Dior Men Pre-Fall 2020 Campaign

Dior revela sua nova campanha Pre-Fall 2020, shot by Steven Meisel and featuring Shawn Stüssy lettering and graphics.

A campanha também apresenta o novo Air Jordan 1 High OG x Dior sneakers.

6 aplicativos fashion para baixar na quarentena

Para quem adotou o celular como melhor amigo nessa quarentena e quer conhecer novos apps além do Instagram
MARIE CLAIRE

Dicas de aplicativos de moda para baixar. (Foto: Pinterest)

Desde que o isolamento social começou pra valer, muita gente adotou o celular como melhor amigo nessa quarentena. Mas, quais apps você usa além do Instagram e Facebook? Nenhum? Não muitos? Bom, para dar um upgrade nesse conjunto, selecionamos 6 aplicativos fashion para baixar na quarentena e te ajudar a se distrair ou colocar a mão na massa.

Stylicious
Stylicious é um aplicativo à la Cher, do filme As Patricinhas de Beverly Hills. Você baixa, fotografa suas roupas, acessórios e sapatos, e cria um closet virtual que pode te ajudar a pensar em novas combinações. Além dessa função, o app também indica opções de compras online!

Enjoei
Enjoei, aplicativo da plataforma online de compra e venda de segunda mão, é um bom download para se fazer nesse momento. Que tal após fazer uma limpa no guarda-roupa colocar algumas peças para vender em vez de deixá-las paradas?

WhoWhatWear
WhoWhatWear é um site de moda americano e bom termômetro de tendências de moda e celebridades. Vale o download para quem quer ficar por dentro das últimas notícias de moda mesmo sem sair de casa.

Closet Space
Assim como o Stylicious, você precisará clicar e fazer um upload das suas roupas depois de baixar o aplicativo, mas a diferença é que o Closet Space consegue sincronizar a previsão do tempo na sua localização e sugerir looks que dão match com essa informação. Legal, né?

Costufy
Costufy é uma ótima saída para quem quer se aventurar no campo da costura, mas não sabe como fazer. Ele tem workshops e explicações didáticas para você colocar a mão na massa, ou melhor, na agulha e linha.

URSTYLE
Você é daquelas que gostam de fazer carrinhos de compras online, mas nunca finalizam por medo das peças não se combinarem ou combinarem com o que você já tem no guarda-roupa? Então esse aplicativo é para você. O URSTYLE te ajuda a compilar a sua wishlist de diferentes websites em um só lugar para você salvar os links e visualizar tudo junto se dá match ou não com o seu estilo.

Julia Garner – PorterEdit March 30th, 2020 By Terence Connors

Heart & Soul   —   PorterEdit March 30th, 2020   —   www.net-a-porter.com
Photography: Terence Connors Model: Julia Garner Styling: Rebecca Dennett Hair: Bobby Eliot Make-Up: Stoj Manicure: Dawn Sterling
Set Design: Carrie Ashley Hill

Dior fabricará máscaras de proteção durante pandemia do novo coronavírus

Marca francesa cria peça para evitar a Covid-19 e segue medida adotada por outras grifes de moda
Sarah White

Modelos desfilam peças da coleção outono-inverno criada por Maria Grazia Chiuri, no espaço montado pela grife Christian Dior na Semana de Moda de Paris 2020/21 25.fev.2020 – Piroschka Van de Wouw/Reuters

PARIS | REUTERS – A grife francesa Christian Dior anunciou nesta terça-feira (31) que uma de suas oficinas havia começado a produzir máscaras faciais para trabalhadores em supermercados e outros setores que continuam atuando durante a pandemia do coronavírus, repetindo uma medida adotada por outras marcas de luxo.

A Dior, que é de propriedade da LVMH, irá produzir equipamentos de produção em uma unidade na Bretanha, no norte da França, que normalmente faz roupas de alta qualidade para bebês e que será equipada também por trabalhadores voluntários.

Todas as outras unidades de produção da marca estão fechadas.

A França começou sua terceira semana de isolamento total com o objetivo de combater a propagação do vírus, embora algumas fábricas de indústrias ainda operem ou busquem reabrir após adotarem novas medidas de saúde.

