“Imitaram macaco”; “chefe quis mudar meu cabelo”: Jornalistas relatam casos de racismo durante programa da GloboNews

Maju Coutinho, Zileide Silva, Aline Midlej, Flávia Oliveira, Lilian Ribeiro e Heraldo Pereira debateram discriminação
Por: Paulo Pacheco

Jornalistas relatam casos de racismo durante programa da GloboNews

Seis jornalistas negros debateram o racismo na GloboNews nesta quarta-feira (3), após críticas por discutir o tema apenas com convidados brancos no dia anterior. Maria Júlia Coutinho, Aline Midlej, Flávia Oliveira, Lilian Ribeiro e Zileide Silva relataram casos de discriminação que sofreram na vida pessoal e na carreira jornalística.

Zileide Silva, repórter da Globo e integrante do programa Em Pauta, da GloboNews

Eu tenho uma experiência, já repórter, repórter da TV Cultura, de São Paulo. Eu fui até a Fiesp, a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, para entrevistar o presidente, e eu estava com um cinegrafista branco, loiro, de olhos azuis. Eu entrei, e a secretária não se dirigiu a mim, ela só conversou com o cinegrafista, o Ricardo. De repente, a porta abriu e saiu o presidente da Fiesp, veio e me deu um abraço, falou: ‘Zileide, que ótimo você aqui!’. u só olhei para a cara dela, ela completamente constrangida. O que eu fiz, Heraldo? Eu levantei o nariz, porque não dá para aceitar esse tipo de situação em nenhum momento, e eu falo isso porque eu quero que colegas negras e colegas negros, como eu, saibam que não dá, jamais, para baixar a cabeça, em nenhum momento, em nenhuma hipótese, mas eu nunca esqueci esse momento.

Flávia Oliveira, comentarista de economia e integrante do programa Em Pauta, da GloboNews

Ter a pele negra é algo que nos acompanha a vida toda. Mesmo experimento alguma mobilidade social, como é o meu caso e das minhas companheiras que dividem essa tela do Em Pauta, ela não nos livra de situações constrangedoras de racismo. Vou contar talvez o episódio mais recente, que exemplifica bem a discriminação que os negros sofrem no sistema de saúde, já que estamos vivendo uma pandemia. Eu fiz uma cirurgia, uns anos atrás, para a retirada de um nódulo no seio, era benigno, não se preocupem. Ao me internar, como eu sou uma mulher de candomblé e era uma sexta-feira, eu estava vestida de branco. No quarto do hospital de classe média alta da zona sul do Rio, onde me internei, a enfermeira que foi preencher o questionário para a intervenção, me viu vestida de branco, uma mulher negra, e perguntou: ‘Ué, a dona Flávia já foi para o centro cirúrgico?’. Eu respondi: ‘Sou eu a dona Flávia’. Ela disse: ‘Nossa, é que você parece tão bem que não achei que fosse a paciente’. Uma mulher vestida de branco em um quarto de hospital de rico é, naturalmente, a acompanhante da madame, e nunca a paciente. Esse é o retrato do racismo brasileiro, ora velado, ora escancarado. 

Lilian Ribeiro, repórter da Globo e da GloboNews

Acho que a imagem do racismo, para mim, está no olhar. No olhar de quem não nos vê ou no olhar de quem nos vê em determinados lugares. A Zileide falou da experiência dela, eu tenho uma tática já, que é sempre chegar de microfone em punho para ninguém ter dúvida de que naquela situação eu sou a repórter, eu sou a jornalista. Sim, estou aqui para te entrevistar, para discutir temas relevantes com você, e sou também uma mulher negra. Esse olhar que nos acompanha, muitas vezes dentro das lojas também, esse olhar, para mim, é a marca do racismo à brasileira.

