Maria Flor diz que sofre ameaças de morte após declaração sobre Bolsonaro

A atriz Maria Flor evita sair de casa por conta das ameaças, diz jornal

A atriz Maria Flor afirmou que tem sofrido ameaças de morte e evita sair de casa desde que fez uma declaração polêmica sobre o presidente Jair Bolsonaro. “Queria só poder pegar o Bolsonaro e esfregar a cara dele no asfalto quente”, disse em vídeo postado em seu canal no YouTube.

Ela se retratou pela declaração e afirmou que era uma brincadeira. No entanto, as ameaças e ofensas continuam em suas redes sociais.

“Tá pirando sem a lei Roaunet né?! Acabou a mamata!!! Processo certo em você!!!”, comentou um apoiador do presidente em uma foto da atriz no Instagram.

“Acho que alguém já esfolou a cara dela no asfalto”, diz outro comentário.

De acordo com o jornal O Dia, fontes próximas a Maria Flor afirmam que ela sente receio de sair de casa após ter recebido ameaças de morte.

In Gold We Trust “PRINCIPIUM” Lookbook

IN GOLD WE TRUST lançou o lookbook para sua nova coleção intitulada “PRINCIPIUM”. As imagens apresentam Grace Joke shot by Lorenzo Païno Fernandez and styled by Charline Prat.

Organizações de moda adiam eventos por coronavírus

Semana de Moda Masculina e a Semana de Alta-Costura estão entre os cancelados ou adiados

As lojas Armani fecharam suas portas na Itália, país fortemente afetado pelo coronavírus Foto: The New York Times

Com a crise de saúde mundial do novo coronavírus, que atingiu em grande escala as maiores capitais da moda mundial, como Milão, Paris, Nova York e Londres, as organizações responsáveis pela Semana de Moda Masculina e pela Semana de Alta-Costura não tiveram escolha a não ser cancelar ou adiar os eventos.

Na sexta-feira, dia 27, o conselho de diretores da Fédération de la Haute Couture et de La Mode, organização responsável pelas Semanas de Moda Masculina e de Alta-Costura de Paris, que estavam programadas para acontecer de 23 a 28 de junho e de 5 a 9 de julho, respectivamente, divulgou nota cancelando os eventos.

Em ação similar, o Conselho de Moda Britânico também optou por suspender o evento de moda masculina de Londres, que estava marcado para o período entre 13 e 15 de junho.

Grandes esforços. Na Itália, a situação é mais grave. Além de ser um dos países mais atingidos pelo novo coronavírus até agora, também tem a moda como um dos principais pilares de sua economia. Nos últimos anos, chegou a exportar 52 bilhões de euros em bens, de acordo com relatórios da Câmara Nacional de Moda Italiana. Para contornar a situação trazida pela pandemia, a Câmara adiou a Semana de Moda Masculina e agora busca novas formas de apresentar as coleções para dar continuidade ao calendário.

“Estamos cientes de que serão feitos grandes esforços para que as novas coleções estejam prontas até junho para iniciar uma campanha inovadora de vendas”, anunciou o representante italiano, em comunicado.

Outro grande evento do segmento na Itália que também teve alteração em sua programação foi a trade fair Pitti Uomo, voltada para o varejo, que reuniu em sua última edição em torno de 21.400 compradores de moda para conhecer os produtos de 1.200 marcas expositoras. O evento, que acontece em Florença, estava marcado para junho e foi adiado para o período de 2 a 4 de setembro. “Setembro pode ser o momento de acender a faísca de uma grande recuperação econômica e cultural em todo o país”, declarou Dario Nardella, prefeito de Florença.

Sucesso online quase fez a ‘tiktoker’ Camilla Pudim largar faculdade

Com 2,1 milhões de fãs, Camilla faz sucesso no TikTok com vídeos de humor e danças
Por Bruna Arimathea e Bruno Romani – O Estado de S. Paulo

Camilla Pudim, dona do canal Batom Atrevido no TikTok

Estudante de Arquitetura e Urbanismo, a influenciadora Camilla Pudim começou sua carreira no YouTube. As dicas de maquiagem de seu canal, o Batom Atrevido, a levaram a ter mais de 3 milhões de inscritos na rede. Com o tempo, porém, os seguidores também começaram a pedir que ela migrasse para o TikTok – o que fez com que ela virasse um dos maiores nomes do app chinês no País. Na rede, porém, ela diversificou a produção de conteúdo: não tem só vídeos de maquiagem, mas também de humor e, como a rede anda numa onda de coreografias, ela dança conforme a música. 

