Jonas Müller Latest Editorial for ELLE Bulgaria

Photographer: Jonas Müller. Styling: Janine Aggen. Hair & Makeup: Tina Fischach. Retouch: Shearer Viljoen. Models: Tanya Nzonzimbu, Rosaly Johannah and Fiifi Annan.

Uma espiada no novo escritório da Rivington Holdings em Houston, Texas

A empresa independente do banco de investimento Rivington Holdings contratou recentemente a empresa de arquitetura Perkins and Will para redesenhar seu escritório em Houston, Texas.

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Breakout space

“Procurando acomodar uma equipe talentosa em um escritório seguro de 5.540 pés quadrados no centro de Houston, a Rivington Holdings recorreu à experiência do estúdio local de Perkins e Will para conceituar um espaço de trabalho moderno bem equipado que eleva a missão da empresa de banco de investimento independente e cria espaço para crescimento.

Dividida em zonas públicas, de reunião e de foco, a suíte de escritórios foi estrategicamente projetada para fornecer uma conexão visual clara dos escritórios internos à área de entrada segura. Para criar um ambiente contemporâneo e simplificado que ainda parecia acolhedor e acolhedor, a equipe de design justapôs uma paleta de superfícies de alto contraste e materiais naturais ricos que reproduzem uma variedade de texturas – tanto visuais quanto tangíveis.

Uma prancha tridimensional de couro Spinneybeck ARO e uma parede com painel metálico oferecem uma estética luxuosa e são ainda mais acentuadas pela iluminação de enseada de cima. Esse elemento personalizado começa na entrada e se estende ao espaço de coleta de funcionários ”, afirma Perkins e Will.

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Lobby
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Breakout space
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Conference room
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Private office
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Private office – standing desk
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Vídeos da nova campanha da Boyfriend’s Shirt

A marca mexicana Boyfriend’s Shirt lançou dois novos vídeos que refletem sua inspiração atual, com direção de Francisco Flores.

Direction: Francisco Flores @pacfloa
Creative Direction: Boyfriend’s Shirt @boyfriendshirt / Felipe Spinola @f_spinola / Daniel May @ d4nnythered
Production: Juan Manuel Farías @juanmafarias
Photography Direction: Francisco Flores @pacfloa
Photography: Francisco Espinosa de los Monteros @pacodelosmonteros
Edition: Diego Espinosa @diegoespy

Apple e Microsoft estão valendo mais que o PIB do Brasil

Com desvalorização do real, riqueza gerada pelo Brasil em 2019 ficou abaixo do valor de mercado de gigantes de tecnologia; se dólar passar de R$ 6,15, Amazon também superará o País

O valor de mercado da Microsoft atinge US$ 1,349 trilhão na bolsa de valores norte-americana Nasdaq

Pode uma empresa valer mais que o Produto Interno Bruto (PIB) de uma nação inteira, mesmo ela tendo uma das maiores economias do mundo? Bem, se essa nação for o Brasil, pode sim: com a desvalorização do real frente ao dólar nos últimos dias, empresas como Apple Microsoft têm valor de mercado superior ao do PIB brasileiro em 2019. 

De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB brasileiro em 2019 foi de R$ 7,3 bilhões. Utilizando a cotação das 15h (horário de brasília) desta quinta-feira, de R$ 5,88, isso significa que o PIB brasileiro do ano passado vale US$ 1,24 trilhão. No mesmo momento, o valor de mercado da Microsoft atinge US$ 1,349 trilhão na bolsa de valores norte-americana Nasdaq. 

A empresa fundada por Bill Gates não é a única a superar o valor do PIB brasileiro: a Apple, que neste momento está avaliada em US$ 1,327 trilhão, também atinge essa marca. 

E se, por acaso, o real se desvalorizar mais frente ao dólar, chegando à taxa de conversão de R$ 6,15 para US$ 1, a Amazon também vai ultrapassar o PIB brasileiro de 2019 – neste momento, a gigante varejista americana está avaliada em US$ 1,186 trilhão. Para isso acontecer, a moeda americana tem de ter uma valorização de 4,6% no mercado.