Maju Coutinho, apresentadora do Jornal Hoje

Acho que minha experiência de racismo é desde o nascimento, desde a infância. Eu tenho memórias muito de criança, pequena, de seis anos de idade, de uma coleguinha, em escola particular, ter perdido o estojo e de repente ela decidiu que eu peguei o estojo dela, sem nenhum motivo. Ou, ao mesmo tempo, eu me lembro de experiências, e essa foi muito marcante, que eu já era adulta, estava na casa dos meus pais, eles têm casa de praia no litoral norte de São Paulo, Barequeçaba, eu passei na rua sozinha e, de repente, tinha um grupo de jovens brancos em uma casa vizinha à dos meus pais, mas acho que não sabia que não morávamos lá, e começaram brincadeiras com barulhos de macaco. Eu sei que voltei daquela cena muito revoltada para a casa dos meus pais, comentei o que tinha acontecido, chorei, fiquei brava, mas eu também voltei à casa desses jovens, ao quintal, e estraguei a festa mesmo. Falei: ‘Isso não pode se repetir. Isso que vocês estão fazendo é uma atitude racista, vocês têm que tomar cuidado’. Eu sei que todo mundo se assustou com a minha fala naquele momento. Como a Lilian falou, essa questão de você às vezes estar com o microfone empunhado quando você é repórter da Globo para provar que você é repórter mesmo. Outra experiência que eu já tive com o meu marido, que a gente viajou para o exterior, e meu marido saiu para passear à noite em um parque em uma cidade, e eu não pude ir dessa vez porque não estava passando muito bem, e ele voltou radiante falando assim: ‘Pela primeira vez, eu me senti livre de passar ao lado de mulheres brancas e não sentir um olhar de repulsa e de medo’. Essa experiência de racismo é a experiência também das mortes que acontecem mais cedo na nossa comunidade. Quantos parentes eu já perdi mais cedo, e a gente sabe que é por desgaste emocional, porque o racismo mata, sim, o racismo nos fere, das violências diárias que a gente acaba tendo que olhar e enfrentar, e esse enfrentar é um gasto de energia tão grande que a gente precisa se trabalhar muito para realmente a gente não sucumbir e manter a cabeça erguida como a Zileide disse.

Aline Midlej, apresentadora do Edição das 10, da GloboNews

Eu, como vim de uma família miscigenada, vivi isso de determinadas formas, e cada uma de nós aqui também. Uma experiência marcante, não faz muito tempo, eu com um ex-namorado, frequentando um clube muito bacana em uma praia do litoral norte de de São Paulo, eu estive nesse condomínio, de piscina, muita gente abastada, com muito dinheiro, um lugar muito pautado por isso, pelas aparências. Eu era a única negra naquele lugar, como foi assim a minha vida inteira praticamente, na escola eu era a única, na universidade eu era a única, isso não era novidade para mim, mas naquele lugar ali, cercada pela família dele, eu achei que estava tudo bem. Quando cheguei na piscina, acompanhada das sobrinhas dele, todas brancas também, eu praticamente fui barrada pelo segurança do condomínio para entrar na área da piscina porque achava que eu era uma babá. Isso não foi vocalizado, mas ficou evidente. Meu namorado, na época, estava comigo do lado e é branco, falou: Ô!’. ele nem precisou falar, o segurança olhou para mim, pediu desculpas e eu passei. Trazendo um pouco para a trajetória jornalística, quando eu fiz a transição da produção, dos bastidores, para o vídeo, e eu virei repórter, eu era muito boa produtora, eu tinha 22 anos, já faz mais de 15 anos, entreguei minha idade, meu chefe na época dessa emissora, me disse: ‘Aline, eu só acho que a gente precisa mudar umas coisinhas’. Eu falei: ‘Em que sentido?’. Ele falou: Não, assim, umas coisinhas, porque você é bonita, tem presença, sua voz é boa, mas sabe assim, o cabelo, não sei, acho que não vai ser bem assimilado isso, acho melhor’. Falei: ‘Então não é aqui que eu vou começar’. Acabei começando em outro lugar, e a vida dá voltas, depois de poucos anos eu fui chamada para voltar a essa emissora e não voltei por algumas dessas razões, claro, esse tipo de resposta que eu tive dele quando eu fui tentar dar um caminho adiante na minha carreira, e fico até hoje me perguntando quando ele me vê no ar o que será que ele sente, até porque me procurou depois disso outras duas vezes para que eu voltasse a esse canal.

