Photographer Steven Chee for Grazia Magazine with Valeria Rudy

Photography: Steven Chee. Fashion Direction: Charlotte Stokes. Fashion Assistants: Chloe De Torres & Patrick Zaczkiewicz. Hair & Makeup: Katie Angus. Model: Valeria Rudy at Priscillas.

Guia de Venus Williams para maquiagem e cuidados com a pele | Beauty Secrets | Vogue

Venus Williams compartilha sua rotina de beleza de “glamour todos os dias”, de soros e protetor solar até o grampo de maquiagem que ela usa na quadra. Venus também fala sobre por que ela adora toner, óleos marroquinos e mel manuka local da Nova Zelândia.

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Bruno Sharif, Cedrik Schmidt and Victor Donatz shot by Arne Grugel and styled by Esteban Pomar with SS20 pieces from Gucci, for the “OLYMPIC” issue of Fucking Young! magazine

Bruno Sharif, Cedrik Schmidt and Victor Donatz shot by Arne Grugel and styled by Esteban Pomar with SS20 pieces from Gucci, for the “OLYMPIC” issue of Fucking Young! magazine.

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Model from Modelwerk: Bruno Sharif @bruno_sharif, Cedrik Schmidt @cedrikschmidt, Victor Donatz @victordonatz
Photographer: Arne Grugel @arnegrugel
Stylist: Esteban Pomar @esteban_pomar
Set Design: Alin Bosnoyan @alinbosnoyan
Producer: Virginia Hernandez @_virhernandez
Hair: Diego Fraile @diegofraile_
Make-up: Gianluca Verdini @gianluca.venerdini
Photographer Assistant: Matthias Steinkraus @matthias_steinkraus
Stylist Assistant: Ian Alvarado @ialvaradop
Director: Agustin Farias @agustinfar
DOP: Peter Garajszki @peter.garajszki
Camera Assistant/Cinematographer: Felicitas Yang @oxygyrus
Gaffer: Leo Kairat @leonhardkairat
Music Supervision: Mosche: @mosche.co
Music Composition & Production: Camila Fuchs @camilafuchs___

Lady Gaga lança lyric video colorido de “Sour Candy”, faixa com BLACKPINK

Faixa faz parte de Chromatica, sexto álbum de estúdio da cantora
JULIA SABBAGA

Lady Gaga revelou hoje, dia 16, o lyric vídeo de “Sour Candy”, single em parceria com o grupo de K-pop BLACKPINK. O vídeo, que foca em um universo digital colorido, revela a letra em formato pequeno no canto da tela, associando cada integrante presente nos vocais da faixa à uma das tribos de Chromatica, último álbum da cantora. 

Chromatica foi lançado em maio e reuniu 16 músicas, com participações especiais de Elton John, além de Ariana Grande e BLACKPINK.

Antes da trilha sonora de Nasce Uma Estrela, pela qual Gaga ganhou o Oscar de Melhor Canção Original (“Shallow“), o último álbum de Gaga foi Joanne, lançado em 2016.

Katy Perry, Adam Lambert , Sia e mais se reúnem em live musical de orgulho LGBTQ+

Evento da iHeart Radio pede doações para comunidades afetadas pelo Covid-19
JULIA SABBAGA

Katy Perry, Adam Lambert, Billy Porter, Sia e Ricky Martin estão entre os convidados do evento online Can’t Cancel Pride, live musical voltada ao orgulho LGBTQ+, que acontecerá em 25 de junho nos canais da iHeart Radio. O evento tem como objetivo arrecadar fundos para as comunidades LGBTQ+ afetadas pela pandemia de coronavírus. 

A live terá duração de uma hora e será apresentada por Elvis Duran e Laverne Cox, e será exibida através do Facebook e Instagram da iHeart Radio.

Can’t Cancel Pride acontece no dia 25 de junho, a partir das 22h no horário de Brasília. Informações de doações estão disponíveis no site oficial do evento. 

Sven Banziger for Grazia Italia with Susanne Knipper

Photographer: Sven Bänziger. Styling: Cleo Casini. Hair & Makeup: Karin Borromeo. Producer: Thomas Pierre Schwab. Casting: SimoBart Casting. Model: Susanne Knipper.

