Site da Shueisha disponibiliza 48 capítulos do mangá de My Hero Academia de graça

Edições ficarão disponíveis até 6 de maio
NICOLAOS GARÓFALO

Uma das grandes sensações mundiais dos últimos anos, o mangá My Hero Academia foi disponibilizado gratuitamente pela Shueisha para manter leitores em casa durante período de pandemia. Ao todo, 48 capítulos poderão ser acessados pelos leitores até o dia 6 de março (via Viz).

No site da Shueisha, os fãs poderão ler do capítulo 100, em que os alunos da UA começam a criar seus golpes mais poderosos, até o 147, que traz o começo da operação dos heróis para resgatar a garota Eri.

O mangá My Hero Academia é publicado no Brasil pela JBC, enquanto o anime conta com mais de 60 episódios desde sua criação em 2016 e é exibido no serviço de streaming Crunchyroll.

Roland Jupiter X Synthesizer – First 10 Presets Patches!

Colocamos à prova o incrível sintetizador Roland Jupiter X com uma análise direta e imediata! Com 10 patches predefinidos para executar e uma variedade de sons lendários de sintetizadores e baterias, o Roland Jupiter X mostra tudo o que tem para oferecer com apenas 10 presets?➡️

↪️ Episode Guide ↩️
» Preset 1 (1:39) Preset 2 (1:39)
» Preset 3 (2:38) Preset 4 (3:41)
» Preset 5 (4:32) Preset 6 (5:58)
» Preset 7 (7:11)Preset 8 (7:17)
» Preset 9 (8:42) Preset 10 (8:42)

Projetado para criação de música de ponta, o Jupiter X combina o mecanismo de som líder da Roland com um layout de controle acessível e intuitivo. Um sintetizador perfeito para composições complexas, o Roland Jupiter X pode ser pensado em um estúdio vintage completo em uma estação de trabalho compacta.

Terapia com led acelera recuperação do cabelo após quimioterapia

Radiação permite que células capilares recebam mais nutrientes e criem fios de melhor qualidade
LUDIMILA HONORATO – O ESTADO DE S.PAULO

O cabelo começa a crescer de dois a três meses após o fim do tratamento com quimioterapia de maneira mais lenta. Foto: Unsplash/@danielapodaca96

queda de cabelo em decorrência da quimioterapia varia de acordo com o tipo de droga utilizada no tratamento, que pode ser mais ou menos agressiva ao organismo. Quando a perda ocorre, o crescimento dos fios se dá após dois ou três meses do término das sessões, mas é possível acelerar o processo por meio da ledterapia, que estimula as células capilares a trabalharem mais e com melhores resultados.

A técnica não é uma novidade no universo de tratamento dos fios. Segundo o cirurgião vascular Álvaro Pereira, já se sabe há muito tempo que essa radiação, na dose e frequência certas, estimula o crescimento do cabelo. Ela já é utilizada por quem sofre com a perda por outros motivos que não o efeito colateral da quimioterapia.

No caso do tratamento contra o câncer, o medicamento tem o objetivo de atingir as células de crescimento acelerado, que é o caso das células cancerígenas. Mas ele não diferencia as tumorais das boas e aquelas que dão origem aos fios, saudáveis, também se enquadram nessa categoria e são afetadas paralelamente, causando a queda do cabelo.

Para recuperá-lo com a ledterapia após esse processo, a pessoa usa um boné ou capacete que emite uma radiação com frequência específica, de baixa potência. Os raios vão promover a dilatação dos vasos sanguíneos, o que aumenta a entrada de nutrientes e oxigênio nas células capilares. Com isso, também cresce a produção de energia celular e, consequentemente, a capacidade de produzir mais fios de cabelo de melhor qualidade.

E é justamente por causa do efeito de vasodilatação que a ledterapia só é indicada após o fim do tratamento quimioterápico. Se ela for utilizada durante, o medicamento tende a penetrar ainda mais nas células e provocar o resultado contrário. Assim, a técnica não é uma prevenção contra a perda do cabelo, mas um acelerador de crescimento pós-quimioterapia.

Pereira observa que, caso a pessoa ainda opte por fazer ledterapia durante o tratamento contra o câncer, é preciso esperar cerca de três dias após a sessão de quimioterapia para garantir que a droga não esteja mais no organismo. Algumas podem durar menos tempo no corpo, porém, no geral, a orientação é usar no final. “A cada sessão de quimio, a ledterapia não vai ser suficiente para ‘inibir’ a queda tanto quanto se fizer depois da quimio.”