Heraldo Pereira, apresentador do Jornal das 10, da GloboNews

Eu digo sempre que os negros e as negras, especialmente no Brasil, a situação da mulher negra é muito pior do que a situação do homem negro no Brasil, que já é uma situação de muita dificuldade, de muito enfrentamento. Quem é negro no Brasil, quem é negra no Brasil, enfrenta a questão racial todo dia, a todo momento tem barreira racial. Em um país com essa diversidade, com esta maravilha, que é o nosso imenso Brasil e que a gente vai construir coisas boas neste país, negros e brancos.

Nova coleção da Dell Anno de mobiliário planejado traz referências dos anos 1920

Moda, música, arte e arquitetura de um século atrás influenciam os novos móveis e acabamentos da Dell Anno
FOTOS DIVULGAÇÃO

Closet com armário Síntese em vidro e gavetas em Tweed fazem parte da nova coleção de mobiliário planejado da Dell Anno (Foto: Dell Anno/divulgação)

Para lançar sua nova coleção de mobiliário planejado e apresentar novas possibilidades de morar para a década que acaba de chegar, a Dell Anno foi buscar referências nos anos 1920, um século atrás. Apresentada digitalmente na última semana, a Coleção Manifesto resgata o clima de liberdade e efervescência cultural e as mudanças de comportamento que vieram pós Primeira Guerra Mundial e se apoia em manifestações da moda, música, arte, arquitetura e design para dar forma ao novo conjunto de mobiliário.

A moda, por exemplo, deu mais força aos tecidos, que se já tinham papel importante nas coleções anteriores, agora ganharam protagonismo nas superfícies. O veludo cotelê, o tweed (tecido consagrado por Chanel) e uma trama de couro trançado inspirada na clássica marca italiana Bottega Veneta se juntam a superfícies em material porcelânico, geométricos, madeiras naturais e mais de quatro mil possibilidades de cores em lacca.

Nova coleção de mobiliário planejado da Dell Anno traz referências dos anos 1920 (Foto: Dell Anno/divulgação)
Novidades da Coleção Manifesto foram fotografadas no novo showroom da Dell Anno (Foto: Dell Anno/divulgação)

Praticidade e minimalismo são alguns conceitos que aparecem na nova coleção e foram traduzidos em móveis de linhas retas, ausências de puxadores e amplo uso de iluminação. Os móveis contam com modernos sistemas alemães e italianos de abertura em portas escamoteáveis, coplanar e de giro e os projetos podem incluir prateleiras duplas com acabamento bisotê, prateleiras metálicas de espessura mínima de 3,5 mm, e possibilidade de uso do painel retroiluminado, dando amplitude especialmente para as bancadas de cozinha.

Confira mais alguns lançamentos registrados no novo showroom da Dell Anno, em Bento Gonçalves, RS (onde também fica a fábrica da marca):

Nova coleção de mobiliário planejado da Dell Anno traz referências dos anos 1920 (Foto: Dell Anno/divulgação)
(Foto: Dell Anno/divulgação)
Nova coleção de mobiliário planejado da Dell Anno traz referências dos anos 1920 (Foto: Dell Anno/divulgação)
(Foto: Dell Anno/divulgação)
Nova coleção de mobiliário planejado da Dell Anno traz referências dos anos 1920 (Foto: Dell Anno/divulgação)
(Foto: Dell Anno/divulgação)

Snapchat deixará de mostrar conta de Trump na seção Discover

Aplicativo de fotos decidiu não apoiar o discurso de Trump, que vem se mostrando contra as manifestações nos EUA pela morte de George Floyd
Por Agências – Reuters

A conta de Donald Trump no Snapchat continuará pública e acessível para as pessoas acompanharem, mas não será mais promovida pelo app

Snap , empresa que é dona do aplicativo Snapchat, afirmou que não vai mais promover a conta do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, na seção Discover do serviço, uma vez que seus comentários inflamados da semana passada tornaram a conta incompatível para a seção voltada à exploração de novos conteúdos pelos usuários.

