#YSL32 – Lenny Kravitz

O cantor americano Lenny Kravitz lidera a última campanha da Saint Laurent, shot by David Sims and art-directed by Anthony Vaccarello.

O que são as jazz legs, a nova pose que está fazendo sucesso nas redes

Para sua próxima selfie no espelho
MARIE CLAIRE

Jazz legs: conheça a nova pose que está rendendo likes nas redes (Foto: Reprodução)

Mais do que em qualquer outra rede social, o Instagram se tornou um lugar onde tendências – seja de beleza, moda, até fotografia – nascem, vivem e morrem (às vezes muito cedo ou muito tarde). É o caso de manias como a do pé de Barbie, lembra?

E mais nova tendência a pipocar nas redes não é uma peça de roupa nem uma máscara facial e sim… uma pose. É o caso das jazz legs (as “pernas de jazz”, em tradução livre), que foram detectadas pelo site Who What Wear. Celebridades, influencers, anônimos, parece que a pose — que consiste em se colocar em um ângulo 3/4 em relação ao espelho, dobrar uma perna enquanto a outra fica esticada, lembrando um passo de dança à la Bob Fosse (por isso o nome) — vem lançando mão da postura. 

Jazz legs: conheça a nova pose que está rendendo likes nas redes. Aqui, com Rose Huntington-WHiteley (Foto: Reprodução)
Jazz legs: conheça a nova pose que está rendendo likes nas redes. Aqui, com Rose Huntington-WHiteley (Foto: Reprodução)

A modelo e atriz Rosie Huntington-Whiteley é a maior embaixadora da nova tendência e vem testando a pose por aí. Segundo a editora e influenciadora Kristen Mary Nichols, a pose garante pernas mais alongadas e uma selfie no mínimo, divertida — e talvez, mais fotogênica. E vc, vai adotar?

Jazz legs: conheça a nova pose que está rendendo likes nas redes (Foto: Reprodução/Instagram)
Jazz legs: conheça a nova pose que está rendendo likes nas redes (Foto: Reprodução/Instagram)

Michelle Bernstein: Edifying Taste | Vogue Paris x Lexus

Descubra mais sobre Bernstein na última edição da segunda temporada da série de documentários, Journeys In Taste, uma celebração da criatividade e do artesanato pioneiros que estão no centro de todos os designs da Lexus.

Cade revoga medida que suspendia parceria de Facebook e Cielo para pagamento no WhatsApp

Após avaliar documentos entregues por Facebook e Cielo, o Cade decidiu suspender a medida cautelar
Por Aline Bronzati – O Estado de S. Paulo

Recurso de pagamento do WhatsApp foi anunciado pelo Facebook na última segunda-feira, 15

Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) revogou nesta terça-feira, 30, medida cautelar que suspendia a parceria do Facebook, dono do WhatsApp, com a Cielo, conforme documento obtido pelo Estadão/Broadcast. A decisão do órgão antitruste consta em nota técnica publicada hoje, uma semana após a decisão que acompanhou determinação do Banco Central, que suspendeu a solução de pagamentos do aplicativo de conversas.

Na ocasião, o Cade alegou a necessidade de impor a medida cautelar para “mitigar potenciais riscos à concorrência”. A parceria entre a Cielo e o Facebook foi anunciada em 15 de junho com o objetivo de viabilizar uma solução de envio e recebimento diretamente pelo aplicativo WhatsApp.

Após avaliar documentos entregues por Facebook e Cielo, o Cade decidiu suspender a medida cautelar. “As informações trazidas reduzem substancialmente os riscos apontados no cenário de potencialidade lesiva, motivando a revogação da decisão que determinou a imposição de medida cautelar”, explica o Cade, na decisão.

O órgão antitruste também afirma que, por ora, considera-se que poderia ser afastada a possibilidade de efeitos negativos imediatos e irreversíveis ao mercado por conta da parceria do Facebook com a Cielo. O Cade entendeu que tanto estabelecimentos comerciais e credenciadoras quanto os usuários finais que utilizam os serviços de pagamento eletrônico não terão redução de oferta de serviços. “A princípio, haveria um aumento de oferta”, avalia o Conselho.

Apesar de ter revogado a cautelar que impedia o funcionamento da parceria, o Cade manteve a investigação. “Decide-se pela continuidade da apuração da operação, sobretudo para se atestar que a operação deve (ou não) ser notificada obrigatoriamente a este Conselho”, afirma o órgão antitruste.

