Introducing Cedric Haughton

Cedric Haughton é uma etiqueta de design pronta para vestir para homens independente, com sede na cidade de Nova York. O homônimo foi fundado em abril de 2018, inspirando-se no glamour inato e nos ideais evoluídos do luxo nas ruas.

“A beleza de um homem é sempre determinada pelo quanto ele se ama primeiro”. Com isso em mente, a linha é dedicada ao desenvolvimento de roupas que celebram uma nova forma de masculinidade através de silhuetas fortes, desenvolvimento avançado de tecidos e alfaiataria moderna, combinada com relevância conceitual. Função, inovação e reinvenção são o foco principal da visão da marca. Embora seu DNA esteja profundamente enraizado na moda masculina, ele acredita que o estilo não se presta à divisão binária de gênero. Seus ideais e estética de design lhe permitirão desfocar essa divisão e apelar para ambos os sexos.

Model: Mekhi Lucky
Photography: Pavel Denisenko
Styling: Colin Anderson
Grooming: Ty Shearn
Angel Bow Durags in Collaboration with Sarah Sokol Millinery

Xavi Barcala at Uno Models

Xavi Barcala at Uno Models photographed and styled by Jose Martinez, in exclusive for Fucking Young! Online.

Um tour pelo novo escritório da Nokia em Dallas

A empresa global de telecomunicações Nokia contratou recentemente a empresa de arquitetura e design de interiores CallisonRTKL para projetar seu novo escritório em Dallas, Texas.

Reception

“Além da unificação geográfica dos escritórios, a Nokia contratou a CRTKL para criar uma estrutura de local de trabalho que removeu uma estrutura hierárquica tradicional e adotou o trabalho colaborativo em equipe. Ao oferecer uma variedade de espaços de trabalho flexíveis, como telefone e salas de reuniões, além de mesas ergonômicas, o novo espaço incentiva os funcionários a trabalhar em colaboração e a abraçar os esforços da equipe do grupo.

Ao mudar o ambiente construído do local de trabalho, a equipe da CRTKL trouxe uma nova onda de cultura da empresa que abraça o trabalho interdisciplinar da equipe e incentiva os funcionários a compartilhar livremente suas idéias com seus colegas de trabalho ”, diz CallisonRTKL.

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Reception
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Reception
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Lobby
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Breakout space
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Corridor
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Kitchen
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Open-plan workspace
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Kitchen / seating area
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Lounge
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Phone booths
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Mezzanine level
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Corridor
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Brainstorming room
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Corridor
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Wall seating
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Meeting rooms
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Elevators
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Entrance
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Exterior

AIR DIOR Lookbook by Brett Lloyd

Photographer Brett Lloyd and stylist Melanie Ward teamed up to captured the new collaboration between Dior and Jordan Brand: AIR DIOR

Chrissy Teigen doará US$ 200 mil para pagar fiança de manifestantes antirracistas nos EUA

Inicialmente, a modelo disse que doaria a metade do valor, mas dobrou a quantia após crítica de internauta

A modelo e autora de livros de receitas Chrissy Teigen está doando US $ 200.000 para resgatar os manifestantes depois que o presidente Trump declarou a noite de sábado “MAGA night” na Casa Branca.

A modelo Chrissy Teigen disse neste sábado, 30, no Twitter, que doará US$ 200 mil para pagar a fiança de manifestantes presos nos Estados Unidos durante protestos antirracistas em diversas regiões do país americano. A mobilização violenta ocorre após o assassinato de George Floyd, homem negro de 46 anos que foi asfixiado até a morte pelo policial Derek Chauvin em Minneapolis, na segunda-feira, 25.

A princípio, ela faria uma doação de US$ 100 mil, mas após crítica de um internauta, ela dobrou o valor.

“Em comemoração ao que quer que seja a p**** da noite, estou comprometida em doar US$ 100 mil para pagar a fiança de manifestantes em todo o país”, disse a modelo. Em resposta ao tuíte, uma pessoa disse que ela estaria dando dinheiro para “vândalos e criminosos”. Com isso, Chrissy afirmou: “Oh, eles devem precisar de mais dinheiro, então”, afirmando que agora seriam US$ 200 mil.

A crítica foi apagada do Twitter, mas Chrissy publicou um print no Instagram. “Eu estou com nossos heróis por aí em apoio e solidariedade. Se você não sabe mais o que fazer, toda pequena coisa ajuda. Por favor, veja meus retuítes para links diretos. Silêncio é traição”, escreveu na legenda.

Outra seguidora afirmou que gosta da modelo, mas “não há desculpa para esse comportamento e, definitivamente, não deve ser tolerado”. Em resposta, a modelo disse que não poderia expressar “quão pouco me importo em agradar você”.

Um dos retuítes aos quais ela se refere mostra perfis de advogados que estão oferecendo os próprios serviços para os manifestantes presos em diversas cidades dos Estados Unidos.