“Não vamos amplificar vozes que incitem violência racial e injustiça dando a elas promoção gratuita na seção Discover”, afirmou a empresa, dona do popular aplicativo Snapchat. “Violência racial e injustiça não têm lugar em nossa sociedade e estamos juntos de todos aqueles que buscam paz, amor, igualdade e justiça nos Estados Unidos.”

A conta de Trump no Snapchat, que consiste em sua maioria de conteúdo de campanha política e não possui a retórica informal que ele usa regularmente no Twitter, continuará pública e acessível para as pessoas acompanharem, afirmou a Snap.

O presidente executivo da Snap, Evan Spiegel, afirmou a funcionários no domingo, 31, que a seção Discover é uma “plataforma com curadoria, onde nós decidimos o que promovemos”.

Lili Reinhart, de ‘Riverdale’, assume bissexualidade

Atriz de 23 anos de idade publicou texto no Instagram nesta quarta-feira (3)

Lili Reinhart usando look rosa e vermelho. (Amy Sussman/Entertainment Weekly/Getty Images)

Lili Reinhart, atriz de Riverdale, publicou um texto no Instagram nesta quarta-feira (3) assumindo a bissexualidade. A jovem de 23 anos de idade compartilhou um Stories para convocar os fãs para um protesto contra o racismo nos Estados Unidos.

“Apesar de nunca ter anunciado publicamente antes, eu sou uma mulher bissexual orgulhosa. E vou participar desse protesto hoje!”, escreveu a atriz. Recentemente, ela e o ator Cole Sprouse terminaram o namoro de três anos.

Além da série teen, Lili também participou de filmes como As Golpistas e As Panteras (2019). Ela venceu o Teen Choice Awards como Melhor Atriz em Drama na TV em 2018 e no ano seguinte.

10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já!

A atriz transfere seu estilo vintage e colorido para a decoração de sua casa
POR SOFIA LAZARO | FOTOS REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já!

Além de atriz e cantora, Zooey Deschanel é uma trend setter infalível de moda e beleza. Mas basta uma olhadinha em sua conta no Instagram para perceber que seu estilo de decoração é tão ou mais inspirador que seus cortes de cabelo e vestidos. A protagonista de ‘500 dias com ela‘ mora em Los Angeles, em uma casa adorável, colorida, divertida.

Por todas as partes há detalhes vintage e objetos feitos à mão, desses que dão a sensação de casa de verdade. Além disso, ela namora Jonathan Scott – sim, um dos gêmeos Scott, do Irmãos à Obra. E no caso muito improvável de Zooey ter alguma dúvida de decoração, ela já tem um expert à disposição para ajudá-la, já que o casal está passando a quarentena junto

10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

Passamos um pente fino na casa da atriz e apontamos as dez características (bem, em algum momento teríamos de parar) que mais gostaríamos de incorporar em nossas próprias casas. Confira e encante-se também!

10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

1. Este cantinho 
Gostamos de tudo nele: o toque artesanal e midcentury do aparador totalmente dedicado ao toca-discos e seus acessórios. Sem contar o piso de madeira tão natural, repare nos veios e juntas.


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

2. O banheiro 
O cimento que reveste todo o banheiro, também cria uma moldura para a janela. Um sopro de ar brutalista e intimista. A luminária de vime e os metais dourados são apostas decorativas ousadas para um banheiro, de forma que apenas os experts em décor conseguem imaginar. O resto de nós precisa ver tudo pronto para descobrir como a combinação funciona bem.


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

3. Um ambiente digno de revista 
Um par de cadeiras Cesca, de Marcel Breuer para Knoll, o macramê na parede, e um grande tapete de fibras naturais. Seria a casa de uma atriz ou a wishlist da redação?