A decoradora Luciana Bottura de Medeiros, de 48 anos, começou a usar o boné de ledterapia após o segundo tratamento contra o câncer. Aos 40 anos, ela descobriu um tumor na mama esquerda, que foi totalmente retirada, e teve de fazer 30 sessões de radioterapia, que não afetou o cabelo. Quatro anos depois, a doença voltou mais agressiva, em outros órgãos, e ela passou por 26 sessões de quimioterapia. “Fiquei careca 20 dias após a primeira sessão”, conta.

Luciana relata que, após o fim do tratamento, o cabelo começou a crescer lentamente, mais fino e com falhas. Na clínica onde se tratou, uma dermatologista indicou a terapia de led com boné, que pode ser usado em casa. Em novembro de 2019, ela começou a usar o produto uma vez ao dia durante dez minutos. Antes, ela lava o cabelo e passa algumas gotas de minoxidil, fármaco que também promove vasodilatação e é comumente usado para recuperação do cabelo.

“Percebo que os fios estão mais encorpados e o crescimento foi acelerado tendo em vista a comparação com outras meninas que não usaram o boné. Para mim, o resultado tem sido bastante satisfatório, me sinto bem e confiante que logo estarei com meu cabelo mais comprido para conseguir fazer um corte bem estiloso”, comenta Luciana.

Tratamento evita queda de cabelo durante quimioterapia

A dermatologista Estrela Machado, especialista em oncologia e tricologia, do Centro Paulista de Oncologia, afirma que a crioterapia é um dos tratamentos que se mostraram mais eficazes para minimizar a queda de cabelo devido à quimioterapia. A touca que permanece com temperaturas entre 18 e 22 graus Celsius tem de ser usada enquanto a pessoa faz a sessão de quimio. Curiosamente, o método de resfriamento da cerveja foi o que inspirou a criação do equipamento.

A técnica tem duas ações importantes: o congelamento das células capilares, que vão deixar de ter crescimento acelerado e de serem vistas como ‘más’ pelo quimioterápico, e o estreitamento dos vasos sanguíneos, fazendo com que menos droga chegue até as células do cabelo. Pela literatura médica, Estrela diz que a melhora da queda de cabelo com a crioterapia é em torno de 50%, algo que ela observa na própria experiência clínica.

A touca inglesa (crioterapia) permite que o couro cabeludo fique a uma temperatura entre 18ºC e 22º C.
A touca inglesa (crioterapia) permite que o couro cabeludo fique a uma temperatura entre 18ºC e 22º C. Foto: Paxman/Divulgação

“Tem casos de muito bom resultado e outros que são ruins, em torno de 30% de preservação dos fios. Mas, independente do resultado, quando acaba a quimioterapia, a recuperação é superior a de pacientes que não fazem e vem com qualidade muito melhor. A quimio faz cair e nascer três meses depois, mas nunca igual”, diz a médica.

A variação dos resultados depende, por exemplo, do tipo de quimioterápico utilizado, do tempo de infusão da droga e da quantidade de ciclos do tratamento. Por observação, a dermatologista aponta que quem já tem alguma patologia no couro cabeludo, haste dos fios mais fina e usa muitos produtos químicos no cabelo pode ter um resultado pouco satisfatório também.

Estrela diz que durante o tratamento quimioterápico pode haver uso de minoxidil e cisteína, que garante a qualidade dos fios, mas, segundo ela, os resultados só dessas substâncias são pobres. Outro problema é que o uso de medicamentos orais por quem faz quimioterapia pode deixar a pessoa mais sensível e haver intercorrência. “O que mais entrega resultado é a crioterapia.”

Tratamentos capilares após a quimioterapia

Passado o tratamento contra o câncer, a dermatologista também aponta a terapia com led como benéfica, pois a ação dos lasers de baixa potência aumenta o número de fios. O cirurgião vascular Álvaro Pereira é sócio da Cosmedical e idealizador de um capacete de ledterapia da Capellux que pode ser usado em casa.

A versão em boné do produto foi a utilizada pela Luciana e é mais indicado para quem tem pouco cabelo, que é o caso dela. “Para quem tem mais cabelo, o boné não é tão eficiente quanto o capacete com espícula, que é como um dente de pente que atravessa os cabelos e encosta direto no couro cabeludo”, explica o médico.

Luciana percebeu que com o uso da ledterapia, o cabelo dela cresceu mais rápido e com melhor qualidade do que das pessoas que não usaram.
Luciana percebeu que com o uso da ledterapia, o cabelo dela cresceu mais rápido e com melhor qualidade do que das pessoas que não usaram. Foto: Arquivo pessoal

No dia do fechamento desta reportagem, o boné era vendido por R$ 984 e o capacete, R$ 2,5 mil no site da marca. Pereira diz que os dispositivos também estão disponíveis em farmácias de manipulação e lojas distribuidoras. Clínicas médicas podem oferecer o serviço que, segundo ele, é com um aparelho de maior potência.