“Hoje, eu sei que a maior plataforma que eu tenho é o TikTok. Recebo muitos comentários em outras redes pelo meu conteúdo lá”, diz. Ela também é um símbolo da popularidade crescente da rede: em dezembro de 2019, Camilla bateu a marca de 1 milhão de seguidores na rede. Apenas três meses depois, a influenciadora já tem quase o dobro de fãs dentro da plataforma. 

Apesar da grande visibilidade com seu conteúdo de humor, Camilla conta que, em casa, teve que explicar aos pais que os vídeos eram mais do que uma brincadeira na internet. Graduanda em Arquitetura e Urbanismo, a influenciadora pensou em parar os estudos para focar apenas no conteúdo na internet. 

“Eles ficaram preocupados, eu entendo. Decidi continuar na faculdade porque era importante para eles também”, diz. Hoje, a questão está pacificada. “Quando comecei a ganhar dinheiro com a plataforma, eles foram entendendo que o meu trabalho trazia frutos. Hoje, eu ajudo e já pago várias contas em casa, inclusive.” 

E o que garante o trabalho de Camilla também é o principal motivo pelo o qual a goiana acredita que o TikTok não será uma plataforma passageira. A diversificação de temas permite que suas publicações envolvam comédia, maquiagem e danças, por exemplo, alguns dos assuntos mais comuns entre seus vídeos no app.

“O grande diferencial do TikTok é essa pluralidade, tanto de conteúdo quanto de público, porque isso permite criar coisas muito diferentes. Você entra na plataforma e não vê só um tipo de conteúdo. Isso é muito atrativo”. 

O ato de se vestir em tempos pandemia

Coco Chanel e Christian Dior criaram uma nova estética durante as Guerras Mundiais
Alice Ferraz, Moda

5Chanel. Símbolo de modernidade 
 Foto: Acervo / Estadão

Olhar para história nos traz conforto e um senso de ordem. Uma esperança baseada em fatos, de que tudo pode e vai ficar bem em algum momento. Digo isso, pois escrever hoje sobre moda ou sobre qualquer outro assunto que não seja nossa sobrevivência diante da pandemia, me parece absurdo. Olhando para a história, no entanto, me convenço de que não é. A moda (comportamento de uma dada época, como sinônimo de costume, palavra que vem do latim modus) é, no sentido estrito, a maneira como nos vestimos em determinado momento. A cada série ou filme a que assistimos, ela contextualiza o momento e nos faz reconhecer quem de fato éramos, como nos comportávamos e enxergávamos o mundo.

Com o momento atual não será diferente. A reflexão pelo confinamento certamente nos trará uma transformação intensa de como enxergamos a vida e, consequentemente, de como nos vestiremos para fazer parte do novo mundo que antevemos por uma pequena fresta em nossa solidão diária.

Durante os últimos dias, reli histórias de Coco Chanel (1883-1971) e Christian Dior (1905-1957), dois dos grandes que tiveram seus nomes escritos na moda e que criaram uma nova estética justamente em momentos de crise. Fases em que o novo tinha que surgir ante a incapacidade da moda vigente sobreviver. Durante a Primeira Guerra Mundial, entre 1914 e 1918, Chanel criou em seu exílio em Biarritz, cidade litorânea no sudoeste da França – para onde a aristocracia “fugiu” no período da guerra, tentando conservar costumes que não eram mais possíveis -, formas novas que exigiam tecidos leves, fluidos e com movimento.

Sua primeira loja no balneário francês trazia modelos de jérsei e com comprimento na altura abaixo dos joelhos, uma proposta prática para novos tempos, em que os longos vestidos usados em Paris se mostravam completamente fora de moda. Chanel usava cabelos curtos e se bronzeava ao sol, algo impensável à época. Ela representava a mulher moderna que estava nascendo, com energia, entusiasmo e atitude. A roupa foi um dos símbolos dessa profunda mudança.

Dior. Desejo de trazer o glamour  Foto: Acervo / Estadão

Já monsieur Dior, depois da Segunda Guerra Mundial, em 1947, criou o seu “New Look” como parte de um desejo profundo de trazer o glamour e a beleza perdidos em meio ao sofrimento e a fome na Europa. Sofisticado e elegante, o traje traduziu o desejo feminino da época e se tornou referência. Os dois estilistas sofreram retaliações, claro. O olhar de vanguarda tem seu preço.

Essa antena que conecta os grandes criadores com o espírito do tempo, e a mudança exigida, nos ajuda a materializar um sentimento e uma atitude – assim foi e assim será agora no pós-pandemia. O que será que os novos criadores, em seu confinamento e solidão física, vão nos propor como símbolo da nossa época?