Outras empresas de moda na França e na Itália, países que abrigam as maiores marcas do mundo, também começaram a se voltar à produção de máscaras faciais ou trajes médicos, entre elas Gucci, Prada e Chanel.

A LVMH também utiliza algumas de suas fábricas de perfume para produzir álcool em gel, assim como outras fabricantes de cosméticos.

Apple dobra doações para combater o Coronavírus na China

Empresa também continuará pagando funcionários na quarentena e oferecendo funções alternativas


O avanço da pandemia do Coronavírus (COVID-19) está exigindo das empresas ações assertivas para driblar o momento de crise, e a Apple não é indiferente em relação a isso.

Mais do que medidas de prevenção, a gigante de Cupertino também está contribuindo financeiramente com países como a China, que se recupera do impacto causado pelo vírus à medida que cidades retomam suas atividades.

Ainda no começo do surto de Coronavírus por lá, a Apple havia feito uma doação (não especificada) para ajudar o país no combate da doença; agora, porém, o CEO1 da Maçã, Tim Cook, confirmou numa rede social chinesa que a empresa contribuirá com mais de 50 milhões de yuans (cerca de US$7 milhões).

De acordo com informações da Reuters, a doação original, de janeiro passado, foi destinada a “uma resposta de emergência à crise”, ao passo que o novo investimento pretende garantir maior estabilidade “a longo prazo”.

Além da China, a Maçã contribuiu com a Itália, onde há o maior número de óbitos causados pela COVID-19 (mais de 12 mil, no último levantamento), e com os Estados Unidos, a partir da doação de milhões de máscaras para profissionais de saúde.

Apple cumprirá contratos mesmo com fechamento dos campi

No Vale do Silício (Califórnia), casa da Maçã, existe uma ordem para que a população permaneça dentro de casa, obrigando empresa como a Apple a fecharem seus campi/escritórios.

Apesar disso, uma nova reportagem do Wall Street Journal2 mostra que a companhia continuará honrando os contratos de seus funcionários, diferentemente do que vinha sendo especulado.

Mais precisamente, centenas de trabalhadores foram informados de que seus contratos seriam suspensos sem acerto, mas a Apple parece ter revertido o curso dessa decisão. Entre os contratos “ameaçados”, estariam o de zeladores e motoristas do Apple Park e de Infinite Loop.

Parece que muitos funcionários foram erroneamente informados de que seus empregos seriam suspensos, e segundo o WSJ ainda não está claro o porquê. O fato é que a Apple continuará pagando seus funcionários horistas e contratados da mesma forma durante o período de quarentena.

Ocupações alternativas de home office

Ainda pensando nos seus funcionários que estão trabalhando de casa, a Apple agora está oferecendo a muitos deles uma oportunidade de trabalhar como “consultores de suporte” temporariamente, de acordo com a Bloomberg3.

Entre os funcionários selecionados para ocuparem a função temporária, estão vendedores e outros colaboradores do varejo, os quais receberão incentivos financeiros caso aceitem a proposta. Não está claro quanto tempo essa ocupação durará ou se ela está sendo oferecida em outros países.

Aparentemente, a necessidade de mais mão de obra na área de suporte pode estar relacionada com o lançamento do “iPhone 9”possivelmente neste mês, sendo que os funcionários recém-contratados nessa área receberão iMacs para ajudar a companhia na venda e no suporte a clientes, segundo o leaker Jon Prosser.

Além dos iMacs, a Bloomberg informou que a Apple garantirá aos funcionários “boa conexão à internet” e um curso de treinamento virtual durante as próximas semanas.

Por fim, em mensagens para seus funcionários, a chefe de varejo e pessoas da Apple, Deirdre O’Brien, reiterou que as lojas da Apple reabrirão aos poucos, dependendo das condições locais a partir deste mês.

