Um tour pela nova sede da Azure Publishing em Toronto

A empresa de mídia Azure Publishing contratou a empresa de arquitetura Dubbeldam Architecture + Design para projetar sua nova sede em Toronto, Canadá.

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Open-plan workspace

“A entrada é demarcada por seu logotipo distintivo, representado em um super gráfico laranja ousado, visível através do vidro de recepção no eixo no final de um longo corredor que leva ao escritório. De acordo com os designers canadenses que são rotineiramente apresentados na revista, o extravagante pendente é do Molo, um estúdio de Vancouver que fabrica móveis e luminárias a partir de geometrias de papel expansíveis. Um conjunto de cinco pingentes estão agrupados como nuvens cumulus e flutuam sobre a mesa da recepção, cujo tampo de madeira sinuosamente orgânico é fabricado pelos irmãos Dressler, fabricantes de móveis sob medida que também são vizinhos na Sterling Road.

A área de recepção é ladeada por um grande espaço de conceito aberto que acomoda 26 estações de trabalho, dois escritórios particulares e uma sala de reuniões, que servem como ambiente de trabalho para equipes de editores, editores, escritores e vendas de publicidade. Equipada com mesas ergonômicas e cadeiras de trabalho da Teknion, essa zona silenciosa é propícia ao foco profissional, além de acomodar reuniões de clientes e sessões de colaboração. Para otimizar a estrutura e o pedido, o material de referência e os pertences pessoais podem ser armazenados em estantes integradas e cubículos de armazenamento. O espaço é banhado pela luz natural das janelas voltadas para o sul e para o leste, aumentando a produtividade e a sensação de bem-estar dos funcionários. No lado oposto da recepção, um espaço de altura dupla cativa com sua expansão volumétrica, com janelas originais de fábrica de 6 metros de altura emolduradas em metal preto, fornecendo até luz norte. De natureza flexível, o espaço é ideal para eventos sociais e atividades recreativas. O refeitório e a cozinha dos funcionários – equipados com armários Scavolini – podem ser fechados por uma tela acrílica translúcida deslizante, um dispositivo usado em todo o escritório para manter um pouco de privacidade sem sacrificar a transmissão de luz.

A paleta de materiais do escritório é uma interação estratégica entre o novo e o antigo: o branco e os tons de cores são introduzidos por meio de gráficos, assentos e sinalização, em contraste com a paleta neutra das históricas paredes de tijolo vermelho texturizado, tetos de tábuas de madeira envelhecida, pisos de bordo loiros e colunas e vigas de aço escuras escuras ”, diz Dubbeldam Architecture + Design.

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Entrance
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Reception
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Reception
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Corridor
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Game zone
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Meeting room
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“Há tanta coisa na moda que é inexplorada”, diz Iris van Herpen | Festival de Design Virtual

Na primeira de três entrevistas em vídeo exclusivas com Dezeen para o Virtual Design Festival, a estilista Iris van Herpen explica como seu treinamento como dançarina de balé a levou a ser pioneira no uso de novas tecnologias e materiais em alta costura.

A estilista holandesa construiu sua carreira adotando uma abordagem experimental da moda, usando materiais tão diversos quanto silicone, rendas de metal, limalhas de ferro e vidro.

Suas elaboradas coleções de alta costura combinam artesanato tradicional com técnicas digitais, como corte a laser, fabricação digital e impressão 3D.

QuintoAndar cria linha de crédito de R$ 4,5 mi para corretores e imobiliárias

Parceiros da startup, em lista que inclui também fotógrafos dos apartamentos, podem solicitar antecipação de até 70% da média de ganhos mensais; já imobiliárias podem ter antecipação com taxa de 0,5% ao mês

Escritório do Quinto Andar em SP, antes da quarentena; empresa decidiu manter funcionários em trabalho remoto

startup de aluguel de imóveis residenciais QuintoAndar lançou, nos últimos dias, duas linhas de crédito para apoiar seu ecossistema de parceiros. Com o valor total de R$ 4,5 milhões, as linhas vão permitir que corretores, fotógrafos e imobiliárias que atuam com a empresa possam pedir antecipação de seus ganhos mensais. 

Desenvolvida em parceria com a startup Mova, a linha de crédito para corretores e fotógrafos vai permitir que os parceiros antecipem até 70% dos ganhos mensais, com base na média de comissões e serviços realizados em janeiro e fevereiro deste ano. A antecipação não tem taxas e, segundo, o QuintoAndar, cerca de 340 colaboradores já solicitaram o crédito, com antecipação média de R$ 1,4 mil. 