Acredito que será uma evolução e, como intensa observadora do comportamento humano que sou, tenho minhas apostas para o que podemos esperar:

– Novos materiais serão fundamentais para que animais não percam mais suas vidas para nos vestir ou agasalhar, algo que já se mostra ultrapassado.

– Conforto aliado à elegância certamente será uma palavra-chave, pois, trabalharemos mais em nossos home offices. Afinal, por que ser elegante deve ser desconfortável?

– Ostentação óbvia, um exibicionismo desrespeitoso que não enxerga o outro, está fadada ao fracasso. Serão tempos com mais sobriedade no melhor que essa palavra pode nos trazer.

Moderação, esperança, equilíbrio. Certamente serão tempos melhores.

La Casa de Papel | 10 perguntas deixadas para a 5ª temporada

Atenção: lista contém spoilers dos novos episódios da série
MARIANA CANHISARES

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

[Atenção: como o próprio título sugere, o texto a seguir contém spoilers da Parte 4 de La Casa de Papel. Logo, se você ainda não assistiu, guarde esse texto para mais tarde]

Ao final da Parte 4 de La Casa de Papel, a sensação predominante é de que a série deixou mais perguntas do que realmente deu respostas. Embora a grande dúvida, isto é, o destino de Nairóbi (Alba Flores) tenha ficado bem claro, o roubo ao Banco da Espanha parece estar longe de terminar. O último episódio da série deixa o Professor (Álvaro Morte) na mira da inspetora Sierra (Najwa Nimri) e o bando segue sem um plano sólido para deixar o edifício com toneladas e toneladas de ouro. Bem, pelo menos agora eles têm a ajuda de Lisboa (Itziar Ituño).

Oficialmente, a quinta temporada não foi confirmada – por enquanto, só há rumores de que a série ganhará mais 16 episódios. Ainda assim, não continuar a série com tantos ganchos deixados para trás parece pouco provável. Confira a seguir 10 perguntas que La Casa de Papel precisa responder:

QUAIS SÃO OS PLANOS DE SIERRA?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

A inspetora Sierra encerra a quarta temporada com um mandado de prisão no seu nome. Contrariando a vontade do Coronel Tamayo (Fernando Cayo), a policial não assumiu individualmente a responsabilidade pela tortura de Rio (Miguel Herrán), mas sim revelou à toda imprensa como o governo espanhol e todas as grandes instituições não apenas estavam cientes, como mandaram-na fazer o que fez.

Com seus antigos aliados transformados em inimigos, Sierra toma a curiosa decisão de prosseguir a investigação e encontrar o paradeiro do Professor. Com um faro impecável, ela cumpre brilhantemente seu objetivo. Mas o que ela tem a ganhar o fazendo de refém?

Pode-se especular que ela torça para que a captura do mentor do assalto seja seu passe de volta ao trabalho. No entanto, tendo humilhado Tamayo publicamente, parece pouco provável que seu antigo colega vá ser tão receptivo. Logo, há de considerar também a possibilidade da inspetora querer se aliar ao Professor – ou, pelo menos, coagi-lo a usar seus recursos para fazê-la sumir do mapa.

Porém, há chances de que ela só esteja em busca de respostas. Tendo a persistência como uma de suas grandes características, ela é o tipo de pessoa que iria até as últimas consequências para resolver algum mistério. Não à toa, ela foi parar justamente na toca do Professor.

COMO O PROFESSOR SAIRÁ DA MIRA DE SIERRA?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

Os planos do Professor transcorreram quase que perfeitamente. Ele apenas não previu que Sierra, tendo sido afastada do cargo de inspetora, trabalharia como um lobo solitário até encontrá-lo. Com uma arma apontada à cabeça e um assalto ainda em andamento, o líder do bando precisará encontrar mais uma saída mirabolante para derrotar sua adversária.

A resposta mais provável é com a ajuda de Marselha (Luka Peros). Depois de levar Lisboa para o Banco da Espanha, ele em teoria voltaria à companhia do Professor no esconderijo. Talvez, portanto, fique nas mãos dele render a inspetora. Pode-se especular ainda que os mineiros que ajudaram no resgate de Lisboa também possam voltar, mas é mais provável que cada um tenha seguido um rumo justamente para despistar a polícia.

COMO O BANDO DEIXARÁ O BANCO DA ESPANHA?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

Assim como na Parte 3, ainda não há muitas pistas sobre como os ladrões deixarão o Banco da Espanha. Sabe-se que é preciso fundir todo o ouro do cofre, mas por que isso é importante não é claro. Com o Professor temporariamente imóvel por causa da Sierra, ao que tudo indica eles terão que se virar – pelo menos por um tempo.

