Lift Me Up — PorterEdit May 18th, 2020 Julia Stegner By Benny Horne

Lift Me Up   —   PorterEdit May 18th, 2020   —   www.net-a-porter.com
Photography: Benny Horne Model: Julia Stegner Styling: Helen Broadfoot Art Direction: Phil Buckingham

‘All Visible Objetcs’, novo disco de Moby une energia de pista de dança e faixas introspectivas

‘All Visible Objetcs’, 17º álbum de estúdio do compositor americano, vai agradar fãs
Ivan Finotti

Retrato do DJ, compositor e produtor Moby, 54 Divulgação

O DJ, compositor e produtor Moby, 54, lançou seu 17º álbum de estúdio na sexta passada (15) e dividiu a crítica. “All Visible Objetcs”, no entanto, vai agradar a seus fãs. Tem a energia e vitalidade de quem curte Moby na pista de dança, mas apresenta também uma série de faixas mais introspectivas que recordam “18”, seu grande disco de 2002.

Moby chamou a atenção pela primeira vez ainda em 1991, quando lançou o single “Go”, elevado a hit obrigatório das raves naquela primeira metade dos anos 1990. Mas foi levado a sério principalmente após 1999, com o álbum “Play”, que vendeu 12 milhões de cópias e é, até hoje, um favorito entre os amantes de música eletrônica de todo o mundo.

“All Visible Objects” bebe muito daí, o que fez alguns críticos reclamarem de auto-indulgência e nostalgia. Mas a força de canções como “Morningside”, “My Only Love” ou “Power Is Taken” paira acima desses problemas.

Essa última, aliás, parece ter colocado Moby em rota de colisão com a política dos tempos de Trump (Moby é americano, de Nova York): “We who hate oppression/ Must fight against the oppressors/ Power is not shared/ Power is taken”, ele canta (nós que odiamos a opressão/ devemos lutar contra a opressão/ o poder não é dado/ o poder é tomado).

“Rise Up in Love” é um exemplo das canções mais contemplativas do novo álbum. Delicada e com vocais femininos, não chega ao status de obra-prima alcançado há 18 anos com “We Are All Made of Stars” ou “One of These Mornings”, mas tem o mesmo DNA.

Vegano há quase 33 anos, após adotar um gato numa lixeira, e ativista ferrenho dos direitos dos animais, Moby informa que qualquer lucro proveniente deste disco será encaminhado para um grupo de ONGs ecológicas e sociais. É uma atitude comum para ele, que há cinco anos em um restaurante em Los Angeles, The Little Pine (vegano, é claro), cujos rendimentos também vão para instituições que zelam pelos bichos.

Moby tem tatuado “vegan for life” (vegano a vida toda) em seu pescoço, “animal rights” (direito dos animais) em um braço e também um pequeno “VX” ao lado de seu olho direito, significando V para vegano e X como o símbolo dos straight edge, grupo que prega a sobriedade de drogas e álcool, entre outas coisas.

Como se vê, Moby é um cara tão bem colocado no mundo politicamente correto que a polêmica na qual se envolveu há um ano não foi suficiente para cancelá-lo. Em seu segundo livro de memórias, ele escreveu que namorou a atriz Natalie Portman quando ela tinha 20 anos, e ele 33, descrevendo beijos sob carvalhos centenários e abraços na cama no dormitório dela na Universidade de Harvard.

Portman se ofendeu e disse para uma revista que jamais havia namorado Moby, afirmou que tinha 18, não 20 anos, e que se lembrava de Moby apenas como um cara muito mais velho sendo esquisito ou sinistro (creepy) com ela. Moby manteve a história do namoro, respondendo a ela pelo Instagram. Alguns dias depois, pediu desculpas por não ter pedido autorização dela para incluí-la no livro, mas não voltou atrás.

Antes disso, há quatro anos, em uma entrevista ao Guardian, ele reclamou por não ser gay. “Fiquei desapontado por ser heterossexual”, resignou-se. Como não amar um cara desses?​

Daniela Rettore for Marie Claire Hong Kong with Avery Richardon

Photography: Daniela Rettore. Stylist: Benedetta Ceppi. Hair & Makeup: Barbara Ciccognani. Retoucher: Elena Misjuk. Model: Avery Richardon.

Lisa Kudrow lamenta falta de diversidade em ‘Friends’ e diz que faria mudanças na série caso ela fosse filmada no presente

Hoje aos 56 anos, a ex-intérprete da personagem Phoebe apontou algumas falhas no seriado exibido entre 1994 e 2004

Lisa Kudrow

A atriz Lisa Kudrow surpreendeu os fãs da série ‘Friends’ ao tratar de um dos pontos mais fracos e alvo de críticas mais constantes da série estrelada por ela entre 1994 e 2004: a falta de diversidade no elenco. Hoje aos 56 anos, a ex-intérprete da personagem Phoebe tratou do tema em entrevista ao jornal britânico The Times.

Perguntada sobre o que faria diferente na série caso ela fosse gravada nos dias de hoje, Kudrow respondeu: “Não seria um elenco todo branco, é óbvio”.