Já a linha de crédito para imobiliárias, feita diretamente pela startup, vai se basear nos valores recebidos nos últimos três meses. As empresas poderão captar os recursos e terão pagamento de taxa de 0,5% ao mês, com pagamento feito em até dez parcelas mensais. 

“Uma das nossas maiores preocupações é com a forma como a Covid-19 vai impactar a sustentabilidade financeira dos nossos parceiros. Nossos times trabalharam muito para encontrar uma solução eficaz”, diz Gabriel Braga, presidente executivo do QuintoAndar. “Buscamos parceiros com experiência nessa área e fechamos com a startup Mova, que nos ajudou a viabilizar a operação.”

Presente em 30 cidades do País e considerada um unicórnio (avaliada em pelo menos US$ 1 bi) desde o meio de 2019, o QuintoAndar tem passado por momentos difíceis nesta crise em meio à pandemia do coronavírus e a subsequente redução na demanda por novos aluguéis. Em abril, a empresa decidiu demitir 8% de sua força de trabalho – cerca de 90 pessoas dos 1,1 mil funcionários que possuía antes da crise. 

“O QuintoAndar decidiu adaptar sua operação ao novo contexto de mercado, que resultou na redução nos volumes projetados de demanda por aluguel e venda de imóveis residenciais. O ajuste reforça a capacidade da empresa de cumprir seus compromissos atuais e futuros, dos quais dependem milhares de clientes e centenas de colaboradores”, afirmou um porta-voz da startup, em nota enviada à reportagem na ocasião. 

Com esclerose múltipla, Selma Blair mostra próteses para andar melhor

“Independência é ótima”, diz atriz, em imagem emocionante caminhando em casa sem ajuda

A atriz Selma Blair, de 47 anos, que sofre de esclerose múltipla, compartilhou um vídeo emocionante no Instagram, em que anda com a ajuda de novas próteses, sem precisar se apoiar em uma bengala, como em suas últimas aparições públicas, ou caminhar com ajuda de outra pessoa.

“O seguro de saúde aprovou!!!!!! Obrigado, grupo protético e ortopédico, por me achar essa grande mudança no apoio para eu andar. Eu estou rindo”, contou a atriz, que praticou na frente do espellho, nesta quarta-feira (6).

Selma ainda explicou que agora capta “padrões corretivos com muita facilidade, por isso estou especialmente feliz por ter apoio para reconectar o cérebro”. “Independência é vida”, afirmou ela, avisando, com a voz embargada: “Estou tão feliz”.

A atriz, que é mãe de um menino, Arthur Saint Bleick, de 8 anos, foi diagnosticada com a doença degenerativa em 2018 e, desde então, mostra tanto os momentos ruins quanto os bons da nova realidade para os fãs. Em desabafos tocantes, Selma já revelou o temor em relação ao menino. “Eu sou sortuda por um milhão de motivos. Eu sei. E eu ainda me sinto sozinha e vulnerável e com medo sobre o futuro como mãe solteira”, afirmou ela no começo do ano.

Goldbergh Activewear Latest Campaign by Katelijne Verbruggen

Campaign: Goldbergh Activewear Ss20. Photography: Katelijne Verbruggen. Hair & Makeup: Suzanne Verberk at Ncl-representation. Model: Bregje Heinen at micha Models.

Lady Gaga anuncia nova data de lançamento de ‘Chromatica’ após adiar álbum por causa de pandemia

Cantora divulgou nas redes sociais que chegada de sexto disco ao mercado será em 29 de maio.

Lady Gaga anuncia nova data de lançamento ‘Chromatica’ após adiar álbum por causa de pandemia 

Lady Gaga anunciou a nova data de lançamento do álbum “Chromatica”: 29 de maio. A cantora havia adiado a chegada de seu sexto disco ao mercado por causa da pandemia de coronavírus.

“A jornada continua. Você pode se juntar a mim oficialmente em 29 de maio”, anunciou Gaga em suas redes sociais.

Inicialmente, “Chromatica” estava previsto para ser lançado em 10 de abril.

“Essa é uma época assustadora e atribulada para todos nós, e mesmo que eu acredito que a arte seja uma das coisas mais fortes para nos dar alegria e cura uns para os outros, não me parece certo lançar este disco com tudo o que está acontecendo durante essa epidemia global”, escreveu a cantora em março.

Semanas antes, a cantora havia feito o lançamento do single “Stupid Love”, que integra o novo álbum.

