No Filter with Naomi: Marc Jacobs

No Filter with Naomi: Marc Jacobs

Dentro do escritório minimalista de Tel Aviv da KESH Insurance

A companhia de seguros KESH Insurance contratou a empresa de arquitetura e design de interiores ALTER Architects para projetar seus novos escritórios em Tel Aviv, Israel.

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Reception

“A nova sede da companhia de seguros KESH, projetada pela Alter Architects, ocupa todo o andar da“ Afridar Tower ”, com uma área total de 12.900 pés quadrados.

O projeto apresentou um desafio único: o grande piso vazio nos inspirou a usar elementos do mundo dos escritórios de alta tecnologia – tetos vazios, espaços abertos e linguagem moderna colorida, mas o cliente nos desafiou a projetar um escritório sólido, elegante e funcional.

Optamos por usar material natural limpo e quente, adequado para um local de trabalho ocupado que muitos funcionários usam em um espaço relativamente pequeno (110 funcionários e muitas funções públicas). Apesar da superlotação, conseguimos criar um sistema que permite privacidade e acessibilidade a cada funcionário e, ao mesmo tempo, oferece um escritório que parece espaçoso e agradável. Juntamente com o design limpo e elegante, incorporamos vários elementos com uma piscada refrescante. Aqui está o resultado ”, disse ALTER Architects.

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Reception
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Entrance
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Reception
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Corridor
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Workstations
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Workstations
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Corridor
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Meeting room
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Conference room
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Kitchen
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Tallulah, filha de Demi Moore e Bruce Willis faz topless em clique feito pela irmã Rumer

De calcinha branca e com as mãos cobrindo os seios, Tallulah posou para Rumer num local aberto

Tallulah Willis (Foto: Reprodução/Instagram)

Filha de Demi Moore e Bruce WillisTallulah posou para a lente da irmã, Rumer. Na foto, ela aparece de calcinha branca escondendo os seios com as mãos. O cenário escolhido pelas filhas dos atores foi um local aberto, com árvores e um lago.

Tallulah Willis (Foto: Reprodução/Instagram)
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Não é a primeira vez que Talullah encanta seus seguidores com uma foto conceitual. Há um mês, ela publicou uma sequência de cliques mostrando que fez rabiscos nos mamilos. “O último prego no caixão da minha carreira na Disney. Amigável para a família”, brincou ela na legenda.

Tallulah está passando a quarentena em família, inclusive os pais. O ex-casal, que ficou junto de 1987 até o início dos anos 2000, apareceu ao lado dos três filhos numa espécie de “festa do pijama”, em que vestiam roupas iguais.

Yoon Young Bae & Aivita Muze – Dior Magazine Spring #30 2020 By Liz Collins

Power Of Flowers   —   Dior Magazine Spring #30 2020   —   www.dior.com
Photography: Liz Collins Model: Yoon Young Bae & Aivita Muze Styling: Samuel Francois Hair: Joseph Pujalte Make-Up: Petros Petrohilos Manicure: Elsa Deslandes

Jack Dorsey, co-fundador do Twitter doa 1 bilhão de dólares para luta contra coronavírus

Jack Dorsey anunciou criação de fundo especial em seu perfil na plataforma

Jack Dorsey, um dos fundadores da rede social Twitter e da plataforma de pagamentos Square, anunciou nesta terça-feira (7) estar doando 1 bilhão de dólares (cerca de R$ 5,2 bilhões) para a luta contra o novo coronavírus.

Em seu perfil na plataforma, ele contou ter colocado o valor – que representa cerca de 28% de sua fortuna – em um novo fundo chamado Start Small (‘Começar Pequeno’, em inglês), que será usado inicialmente para fundar pesquisas sobre o Covid-19.

Jack Dorsey doa 1 Bilhão de dólares (Foto: Reprodução/Instagram)

Depois do final da pandemia, caso sobre algum valor, Jack afirmou que redirecionará o investimento para a educação e saúde de jovens meninas ao redor do mundo.

Junto com o anúncio, ele compartilhou um arquivo onde é possível acompanhar como o dinheiro está sendo usado e o quanto ainda está disponível.

jack ainda explicou que resolveu tirar o valor de seus lucros com o Square e não o Twitter por ser dono de uma maior parte da empresa de pagamentos.

De acordo com o site TMZ, essa é a maior doação relacionada ao novo coronavírus feita até agora.

Anna Herrera – Vogue Hong Kong April 2020 By Arseny Jabiev

Summer Love   —   Vogue Hong Kong April 2020   —   www.voguehk.com
Photography: Arseny Jabiev Model: Anna Herrera Styling: Jolene Lin Hair: Shin Arima Make-Up: Grace Ahn Manicure: Nori
Producer: Sheri Chiu

Apple divulgará resultados do seu 2º trimestre fiscal de 2020 em 30 de abril

O trimestre foi amplamente prejudicado por conta da pandemia do Coronavírus (COVID-19)

A Apple anunciou hoje que divulgará seus resultados financeiros referentes ao segundo trimestre fiscal de 2020 (equivalente ao primeiro trimestre do ano) no dia 30 de abril, uma quinta-feira, às 18h pelo horário de Brasília.