Na prática, contudo, a solução de envio e recebimento de dinheiro por meio do WhatsApp ainda não pode ser retomada. Falta, sobretudo, a aprovação por parte do Banco Central. O Cade destaca ainda que eventuais condutas anticompetitivas adotadas pelas partes podem ser objeto de investigação e até mesmo de nova medida cautelar.

Em nota, o WhatsApp se disse “satisfeito” pela ação rápida do Cade. “Esperamos continuar atuando junto às autoridades brasileiras para restaurar o serviço em breve e permitir que todos os usuários do WhatsApp no Brasil enviem dinheiro para amigos e familiares ou comprem um produto diretamente no aplicativo. Estamos entusiasmados em trabalhar com muitos parceiros locais para oferecer esse recurso inovador que ajudará as pessoas e aumentará a atividade econômica no país, especialmente nesses tempos difíceis”, declarou um porta voz da empresa – o texto faz menção ao Banco Central, que suspendeu o serviço na semana passada. 

Balmain Resort 2021 Campaign

For Balmain‘s Resort 2021 campaign, Creative Director Olivier Rousteing invited Jon Kortajarena, Maluma, Nicholas Galitzine, Rome Flynn, and Jorge López, to styled themselves wearing the bold and colorful pieces.

Rotina de tratamento noturno da modelo brasileira Valentina Sampaio | Go To Bed With Me | Harper’s BAZAAR

Enquanto Valentina Sampaio prefere manter sua rotina de cuidados da pele simples, a modelo e atriz brasileira é tudo menos isso. Valentina vem provocando ondas no mundo da moda, defendendo com orgulho a diversidade e a inclusão. Ela foi o primeiro modelo transgênero da Victoria’s Secret a liderar uma grande campanha e continua a ser uma força no setor. Neste episódio de #GoToBedWithMe, Valentina divide sua rotina para a pele oleosa e como ela mantém a pele impecável.

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Netflix vai destinar US$ 100 milhões para bancos que pertencem a negros

Serviço de streaming de Reed Hastings é o primeiro a colocar em prática ideias para atender os afro-americanos
E-INVESTIDOR

Sede do Netflix

(Lucas Shaw/ WP Bloomberg) – A Netflix vai transferir US$ 100 milhões para instituições que atendem à comunidade negra, tornando-se a ser a maior empresa a dividir receitas com instituições financeiras historicamente subfinanciadas. O serviço de streaming começará transferindo US$ 25 milhões para a Iniciativa de Desenvolvimento Econômico Negro, um novo fundo que investirá em instituições financeiras de propriedade de negros e que atendem a comunidades de baixa renda, e US$ 10 milhões para a Hope Credit Union. No futuro, a empresa direcionará 2% dos recursos que têm em mãos,, que atualmente é de cerca de US$ 5 bilhões, para organizações financeiras que apoiam diretamente as comunidades afro-americanas.

Grandes empresas americanas correram para mostrar apoio aos afro-americanos após a morte de George Floyd, um dos vários negros mortos pela polícia nos últimos meses. Muitas empresas, milionários e bilionários prometeram dinheiro para causas de direitos civis, incluindo o CEO da Netflix, Reed Hastings, que destinou US$ 120 milhões de sua fortuna pessoal para faculdades e universidades historicamente negras. Mas sua empresa queria propor uma solução que resolvesse causas mais sistêmicas da desigualdade.

A Hope Credit Union atende a mais de 1,5 milhão de pessoas em estados como Alabama e Louisiana, mas não tem dinheiro suficiente para apoiar totalmente as necessidades financeiras de suas comunidades, de acordo com seu CEO, Bill Bynum. “Estamos com fome de capital, assim como as pessoas nas comunidades que servimos”, diz Bynum. “Ter uma voz global como a Netflix diz que é importante investir em instituições financeiras como a Hope é extremamente relevante, não apenas para o capital que usaremos para fazer empréstimos hipotecários e empréstimos para pequenas empresas, mas como ela se posiciona.”

O executivo da Netflix, Aaron Mitchell, teve a ideia de transferir dinheiro para bancos de propriedade de negros após um jantar realizado em abril com líderes de diferentes grupos sub-representados. A Netflix realiza esses encontros desde outubro, em um esforço para melhorar a diversidade em seus níveis mais altos e informar seus principais executivos.

Mitchell apresentou a ideia ao diretor financeiro Spencer Neumann e começou a conduzir pesquisas, chegando aos bancos e lendo “The Color of Money” (A cor do dinheiro, numa tradução livre)”, livro de Mehrsa Baradaran sobre a diferença de riqueza racial. Após a morte de Floyd, ele enviou sua proposta a Hastings, que acelerou o projeto.