Space Force, nova série dos criadores de ‘The Office’ com Steve Carrell ganha trailer

‘Space Force’ reúne Lisa Kudrow, ex-‘Friends’, e Steve Carrell, ex-‘The Office’

Steve Carrell em cena de ‘Space Force’, nova série dos criadores de ‘The Office’ Foto: Netflix

Space Force, nova série de comédia dos criadores de The Office com Steve Carrell, ganhou nesta terça-feira, 5, um trailer que revela algumas de suas cenas e atores.

A série acompanha o militar que lidera a criação de uma força espacial do exército americano, inspirada na criação real de uma divisão desse tipo por parte do presidente americano Donald Trump.

Além de Steve Carrell, conhecido como Michael Scott, um dos protagonistas da sitcom The Office, a série vai reunir Lisa Kudrow, a Phoebe de Friends e John Malkovich, do clássico Quero Ser John Malkovich (1999).

Diana Silvers, Ben Schwartz e Tawny Newsome também integram o elenco de Space Force, que será uma produção exclusiva da Netflix, disponível na plataforma de streaming a partir de 29 de maio.

Confira abaixo o trailer de Space Force:

Jerry Seinfeld está fazendo as pazes com nada: ‘estou no pós-show business’

Comediante fala sobre suas reflexões de quarentena, sua necessidade de rotina e sobre o que ele espera da comédia e da cidade de Nova York quando tudo isso acabar
Dave Itzkoff, The New York Times

Sentado numa sala decorada com fotos de família, livro e miniaturas de carros, Seinfeld falou por vídeo conferência sobre a evolução de seus sentimentos em relação à comédia, sua força e suas deficiências durante este período.  Foto: Daniel Arnold/The New York Times

Nestes dias, muitos se perguntam o que Jerry Seinfeld, o personagem de sitcom, estaria fazendo nesta era de quarentena e distanciamento social: como seu tédio, egocentrismo e constante escrutínio dos detalhes cotidianos (para não falar nos traços hiperbólicos de seus amigos e vizinhos fictícios) chegariam a extremos hilariantes num ambiente de isolamento e ansiedade.

No entanto, o verdadeiro Jerry Seinfeld – aquele que há muito tempo desistiu do sitcom para se concentrar num talk show ocasional e numa carreira inigualável no stand-up – já não é o mesmo cara. Fechado em casa com sua esposa, Jessica, e seus três filhos, ele está mais devotado do que nunca a seus rituais e hábitos diários e, inevitavelmente, continua propenso a observações microscópicas sobre o comportamento humano. Mas também está autoconsciente de uma maneira que você nunca vê nas apresentações: ele faz a piada e depois se pergunta se ela é apropriada e se as pessoas querem mesmo rir nos dias de hoje. São perguntas difíceis de encarar quando você é comediante e, assim como todo mundo, Seinfeld está tentando descobrir quem ele é e o que deve fazer agora.

Embora prefira se apresentar publicamente no seu clássico traje de stand-up – terno e gravata – na quarta-feira passada Seinfeld apareceu com um velho moletom onde se lia a palavra “GARAGE”, numa sessão de Zoom de sua casa em Hamptons. Era seu aniversário de 66 anos, e a chamada de vídeo levou alguns minutos para entrar no ar, o que exigiu a intervenção de Sascha, a filha mais ligada em tecnologia, que tem 19 anos. (“A juventude da América”, disse Seinfeld, radiante de orgulho paternal).

Jerry Seinfeld também refletiu sobre seu novo especial, ’23 Hours to Kill’, que a Netflix lançou na terça-feira, 5. Foto: Daniel Arnold/The New York Times

Sentado numa sala decorada com fotos de família, livros, miniaturas de carros e uma cópia do álbum de comédia de Allan Sherman, My Son, the Nut, Seinfeld falou sobre a evolução de seus sentimentos em relação à comédia, sua força e suas deficiências durante este período. Nessa perspectiva, também refletiu sobre seu novo especial, 23 Hours to Kill [23 horas para matar], que a Netflix lançou na terça-feira, 5. Seinfeld sabe que suas piadas sobre as pequenas indignidades dos eventos sociais, da comunicação via internet e do Serviço Postal agora podem soar bem diferentes do que soavam quando o show foi gravado em outubro, no Beacon Theatre, em Manhattan.

Seinfeld disse que não ter certeza se o especial será sua despedida da comédia filmada, mas descreveu sua perspectiva profissional como um “pós-show business”: “Agora estou no estado mais puro da arte”, explicou. “Só o set, a plateia e o momento. Mais do que nunca, estou muito interessado nisso e pouco interessado em todo o resto”.