Há de se considerar, porém, que agora eles têm a ajuda de Lisboa e de Manila (Belen Cuesta), que já parou de fingir ser mais uma refém e, com uma pistola, já controla os funcionários do Banco da Espanha.

O QUE ELES VÃO FAZER COM GANDÍA?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

Com esperteza, o grupo conseguiu não apenas neutralizar Gandía (José Manuel Poga), como também usá-lo para enganar a polícia e trazer Lisboa sã e salva para dentro do Banco da Espanha. O chefe da segurança até tentou escapar, mas Bogotá (Hovik Keuchkerian) aproveitou a chance para socar o inimigo com gosto, uma pequena vingança pela morte de Nairóbi. No entanto, os golpes foram suficientes para matá-lo? Se sim, como eles vão lidar com esse fato, já que pelas regras do Professor assassinatos mancham a imagem pública deles? Caso contrário, como o grupo garantirá que Gandía não voltará a tentar bancar o herói novamente?

COMO FICAM OS RELACIONAMENTOS?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

As Partes 3 e 4 trouxeram conflito para relacionamentos até então firmes. Denver (Jaime Lorente) e Estocolmo (Esther Acebo) entraram no Banco da Espanha já em crise por causa de comentários machistas do ladrão, mas a situação só se agravou no curso das duas temporadas. Ao final, Denver e Estocolmo parecem ter restabelecido a harmonia de antes, mas será que vai durar?

Outra incógnita está no antigo casal Rio e Tóquio (Úrsula Corberó). A princípio, ela não aceitou bem a separação, mas o cenário pareceu mudar depois que a resgataram do bunker do Gandía. Será que os dois voltarão a ser amigos agora? Ou ainda há uma faísca aí?

Por fim, há Helsinki (Darko Perić) e Palermo (Rodrigo de La Serna). Os dois nunca foram propriamente um casal, embora Helsi tivesse interesse. O grandão superou toda a história do “Boom Boom Ciao” e perdoou o argentino pela sua parcela de culpa na morte de Nairóbi. Porém, Palermo os traiu uma vez, ele seria capaz de fazê-lo de novo? Se sim, Helsinki aguenta mais essa perda?

NAIRÓBI VOLTARÁ EM FLASHBACKS, COMO BERLIM?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

Apesar de Berlim ter morrido ao final da Parte 2, ele seguiu como uma presença constante na série através de flashbacks. Será que os showrunners pretendem fazer o mesmo com Nairóbi? O principal empecilho para isso pode ser a justificativa. O retorno do ladrão está intimamente ligado à elaboração do plano e, por isso, ele está em todos os episódios com bastante destaque. Por não estar tão na base da estratégia, talvez ela não tenha tanto tempo de tela nas próximas temporadas. Mas isso não descarta a possibilidade de Nairóbi voltar a aparecer nos momentos na sala de aula e nas memórias de Tóquio.

Vale notar apenas que Flores afirmou no documentário La Casa de Papel: El Fenómeno que a Parte 4 era sua despedida…

ONDE ESTÁ TATIANA?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

A misteriosa quinta esposa de Berlim, Tatiana (Diana Gómez), voltou a aparecer em flashbacks em La Casa de Papel, mas ainda sem um papel muito claro. Isso não deve durar muito tempo. O fato de ela ter conhecimento dos planos da Casa da Moeda e do Banco da Espanha é importante demais para que isso não se torne um elemento na próxima temporada.

Além de explicar seu paradeiro, é preciso saber como terminou seu relacionamento com Berlim. Até agora só vimos os pontos positivos, mas no primeiro roubo do grupo o ladrão falava dela no passado, frustrado. Essa informação pode ser crucial para definir se ela é uma ameaça ou uma potencial aliada.

TAMAYO SEGUE NO COMANDO DA OPERAÇÃO?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

O coronel Tamayo tomou duros golpes ao final da quarta temporada. Sua imagem está completamente desacreditada na imprensa, seus superiores foram todos comprometidos por sua culpa e, bem, no jogo de gato e rato com os ladrões ele está perdendo. É preciso saber, então, se permitirão que ele fique por mais tempo tentando tirar o bando do Banco da Espanha ou se vem aí um novo comandante, talvez uma figura até mais dura que seu antecessor. Caso ele permaneça, como estará seu ânimo? Ele estará em busca de vingança?

