Oprah Winfrey doará R$ 52 milhões para afetados pelo coronavírus

A apresentadora anunciou contribuições no valor de 10 milhões de dólares para ajudar norte-americanos em meio à pandemia; Estados Unidos já conta mais de 200 mil casos
JOÃO PEDRO MALAR – O ESTADO DE S.PAULO

A apresentadora de televisão Oprah Winfrey 

A apresentadora Oprah Winfrey anunciou nesta quinta-feira, 2, que irá doar 10 milhões de dólares (cerca de R$ 52 milhões, na cotação atual) para pessoas afetadas pela pandemia do novo coronavírus. Os Estados Unidos, país onde Oprah vive, já conta com mais de 200 mil casos de covid-19.

Deste valor, um milhão de dólares (cerca de R$ 5 milhões, na cotação atual) serão doados para o American Food Fund, uma organização criada em meio à pandemia e que tem como objetivo garantir a alimentação de comunidades nos Estados Unidos. Entre os criadores do fundo estão o ator Leonardo DiCaprio e a empresa Apple.

“Eu estou muito animada com o que vocês estão fazendo. Eu quero ser a primeira pessoa a entrar no site de vocês e eu vou doar 1 milhão de dólares. Espero que todos se unam a mim”, disse Oprah, enquanto conversava com dois dos fundadores da organização.

Em uma publicação no Instagram, Oprah anunciou que doará mais 9 milhões de dólares para diversas cidades espalhadas pelos EUA e para locais onde viveu. “Enquanto a prioridade de todos no momento é permanecer seguro em casa, eu sei que existem muitos de nós que estão procurando meios de ajudar”, disse a apresentadora.

Um tour pelo novo escritório cool de Mountain View do Google

Uma equipe de arquitetos e designers da empresa de arquitetura Form4 Architecture projetou recentemente um novo escritório para a empresa global de mecanismos de pesquisa Google em Mountain View, Califórnia.

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Lounge

“Para os escritórios de uma empresa global de motores de busca, a Form4 Architecture criou um local de trabalho moderno e sofisticado que celebra a história da produção de sal, uma indústria proeminente da área da baía de 1854. O design baseia-se na história e nas características da paisagem de South Bay , bem como a confluência de natureza e indústria.

O local de trabalho inclui três cafés de marca com refeições ao ar livre e capacidade para 216 pessoas; um fitness center com vestiários e área de ginástica ao ar livre; salas de reunião em uma variedade de configurações para interações em grupo e conversas privadas; um auditório de 178 lugares, apropriadamente chamado de “Tech Talk” para apresentações da empresa e palestrantes convidados; e 50 estações de carregamento de veículos elétricos, mantendo a adesão da empresa de tecnologia à sustentabilidade.

Os elementos do teto definem a circulação principal em todo o piso, referenciando as formas naturais de lagoas de sal na Baía de São Francisco, além de fornecer absorção acústica. As luminárias e as configurações de assentos evocam a composição molecular e a geometria do sal. A beleza rústica de Drawbridge, CA – uma cidade fantasma nas proximidades, anteriormente conhecida como Saline City – e os pântanos de sal circundantes refletem-se nas cores e na materialidade da área de recepção. Divisórias de madeira, paredes de vidro e telas de malha de metal fornecem delineamento entre as áreas de escritório, permitindo conectividade visual e permeação de luz natural. O corredor Tech Talk, que conecta a área de recepção e o café é, apresenta uma representação abstrata da Baía através da história à medida que sua materialidade transita do plantio à madeira e ao metal.

Com cerca de 40% do espaço de comodidades do térreo, o fitness center inclui vestiários, bar de atualização e área de ginástica ao ar livre. A área de condicionamento físico está equipada com equipamento aeróbico (situado na janela que dá para o espaço ao ar livre), pesos e máquinas, além de treinadores e instrutores para exercícios em grupo. A parede de vidro na entrada do fitness center mostra um mapa histórico da baía, enquanto os bancos amorfos implicam afloramentos costeiros ”, diz Form4 Architecture.