Patch Notes: JakoJako

JakoJako é uma artista techno de Berlim que se apresenta principalmente ao vivo e usa extensivamente a síntese modular em sua música. No ano passado, ela lançou seu EP de estréia no Leisure System e também trabalha na SchneidersLaden, uma das lojas mais famosas do mundo em equipamentos de sintetização modulares.

Neste episódio de Patch Notes, ela grava um techno emotivo em seu estúdio em casa, usando um sistema Eurorack compacto com Octatrack e Analog Rytm da Elektron.

‘Moda’: Um reflexo de nosso tempo

Durante os últimos três meses, e com as restrições impostas pela pandemia, construímos uma revista de moda necessária para o entendimento do nosso tempo
Alice Ferraz, O Estado de S.Paulo

Ilustração para a coluna de Alice Ferraz  Foto: Juliana Azevedo

Em tempos desafiadores, a criatividade é ainda mais necessária na tentativa de descobrir caminhos alternativos para enfrentar uma realidade ainda desconhecida. No caso desta colunista, minha criatividade foi desafiada com uma provocação maravilhosa para quem trabalha com o mercado de moda há 25 anos.

Me refiro à criação de uma revista de moda, design, arte e lifestyle, que tem como objetivo cumprir o papel de informar e trazer uma visão coerente com o significado da palavra moda. Universo que engloba comportamento, costumes e um fenômeno sociocultural, que expressa os valores da sociedade em determinado momento histórico. Uma revista idealizada para retratar como nos vestimos, quais movimentos e tendências nos impactam e quais eventualmente serão integrados às nossas vidas. Para debater sobre onde habitamos e como ocupamos nossos espaços e o que isso revela.

A oportunidade se tornou uma missão e, neste domingo, seguimos para a terceira edição da revista Moda, mensalmente encartada no Estadão para seus assinantes.

Perto dos 50 anos de idade e tendo escolhido minha profissão há metade disso, posso garantir que a moda pode e deve receber um olhar atento. Na escolha do que vestimos existe o potencial para surgir uma visão de vanguarda sobre movimentos com relevância para alterar o rumo de mercados inteiros.

Do movimento sufragista na década de 1920, que lutou pelo direito feminino ao voto e tornou as mulheres mais independentes e, com certeza, mais livres para escolher o que consumir, passando pelos hippies na década de 1960, que pregavam o pacifismo e o respeito à natureza (que para quem prestou atenção pode criar as primeiras marcas com apelo ambiental), aos punks ingleses dos anos 1980, só para citar alguns, a maneira de se vestir expressa a mensagem de uma época e do que está por vir. A escolha do que usamos em nossos corpos individualiza nossa imagem ao mesmo tempo que reforça a que grupo da sociedade pertencemos.

Não olhar esse segmento até como objeto de pesquisa pode significar um olhar míope, que vai deixar de reconhecer oportunidades que se desvendam espontaneamente. Durante os últimos três meses, e com as restrições impostas pela pandemia, construímos uma revista de moda necessária para o entendimento do nosso tempo. Em meio a formatos variados para viabilizar o trabalho, e com a falta do contato físico, que fazia parte das reuniões de criação e ensaios fotográficos, usamos todas as ferramentas que a tecnologia nos possibilitou. Styling via ZoomFaceTime para alinhamento de make e entrevistas, além de drones para captar imagens de como nos vestimos no confinamento são recursos que passaram a fazer parte dos nossos dias e noites.

O desejo cada vez maior é que a revista Moda se consolide ainda mais como um instrumento de reflexão e contribuição para construirmos em breve um mercado que possa representar a transformação que desejamos ver como imagem do tempo que agora vivemos.

Em crise, estilistas que dominam a moda de luxo se rendem ao poder da Amazon

Gigante do varejo eletrônico vai lançar loja para vender grifes de ponta, afetadas pela pandemia do novo coronavírus
Vanessa Friedman

Desfile da Valentino durante a Semana de Moda de Paris, que apresenta as tendências do outono-inverno 2021 PIROSCHKA VAN DE WOUW/REUTERS

THE NEW YORK TIMES – No dia 21 de maio, a Amazon saiu em resgate do setor americano de moda –que está em forte crise–, ou pelo menos de um de seus segmentos, especialmente problemático –os estilistas independentes de produtos de alto preço.

Em parceria com a revista Vogue e com o Conselho de Estilistas de Moda dos Estados Unidos, o CFDA, anunciou o lançamento da loja Common Threads, que reúne 20 grifes criativas respeitadas.

“Estou entusiasmada por anunciar essa parceria”, disse Anna Wintour, editora-chefe da Vogue e diretora de criação do grupo editorial Condé Nast. “Embora não exista uma solução simples para nosso setor, que sofreu um abalo tão grande, esse é um passo importante na direção certa.”

A decisão vai criar um novo veículo de comércio para marcas que estão em risco de quebra, depois que a Covid-19 forçou o fechamento de lojas. Mesmo empresas de varejo eletrônico de luxo como a Net-a-Porter tiveram de fechar seus armazéns.