Protagonizada por Kudrow ao lado de Courteney Cox, Jennifer Aniston, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer, ‘Friends’ sempre foi alvo de questionamentos sobre a sua baixa representatividade. Além de ter em seu elenco principal apenas artistas brancos, a série também não tinha entre os protagonistas maior diversidade de orientações sexuais.

Apesar de aceitar a crítica, Kudrow ponderou sobre o contexto no qual a série foi produzida e pediu que isso seja levado em conta quando se for questionar a obra.

A atriz Lisa Kudrow em cena da série Friends (Foto: Reprodução)

“Para mim ela deve ser observada como uma cápsula do tempo, não por aquilo que ela apresenta de errado”, afirmou. Na avaliação dela, a produção apresentou inclusive alguns aspectos progressistas para os anos 90.

“Havia um personagem que a esposa descobriu que é gay e estava grávida e eles criaram o filho juntos. Também tratamos de barriga de aluguel. Naquela época, foi um progresso”.

Os seis protagonistas de Friends: Jennifer Aniston, Courteney Cox, Lisa Kudrow, Matt LeBlanc, Matthew Perry e David Schwimmer (Foto: Reprodução)

A atriz também falou sobre o sucesso da série até os dias de hoje: “É uma comédia engraçada, mas também sobre pessoas se conectando e parte do apelo dela hoje é que os jovens têm essa nostalgia inconsciente por conexões pessoas, mesmo antes da pandemia”.

A pandemia do novo coronavírus impediu as gravações de um muito aguardado especial com elenco de ‘Friends’. A produção mostraria os seis protagonistas reunidos conversando sobre as filmagens da obra e suas melhores memórias nos bastidores do show. A nova data da gravação e o lançamento do especial não foram anunciados.

Diretora Lilly Wachowski de ‘Matrix’ detona Elon Musk e Ivanka Trump por usar filme como referência para política

“Vão se f%$#@ os dois”, escreveu a cineasta Lilly Wachowski ao ver as celebridades usarem a expressão “tome a pílula vermelha” com fins políticos

Elonk Musk, Lilly Wachowski e Ivanka Trump (Foto: Getty)

A cineasta e co-criadora da trilogia ‘Matrix’, Lilly Wachowski, se revoltou ao ver o bilionário Elon Musk e a “primeira filha” Ivanka Trump por citarem seu filme com fins políticos. Na manhã de domingo, o CEO da Tesla e da SpaceX postou um tweet enigmático, dizendo “Tome a pílula vermelha” com um emoji de uma rosa vermelha. Ivanka Trump respondeu a postagem com a legenda “Tomada”.  

Como muitos fãs de cinema sabem, “tomar a pílula vermelha” é uma referência do sucesso de bilheteria de ficção científica das irmãs Wachowski, ‘Matrix’. No filme, o personagem Morpheus (Lawrence Fishburne) revela ao protagonista Neo (Keanu Reeves) que ele viveu em uma simulação de computador enquanto tinha sua energia vital utilizada por máquinas. Ele então oferece a Neo uma escolha: tomar uma pílula azul e voltar à sua vida “normal” e esqueçer de tudo, ou uma pílula vermelha para aprender a verdade sobre a Matrix e sobre sua realidade falsa.

Frame da cena clássica de Matrix (Foto: reprodução)
Frame da cena clássica de Matrix (Foto: reprodução)

A grande questão é que, atualmente, a frase “tome a pílula vermelha” ganhou um novo significado nas redes sociais, fazendo referência a crenças políticas conservadoras. “Tomar a pílula vermelha” agora pode significar o realinhamento político de uma pessoa à direita, mais precisamente em apoio ao governo de Donald Trump. O tweet de Musk atraiu muita controvérsia nos comentários e teve mais de 422.000 curtidas até o momento, levando Wachowski a responder “F – vocês dois” na postagem da filha de Donald Trump.

Apple libera versão final do watchOS 6.2.5 com novos mostradores do Orgulho

Enquanto os sistemas operacionais dos demais dispositivos da Apple ganharam hoje suas mais novas versões Golden Master (GM), o Apple Watch deu um passo adiante: a Maçã liberou agora há pouco a versão final do watchOS 6.2.5 (compilação 17T608).

Como falado ontem no site MacMagazine , a atualização já traz os novos mostradores coloridos do Orgulho LGBT+ — além de opções de personalização para os mostradores já existentes, temos também um novo Degradê circular colorido e uma nova paleta de cores, com tons mais puxados para o pastel. Eles combinam, claro, com as novas pulseiras do Orgulho lançadas hoje mais cedo pela Maçã.

O watchOS 6.2.5 leva também, como já comentado aqui, o recurso de eletrocardiograma (ECG) e as notificações de ritmo cardíaco irregular à Arábia Saudita.