Startup de recrutamento Gupy recebe aporte de R$ 40 milhões

Mesmo com crise causada pelo coronavírus, Gupy cresce 25% no primeiro trimestre de 2020

Mariana Dias, fundadora da Gupy, aposta no recrutamento digital como um fator fundamental no mundo pós pandemia de coronavírus 

A Gupy, startup de recrutamento e seleção de candidatos acaba de receber um aporte de R$ 40 milhões em uma rodada de investimento. A Oria Capital, gestora de fundos especializada em tecnologia, foi a investidora do negócio. Segundo levantamento da Gupy, mesmo com a crise no setor por conta da pandemia de coronavírus, a empresa cresceu 25% no primeiro trimestre do ano, além de aumentar a sua base de clientes na plataforma. 

A startup de recrutamento já planeja utilizar parte do dinheiro arrecadado para aumentar o investimento na tecnologia de digitalização de contratações. Segundo Mariana Dias, fundadora da Gupy, impulsionar contratações de forma digital será um passo fundamental na vida pós-pandemia. 

Atualmente, a Gupy utiliza sistemas com base em inteligência artificial no processo de recrutamento, com uma espécie de triagem automática, selecionando perfis de acordo com as vagas disponíveis. A startup também está presente em cinco países e já atendeu clientes como AmbevGPASicrediVivoCielo e Renner.

“Neste período, as empresas precisam, mais do que nunca, digitalizar os processos de recrutamento e seleção. Conseguir contratar online e com Inteligência Artificial se provou além da alternativa mais segura para os colaboradores e os candidatos, a forma mais eficiente e precisa, o que tem nos ajudado a expandir os negócios, mesmo nesse cenário”, comenta Mariana. “Para nós, este investimento é estratégico, porque permite expandir nossas soluções no momento que o mercado de recursos humanos mais precisa e prova que a nossa tese de transformação digital dessa área é essencial para este novo momento das empresas”. 

Ebanx permitirá compras em sites internacionais com cartão de débito da Caixa

Sites parceiros da empresa de pagamento já podem habilitar a função que permite o pagamento de compras com o cartão virtual da Caixa

Sites que quiserem implementar a solução já podem adicionar a opção no checkout das compras internacionais

Ebanx, fintech brasileira de pagamentos, anunciou nesta quinta-feira, 14, que agora será possível fazer compras com recém lançado cartão virtual de débito da Caixa em sites internacionais parceiros da empresa curitibana, como o e-commerce Wish. A novidade da Caixa foi lançada em março, e o cartão pode ser obtido por meio do aplicativo para celular do banco.

Segundo levantamento da Americas Market Intelligence, apresentado pela Ebanx, apenas 3,5% das transações online no Brasil são feitas com cartão de débito, apesar do total de cartões ativos na modalidade ser de aproximadamente 115 milhões contra 98 mil cartões de créditos em uso no País. 

Para oferecer a alternativa para os consumidores, os sites devem optar pela integração da solução no Ebanx, e habilitar a função no checkout das compras. Todos os sites internacionais clientes da fintech já estão aptos a receber a novidade. 

“A aceitação do novo cartão virtual de débito lançado pela Caixa reforça ainda mais o grande objetivo do Ebanx: criar acesso. É uma forma de trazer cada vez mais para dentro do e-commerce global toda uma população brasileira que usa esse método de pagamento. E, ao mesmo tempo, de criar a ponte para que os grandes sites do mundo cheguem a esses consumidores”, afirma Erika Daguani, diretora de produto B2B (para empresas) do Ebanx. 

EUA prorrogam sanções à Huawei até 2021

Donald Trump ampliou ordem executiva assinada em 2019 que impede empresas do país de usarem equipamentos de telecomunicações da gigante chinesa
Por Agências – Reuters

Trump estendeu proibição a empresas americanas de usarem equipamentos de telecomunicações da Huawei

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, estendeu nesta quarta-feira, 13, por mais um ano uma ordem executiva assinada em 2019 declarando emergência nacional e impedindo empresas do país de usarem equipamentos de telecomunicações fabricados por companhias que o governo norte-americano considera que representem risco à segurança nacional.

A ordem invocou uma lei que dá ao presidente autoridade para regular o comércio em resposta a uma emergência nacional que ameace os EUA. Legisladores disseram que o pedido de Trump de 2019 foi direcionado diretamente a empresas chinesas como Huawei e ZTE.

Por outro lado, o Departamento de Comércio dos EUA deve estender uma licença, que expira na sexta-feira, 15, permitindo que empresas dos EUA continuem fazendo negócios com a Huawei, disse uma pessoa informada sobre o assunto.