Para a dermatologista, o resultado da técnica é bastante potencializado com outros tratamentos, não sozinho. “Vai usar [a ledterapia] para crescer mais rápido, com medicações a base de vitamina e tópicos que vão fazer vasodilatação para chegar mais nutrientes ao cabelo.” Outras técnicas que ela cita são: suplementação oral, microagulhamento e aplicação de produtos dentro da derme capilar.

Gucci Launches #SODEERTOME Pre-Fall 2020 Campaign Lensed by Alasdair McLellan

A Gucci divulga a beleza de uma campanha pré-outono de 2020, ‘So Deer to Me’, baseada na “inocência recuperada” da natureza. O fotógrafo Alasdair McLellan filma uma série de “animais de conto de fadas”, incluindo veados e filhotes, coelhos, corujas, gambás, esquilos, sapos, ouriços e patos que criam uma fuga imaginada do mundo COVID-19 de hoje. O diretor de arte Christopher Simmonds e o diretor criativo da Gucci, Alessandro Michele, criam uma pausa muito necessária da realidade e dos medos profundamente arraigados dos jovens, que lutam para ser otimistas em relação ao próprio futuro.

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Segundo Gucci, as imagens de McLellan formam “um apelo a um verdadeiro compromisso com a natureza e, com isso, com a vida”. Os modelos que canalizam essa experiência incluem Akito Mizutani, Azu Nwogu, Gret Mateides, Katie Johnson, Nastya Kharina e Xie Chaoyu, de Jonathan Kaye. / Hair de Paul Hanlon; maquiagem de Thomas De Kluyver

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Para promover essa experiência, a Gucci anunciou uma colaboração com o The Lion’s Share Fund, uma iniciativa que permite às empresas arrecadar fundos para a conservação da vida selvagem e habitat, espécies ameaçadas e bem-estar animal. Em seu comunicado à imprensa, a Gucci explicou: “Doando 0,5% de sua mídia gasta toda vez que um animal é destaque em anúncios, como todos os parceiros envolvidos no The Lion’s Share Fund, a Gucci pode dar contribuições contínuas para gerar resultados tangíveis no terreno para essa causa urgente. ”

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Em apoio à iniciativa significativa, a Gucci postou uma série de clipes do documentário Richmond Park: Reserva Natural Nacional de 2017, apresentado por David Attenborough e dirigido por George Chan, no Instagram.

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Demolidor | Charlie Cox não acha que série ganhará 4ª temporada

Série poderia ser reativada na Disney+ este ano
JULIA SABBAGA

Netflix produziu, entre 2015 e 2019, seis séries de super-heróis em parceria com a extinta Marvel TelevisionDemolidor, Jessica Jones, Luke CagePunho de FerroO Justiceiro e Defensores. Com o cancelamento das séries, o Marvel Studios poderá voltar a usar os heróis já a partir deste ano, (saiba mais) e apesar de Demolidor ser um dos primeiros a retornar à editora, o protagonista Charlie Cox não acredita que a série ganhará uma 4ª temporada. 

Em entrevista ao Comic Book, Cox pareceu pessimista quanto a um revival da série: “Não acho que terá, não, e não sei porque eu acho isso”, explicou. 

O ator, no entanto, esclareceu que a postura pode representar um tipo de comportamento defensivo: “Eu não tenho motivos para achar isso. Mas por um ponto de vista cínico talvez eu apenas esteja tentando me proteger, porque não há nada que eu amaria mais fazer de novo”.   Estrelada por Cox, Demolidor foi cancelada junto com as outras séries da Marvel em parceria com a NetflixJessica JonesPunho de FerroLuke CageJusticeiro e Defensores.

HQ argentina Sherlock Time será lançada no Brasil em maio

Livro é assinado por Héctor Oesterheld e Alberto Breccia, responsáveis por O Eternauta 1969
NICOLAOS GARÓFALO

Originalmente publicado entre 1958 e 1959, a HQ argentina Sherlock Time ganhará uma edição especial no Brasil. O livro, criado por Héctor Oesteheld e Alberto Breccia, dupla responsável por O Eternauta 1969, já está em pré-venda na Amazon e tem lançamento previsto para 21 de maio.

Sherlock Time é ficção científica episódica publicada originalmente pela Hora Cero e traz aventuras do seu personagem título e de seu parceiro, Julio Luna. O trabalho marca o início da parceria entre Oesteheld, que assina os roteiros, e Breccia, responsável pela arte da revista. Os quadrinistas trabalhariam juntos em Che – Os Últimos Dias de Um HeróiO Eternauta 1969 e Mort Cinder.

Nagi Sakai for The New York Times Style Magazine with Claire Danes

Photographer: Nagi Sakai. Stylist: Ye Young Kim. Hair Stylist: Dedier Malige. at Art Partner. Make-up: Matin at Tracey Mattingly Agency. Manicurist: Eri Hanada at Home Agency. Set Design: Two Hawks Young at Defacto Inc. Casting Director: United Management Inc. Production Lee Kyung Kim at Bl Creative House. Talent: Claire Danes.