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Lounge / corridor
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Cafeteria
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Cafeteria
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Cafeteria / breakout space
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Cafeteria
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Cafeteria
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Breakout space

Dane Stojanovic for Grazia with Bhumika Arora

Concept & Photographic Art: Dané Stojanovic. Styling: Marne Schwartz. Hair: Mimmo Di Maggio. Makeup: Cristina Bonetti. Model: Bhumika Arora.

Oficina Penades projeta e fabrica toda a loja para Camper com suas próprias mãos

Oficina Penades, um estúdio de design industrial espanhol, aceitou o desafio de projetar uma nova loja Camper em Málaga. Camper é uma marca de calçados bem conhecida da ilha de Maiorca, na Espanha.

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Exterior

“A primeira reunião que tivemos com a equipe de campistas foi em um armazém em Binissalem, uma pequena vila no centro de Maiorca. Principalmente usado como espaço de armazenamento para as lojas Camper antigas que foram reformadas e atualizadas, também funciona como uma espécie de arquivo com peças personalizadas de Michele de Lucchi, Gaetano Pesce, Ingo Maurer, Bouroullec Brothers ou Konstantin Grcic. Imediatamente após a entrada, nos sentimos absolutamente atraídos por esse lugar e propusemos uma ideia arriscada: “e se usarmos esse espaço como uma fábrica temporária e produzirmos a loja inteira daqui? Nos mudamos para Mallorca no verão de 2019. Usando apenas três elementos básicos – perfis metálicos perfurados, chapas de canto e parafusos / porcas – projetamos e fabricamos todos os elementos necessários para a loja: desde prateleiras e mesas de exposição de produtos até diferentes unidades de assentos, iluminação, balcão de pagamento, logotipos de marcas e como bônus: uma tipografia. Como parte do projeto campista, esta é a primeira vez na história da empresa que alguém pode projetar e fabricar uma loja inteira com suas próprias mãos ”, explica Jorge Penadés, fundador da Oficina Penades.

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Perforated metal profiles, corner plates and bolts/nuts
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Product display shelving
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Checkout counter
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Details
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Como o app de chamadas de vídeo Zoom cresceu 19 vezes em meio à quarentena

Lançada em 2013, ferramenta está surfando a onda do coronavírus e chegou a 200 milhões de usuários ativos diariamente, contra 10 milhões em dezembro; ações da empresa tiveram alta na bolsa, mas segurança e privacidade de dados preocupam
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Mais de 90 mil escolas, em 20 países diferentes, estão usando o Zoom para suas aulas

Nem todo mundo está entrando na crise por conta da pandemia do coronavírus – e há até empresas que veem um crescimento inesperado em suas atividades. É o caso do aplicativo de videochamadas Zoom. Lançado em 2013, ele foi bastante popular no meio corporativo, mas pouco atingia as massas. Agora, com o distanciamento social como medida preventiva ao vírus e muita gente ficando em casa, o serviço está registrando uma alta na demanda nunca vista: na quarta-feira, 1, o presidente executivo da startup, Eric Yuan, afirmou que a empresa teve mais de 200 milhões de usuários diários em março. 

É um crescimento significativo: em dezembro, o Zoom conseguia atingir cerca de 10 milhões de usuários ativos todos os dias, entre pessoas que utilizam o app gratuitamente ou que pagam por ele. Ou seja, a demanda cresceu cerca de 19 vezes em três meses. Segundo Yuan, o serviço está sendo usado não só por pessoas comuns e empresas, mas também por escolas – mais de 90 mil colégios, em 20 países diferentes, estão utilizando a plataforma para realizar aulas pela internet. 

A popularidade também se reverteu na bolsa: após ter aberto capital em abril de 2019 com ações a US$ 62, o Zoom viu seus papéis se valorizarem nas últimas semanas, por conta da alta na demanda. A cotação da empresa chegou a um pico de US$ 151,70 no último dia 23 de março, levando sua avaliação no mercado para US$ 44,5 bilhões. 