O QUE SERÁ DE ANTOÑANZAS?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

Antes cumprindo papel de mordomo da inspetora Sierra, Antoñanzas (Antonio Romero) acabou se tornando um importante informante para o Professor montar seus planos. No entanto, ao final da Parte 4, sua antiga chefe descobre que ele foi comprometido e, portanto, o grande responsável para que Lisboa não topasse o acordo que ela propora. Assim, fica a dúvida: Sierra tentará se vingar, denunciando-o à polícia, ou ele poderá seguir como aliado do bando? 

ARTURITO FINALMENTE APRENDERÁ UMA LIÇÃO?

La Casa de Papel/Netflix/Reprodução

Arturito (Enrique Arce) sempre foi uma figura odiável, mas na nova temporada ele realmente foi além, estuprando uma das reféns e ainda tentando fazer o mesmo com Manila. Porém, ele foi denunciado na frente de todos e, dessa vez, parece que mais ninguém cairá no seu papo fajuto de heroísmo. Será que a próxima temporada ensinará ao agora coach uma lição? E mais: ele receberá alguma punição pelos seus atos ali mesmo, dentro do Banco da Espanha?

Quentin Tarantino explica por que desistiu de dirigir um filme do Luke Cage

Cineasta queria Laurence Fishburne no papel do herói
MARIANA CANHISARES

©Marvel Comics 1973 Isabella/Graham, Billy

O diretor Quentin Tarantino revelou por que desistiu de comandar o longa solo do Luke Cage anos atrás. Em entrevista ao podcast Amy Schumer Presents: 3 Girls, 1 Keith (via CBM), ele explicou que a Marvel não teve qualquer relação com sua decisão. Foram seus amigos que o fizeram abandonar a ideia.

Tarantino contou que a ideia de dirigir um longa baseado nos quadrinhos dos Heróis de Aluguel veio entre Cães de Aluguel Pulp Fiction, e que ele estava convencido de Laurence Fishburne seria perfeito para viver Cage. “Todos meus amigos me disseram ‘não, não, cara. Precisa ser o Wesley Snipes. Eu respondi ‘olha, gosto dele, mas Larry Fishburne é praticamente o Marlon Brando. Quer dizer, ele é o cara'”.

A insistência deles teria sido tanta que Tarantino desistiu do projeto de uma vez.

O último longa de Tarantino, Era Uma Vez Em… Hollywood, foi indicado a 10 categorias no Oscar 2020, e levou duas estatuetas: Melhor Design de Produção e Melhor Ator Coadjuvante para Brad Pitt.

Com Leonardo DiCaprio, Brad Pitt e Margot Robbieno elenco principal, Era Uma Vez Em… Hollywood acompanha Rick Dalton, ex-astro de uma série de TV, e seu dublê de longa data, Cliff Booth, durante o ano de 1969. O filme fez US$366 milhões na bilheteria mundial, se tornando a segunda maior arrecadação da carreira de Tarantino – veja o ranking.

Influencer americana Arielle Charnas que contraiu Covid-19 causa ira nos vizinhos e é apelidada de “Covidiota”. O motivo?

Arielle Charnas || Créditos: Reprodução

Com 1,3 milhão de seguidores no Instagram e fama de “hippie chic”, a influencer americana Arielle Charnas se tornou nessa semana persona non grata nos Hamptons e ganhou até um apelido dos moradores de lá: “Covidiota”. O motivo? Dona de uma casa de praia no badalado destino que fica no litoral do estado de Nova York, ela decidiu se auto-isolar na propriedade depois de ter testado positivo para a Covid-19, para cumprir a quarentena obrigatória de 14 dias para aqueles que são diagnosticados com a doença, mesmo no caso dos pacientes assintomáticos.

O problema é que Charnas parece não ter entendido muito bem os pormenores da regra, e aparentemente confundiu a obrigatoriedade de ficar recolhida entre quatro paredes para evitar contaminar outras pessoas com tempo livre para sair batendo pernas por aí. Resultado: assim que a viram postando fotos em caminhadas pelos Hamptons, os vizinhos dela ficaram tão indignados que se juntaram para pedir às autoridades locais que fizessem algo, o que acabou acontecendo.

Informada oficialmente de que poderia ser processada caso não se mantenha da porta para dentro pelo restante das duas semanas que tem de “castigo”, Charnas não foi vista pelas redondezas desde então. Aliás, outro problema nos Hamptons nesse momento tem a ver com os estoques cada vez mais escassos de medicamentos, de todos os tipos, nas farmácias do hotspot, já que muitos ricos estão comprando literalmente de tudo com o intuito de estarem preparados para o que aparentemente temem ser o Armagedom. Salve-se quem puder! (Anderson Antunes)