As previsões oficiais da Apple para o período simplesmente não existem. Quer dizer, a empresa até previa originalmente uma receita de US$60-63 bilhões, margem bruta entre 38% e 39%, gastos operacionais entre US$9,6 e US$9,7 bilhões, outras receitas/(despesas) de US$250 milhões, e uma taxa de impostos de aproximadamente 16,5%, mas a pandemia do Coronavírus (COVID-19) a fez informar que não conseguirá bater a sua antiga meta, sem informar uma nova.

No mesmo período de 2019, ela divulgou uma receita de US$58 bilhões. É bem provável que, diante do cenário atual, o novo número seja inferior a esse. [MacMagazine]

Por que a startup JobHome está contratando 800 pessoas no meio da pandemia?

Na contramão da crise provocada pelo coronavírus, uma empresa de call center em casa mostra como negócios para as pessoas e para o clima podem prosperar
Por Alexandre Mansur

Ricardo Galdino (esq) e Geraldo Brasil (dir), fundadores da JobHome (Divulgação/Divulgação)

Enquanto empresas se preparam para enfrentar a maior crise de sua história, uma dupla de empreendedores brasileiros está contratando e anunciou a abertura de 800 vagas. Eles estão na contramão da recessão provocada pela pandemia de coronavírus. Quando os amigos Ricardo Galdino e Geraldo Brasil tiveram a ideia da JobHome, em 2017, obviamente não imaginavam que pouco tempo depois o mundo iria enfrentar uma pandemia. Nem que as medidas de distanciamento social impostas para conter o avanço no número de casos de coronavírus iria obrigar as pessoas a ficarem em casa.

Mas eles já sabiam que o trabalho em casa era uma tendência promissora. E foi de olho nisso que os sócios fundaram a primeira empresa brasileira especializada em call center 100% home office. Ao criar um software, que permite a gestão tanto de projetos, quanto de operadores remotamente, eles anteciparam o que agora é uma necessidade.

A maior parte dos call centers ainda não tem sistemas home office. As justificativas mais comuns para que esse trabalho continue sendo presencial são os protocolos que, por segurança, só podem ser acessados de um local físico. Mas bastou um momento de necessidade para que as empresas percebessem que há soluções para isso. É o caso do serviço oferecido pela JobHome. Agora, por imposição de um vírus, pelo menos 800 operadores estão sendo contratados pela empresa e passarão por treinamento à distância. “Em 15 dias fechamos em negócios o que a gente demoraria o ano inteiro”, afirma Ricardo Galdino. “São empresas que estavam postergando o home office, o que acabou sendo inevitável nesse momento”, detalha.

Em um cenário onde sair de casa é um risco para a saúde coletiva, o home office se apresenta como alternativa para proteger as pessoas, fisicamente e financeiramente. Em casa, elas também podem cuidar dos filhos, já que as escolas também estão fechadas. A longo prazo, esse modelo de trabalho também pode ajudar a descentralizar a renda no país, que hoje ainda está concentrada basicamente nas grandes capitais, de modo que, remotamente, trabalhadores que moram em qualquer região podem ser incluídos.

Outra vantagem é dispensar um traslado desnecessário. Em média, um trabalhador de call center, por exemplo, perde entre uma hora e meia e duas horas de deslocamento, transtorno que pode ser evitado. De acordo com dados da JobHome, só em 2019, foram 57.856 horas a menos no trânsito, o que significa 53.9796 quilos em redução de emissões de gás carbônico.

O desejo de todos é que a pandemia seja controlada o mais rápido possível e que as pessoas possam voltar a sair de casa o quanto antes. Porém, a experiência de atravessar uma pandemia pode render algumas descobertas. A mudança de perspectiva das empresas, que até então eram resistentes com o home office, pode ser uma delas. O teste forçado pode fazer com que muitos empresários percebam este como um caminho a ser incluído nos planejamentos a longo prazo.

Eles vão perceber que é uma alternativa interessante no que diz respeito à produtividade e qualidade de vida do funcionários, mas também que precisam de ferramentas para implantar o modelo de forma eficiente. “É preciso ter muito cuidado e entender que home office não é só mandar o funcionário para casa, com computador e telefone. A parte de gestão precisa estar muito bem preparada para monitorar tudo isso”, explica Ricardo Galdino.

Além disso, segundo ele, o mercado tem espaço para todos. “Não vejo o fato de mais empresas investindo nisso como concorrência, mas como negócios que estão nos ajudando a disseminar o que a gente acredita. Estamos falando de uma mudança de hábitos que é melhor para as cidades, para o planeta, que é o que a gente precisa agora: pensar coletivamente”.