O departamento emitiu extensões da licença temporária e a prorrogou até 1º de abril. A Huawei, segunda maior fabricante de smartphones do mundo, também é uma grande empresa de equipamentos de telecomunicações que fornece tecnologia de rede 5G.

Em março, o Departamento de Comércio fez consulta pública sobre se deve emitir extensões futuras e perguntou qual o impacto se a licença geral temporária não for estendida. O Departamento de Comércio também perguntou sobre os custos associados ao término das licenças.

A associação de telefonia móvel CTIA pediu ao departamento a aprovação da extensão da licença “de longo prazo”, afirmando que “agora não é o momento de prejudicar a capacidade das operadoras globais de manter a saúde das redes”.

O Departamento de Comércio e a Huawei se recusaram a comentar.

Desde que incluiu a Huawei numa lista negra econômica em maio do ano passado, citando preocupações de segurança nacional, o departamento permitiu a compra de alguns produtos fabricados nos EUA, movimento que visa minimizar interrupções para clientes, muitos dos quais operam redes sem fio na área rural.

Em novembro, a agência de telecomunicações dos EUA (FCC) designou a Huawei e a ZTE como riscos à segurança nacional, impedindo operadoras em áreas rurais nos Estados Unidos de usarem um fundo do governo norte-americano de US$ 8,5 bilhões para compra de equipamentos.

Por que nossos cabelos caem mais no outono?

Conversamos com uma expert no assunto e te contamos aqui tudo o que você precisa saber para prevenir a queda capilar nessa época do ano
SOFIA FERREIRA (@SOFIACSF)

Por que nossos cabelos caem mais no outono? (Foto: Reprodução Instagram @adutakech)

Não é segredo para ninguém que entrar nas estações mais frias do ano exige uma reformulação da rotina de cuidados de beauté. Isso porque, enquanto caem as temperaturas o ar fica menos úmido – e consequentemente nossa pele cabelo mais ressecados. E é quando também ocorre comumente uma troca dos fios do nosso cabelo, e por isso a queda pode ser mais perceptível. “Normalmente nos perdemos, em média, 100 fios de cabelo por dia. Nessa época, a queda costuma aumentar em 10%”, explica a dermatologista paulistana Maria Angélica Muricy. O motivo? “O cabelo tem um ciclo de vida e, no verão, devido a maior exposição à luz do sol, existe uma foto ativação que acelera seu crescimento. Já no outono, três meses depois, com a redução da incidência solar, acontece mesmo uma queda e troca desses fios”, explica.

Mas não há motivos para se preocupar. Além de ser uma questão fisiológica, ou seja, natural no funcionamento seu organismo, existe uma série de hábitos que te ajudam a fortalecer seus fios e evitar até mesmo que essa queda seja perceptível. Aqui, te contamos três delas. Confira:

Dia a dia
“O cabelo é considerado um anexo cutâneo, e isso significa que sua manutenção não é prioridade para nosso organismo. Por isso, fatores como ter uma alimentação balanceada, praticar exercícios físicos, ter uma boa noite de sono, ser saudável como um todo, são essenciais para a saúde dos seus fios”, explica Maria Angélica.

Hair care
Assim como na nossa pele, usar os produtos adequados para seus problemas capilares é essencial. “Além de cuidar do ressecamento dos fios, especialmente para os quimicamente tratados, é muito importante adequar seus produtos para as necessidades do couro cabeludo e em relação a produção de oleosidade”, ensina. “Também indicamos a chamada terapia rotacional, que consiste no revezamento de produtos para lavagem dos fios, evitando assim o desgaste da região por fórmulas muito ressecantes ou muito oleosos, por exemplo”, complementa a dermatologista.

De olho na temperatura
Especialmente nas estações mais frias do ano, a tendência é de aumentar o uso de águas mais quentes para a hora do banho. E mesmo que o momento seja muito relaxamente, para o cabelo esse hábito pode ser maléfico. “Recomendamos que a água seja sempre morna durante a lavagem dos fios. Assim evitamos o ressecamento do couro cabeludo e a estimulação da produção de oleosidade, causada pelo excesso de calor”, explica.

