Photographer Yossi Michaeli for Glamour Bulgaria with Eden Polani

Photographer: Yossi Michaeli. Styling: Haya vider. Hair: Almog Cohen. Makeup: Noga Tamir. Retouch: Edson Guberovich. Model: Eden Polani.

Mulher-Maravilha 1984 tem lançamento adiado novamente para outubro

Antes filme estava previsto para agosto
CAMILA SOUSA

Mulher-Maravilha 1984 teve seu lançamento adiado novamente. Antes previsto para 13 de agosto, o longa chegará aos cinemas agora em 2 de outubro. A informação foi confirmada pelo perfil oficial do longa no Twitter:

Ainda não há detalhes sobre a história de Mulher-Maravilha 1984, mas agora a amazona vivida por Gal Gadot será mostrada na década de 1980. Chris Pine retorna ao papel de Steve Trevor, Kristen Wiig será a vilã Barbara Minerva, a Mulher-Leopardo, e Pedro Pascal será o também vilão Max Lord.

Michelle Obama como vice de Biden em 2020 e candidata à presidência dos EUA em 2024? Quem sabe…

Michelle Obama e Joe Biden || Créditos: Reprodução

Por enquanto são mínimas as chances de que Michelle Obama tope ser vice na chapa liderada por Joe Biden pela presidência dos Estados Unidos. Ter a ex-primeira-dama do país ao seu lado na disputa pela Casa Branca é o maior sonho de Biden nesse momento, assim como de praticamente todos os outros democratas, mas falta combinar com ela. Aos mais próximos, a mulher do ex-presidente Barack Obama tem dito que a política não é e nem nunca foi seu campo, apesar de que nunca descartou totalmente a possibilidade de um dia vir a disputar um cargo eletivo. Vale dizer que por enquanto os Obamas estão com um pé mais fincado em Hollywood do que em Washington

Outro comentário que rola na capital americana, aliás, é de que Michelle só consideraria disputar o cargo de chefe do executivo, sem nenhum degrau a mais para subir, e nesse caso se juntar a Biden para derrotar Donald Trump nas eleições de novembro em troca do apoio do candidato para levá-la à presidência dos EUA em 2024 é algo que também está sendo discutido por caciques democratas. A única certeza por enquanto é que Michelle certamente terá um papel fundamental no próximo pleito presidencial americano, seja como vice de Biden ou como principal cabo eleitoral dele, com uma força ainda maior que a deu seu marido. [Anderson Antunes]

‘Numa crise, decisões difíceis te definem como pessoa’, diz diretor Neil Druckmann de The Last of Us: Part II

Situado numa pandemia, sequência de sucesso da Sony chega às lojas nesta sexta-feira, 19; para o roteirista Neil Druckmann, cenário pós-apocalíptico traz liberdades criativas

Diretor de The Last of Us: Part II, Neil Druckmann conta que o coronavírus chegou a ser um obstáculo para o lançamento do jogo 

Ao longo dos últimos anos, os fãs de videogames esperavam ansiosos por uma sequência para The Last of Us. Lançado em junho de 2013 para o PlayStation 3, o jogo ganhou os corações de milhões de pessoas pela história do laço formado entre o quarentão Joel e adolescente Ellie – juntos, eles tentam sobreviver em um mundo pós-apocalíptico, depois que uma mutação de um fungo passa a infectar as pessoas. Anunciada pelo estúdio Naughty Dog em 2016, a continuação The Last of Us: Part II coloca os dois personagens cinco anos depois dos eventos do primeiro jogo – e, por ironia do destino, ele chega aos consoles nesta sexta-feira, 19, justamente no meio de uma pandemia. 

O novo coronavírus chegou inclusive a ser um obstáculo para o lançamento de The Last of Us: Part II – inicialmente, o jogo estava previsto para sair no mês passado. “Fomos enviados para trabalhar de casa. Demos sorte, pois estávamos num ponto da produção em que era possível fazer isso, precisávamos ajustar algumas falhas. Ao adiar, conseguimos um tempo para polir o jogo bem”, conta o roteirista e diretor do jogo, Neil Druckmann – ele falou ao Estadão em uma sessão coletiva com outros jornalistas do País. 