Outras empresas também se deram bem nessa crise – caso do software corporativo de mensagens Slack e da Microsoft, dona do Microsoft Teams, que permite que equipes colaborem à distância, e do Skype. O diferencial do Zoom, porém, é que sua estrutura fácil de usar caiu no gosto do público – uma das principais vantagens é que é possível fazer uma chamada pela plataforma sem nem instalar seu aplicativo, usando apenas um navegador comum de internet. 

A empresa foi criada por Yuan em 2011, um chinês educado nos Estados Unidos e ex-funcionário da Cisco, tradicional empresa americana de tecnologia que também tem como um de seus principais produtos um serviço de teleconferências, o Webex. A ideia de Yuan, ao criar o Zoom, era fazer uma plataforma mais leve para o mundo corporativo. Quem faz chamadas com até 100 participantes, como limite de 40 minutos, pode usar o app de graça. Para maior capacidade ou tempo, é preciso pagar, em planos que começam em US$ 15 por mês. 

Problemas de privacidade e segurança

Nos últimos dias, porém, a empresa se desvalorizou, após relatos de problemas de privacidade e segurança surgirem – entre as questões mais graves, havia denúncias de que o app compartilha dados com o Facebook sem consentimento dos usuários, bem como falhas de segurança que permitiam invasões de hackers e roubo de dados pessoais. Nesta quinta-feira, 2, o Zoom tem seus papeis negociados na bolsa de valores Nasdaq em torno de US$ 120 – ainda assim, com uma alta de quase 100% desde a abertura de capital. 

Eric Yuan, presidente executivo e fundador da Zoom, posa em frente à Nasdaq na abertura de capital da empresa
Eric Yuan, presidente executivo e fundador da Zoom, posa em frente à Nasdaq na abertura de capital da empresa

Outra falha grave foi divulgada na segunda-feira, 30, pelo escritório do FBI em Boston: no início da semana, o órgão emitiu um aviso sobre o Zoom, dizendo aos usuários para não tornar públicas as reuniões na plataforma e não compartilhar links amplamente depois de receber dois relatos de indivíduos não identificados invadindo aulas digitais de escolas, um fenômeno conhecido como “zoombombing”.

Alguns dias depois, a empresa de foguetes SpaceX do bilionário Elon Musk proibiu seus funcionários de usar o aplicativo da Zoom em memorando visto pela Reuters, dizendo que o aplicativo tinha “preocupações significativas de privacidade e segurança”. O site americano The Intercept divulgou na terça-feira, 31, que os vídeos da Zoom não são criptografados de ponta a ponta entre os participantes da reunião e que a empresa pode visualizar as sessões.

Os problemas chamaram a atenção de Eric Yuan, que admitiu as falhas. “Reconhecemos que não atingimos as expectativas de privacidade e segurança da comunidade – e a nossa própria“, disse Yuan. “Por isso, sinto muito.” Em carta aos usuários, ele disse que direcionará os esforços de sua equipe nos próximos 90 dias para resolver os problemas de segurança e privacidade, sem lançar nenhuma funcionalidade nova. 

Na carta aos usuários, ele também tentou fazer os usuários entenderem que a plataforma tinha sido idealizada de forma diferente. “Nós construímos um sistema para grandes empresas, que tem apoio de uma área de tecnologia, com capacidade de fazer análises de segurança”, escreveu. “Não criamos o produto pensando que todo o mundo usaria essa plataforma para realizar tarefas a partir de casa, de formas inesperadas, apresentando desafios que não antecipamos.” 

Entre as medidas que serão tomadas nos próximos 90 dias, Yuan se comprometeu a criar um relatório de transparência que detalha informações relacionadas a dados, gravações ou conteúdo dos usuários e melhorar seu programa de recompensas para caça de falhas no sistema. Ele também se prontificou a fazer sessões semanais para falar sobre atualizações em privacidade e segurança – transmitidas, é claro, pela plataforma do Zoom. / COM AGÊNCIAS INTERNACIONAIS

Mulheres dominam a lista de finalistas do International Booker Prize 2020

Elas escreveram 4 dos 6 livros finalistas do International Booker Prize
Maria Fernanda Rodrigues, O Estado de S. Paulo

Fernanda Melchor é uma das finalistas do Iinternational Booker Prize Foto: New Directions Publishing

Temporada de Furacões, romance da escritora mexicana Fernanda Melchor que será publicado no Brasil no fim do ano pela Mundaréu e que começa com a descoberta do corpo da bruxa de uma pequena vila mexicana, e The Adventures of China Iron, da argentina Gabriela Cabezón Cámara, obra que aborda a cultura rural em seu país nos anos 1870, estão entre os livros finalistas do International Booker Prize, em uma edição dominada por mulheres.