VIA 9TO5MAC [12]; MACRUMORS

Conheça 5 cursos de moda online para fazer em casa

Por que não aproveitar o período em casa para estudar moda? Selecionamos cursos virtuais gratuitos pra você
MARIE CLAIRE

Cursos online gratuito. (Foto: Pinterest)

Com o isolamento social, universidades, faculdades e outras instituições de ensino abriram muitos workshops online de forma gratuita para quem está em casa aproveitar o período estudando, é claro. Confira uma seleção de 5 cursos de moda online:

  1. Como criar um painel de inspiração
    Na plataforma Udemy, um dos cursos de graça que envolvem moda é o Como criar um painel de inspiração para sua coleção de moda. O plano de ensino visa ajudar pequenos empreendedores, donos de marcas independentes, a montar um moodboard que esteja alinhado ao seu público alvo e ao que você quer passar nas suas criações.
  2. Consultoria de moda
    Já no Prime Cursos, há um curso de consultoria de moda em duas partes e ambas gratuitas, é claro. O conteúdo contempla uma visão do mercado de moda, identificação de cores e padronagens, entre outros tópicos importantes.
Curso online de moda gratuito. (Foto: Pinterest)
  1. O ponto de venda como experiência
    O Sebrae oferece inúmeros cursos online também e, entre eles, um workshop sobre como tornar o ponto de venda em experiência para o consumidor, um ótimo curso para pequenos empreendedores na crise.
  2. História de moda
    O Prime Cursos também oferece um curso de história de moda online de graça. Da pré-história aos dias atuais, as aulas passam por todas as décadas e evoluções do mundo da moda e vestimenta.
Curso online de moda gratuito. (Foto: Pinterest)
  1. Gerenciamento de marcas de luxo
    O Coursera abriu muitos dos seus cursos online de forma gratuita mundo afora. Um deles é o Management of Fashion and Luxury Companies, oferecido pela italiana Universidade de Bocconi.

Economistas da Casa Branca alertaram em 2019 que uma pandemia poderia devastar os EUA

Estudo de setembro de 2019, antes do coronavírus, foi ignorado
E-INVESTIDOR
einvestidor@estadao.com

(Jim Tankersley, The New York Times News Service) – Economistas da Casa Branca publicaram um estudo em setembro de 2019 que alertou que uma doença pandêmica poderia matar meio milhão de americanos e devastar a economia. Foram ignorados dentro da administração. No final de fevereiro e início de março, quando a pandemia de coronavírus começou a se espalhar da China para o resto do mundo, os principais assessores econômicos do presidente Donald Trump minimizaram a ameaça que o vírus representava para a economia e a saúde pública dos EUA.

“Não acho que o corona seja uma ameaça tão grande quanto as pessoas imaginam”, disse o presidente em exercício do Conselho de Assessores Econômicos, Tomas Philipson, a repórteres durante um briefing de 18 de fevereiro, no mesmo dia em que mais de uma dúzia de passageiros de navios de cruzeiro americanos que haviam contraído o vírus foram evacuados para casa.

“As ameaças à saúde pública normalmente não prejudicam a economia”, disse Philipson. Ele sugeriu que o vírus não seria tão ruim quanto uma temporada de gripe normal.

O estudo de 2019 alertou o contrário – especificamente pedindo aos americanos que não confundam os riscos de uma gripe típica e uma pandemia. A existência desse aviso mina as alegações dos funcionários do governo dos Estados Unidos nas últimas semanas de que ninguém poderia antever o vírus danificando a economia.

O estudo foi solicitado pelo Conselho de Segurança Nacional, segundo duas pessoas familiarizadas com o assunto. Um dos autores do estudo, que desde então deixou a Casa Branca, agora diz que faria sentido para o governo efetivamente encerrar a maioria das atividades econômicas por de dois a oito meses para retardar o vírus.

Vidas perdidas

O coronavírus se espalhou rapidamente pelos Estados Unidos e por sua economia, matando mais de 3 mil americanos e fazendo o país mergulhar no que os economistas preveem que será uma profunda recessão. Um número crescente de governadores e autoridades locais efetivamente interrompeu grandes quantidades de atividade econômica e ordenou que as pessoas permanecessem em suas casas na maioria das situações, na esperança de diminuir a disseminação e aliviar a pressão sobre os hospitais.