O home office, claro, é bom também para o clima porque há menos emissão de gases na atmosfera. A conta é simples: menos transporte, menos poluição. Com poucos dias de medidas de contenção, já é possível notar até mais estrelas no céu de São Paulo. Além de render boas fotos para o Instagram, isso é sinal de que a atmosfera está mais limpa. A qualidade do ar também tem melhorado, de acordo com plataformas de monitoramento e secretarias de meio ambiente locais. Fenômenos também têm sido notados em outras grandes cidades de todo o mundo: Itália e China divulgaram recentemente quedas notáveis na emissão de poluentes no primeiro mês de distanciamento social.

Gustavo Pinheiro, coordenador do portfólio de Economia de Baixo Carbono do Instituto Clima e Sociedade (ICS), defende outro aspecto positivo da questão. Para ele, o momento é de dar uma resposta urgente à questão de saúde pública, em primeiro lugar. Como fazer isso? “Há bons exemplos de articulação público-privada que mostram que num momento de grande pressão, a sociedade brasileira consegue se organizar coletivamente, com empresas e pessoas se engajando em campanhas de solidariedade”, observa.

Já podemos começar a pensar nos impactos de longo prazo que essa mudança de mentalidade trará para diversos setores, incluindo a aceleração da transição para uma economia de baixo carbono. “Pelas razões erradas, isso agora está acontecendo muito rapidamente. A gente gostaria que fosse por consciência, por alinhamento do investimento com os valores humanos, conformidade com os acordos internacionais, como o Acordo de Paris”, afirma.

Gustavo Pinheiro lembra que os setores que investem em trabalho remoto e tecnologias de comunicação já estavam crescendo e, neste momento, apenas estão experimentando um salto. “A digitalização, inclusive do trabalho, é algo que já está em curso há, pelo menos, 30 anos. O que está acontecendo é que estamos vendo, em semanas, coisas que talvez fossem levar anos para serem realizadas”. Ele explica que, de modo geral, a economia digital emite menos gases do efeito estufa do que a economia tradicional e ainda tem o benefício de rodar com qualquer energia.

Grandes empresas de tecnologia, como Apple, Amazon e Facebook, já se preocupam há alguns anos em fazer uma transição para energias renováveis, pelo menos para abastecer todas suas operações digitais. E esse é outro fator importante que torna a indústria digital mais limpa e faz a gente torcer para que essas mudanças tenham chegado para ficar.

A operadora Jaqueline Isabella da Silva Orestes trabalha na JobHome há quatro meses e já relata uma mudança de vida. “No regime presencial minha vida era uma correria e tanto, eu passava mais tempo na rua do que em casa com a minha família e fazendo as minhas tarefas. Quando chovia, já chegava cansada no trabalho o que, claro, impactava na minha produtividade”. Para ela, o novo regime de trabalho mudou tudo. “Voltei a fazer faculdade e consigo dar a atenção necessária para a minha filha de três anos. Trabalho com mais ânimo e disposição”. Ela vê com bons olhos as tendências de mudança no mercado. “É bom tanto para a empresa quanto para o funcionário. As empresas precisam começar a pensar fora da caixinha e esse momento está aí para nos provar isso”.

Por Angélica Queiroz

Série americana ‘All Rise’ filmará ‘a distância’ episódio sobre o novo coronavírus

Produtores usarão uma variedade de mídias sociais e tecnologia digital para gravar os atores que estarão em suas próprias casas; episódio de ‘All Rise’ vai ao ar no dia 4 de maio
AGÊNCIA – AFP

Cartaz de divulgação da série americana All Rise, da CBS. Foto: Divulgação/CBS

Um episódio da série americana All Rise, da CBS, dedicada ao trabalho da Justiça em meio à pandemia do novo coronavírus, será filmado “a distância”. Os atores estarão em suas próprias casas – um marco para a produção norte-americana.

Os produtores usarão uma variedade de mídias sociais e tecnologia digital para filmar remotamente, como o FaceTime ou o Zoom, de acordo com uma declaração da CBS. Depois de filmar as cenas de cada ator no episódio, a produção usará efeitos especiais para mudar o cenário e adicionar o que quiser.

O episódio será realizado de acordo com as diretrizes de confinamento atualmente em vigor no estado da Califórnia e Los Angeles, onde a série acontece. Somente o diretor de fotografia tirará fotos externas, o que deve mostrar a desolação nas ruas de Los Angeles como resultado das medidas de isolamento.

No episódio “escrito e inspirado pelos acontecimentos atuais”, a juíza Lola Carmichael (Simone Missick) tem o poder de presidir um julgamento remoto. Ao mesmo tempo, os personagens principais aprendem a se adaptar às novas restrições de viagem devido à pandemia.

All Rise está em sua primeira temporada. O episódio vai ao ar no dia 4 de maio.