O prêmio reconhece, anualmente, uma obra de ficção escrita em qualquer língua, mas traduzida para o inglês e publicada no Reino Unido ou na Irlanda. O prêmio distribui 62 mil libras. O autor e o tradutor do livro vencedor dividem 50 mil libras. E todos os finalistas, tradutores e autores, ganham mil libras cada um. Uma longlist, com 13 concorrentes, foi relevada em fevereiro e contava com, entre outros, o catalão Enrique Vila-Matas.

Os outros livros finalistas são The Enlightenment of the Greengage Tree, da iraniana Shokoofeh Azar, escrito em farsi e retratando a revolução islâmica no Irã, em 1979; The Discomfort of Evening, da holandês estreante Marieke Lucas Rijneveld, sobre a derrocada de uma família após a morte de uma criança; The Memory Police, da japonesa Yoko Ogawa, sobre o poder da memória; e Tyll, do alemão Daniel Kehlmann, inspirado na Guerra dos 30 Anos, na Alemanha.

Ted Hodgkinson, do júri, disse: “Cada um dos finalistas reinventa narrativas recebidas, dos mitos fundadores ao folclore familiar, mergulhando-nos em encontros desconfortáveis ​​e estimulantes com vidas em estado de transição. Seja capturando uma distopia inventiva ou um fluxo de linguagem, esses são tremendos feitos de tradução que nesses tempos isolados representam o auge de uma forma de arte enraizada no diálogo. Nossa lista de finalistas transcende esse momento sem precedentes, imergindo-nos em vidas imaginadas de forma expansiva que mantêm um fascínio duradouro”.

O livro vencedor do International Booker Prize será conhecido no dia 19 de maio. 

Na Alemanha, espalharam cartazes com spoilers de séries da Netflix para fazer pessoas ficarem em casa

Infelizmente, não é uma ação da própria Netflix
Por Soraia Alves

Dois estudantes da Miami Ad School, em Hamburgo, na Alemanha, tiveram uma ideia um tanto inusitada para incentivar às pessoas a ficarem em casa durante o período de quarentena para impedir a propagação do novo coronavírus. Eles criaram cartazes com spoilers de séries populares da Netflix a fim de evitar que as pessoas saiam para as ruas.

Entre as séries que entraram na brincadeira estão “Stranger Things”, “Narcos”, “La Casa de Papel”, Kigndom” e “Love Is Blind”. A criação é de Seine Kongruangkit, estudante, e Matithorn Prachuabmoh Chaimoungkalo, recém-formado na escola de publicidade.

“A melhor maneira de impedir a disseminação da COVID-19 é ficando em casa, mas algumas pessoas ainda acham que não há problema em sair e relaxar, estragando tudo para todos nós”, diz a mensagem da campanha, compartilhada no site da escola no Instagram“Então tomamos uma medida extrema: estragamos seus programas favoritos da Netflix”, finaliza a mensagem que ainda acompanha o vídeo abaixo.

O conceito foi tão bem executado que rapidamente as imagens do projeto viralizaram na internet. Muita gente, inclusive, pensou que a ação era de fato da Netflix, porém, de acordo com a Dazed Digital, chegou até a plataforma de streaming, mas foi rejeitada.

Anthony Levandowski quer que Uber pague parte da multa de US$179 mi ao Google

Ex-engenheiro do Uber foi condenado por roubar segredos da empresa quando trabalhava no desenvolvimento de carros autônomos

Multa aplicada à Levandowski pelos crimes contra o Google pode ser paga pelo Uber 

O engenheiro Anthony Levandowski, um dos maiores especialistas em carros autônomos do Vale do Silício, entrou com uma ação na justiça nesta quarta-feira, 1, para garantir que o Uber pague parte da multa de US$ 179 milhões para o Google, após ser acusado de roubar segredos da Waymo, divisão de carros sem motorista da empresa.