Seinfeld falou mais sobre suas reflexões de quarentena, sua necessidade de rotina e sobre o que ele espera da comédia e da cidade de Nova York quando tudo isso acabar. Aqui vão alguns trechos editados dessa conversa:

Quando você começou a sentir que a pandemia era séria mesmo?

Foi logo no começo. Liguei para o produtor da turnê e disse: “Pode se preparar para cancelar os shows”. Parecia que a gente estava correndo na frente do tsunami. Vamos para as colinas! Mas parte do segredo dessa profissão é adaptação. Você acaba ficando altamente adaptável a tudo. Então é só mais uma coisa a que você tem que se adaptar.

É mais difícil por não sabermos quando vai acabar?

Mas a gente sabe quando vai acabar. A gente sabe com certeza.

Quando?

Bom, eu vou assumir o poder (risos). Mas estou apostando no vírus. Dá para imaginar a inveja que as outras doenças devem estar dessa ideia de não apresentar nenhum sintoma por duas semanas? A poliomielite deve estar falando: “Como não pensei nisso antes?!”. E a varíola: “Eu podia ter sido muito maior!”.

Então você acha que ainda dá para fazer piada agora?

Não, para dizer a verdade, não. Não acho que seja engraçado. A doença está fazendo mal a muita gente, de um jeito muito brutal. Não estou no clima para fazer graça. É como se você fosse um pássaro e, de repente, alguém mudasse sua gaiola. Agora você não sabe mais quem você é.

Você tem uma reputação de maníaco da limpeza e da arrumação. Você sente que todo mundo está lhe dando razão agora?

Não sou germofóbico. Sou mais ligado nas rotinas organizadas. Sim, eu ponho minha pasta de dente no mesmo lugar todas as vezes. Não tenho TOC, mas adoro rotina. Fico menos deprimido com rotina. Sou um animal treinado no circo. Gosto dessa sensação: agora vamos fazer esse truque, agora vamos fazer aquele truque. Me sinto melhor assim. Não quero muita liberdade mental. Já tenho muito dessa liberdade.

Você tem vontade de voltar ao palco, depois de passar semanas sem poder se apresentar?

É como sentir falta dos amigos. Adoraria sair com eles, mas não posso. A gente tem que aceitar. Ainda faço uma sessão de escrita todo o dia. É mais uma coisa que organiza a mente. O café fica aqui. O bloco de notas fica lá. As palavras vão ali. Minha técnica de escrita é bem simples: você não pode fazer mais nada. Não precisa escrever, mas não pode fazer mais nada. Escrever é uma provação. É isso que me dá sustentação.

Você se preocupa com a possibilidade de a comédia de stand-up nunca mais voltar a ser o que era? De o público simplesmente não voltar como antes?

Sem chance. As pessoas vão voltar. Primeiro porque rir é o maior sentimento de libertação que existe. E segundo porque os comediantes vão se adaptar muito mais rápido que todo mundo. Os programas de TV não vão saber muito bem o que fazer. O cinema não vai saber o que fazer. Os comediantes, em três noites, vão saber o que fazer. Porque você recebe instantaneamente esse feedback sobre o que funciona e o que não funciona.

Você tem um material especial sobre as pessoas que amam Nova York exatamente porque ela é lotada e desconfortável. Não soa inesperadamente mordaz agora?

Não, se você ama a cidade de verdade, vai continuar amando. Estava conversando com uns amigos ontem e alguém disse a palavra “Williamsburg”, e eu fiquei com tanta vontade de estar em Williamsburg… Sinto muita falta da cidade. Da vibração da cidade. Tudo isso foi adiado, digamos assim.

Você se arrepende do tanto de tempo que passou tirando sarro do Serviço Postal?

Ah, sim, me arrependo um pouco. Mas é engraçado. Todo o conceito do Serviço Postal se baseia em caminhadas, lambidas, números estranhos e moedas de um centavo. Isso ainda é engraçado.

Grande parte de sua comédia se constrói em torno de observações perspicazes sobre as maneiras como as pessoas interagem umas com as outras. Tudo isso cai por terra quando nossas maneiras de interagir mudam drasticamente? Você tem 15 minutos de material sobre aperto de mão. Será que você ainda poderá usá-lo?

Acho que sim, mas ficaria chateado. Filmei o trailer do especial na primeira semana de março. Ainda não estávamos mantendo a distância de dois metros, mas foi a primeira vez em que encontrei várias pessoas e ninguém apertou a mão de ninguém. Ninguém tocou em ninguém e, no final do dia, ficou um pouco estranho. E olha que eu nem gosto de apertar a mão das pessoas. Mas, depois de passar um dia inteiro trabalhando com um monte de gente, quando saí, senti que tinha alguma coisa errada.