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

4. O jardim 
Um grande jardim de cactos e suculentas. Além de fácil de cuidar, ainda é superfotogênico. 


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

5. Criações de Zooey
A atriz está tão conectada com o meio ambiente e com a alimentação saudável (ela é vegetariana) que criou ao lado de seu ex-marido, o produtor Jacob Pechenik, o The Farm Project, uma iniciativa que une consumidores e produtores locais. A empresa lançou o Farmstand, o objeto escultural ao fundo da foto, que, além tem seu papel decorativo e também é um sistema de horta vertical empilhável com o qual a plantação de verduras e legumes consomem 95% menos água comparadas às plantadas no solo. Incrível, não?!


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

6. Esta cadeira suspensa  
Ter na entrada de casa esse móvel de fibras naturais não é apenas conforto e aconchego, é também é uma supertendência.


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

7. O aconchego do quarto 
Um mix de glamouroso e boêmio. O resultado é que é impossível não se sentir relaxado com as notas douradas dos acessórios e móveis, a luminária de piso, as plumas rosas no vaso, o tapete Beni Ouarain…


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

8. E tem mais…
Em sintonia com o que apreciamos anteriormente no entorno da cama, este ângulo mostra conchas penduradas e grandes cortinas brancas, com persianas de bambu ao fundo.


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

9. A cozinha 
Ainda que incompreensivelmente não apareça muito, tudo indica que se trata de uma cozinha grande e muito funcional. Com bancada de mármore, pia de fazenda e uma ilha central, impossível não pensar nas versões que seu namorado cria no programa Irmãos à Obra.


10 cantinhos da casa da Zooey Deschanel para copiar já! (Foto: Reprodução/Instagram)

10. Para finalizar…
Aqui temos um resumo de tudo que amamos nessa casa: os toques retrô (toca-discos pastel), o apreço pelo natural (pufe de juta), a sintonia com as tendências (luminárias douradas), a presença de móveis que alguns podem considerar fora de moda mas que nesse ambiente se encaixam como uma luva (o sofá de vime).

Carmen Rose Exclusively for Fashion Editorials with Stephanie Deeb

Dress Natalie Encarnita

Isolation shoot with Photographer Carmen Rose and Model Stephanie Deeb at Azalea Models.

Top Uniqlo Jeans Glassons
600Shirt Mango Pants Scanlan Theodore
Jumper Forever 21 Scarf Cashmerism Pants Uniqlo Belt Vintage

Príncipe William tem aconselhado Harry a voltar com a família para Londres, diz revista

Mais próximos novamente, ambos estão preocupados com a segurança dos Sussex em Los Angeles
O Globo

Harry e William Foto: Max Mumby/Indigo / Getty Images

Mudar de país não é fácil para ninguém. Ainda mais quando você é um príncipe e chega numa das cidades mais lotadas de paparazzi como Los Angeles. Por isso, a vida do príncipe Harry não tem sido moleza na Califórnia e ele tem contado com o irmão para aguentar o rojão. Segundo a revista “Us Weekly’, os dois estão mais próximos novamente, apesar da distância física, e o mais velho têm aconselhado os Sussex a voltarem para Londres.

“William tem falado para Harry voltar a Londres ou se mudar para outro lugar mais seguro”, disse uma fonte próxima aos dois. “Ele está preocupado com a segurança e o bem-estar do irmão.”

A mesma fonte diz que Harry tem tido bastante contato com a avó, que sempre checa se ele está bem.

Recentemente, Meghan e Harry deram queixa na polícia por causa de drones que estavam sobrevoando a casa da família. Em determinado dia, eles chegaram a incomodar Meghan quando ela estava na piscina com o pequeno Archie.