Dormir de cabelo molhado, jamais!
Dormir de cabelo molhado é uma prática que deve ser evitada em todas as ocasiões. “A umidade no couro cabeludo facilita a proliferação de fungos e bactérias que podem causar dermatites seborreicas e caspa, por exemplo”, ensina Maria Angélica. Por isso, se for lavar os fios a noite, a dermatologista recomenda o uso do secador (sempre com protetor térmico!), em temperatura média. 

‘Queremos estar prontos para quando as pessoas precisarem sair’, diz Sachin Kansal, diretor do Uber

Aplicativo de transporte anunciou novas medidas de segurança nesta quarta-feira, 13, como a obrigatoriedade das máscaras para motoristas e passageiros; empresa não quer incentivar que pessoas saiam de casa, mas sim que se sintam seguras
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Sachin Kansal, diretor global de produtos de segurança da empresa

Uma das forças que mais transformaram a vida nas grandes cidades nos últimos anos, o Uber já está se preparando para o mundo após o período de isolamento social, quando as pessoas tiverem de retomar suas atividades – uma realidade em alguns países da Europa e da Oceania, mas que parece distante ainda do País. A partir de segunda-feira, 18, a empresa vai mudar suas políticas de segurança para esse “novo normal”, em medidas que foram anunciadas nesta quarta-feira, 13. 

A visão da companhia é de que as pessoas podem se preparar para uma segunda “primeira viagem” no Uber, agora adequada aos novos tempos. Após o anúncio das medidas, que incluem uso obrigatório de máscaras e nenhum passageiro no banco da frente, o Estado conversou com Sachin Kansal, diretor global de produtos de segurança da empresa.

Para ele, as novas medidas não devem incentivar as pessoas a saírem de casa. “Queremos, na verdade, estar prontos para quando as pessoas precisarem sair”, afirma o executivo.

O Brasil ainda está fazendo a retomada das atividades. Por aqui, a discussão está mais em torno se devemos fazer o confinamento obrigatório. Como o sr. vê o momento do Uber em meio ao cenário do País? As pessoas devem sair de casa, então?
Honestamente, acredito que as medidas que anunciamos nesta quarta-feira são sobre quando as pessoas estiverem prontas para sair de suas casa, seja amanhã ou daqui a um mês. Nosso objetivo é que as pessoas se sintam seguras. No novo normal, as expectativas para segurança vão ser muito maiores no transporte público e nos aplicativos. Como empresa, queremos estar preparados para isso e elevar o nível. Quando falamos para que todos usem máscaras, isso surgiu a partir de comentários que recebemos de motoristas e passageiros. Todos se sentem mais seguros usando uma máscara e vendo outros usando máscaras. Haverá alguém nesse carro depois de mim e também devo protegê-lo. A psicologia mostra isso: mesmo sendo um pouco inconveniente usar uma máscara, todos se sentem mais seguros. Mas se há uma ordem de confinamento, por exemplo, queremos respeitar isso. Queremos estar prontos para quando as pessoas precisarem sair.

Corridas poderão ser canceladas se motoristas ou passageiros estiverem sem máscara. Mas a comprovação disso é difícil, será na base da confiança. Como o Uber fará para evitar abusos?
Sempre há um jogo de escolhas quando você cria uma função. Toda função pode ser abusada. Sempre existe esse potencial. Mas temos pesos e contrapesos. Não é só o motorista que nos dá feedback, mas também o motorista. E temos muito feedback. Se um motorista abusar disso para ganhar com as taxas de cancelamento, podemos agir. O mesmo vale para os passageiros que quiserem se aproveitar. É por isso que somos um marketplace. Essas tecnologias existem mas não devem ser um entrave para a segurança. É assim que estamos operando.

Muita gente, nos últimos anos, passou a depender do Uber para seu transporte, seja por ter vendido o carro ou nem aprendido a dirigir. Quando fico doente, uso o Uber para ir para o hospital numa emergência. Se estiver com falta de ar e precisar de um Uber, devo usá-lo? Qual é a orientação da empresa nesse caso?
Nossa intenção é proteger os dois lados. Se alguém tem sintomas que podem ser de covid-19, a recomendação é não utilizar os nossos serviços, para não colocar outras pessoas em risco. Há outro ser humano na corrida além do passageiro. Fazer o distanciamento social dentro de um carro é muito difícil, essa é a intenção por trás de tudo isso.