Ele é um dos principais responsáveis pelo sucesso da série. A princípio, é fácil julgar The Last of Us como mais uma história trivial de sobrevivência em um universo pós-apocalíptico, com cidades arrasadas, milícias violentas e recursos de necessidade básica escassos. É algo que os videogames fazem há décadas. A diferença, porém, é que logo de partida, a narrativa e o drama dos personagens se impõe frente à ambientação e a jogabilidade – fazendo o jogador se emocionar enquanto aperta botões. 

“Nossa visão de um mundo pós-pandemia não é sobre como as coisas evoluíram até aquele cenário, mas sim sobre como os personagens lidam com a situação”, explica Druckmann. “Em um cenário de crise, os personagens são forçados a tomar decisões difíceis e são elas que te definem como pessoa. Um mundo pós-apocalíptico nos dá a liberdade de construir esse tipo de narrativa, mergulhando numa jornada sentimental com os personagens.” 

A crença de que a história é algo importante, no entanto, vai além do roteiro: para para este jogo, a Naughty Dog trouxe um novo sistema de acessibilidade. Ele permite que jogadores com deficiências visuais ou motoras, por exemplo, possam ajustar as configurações do game de maneira a não desistirem diante de um desafio de combate. “Nosso mantra é que o jogo deve ser jogado pelo maior número de pessoas o possível”, diz o roteirista. “Com esses sistemas, possibilitamos que qualquer jogador ajuste o comportamento de aliados e inimigos para ser capaz de avançar na história, mesmo com desafios.” 

Ellie, personagem principal de The Last of Us: Part II
Ellie, personagem principal de The Last of Us: Part II

Vingança

No primeiro jogo, o foco da narrativa era o elo em formação entre Joel e Ellie. “É um jogo sobre o amor incondicional, o elo de alguém como pai e filha”, explica Druckmann. Agora, a série quer falar sobre vingança – cinco anos depois do primeiro jogo, os dois amigos estão vivendo em uma zona livre de infectados no Wyoming. No entanto, um evento violento rompe a ordem e Ellie, agora com 19 anos, sai pelo mundo em busca de justiça. “Os dois personagens são falhos, mas eles lutam pelo que acreditam e isso ajudam as pessoas a se identificarem. Mas há partes agora que vão desafiar o jogador e fazê-lo questionar certos aspectos de sua vida.” 

Ellie também não é exatamente uma heroína convencional dos videogames – indústria do entretenimento que se acostumou a sexualizar suas personagens femininas. Já a protagonista de The Last of Us: Part II foge do padrão por se portar como uma garota normal de 19 anos. “Seus hormônios estão à flor da pele, ela sempre acha que está certa”, diz Druckmann. 

E a protagonista tem uma namorada – o que provocou protestos de muitos jogadores, um público muitas vezes conservador, nas redes sociais. “Ligo para a diversidade porque ela nos permite contar histórias únicas. O que as pessoas vão achar disso é com elas, mas meu trabalho como escritor é contar a história de diferentes tipos de pessoas”, afirma o roteirista. Ele, no entanto, diz tomar cuidado para evitar retratos rasos e estereótipos. “Se você vai falar de alguém que é diferente de você, é bom fazer a pesquisa direito.” 

Mesmo com o jogo prestes a ser lançado, Druckmann não descansa – ele já está envolvido com uma série de Last of Us, que a HBO vai produzir. Durante a entrevista coletiva, porém, ele diz não ver os games atrás do cinema ou da TV, em termos de criatividade em suas histórias. “Temos o nosso prestígio e uma abertura diferente para contar o que queremos”, afirma. Ele prefere se preocupar com o que já conquistou – inclusive os corações e mentes dos fãs de jogos. “Não fizemos uma sequência só por fazer ou para ganhar dinheiro. Precisamos justificar arriscar esse jogo que muita gente ama. E para isso, precisamos crescer.” 