O projeto também transforma em paladina do setor uma empresa, a Amazon, que costuma ser vista, se não como um inimigo, ao menos como um pretendente inadequado, no que tange ao mundo dos estilistas. E confere a Jeff Bezos alguma influência sobre uma comunidade que até agora em geral suspeitava dele.

O presidente-executivo da Amazon não é um salvador. Há talvez muita coisa a ganhar para ele. Bezos estava de olho na porção mais reluzente e atraente do setor têxtil.

Mas o espírito da Amazon jamais combinou com o espírito da moda de elite, que pode ser caracterizado como “apenas algumas coisas, e muito especiais”. E o ambiente de compras da loja jamais pareceu glamoroso o suficiente.

O site de moda WWD noticiou em janeiro que a Amazon estava planejando uma nova plataforma para produtos de luxo, a fim de concorrer com o Alibaba Tmall, e que faria uma campanha de marketing de US$ 100 milhões; e em fevereiro, Bezos foi à Fashion Week de Paris, em companhia de Wintour e de estilistas como Christian Louboutin.

Agora, a pandemia do coronavírus mudou o jogo.

A Amazon, segundo Batsheva Hay, “é o único lugar em que todo mundo está comprando”. De fato, Bezos está a caminho de talvez se tornar o primeiro trilionário do planeta, por causa disso.

Os estilistas, especialmente das grifes de menor porte, não têm escolha. Precisam movimentar seu estoque e precisam de um parceiro que disponha da logística para isso. E também de acesso a uma base enorme de consumidores.

A ideia para o novo empreendimento surgiu de uma iniciativa da Vogue e do CFDA, que estavam trabalhando para criar maneiras de apoiar o setor durante a epidemia. No mês passado, anunciaram o programa de assistência Common Threads e arrecadaram mais de US$ 4 milhões para distribuição em pequenas quantias a estilistas, empresas de varejo e fabricantes de roupa. Anunciaram também a criação de um sistema de apoio à indústria da moda, a fim de ajudá-la a sobreviver.

A Amazon está doando US$ 500 mil ao fundo –cuja assistência muitos dos estilistas que ela passará a vender solicitaram–, e quando perguntou de que outra maneira poderia ajudar, surgiu a ideia da nova loja eletrônica.

Para definir exatamente do que estamos falando, os estilistas poderão escolher que peças desejam vender via Amazon e definirão preços e a imagem de suas seções. Podem optar por usar a plataforma logística da Amazon ou cuidar das entregas por conta própria.

A comissão padrão da empresa sobre vendas por terceiros –em geral em torno de 17%– se aplica. De acordo com um participante, a Amazon aceitou eliminar suas taxas de manutenção, a taxa pelo uso de armazéns e as taxas que cobra por embalagens.

A Vogue e o CFDA abordaram a maioria dos estilistas envolvidos, inicialmente, porque, como aponta Hay, a Amazon “não tem relacionamentos com muitas dessas grifes”.

Só o tempo dirá se essas mudanças incluirão consumidores que desejem comprar um vestido em estilo colonial repleto de ironia, o produto mais conhecido de Hay, ou um modelo floral muito caro, um dos produtos mais conhecidos de Jonathan Cohen, ao mesmo tempo e no mesmo lugar em que compram papel higiênico e esmalte de unhas.

Afinal, no momento em que a loja Common Threads foi aberta, os três itens mais vendidos da Amazon nas categorias de roupas, sapatos e joias, eram um pacote com camisetas masculinas, um agasalho masculino da Hanes e chinelos Croc. Mesmo entre os produtos de grifes privadas à venda no site, o preço médio por item é de só US$ 32, de acordo com o grupo de pesquisa Coresight.

E muitos dos consumidores que simpatizam com a ideia de ajudar os estilistas de marcas menores simpatizam com eles exatamente por sua posição oposta à Amazon. Agora, a percepção sobre elas pode ser afetada; elas também podem ser prejudicadas pela recente controvérsia sobre o tratamento da empresa aos trabalhadores de seus armazéns.

Por outro lado, isso também pode ser o primeiro passo na caminhada da alta moda rumo ao abraço da Amazon.

Tradução de Paulo Migliacci

Awkwafina e Karen Gillan estrelarão comédia que mistura Meninas Malvadas e Barry

Atrizes já trabalharam juntas em Jumanji: Próxima Fase
MARIANA CANHISARES

Karen Gillan e Awkwafina

Depois de trabalharem juntas em Jumanji: Próxima Fase, as atrizes Awkwafina e Karen Gillan voltarão a se encontrar na comédia de ação Shelly. Descrita como o encontro de Meninas Malvadas e a série Barry, a produção terá direção de Jude Weng e roteiro de Michael Doneger Liz Storm (via Deadline).

No filme, Awkwafina será Shelly Wheeler, que na época da escola foi vítima de pegadinha no baile de formatura e nunca superou o trauma. Como resultado, além de se tornar uma mulher fria, ela também seguiu carreira como assassina de aluguel. Anos depois, ela recebe a missão de matar uma das pessoas responsáveis por transformar sua vida em um inferno, Dianna Park (Gillan). Porém, para a sua surpresa, as duas se tornam amigas.