Levandowski foi condenado no dia 4 de março, após o julgamento que girou em torno da acusação de ter transferido 14 mil arquivos dos servidores do Google a para seu computador. Em 2016, ele fundou a startup de caminhões autônomos Otto, que depois foi comprada pelo Uber por US$ 700 milhões, onde também trabalhou.

Esse é o primeiro passo perante a lei para forçar o Uber a arcar com parte do valor da multa milionária. Em 2016, o Uber assinou um contrato de indenização com Levandowski quando adquiriu a Otto, startup de caminhões autônomos, em 2016. O acordo prevê que o Uber tenha que indenizar qualquer ação que fosse feita pelo Google, empresa em que o engenheiro trabalhava.

Segundo os advogados de Levandowski, o Uber se recusou a pagar pelo menos parte do valor depois que a sentença foi proferida, obrigando o engenheiro a declarar falência. 

“Nos últimos três anos, Anthony cedeu o controle de sua defesa pessoal ao Uber porque o Uber insistiu em controlar sua defesa como parte de seu dever de indenizá-lo. Então, quando o Uber não gostou do resultado, subitamente mudou de ideia e disse que não o indenizaria”, disse o advogado de Lewandowski, Neel Chatterjee, da Goodwin Procter, em comunicado ao site de tecnologia americano TechCrunch.

Relembre o caso 

Levandowski foi um dos pioneiros na pesquisa pelo carro autônomo. Seu primeiro grande feito aconteceu em 2004, quando ainda era estudante na Universidade da Califórnia em Berkeley, quando ele desenhou uma moto autônoma que venceu um concurso do Pentágono para veículos sem motorista. No Google, onde foi trabalhar depois, o engenheiro se tornou confidente de Larry Page. 

Em 2016, Levandowski fundou a Otto levando consigo um time de engenheiros do Google. Quando o Uber comprou a startup, o acordo foi pessoalmente dirigido por Travis Kalanick, presidente executivo da empresa na época, que via o carro autônomo como futuro da empresa. Em 2017, porém, a Waymo processou o Uber, a Otto e Levandowski pelo roubo de suas informações. “Eles usaram nossa propriedade intelectual para não perder tempo e se arriscar fazendo sua própria tecnologia”, disse a Waymo na acusação. 

Levandowski teve uma trajetória complicada durante a batalha legal: ao invocar seu direito de permanecer calado para evitar se incriminar perante o tribunal, ele acabou sendo demitido pelo Uber em maio de 2017. “O Uber se arrepende de trazer Levandowski ao conselho”, disse um dos advogados da empresa no ano passado.

Leonardo DiCaprio ajuda a criar fundo de alimentos que já acumula US$ 12 milhões

Famílias de baixa renda, idosos e crianças serão beneficiadas

O ator Leonardo DiCaprio no 92º Oscar – Valerie Macon/AFP

O ator Leonardo DiCaprio, a executiva Laurene Powell Jobs, a Fundação Ford e a Apple se juntaram para criar um “Fundo de Alimentos da América”, que já arrecadou US$ 12 milhões (cerca de R$ 62,8 milhões) para ajudar as comunidades afetadas pelo novo coronavírus.

Nesta quinta-feira (2), a organização afirmou que os fundos serão destinados a ajudar famílias de baixa renda, idosos, indivíduos que perderam o emprego e crianças que dependem da merenda escolar para se alimentar.

“Diante dessa crise, organizações como a World Central Kitchen e a Feeding America nos inspiraram com seu compromisso inabalável de alimentar as pessoas mais vulneráveis ​​em necessidade”, disse DiCaprio, em seu perfil no Instagram. “Agradeço a eles por seu incansável trabalho na linha de frente, eles merecem todo o nosso apoio.”

“Com milhões perdendo seus empregos, e programas de merenda escolar em risco, garantir que as pessoas não passem fome é da maior urgência”, disse Powell Jobs.