Décor do dia: banheiro pequeno tem claraboia e truques para dar maior sensação de espaço

Projeto focou em criar um lar com sensação de aconchego e amplitude, apesar da metragem reduzida
LUIZA QUEIROZ E LUCAS DEOLI DE FREITAS | FOTOS: ANDREW POGUE / DIVULGAÇÃO

Esta cabana em uma floresta de Washigton, nos Estados Unidos, é um local onde o contraste fala alto: por fora, a estrutura tem ar áustero e imponente, revestida em cedro preto oxidado e em painéis de cimento enegrecido para se misturar à paisagem natural; por dentro, no entanto, o projeto do estúdio americano MW Works priorizou a criação de um lar aconchegante, bem iluminado e, apesar da metragem estreita, que passasse a sensação de um lar espaçoso. Exemplo desta ideia é o banheiro: mesmo pequeno, o cômodo é valorizado pela luz natural que atravessa a claraboia do teto, e pelos tons claros nas paredes e no mobiliário.

Os revestimentos claros do cômodo, o pé-direito alto e a claraboia são alguns dos truques para fazer o espaço parecer mais largo que de fato o é. Toques de madeira clara pontuais também ajudam a criar a ilusão, ao mesmo tempo em que aquecem o ambiente e mantém o padrão de decoração do restante da casa. O banheiro fica localizado no andar superior, junto com os quartos, para oferecer praticidade e aproveitar ao máximo a luz natural da região. E, à noite, também é possível observar o céu estrelado da floresta a partir do chuveiro. Dá para ser mais relaxante?

Décor do dia: banheiro pequeno tem claraboia, teto alto e paredes claras para dar maior sensação de espaço (Foto: Andrew Pogue / Divulgação)
Décor do dia: banheiro pequeno tem claraboia, teto alto e paredes claras para dar maior sensação de espaço (Foto: Andrew Pogue / Divulgação)

Um olhar sobre o novo escritório da BSH em Ljubljana, Slovenia

A BSH, fabricante de eletrodomésticos, contratou recentemente a empresa de arquitetura Kragelj para projetar seu novo escritório em Ljubljana, na Eslovênia.

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Kitchen / seating area

“Projetamos o espaço para apoiar a cultura ONE TEAM que promove confiança, abertura, generosidade e colaboração genuína da equipe dentro da empresa.

Para dar vida a essa visão, decidimos um conceito de plano aberto, mantendo o espaço fluido e arejado. No entanto, você encontrará diversas configurações de trabalho, como áreas de descanso, cubos de reuniões e cabines telefônicas. Isso permite que os funcionários escolham onde e como querem trabalhar – em um espaço silencioso ou em uma área de reunião vibrante.

Na busca desse espaço aberto, derrubamos as barreiras entre os departamentos. A gerência da BSH liderada pelo exemplo e todos os funcionários, incluindo a alta gerência, agora não têm escritórios particulares. Apesar do medo de o espaço ser muito aberto inicialmente, o novo espaço de trabalho foi bem recebido pelos funcionários da BSH.

Em suas zonas menores, mais íntimas, mas ainda fluidas, todos podem encontrar o que combina com seu estilo de trabalho. No centro disso está o nosso conceito inovador de mesa para escritório. Cada funcionário tem sua própria mesa em forma de trapézio que pode ser organizada em várias composições orgânicas, dependendo das necessidades de um departamento específico.

Para funcionários que trabalham em outros locais, criamos uma área com assentos não dedicados. Ele está localizado no meio do espaço e perto de todos os departamentos.

O mobiliário e os materiais de escritório foram escolhidos em várias paletas de cores diferentes, criando uma atmosfera animada, derivada da paleta de cores da marca BSH. Combinado com soluções inteligentes para o local de trabalho, o escritório se transformou em um espaço atraente e envolvente, onde você pode colaborar, conhecer, inovar e relaxar ”, diz Kragelj.

  • Location: Ljubljana, Slovenia
  • Date completed: 2019
  • Size: 9,795 square feet
  • Design: Kragelj
  • Photos: Janez Marolt
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Reception
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Kitchen / seating area
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Meeting room
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Seating area
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Communal space
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Corridor
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Collaborative space
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Breakout space
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Breakout space
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Meeting room

Anja Poulsen for DONNA Magazine with Olivia Garson

Photographer: Anja Poulsen. Concept & Styling: Daniella Gurtner. Hair & Makeup: Neveen Scello. Model: Olivia Garson.

Elliot & Erick for Allure Magazine with Austria Ulloa and Dipti Sharma

Photography: Elliot & Erick. Hair & Makeup by: Bo at The Wall Group. Models: Austria Ulloa and Dipti Sharma.