Tirando isso, o watchOS 6.2.5 traz apenas correções de bugs e melhorias de performance. Para instalá-lo, basta acessar o aplicativo Watch no seu iPhone e acessar o campo “Atualização de Software” — lembrando-se, claro, de ter o relógio ao alcance do iPhone e conectado ao seu carregador, com pelo menos 50% de bateria.

Junto à nova versão, a Apple liberou também o watchOS 5.3.7 (compilação 16U674) para Watches que não trazem suporte ao watchOS 6 — ele traz, da mesma forma, algumas correções de bugs e melhorias de desempenho para esses dispositivos.

Uber demite mais 3 mil pessoas por conta do coronavírus

Apesar de alta na demanda por refeições, empresa viu queda de 80% no movimento de app de transportes com pandemia; cortes chegam a 25% das vagas no último mês.

Há duas semanas, outras 3,7 mil pessoas foram demitidas da empresa por conta da crise causada pelo coronavírus 

A empresa de transporte por aplicativo Uber anunciou nesta segunda-feira, 18, que está cortando mais 3 mil vagas em todo o mundo, por conta da redução de suas atividades devido à pandemia do novo coronavírus

Segundo o presidente executivo, Dara Khosrowshahi, a empresa também vai fechar 45 escritórios pelo mundo, depois que o ritmo de viagens de transporte caiu 80% em março e abril, na comparação com os mesmos meses dos anos anteriores. A área de caronas da empresa era responsável por três quartos de sua receita antes do início da pandemia. 

Os planos foram anunciados por Khosrowshahi em um email para os funcionários na manhã desta segunda-feira. A mensagem, revelada inicialmente pelo jornal americano Wall Street Journal, anunciou os cortes. Há duas semanas, Khosrowshahi já havia decidido pela demissão de outras 3,7 mil pessoas – o equivalente a 14% da força de trabalho do Uber. Isso significa que, em menos de um mês, a companhia perdeu mais de um quarto de seu pessoal. 

“Estamos vendo sinais de recuperação, mas saindo de um buraco muito profundo. Ainda há visibilidade limitada sobre a velocidade e a forma dessa recuperação”, disse Khosrowshahi. Segundo ele, o braço de entregas de refeição da empresa, o Uber Eats, tem sido um ponto positivo na crise, “mas o peso do negócio hoje não chega perto de cobrir nossos custos totais”, disse. 

O Uber está em conversas para adquirir o rival Grubhub, que também faz entregas de comida nos EUA. A ideia é que a aquisição ajude o Uber Eats a reduzir seus gastos excessivos e faça o novo grupo ter vantagem na competição com o atual líder desse mercado nos EUA, o DoorDash. A intenção de compra, porém, não foi mencionada por Khosrowshahi em sua carta. Em vez disso, ele falou sobre a dificuldade do momento. 

“Não vou falar sobre nada com absoluta certeza para o futuro”, disse ele. “Vou dizer, porém, que estamos fazendo escolhas muito difíceis agora, para ter clareza de que podemos ir além e começar a reconstruir o negócio com confiança”. 

Isso significa que a empresa vai reduzir investimentos em áreas não vitais, como sua incubadora de produtos e a divisão de inteligência artificial – com exceção do grupo que pesquisa carros autônomos, considerado uma prioridade para a empresa. 

Também será afetado o Uber Works, que conecta profissionais em busca de “bicos” com empregadores potenciais. Segundo fontes disseram ao WSJ, os EUA serão um dos países mais impactados – a empresa vai fechar um de seus escritórios em São Francisco, que tinha mais de 500 funcionários. Na carta, o presidente executivo disse que esperou até os últimos minutos para tomar a decisão. “Eu queria ter uma resposta diferente, mas não havia boas notícias agora. Temos de esperar esse vírus ir embora.”

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Adele vira melhor amiga de Harry e Meghan em Los Angeles

Cantora mora a cinco minutos de distância do casal

Adele (Foto: Reprodução/ Instagram e Getty Images)

Nova relação de amizade na praça, segundo a imprensa internacional: Adele, príncipe Harry e Meghan Markle. Segundo o jornal “Daily Mirror”, a casa da cantora britânica em Beverly Hills ficaa cinco minutos da dos Sussex, e ela.

“Adele está a apenas cinco minutos de Harry e Meghan e eles trocaram dicas sobre a área. Adele ama o bairro. Ela também recomendou lugares discretos onde leva o filho Angelo, de quatro anos, para eles levarem Archie e não serem bombardeados pelos fãs”, disse uma fonte. “Todos os três se dão muito bem. Meghan admira como Adele conseguiu se manter fora dos holofotes, apesar de ser uma grande estrela. E ela é uma grande fã do seu álbum 21”.

Meghan Markle, o filho Archie e o Príncipe Harry

A amizade, diz o jornal, se intensificou porque Harry tem sentido falta de seus amigos ingleses.

Certa vez, a cantora até fez piada com o fato de sair com o príncipe.

“Eu sei que disse que não sairia com ruivos, mas é o príncipe Harry. Eu seria uma verdadeira duquesa! Eu adoraria sair à noite com ele”, disse a cantora à edição inglesa da “Glamour” em 2011.