Organização americana de arquitetos se posiciona contra racismo: ‘Vírus mortal que atormenta os EUA há 4 séculos’

A norte-americana Organização Nacional de Arquitetos de Minorias (NOMA) pede que profissionais da arquitetura sejam mais ativos no combate à discriminação racial
FOTO: REPRODUÇÃO / NOMA

A Organização Nacional de Arquitetos de Minorias (NOMA), dos Estados Unidos, emitiu um comunicado público contra o racismo, fazendo coro aos protestos de escala nacional que ocorrem há 8 dias em solo americano após o assassinato de George Floyd por um policial branco. No texto, a organização pede que profissionais da arquitetura “condenem o racismo e assumam um papel ativo para eliminar preconceitos raciais”. “Hoje, a NOMA pede mais. Como organização, devemos ser mais”, diz o texto, assinado por Kimberly Dowdell, presidente nacional da associação. “Como arquitetos, somos profissionalmente responsáveis por proteger a saúde, a segurança e o bem estar do público.”

“O ar da nossa nação está pesado com uma profunda sensação de luto e desespero. Nosso ar coletivo está tão denso que é literalmente difícil de respirar. Nós tentamos respirar enquanto enquanto navegamos por uma pandemia global somada a um vírus mortal e penetrante chamado racismo, que infesta a América há mais de quatro séculos”, afirma o manifesto. 

Organização americana de arquitetos faz manifesto contra racismo: 'Vírus mortal que atormenta os EUA há 4 séculos' (Foto: Reprodução / NOMA)
Organização de arquitetos NOMA pede postura mais ativa de arquitetos para combater o racismo (Foto: Reprodução / NOMA)

Fundada em Detroit em 1971 por 12 arquitetos negros, a NOMA tem como objetivo lutar contra a discriminação entre profissionais da arquitetura. Segundo Dowdell, a entidade busca fazer isso promovendo a excelência, o engajamento com a comunidade, e o desenvolvimento profissional dos membros da organização.O comunicado afirma, porém, que o contexto atual levou a organização a publicar uma nova declaração de princípios, com efeito imediato. “A missão da NOMA, enraizada em um rico legado de ativismo, é capacitar nossos membros locais para promover a justiça e a equidade por meio da divulgação, da advocacia comunitária, do desenvolvimento profissional e da excelência em design”. Banir o racismo, votar nas eleições, oferecer ajuda e advogar pelas minorias estão entre as ações defendidas pelo texto. A organização promete ações em um futuro próximo para capacitar membros locais para que possam seguir os novos objetivos.

Por fim, o comunicado também pede a todos os membros brancos e a todos os aliados que se unam à luta contra o racismo. “Estamos assumindo uma posição, e esperamos que vocês se unam a nós”, diz o texto. Leia a íntegra do manifesto aqui.

Marie Kondo lança linha de jardinagem minimalista e delicada

Especialista em organização apostou em formas simples com estética clean para sua nova coleção
FOTOS: DIVULGAÇÃO

Quem gosta de uma boa organização com certeza já conhece — ou até experimentou — o método de organização da organizadora profissional Marie Kondo. A escritora japonesa, que ficou ainda mais conhecida após a estreia de seu programa de organização na Netflix, é um dos nomes mais conhecidos quando o assunto é minimalismo. E a nova coleção de jardinagem lançada por Kondo em sua loja virtual certamente segue na mesma tendência: com uma estética clean, os novos produtos focam em materiais e texturas sem serem muito chamativos. 

O kit inclui luvas feitas de fibras naturais de bambu, tesouras de jardinagem pretas em aço carbono, vasos, um ancinho manual de madeira e aço e, claro, um organizador para guardar as ferramentas! Todos priveligiam o uso de materiais naturais e de origem japonesa, que garantem mais funcionalidade às peças. As fibras de bambu das luvas, por exemplo, fazem com que a pele das mãos possa respirar melhor, em comparação a luvas que usam fibras de nylon.

Esteticamente, os tons terrosos predominam em todos os acessórios, cujos preços variam entre US$ 10 e US$ 130 (cerca de R$ 54 e R$ 710, respectivamente). No entanto, por hora, o site da organizadora só realiza entregas para endereços nos Estados Unidos. 

Marie Kondo lança linha de jardinagem minimalista e delicada (Foto: Divulgação)
Marie Kondo lança linha de jardinagem minimalista e delicada (Foto: Divulgação)
Marie Kondo lança linha de jardinagem minimalista e delicada (Foto: Divulgação)