Efeito casulo

Estúdios e microapartamentos colocam à prova a habilidade dos arquitetos em fazer render o espaço
MARCELO LIMA – O ESTADO DE SÃO PAULO

Mesa lateral: um  móvel curinga em pequenos espaços Foto: Galvin Brothers

Ninho, casulo, pequeno mundo. É sempre carinhosa a maneira pela qual os moradores dos estúdios costumam se referir a suas casas. Vivendo em espaços a partir de 20 m², deles é raro se ouvir qualquer menção, mesmo em tempos de pandemia, à ideia de confinamento. Ou ainda queixas de falta de privacidade, mesmo diante da ausência de divisórias entre os ambientes.

Sem tempo, nem espaço, a perder, quem opta por um viver compacto – e não são poucos –, parece ir direto ao cerne da questão: afinal, o que preciso para me sentir em casa? 

“O melhor da experiência de viver em um apartamento pequeno é a praticidade. Mas não é só isso. Gosto da exclusividade de saber que ele foi desenhado para mim. Para ser sincero, nunca vi uma decoração com tanta personalidade”, declara o advogado Andrew Labatut, que a cada dia se encanta mais com as soluções, sob medida, propostas pelos profissionais da Macro Arquitetos, para seu apartamento de 42 m², no bairro da Bela Vista, em São Paulo. 

Buscar o essencial, não deixar escapar nenhum detalhe, economizar centímetros. O que pode parecer limitante para muitos, para moradores como Labatut acaba por se converter em um passaporte seguro para uma vida mais ordenada e autêntica. Ainda que em poucos metros quadrados. 

“Gosto da simplicidade de viver em um espaço pequeno, porém otimizado. Vivo com todo o conforto que necessito”, declara a executiva Ana Julia Ghirello, que habita um estúdio de 29 m², projetado pelo arquiteto Antônio Armando de Araújo, em pleno Jardins paulistano. “O projeto conseguiu encaixar tudo que é importante para mim, dentro de uma estética que me agrada. A cozinha aberta para a sala é perfeita. Assim, posso cozinhar com meus amigos em volta”, diz.

“Encaixar tudo” se torna portanto o grande “x” da questão. Projetar um micro espaço demanda respostas precisas, já que qualquer decisão acabará, fatalmente, por impactar o cotidiano do futuro morador. Por outro lado, não deixa de representar um campo aberto à experimentação: mesmo uma área mínima pode ser subitamente ampliada, pela simples eliminação de tudo o que for supérfluo.

Por tudo isso, não surpreende que o interesse por espaços menores não pare de crescer – segundo o Sindicato da Habitação (Secovi-SP)nada menos do que metade dos lançamentos na cidade de São Paulo em 2018, tinham, em média, 45 m². 

Como bem lembrou o arquiteto italiano Carlo Mollino nos anos 1940, a casa pode bem ser comparada à uma concha, pronta para conter e moldar a vida. Mais atual do que nunca, a metáfora se aplica bem aos estúdios de nossos dias. Afinal, a concha pode até limitar, mas, nem por isso, impedir que uma pérola se desenvolva em seu interior.

Congresso dos EUA vê declarações falsas da Amazon e quer depoimento de Jeff Bezos

Empresa teria mentido a deputados do país sobre o uso de dados de comerciantes na plataforma para a criação de produtos
Por Agências – Reuters

Jeff Bezos é convocado a depor no congresso dos EUA 

O Comitê Judiciário da Câmara de Deputados dos EUA convocou nesta sexta, 1, Jeff Bezos, fundador da Amazon, a depor sobre as alegações de que a gigante do varejo online usa dados a respeito de vendedores da plataforma para criar produtos concorrentes, o que configuraria uma prática anticomercial.  

Em uma carta bipartidária enviado ao executivo, os legisladores citam uma reportagem publicada em 23 de abril pelo Wall Street Journal sobre a Amazon. “Se o artigo do Wall Street Journal está correto, então as afirmações feitas pela Amazon a esse comitê sobre sua práticas comerciais parecem enganosas, e possivelmente são criminalmente falsas”,  diz um trecho do documento. 

O ponto de discussão são as declarações de Nate Sutton, executivo da Amazon, que negou sob juramento em julho de 2019 que a Amazon usava informações comerciais sensíveis de vendedores independentes em sua plataforma para o desenvolvimento de produtos, o que é contrariado pela reportagem do WSJ. Nela, a publicação fala com cerca de 20 ex-funcionários da gigante que garantem que a prática existe.  

A Amazon disse que não iria comentar a convocação de Bezos.