O que o inspirou a começar o especial com uma sequência de ação na qual você pula de um helicóptero para o rio Hudson?

Sessenta e cinco anos! Quem faz isso aos 65 anos? Se tivesse um monte de alguma coisa bem onde aterrissei, teria sido uma bagunça. Mas foi legal. Foi assustador. E de uma coragem impressionante (risos). A brincadeira com o helicóptero veio do título. Quando pensei em 23 Hours to Kill, parecia um filme de James Bond. Aí a gente falou: vamos fazer uma sequência de filme de 007.

Fizemos a filmagem no final de agosto, quando a água estaria mais quente. E lá estou eu no helicóptero com diretor da cena. Estamos a uns quatro andares acima do rio Hudson. Estou sentado na porta, me preparando para pular. Aí falo para o cara: “Você já viu um ator fazer uma coisa dessas?”. E ele diz: “Trabalho nesse negócio há trinta anos e nunca vi um dublê precisar fazer uma coisa dessas”. Mas um dublê pulou antes de mim. Pensei que seria fácil. Não sei por que pensei isso. Que estupidez. Não é nada fácil.

Por que pular era importante para você?

O especial era uma coisa muito pessoal para mim – um documento de quem eu era e do que fiz na vida. Era isso que eu queria que fosse. Não sou muito fã das pessoas que envelhecem muito na TV. Não quero ser uma delas. Então quis fazer tudo agora. Também pensei que minha idade era um aspecto engraçado da coisa toda. Ter 65 anos e ainda fazer um negócio tão absurdo – é parte do que eu queria que fosse a minha marca registrada. Continuei fazendo coisas estúpidas, até o fim.

Você sente que está chegando ao fim de uma coisa, profissionalmente?

Um pouco. Eu meio que estou no – qual é a palavra? – pós-show business agora. Fiz show business. E amo show business, mas já passei dessa fase. Passei da fase de tentar jogar ou entender esse jogo. É uma coisa que não me interessa mais. 

Você acha que pode ser seu último especial de stand-up?

Não sei. É o que estou sentindo agora. Gosto de caras como Cary Grant, que não quiseram passar de certo ponto nas telas. Ao vivo é diferente – e vou me apresentar ao vivo para sempre. Mas, na tela, existe um ponto em que… não sei. Vou saber quando chegar lá.

TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

Após comprar mansão por R$ 200 milhões, Kylie Jenner arremata outro terreno de R$ 85 milhões

Em sua maior parte de terra plana, o espaço é um recorde para a área

Kylie Jenner em sua nova mansão (Foto: reproducao)

Kylie Jenner acabou de adicionar mais 20 mil m² ao seu portfólio imobiliário. Ela acabou de desembolsar US $ 15 milhões (R$ 85 milhões) por um terreno em Hidden Hills. Em sua maior parte de terra plana, o espaço é um recorde para a área segundo a Variety

A terra já foi de Miley Cyrus que comprou a propriedade em 2015 onde manteve seus cavalos. Ela vendeu o local três anos depois por exatamente US $ 5 milhões e o novo proprietário, que posteriormente demoliu o rancho, nunca construiu uma casa no local.

Embora o terreno esteja atualmente vazio, a venda incluiu planos aprovados para uma mansão monstruosa de 5 mil m² com garagem para 12 carros, pousada, celeiro, segurança em tempo integral, quadra poliesportiva e piscina. Obviamente, resta ver se Jenner realmente utilizará esses planos ou, em vez disso, projetar algo ainda mais irreverente.

Jenner, que no ano passado vendeu uma participação majoritária em sua marca de maquiagem para a Coty em um acordo de US $ 600 milhões, possui um portfólio de residências luxuosas. Além dos US $ 36,5 milhões de Holmby Hills, ela também tem uma mansão de US $ 13,5 milhões nas montanhas acima de Beverly Hills e um lote na comunidade resort Palm Desert de La Quinta, Califórnia. Sua residência principal, no entanto, tem sido uma casa em Hidden Hills, comprada em 2016 por US $ 12 milhões.

Hidden Hills há muito tempo é a comunidade residencial preferida por muitas celebridades. Além de vários membros do clã Kardashian-Jenner, outros proprietários incluem Kaley Cuoco, Drake, The Weeknd, Jessica Simpson, Paul George e o arqui-inimigo de Jenner, companheiro de negócios Jeffree Star.