Autoridades do governo divulgaram na terça-feira, 31, modelos de saúde pública que impulsionaram essas decisões, incluindo projeções de quando as taxas de infecção podem atingir o pico nacional e local. Oficiais do governo estimaram que o patógeno mortal poderia matar entre 100 mil e 240 mil americanos.

Enquanto os funcionários debatem quando podem começar a reabrir os setores fechados do país, não está claro como a Casa Branca está contabilizando os benefícios e custos potenciais – em números de dólares e vidas humanas – de cronogramas de ação concorrentes.

Questionado pela Fox News no último domingo (29) sobre o efeito econômico e se os Estados Unidos estavam em recessão, o secretário do Tesouro Steven Mnuchin se recusou a dizer. “Vamos ter atividade econômica reduzida neste trimestre? Absolutamente”, ele disse. “Acho que no próximo trimestre, depende muito da rapidez com que a curva da situação médica funciona”.

O diretor do Conselho Econômico Nacional, Larry Kudlow, disse à ABC News no domingo que “pode ​​demorar quatro semanas, pode levar oito semanas” antes do início da atividade econômica. “Eu digo isso com esperança”, disse ele, “e digo isso em oração”.

Economia fechada por quase oito meses?

Economistas externos vêm realizando análises sobre a duração ideal de um desligamento quase diariamente. Um que foi compartilhado com funcionários da Casa Branca vem de Anna Scherbina, uma autora do estudo de 2019 que agora é economista da Brandeis University e do American Enterprise Institute.

Ele procura determinar a duração ideal de uma supressão nacional da atividade econômica, que Scherbina não define precisamente no artigo. Em uma entrevista, ela disse que abrangeria o fechamento de escolas, fechando muitas empresas e o tipo de ordens de permanência em casa que muitos, mas não todos, os estados impuseram.

“O que isso implica é algo o mais drástico possível”, disse Scherbina. Nos Estados Unidos, no momento, ela acrescentou: “não temos em todos os lugares”.

O artigo de Scherbina avalia as compensações envolvidas na desaceleração da economia para combater a propagação do vírus, como o artigo coloca, “equilibrando seus benefícios incrementais com os enormes custos que a política de supressão impõe à economia dos EUA”.

No melhor cenário, conclui Scherbina, uma supressão nacional da atividade econômica para achatar a curva de infecção deve durar pelo menos sete semanas. Na pior das hipóteses, onde o desligamento se mostra menos eficaz em diminuir a taxa de novas infecções, seria economicamente ideal manter a economia fechada por quase oito meses.

Os esforços de supressão causam danos consideráveis ​​à economia, reduzindo a atividade em cerca de US$ 36 bilhões por semana, estima o estudo. Mas os esforços salvariam quase 2 milhões de vidas quando comparados a um cenário em que o governo não fez nada para frear a atividade econômica e a propagação do vírus, estima Scherbina, porque não fazer nada imporia um custo de US$ 13 trilhões à economia – igual a cerca de dois terços da quantidade de atividade econômica que os Estados Unidos deveriam gerar este ano antes do ataque do vírus.

Scherbina baseou suas estimativas nos modelos que construiu quando economista sênior do Conselho de Assessores Econômicos e principal autora do artigo de setembro, “Atenuando o impacto da gripe pandêmica por meio da inovação de vacinas”, que alertou sobre o número de mortes potencialmente catastróficas e danos econômicos causados ​​pela gripe pandêmica nos Estados Unidos.

“Acumulei todo esse conhecimento e, em seguida, o coronavírus apareceu”, disse Scherbina em uma entrevista por telefone. “Então eu pensei: eu deveria usá-lo.”

As estimativas do estudo

O estudo da Casa Branca de 2019 pediu novos esforços federais para acelerar o tempo necessário para desenvolver e implantar novas vacinas. Ele não previu especificamente o surgimento do coronavírus – em vez disso, modelou o que aconteceria se os Estados Unidos fossem atingidos por uma pandemia de gripe semelhante à gripe espanhola de 1918 ou à chamada gripe suína de 2009. Ela projetou mortes e perdas econômicas dependendo de quão contagioso e mortal o vírus seria.