“Conversei com muitas empresas, mas esta é a primeira empresa que realmente fez algo a respeito”, afirma Baradaran. A Netflix espera que a medida inspire outras grandes empresas americanas a fazer o mesmo, disse Neumann. O serviço de streaming tem uma pequena pilha de dinheiro em relação aos colegas do Vale do Silício, Apple, Facebook e Alphabet (dono do Google). Se todas as empresas do S&P 500 transferissem apenas 1% de seu dinheiro para instituições financeiras de propriedade de negros, isso se traduziria em mais de US$ 20 bilhões, afirmou a Netflix.

A Netflix tem muito trabalho a fazer por conta própria. A empresa não tem executivos negros entre seus oito principais executivos e adicionou seu primeiro membro do conselho negro em 2018. Ela ficou no final do grupo no ano passado entre os estúdios de Hollywood em termos de contratação de mulheres, segundo o Directors Guild of America (DGA).

Mas o DGA classificou a empresa em primeiro lugar na abordagem do tema. Isso é parte do progresso da Netflix desde a contratação de Verna Myers como chefe de diversidade e inclusão em 2018. Ela liderou novos programas como o Strong Black Lead, que destaca projetos com afro-americanos em papéis principais. Os funcionários negros agora representam 7% da base geral de funcionários da Netflix, contra 4% há três anos. O número de vice-presidentes negros triplicou para nove no mesmo período. “Estamos nessa jornada há pelo menos três anos”, afirma Mitchell. “Ainda temos muito trabalho a fazer, mas estamos fazendo progressos significativos.”

Kanye West usa vídeos de casos de racismo policial em novo clipe ‘Wash Us In The Blood’

Kanye West New Single “Wash Us In The Blood” With Travis Scott From Upcoming Album “God’s Country”

Kanye West lançou hoje o clipe de “Wash Us in the Blood”, sua nova parceria com Travis Scott. O vídeo é uma colagem de vários trechos de gravações, incluindo registros reais de policiais agindo de forma violenta contra a população negra dos EUA.

A canção estará no novo álbum de Kanye, “God’s Country”, que ainda não tem data de estreia. O clipe de “Wash Us in the Blood” também usa trechos de videogames, animação computadorizada simulando cenários espaciais, e vídeos de apresentações e discursos de ícones da comunidade negra.

Na música, os rappers discursam contra expectativas comerciais de gravadoras e criticam também a imprensa. “Não me leve a mal, eu demorei para entender/ Eles querem editar minhas entrevistas, pular direito para os interlúdios”, diz Kanye em um trecho.

A sonoridade é parecida com a de “Yeezus”, disco de 2013 lançado pelo rapper. A faixa foi produzida pelo ícone do hip hop Dr. Dre.

Uber pode comprar por US$ 2,6 bi o Postmates, serviço de delivery de comida

Seguindo com a tentativa de expandir o negócio de entrega de comida, o Uber aposta agora na Postmates para complementar o setor; compra pode custar até US$ 2,6 bilhões

Essa é a seunda vez durante a pandemia que o Uber planeja comprar uma empresa de delivery de comida

Uber fez uma oferta para comprar a empresa de delivery de comida Postmates, informou nesta terça-feira, 30, o jornal americano The New York Times. O acordo pode estar na casa dos US$ 2,6 bilhões e ser fechado ainda nesta semana, em uma negociação que já em andamento. A informação não foi confirmada pelas empresas, mas outro jornal americano, o The Wall Street Journal, também corroborou a transação. 

A empresa de transportes compartilhados já tinha se movimentado para comprar uma empresa do setor de entrega de comidas: o GrubHub, em maio deste ano. Mas as complicações que poderiam surgir em relação a investigações e regulações antitruste —  já que seriam as duas maiores empresas do ramo nos Estados Unidos —  fizeram o negócio não sair do papel. Mais tarde, a GrubHub anunciou a fusão com a Just Eat, empresa europeia de delivery de comida. 

O movimento é parte da tentativa do Uber de impulsionar um segmento de seus negócios que está crescendo durante a pandemia de coronavírus. Com a quarentena e o distanciamento social, as viagens pelo app diminuirtam consideravelmente, mas o Uber Eats tem visto números de pedidos cada vez mais altos, com bares e restaurantes ainda fechados em muitas cidades.