretudo da ópera, que engloba papéis de criadas, camareiras e empregadas.

Marília Vargas, soprano, professora da Escola de Música do Estado de São Paulo e do Coral Jovem do Estado, analisou a fala desses quatro assistentes.

Segundo ela, para quem Alexa e Siri têm as vozes menos robóticas, é possível fazer um paralelo entre as vozes dessas personagens frívolas, sedutoras e espertas, como a Despina, de “Così Fan Tutte”, de Mozart, com as das assistentes virtuais.

“As assistentes falam em tons leves e usam a parte média da voz, sem extremos graves ou agudos, exatamente como nesses papéis de ‘soubrette’”, diz.

No cinema, há figuras como Samantha, que conversa com Joaquin Phoenix em “Ela”, ou Ava, que confunde um jovem programador em “Ex Machina”, tão diferentes de máquinas como Hal, o vilão assassino de “2001: Uma Odisseia no Espaço” ou o robô vivido por Arnold Schwarzenegger em “Exterminador do Futuro”.

Tyler Schnoebelen, especialista em linguagem de programação, levantou 77 personagens de inteligência artificial em 62 filmes, de 1927 a 2015, em artigo publicado na Figure Eight, plataforma digital que auxilia projetos de inteligência artificial. Dos 77, três são sem gênero definido, 57 são masculinos e 17 femininos. Porém, 50% dos masculinos foram criados antes de 1987, enquanto só 29% dos femininos apareceram antes disso.

À medida que a inteligência artificial foi sendo posta sob controle dos humanos e deixou de ser ameaça, ela passa a ser encarnada não mais por figuras masculinas, mas sim por contornos femininos.

Uma pesquisa de 2018 da LivePerson mostrou que 8,7% dos usuários de assistentes de voz nos Estados Unidos preferem uma configuração de voz masculina, enquanto 45,9% preferem vozes femininas e 45,4% dizem não se importar.

A preferência pela voz feminina, porém, pode vir da infância. “Nos cinco primeiros anos de vida formamos mais conexões entre os neurônios no cérebro do que no resto da vida”, afirma a fonoaudióloga Ingrid Gielow.

“Toda informação que se forma no período são memórias muito robustas e, na maioria das culturas, quem cuida da criança é a mãe.”

Uma qualidade do nosso cérebro, contudo, é a plasticidade, frisa ela. “Se começo a ter a opção de ter a voz masculina também, posso mudar a minha percepção em relação a esses registros”, ela afirma.

Dos 70 assistentes virtuais analisados pela Unesco, dois terços ofereciam só a voz feminina. Embora os principais assistentes hoje tenham sido lançados com a opção feminina, hoje Siri e o Google Home, alto-falante inteligente da marca, já têm opções masculinas.

Em 2017, o site Quartz fez um teste com alto-falantes inteligentes para checar suas respostas a insultos, demandas e comentários sexuais.

Com exceção do Google Home, que não entendia insinuações sexuais, as respostas eram, em sua maioria, evasivas, às vezes com gracejos e flertes, e raramente negativas. No teste, Siri respondeu à frase “você é uma vadia” dizendo “eu coraria se pudesse”.

Depois de uma petição assinada por 17 mil pessoas, Apple e Amazon impediram que seus assistentes respondessem de maneira brincalhona a insultos sexuais. Em 2019, Siri respondeu à mesma ofensa “não sei o que dizer quanto a isso”.

Pensando que a convivência com tais máquinas reforce o modo desigual com que homens e mulheres são tratados, a Unesco sugere medidas a serem tomadas, como o aumento de mulheres na área de tecnologia —uma pesquisa da Wired de 2018 apontou que só 12% dos pesquisadores de inteligência artificial são mulheres.

As medidas incluem ainda deixar de oferecer assistentes femininos como padrão, tendo sempre a opção masculina e feminina, e que se busque criar voz e comportamento neutros para as máquinas.

“Uma voz robotizada não vai pegar, porque não tem emoção”, diz Gielow. “Uma mistura entre elementos masculinos e femininos, finais ascendentes e descendentes de acordo com a emoção que se quer passar e uma frequência média podem ser a solução”, afirma ela.

No ano passado, surgiu Q, a primeira tecnologia de voz de gênero neutro, criada por linguistas e designers de som a partir das vozes de cinco pessoas que não se identificam como homem nem como mulher. A frequência dela fica entre 145 Hz e 175 Hz —a faixa da voz masculina costuma variar entre 80 Hz e 150 Hz e a feminina, entre 150 Hz e 250 Hz.

Ainda que confinado, é bom não confundir seu —ou sua— assistente com um humano, mas, da próxima vez que dizer aquele “hey”, seja gentil. “O que nos torna humanos é a comunicação”, diz Gielow.​

Steven Chee for Grazia Australia with Mildred Gustafsson

Photography: Steven Chee. Fashion Direction: Charlotte Stokes. Hair: Anthony Nader. Makeup: Afton Radojicic. Fashion Assistants: Patrick Zaczkiewicz & Chloe De Torres. Model: Mildred Gustafsson at Chic.

Décor do dia: banheiro com piso, paredes e bancada com revestimento rosa

Monocromático, o ambiente foi completamente encapado com revestimentos na cor rosa millennial
POR MARIANA CONTE | FOTO REPRODUÇÃO PINTEREST

Banheiro com revestimento rosa millennial no piso, nas paredes e também na bancada

millennial pink, tom de rosa clarinho eleito como tendência há alguns anos, entrou de vez no gosto popular e sempre que um projeto usa e abusa da cor é garantia de sucesso. Neste banheiro, a nuance foi a única escolhida, criando uma decoração monocromática – solução que sempre dá mais impacto ao visual de um ambiente.

Mas não foi só o uso de uma única cor que deixou o projeto cheio de personalidade. A aplicação do mesmo revestimento em todo o espaço deu um efeito mais dramático ao décor. Em formato de pequenos quadradinhos, o acabamento foi usado também na bancada, além das paredes e do piso. A prateleira de madeira e o espelho sobre o mesmo material completam o espaço.