Mesmo nas taxas mais altas que modelou, a gripe pandêmica no exercício ainda era menos contagiosa e menos mortal do que os epidemiologistas dizem agora que o coronavírus poderia estar nos Estados Unidos.

O estudo da Casa Branca estimou que uma gripe pandêmica poderia matar até 500.000 americanos e infligir até US$ 3,8 trilhões em danos à economia. Essas estimativas não foram responsáveis ​​por nenhuma perda econômica incorrida por “pessoas saudáveis, evitando o trabalho por medo de serem infectadas por colegas de trabalho”.

A estimativa de danos de ponta do estudo teria sido ainda maior que US$ 3,8 trilhões, disse Scherbina, mas a versão final do documento foi alterada dentro do Conselho de Assessores Econômicos para descontar o valor econômico atribuído à vida dos americanos mais velhos. Ele atribuiu um valor de US$ 12,3 milhões por vida para americanos entre 18 e 49 anos, em comparação com US $ 5,3 milhões para aqueles com 65 anos ou mais.

Funcionários do Conselho disseram na terça-feira, 31, que Philipson não estava disponível para uma entrevista. Ele não deu nenhuma indicação este ano de que o estudo e suas previsões haviam influenciado os funcionários do governo em sua resposta inicial ao surto de coronavírus.

Mestre do balé Wilhelm Burmann morre aos 80 anos após contrair covid-19

Morte de Burmann põe fim a uma era de professores de ballet lendários em Nova York
Richard Chang, Reuters

Wilhelm Burmann durante aula de dança em Nova York, em 2006  Foto: Rosalie O’Connor Photography via Reuters

NOVA YORK — Professor e treinador destacado dos maiores nomes do balé mundial durante mais de quatro décadas, Wilhelm Burmann morreu de insuficiência renal depois que seu tratamento foi complicado pelo coronavírus, disse uma amiga próxima.

Burmann morreu pacificamente na segunda-feira, cinco dias antes de seu aniversário de 81 anos, no hospital Mount Sinai West da cidade de Nova York, onde foi diagnosticado com o vírus, disse Jane Haugh, amiga e responsável pela saúde dele.

“Se não existisse o coronavírus no mundo, poderíamos ter estado na cabeceira de Willy. A questão teria sido mais simples ou restrita ao seus rins”, disse ela à Reuters na noite de terça-feira. “Existem muitas ideias para celebrar sua vida, mas ninguém pode fazer nenhum plano neste momento.”

As aulas de Burmann em Nova York atraíam um grande número de alunos, não somente de estrelas do balé, mas de dançarinos modernos e da Broadway querendo refinar sua arte sob o olhar meticuloso do mestre. Ele ensinou em vários estúdios antes de se unir à Steps on Broadway em 1984, onde oferecia cinco aulas por semana até estas serem suspensas no dia 20 de março devido ao surto de coronavírus.

Entre seus alunos regulares estavam celebridades como Julio Bocca e Alessandra Ferri, do American Ballet Theatre, e Wendy Whelan e Maria Kowroski, do Balé da Cidade de Nova York (NYCB).

A morte de Burmann põe fim a uma era de professores lendários, como Stanley Williams, Maggie Black e David Howard, em Nova York. O casamento de música e movimento com uma sensibilidade do século 21 definiu sua abordagem.

Drew Barrymore tenta descer a escada de tapete

A atriz americana está participando de um desafio

Drew Barrymore (Foto: Reprodução / Instagram)

Nesta quarta-feira, 1 de abril, em mais um dia de isolamento socialDrew Barrymore compartilhou em seu Instagram um vídeo bastante inulsitado, aonde aparece tentando rolar na escada com seu tapete.

“@stellamccartney essa é para você, eu vou tentar o #DesafioDaEscadariadaEstella! @jimmyfallon eu chamo você para ser o próximo!

Stella McCartney
A estilista britânica foi quem começou a brincadeira. Em vídeo, ela aparece descendo em alta velocidade. “NÃO TENTE ISSO EM CASA! Minha escadaria está me mantendo ocupada… O que vocês estão fazendo para preencher o tempo?”.