Thainá Duarte, atriz da série ‘Aruanas’, cria projeto para ajudar mulheres vítimas de violência doméstica

No ar como Clara, personagem que vive um relacionamento abusivo, a atriz é idealizadora da iniciativa ‘Estou aqui para contar’. Primeira ação é um vídeo baseado em cena da série que será exibida no episódio desta terça-feira (16)
Raphaela Ramos

A atriz Thainá Duarte, de 24 anos, que interpreta a ativista Clara em “Aruanas”, organiza projeto contra a violência doméstica Foto: Julia Rodrigues

Em ‘Aruanas’ – série original da Globo para o Globoplay, coproduzida com a Maria Faria Filmes – Clara é estagiária em uma ONG de proteção ambiental. Enquanto se envolve com o ativismo, ela passa a ser perseguida pelo ex-namorado com quem viveu um relacionamento abusivo. Tocada pela repercussão da personagem que interpreta e após uma amiga ser agredida por um ex-companheiro, a atriz Thainá Duarte, de 24 anos, decidiu organizar um projeto contra a violência doméstica. “Estou aqui para contar” busca incentivar mulheres a saírem dessa situação, abrir espaço para falarem sobre o tema e apoiar iniciativas que atuam no enfrentamento à violência contra a mulher.

— Muitas pessoas estão assistindo à série durante a quarentena, e comecei a receber mensagens nas minhas redes sociais relatando casos de abuso. Além disso, uma amiga próxima foi agredida pelo ex-companheiro recentemente e levou sete facadas, há cerca de um mês. Esse tipo de relato mexeu muito comigo e, a partir disso, decidi organizar essa ação — explica a atriz.

No episódio exibido na Globo nesta terça-feira (16), a personagem vivida por Thainá Duarte tem uma cena marcante que traz uma mensagem inspiradora. Por isso, a primeira iniciativa do projeto é um vídeo no qual a atriz aparece ao lado de 17 mulheres interpretando o mesmo texto. Entre elas, dez já foram vítimas de violência doméstica e sete são autoridades no tema, como a farmacêutica Maria da Penha,que dá nome à lei brasileira que criminaliza a violência contra a mulher. O vídeo será divulgado nesta quarta-feira (17) no Instagram do projeto e nos perfis de personalidades e instituições apoiadoras.

Em "Aruanas" a personagem Clara, vivida por Thainá Duarte, é estagiária em uma ONG de proteção ambiental e enfrenta um relacionamento abusivo Foto: Globo/Fábio Rocha
Em “Aruanas” a personagem Clara, vivida por Thainá Duarte, é estagiária em uma ONG de proteção ambiental e enfrenta um relacionamento abusivo Foto: Globo/Fábio Rocha

Em um segundo momento, o projeto vai apresentar entrevistas com quatro mulheres que já sofreram violência e um homem ex-agressor. Elas serão divulgadas nas redes sociais às terças, a partir de 23 de junho. Também serão realizadas cinco lives com especialistas. Os temas abordados serão: tipos de violência, ciclo da violência, relacionamentos abusivos, como identificar que está em um relacionamento abusivo e o romper do ciclo. Em entrevista à CELINA, Thainá Duarte conta sobre o projeto e destaca a urgência de falar sobre o tema.

CELINA: Você já viveu algum relacionamento abusivo ou tinha envolvimento com o tema da violência doméstica antes de participar de ‘Aruanas’?
Thainá Duarte: Nunca vivi nenhum relacionamento abusivo, mas como mulher preta eu já tive minha voz silenciada algumas vezes. Por parte da minha mãe biológica, eu já presenciei de longe algum tipo de violência doméstica, mas não posso falar que isso fez parte da minha vida totalmente. Essa amiga que foi agredida foi quem realmente me deu suporte e força para fazer essa ação, assim como essas tantas outras mulheres.

Como foi interpretar uma personagem vítima de violência doméstica?
Eu precisei me colocar no lugar de todas essas mulheres. “Aruanas” trata de temas muito importantes. A gente fala sobre garimpo ilegal, massacre indígena, apropriação de terras. É uma série que mexe muito com a gente, então esse foi mais um dos temas que me arrebatou durante a busca por essa personagem e a construção para a série.

Qual o objetivo do projeto ‘Estou aqui para contar’?
Um dos objetivos é fazer com que mulheres se sintam motivadas a quebrarem o ciclo da violência, mas não só isso. Existem mulheres que vivem uma situação de violência mas não querem ou não se sentem prontas para denunciar por diversos motivos. Porque têm filhos, questões em casa ou acreditam na melhora do parceiro. Uma coisa muito importante quando se fala nesse tema é abrir espaço para o diálogo, para que elas se abram. Então um dos objetivos maiores é criar um espaço nas mídias sociais para que as mulheres contem seus relatos. Às vezes, contar já é de alguma forma ajudar. Além disso, no perfil do projeto no Instagram vamos vincular projetos sociais de enfrentamento à violência doméstica para reunir doações. Vamos não só falar, prevenir e fortalecer, mas também apoiar financeiramente essas instituições.

Durante o isolamento domiciliar houve um aumento nos casos de violência doméstica no Brasil, assim como em outros países. Acredita que essa iniciativa se torna ainda mais importante no momento atual?
Com certeza. Foi um casamento muito pontual da cena da série, na qual a personagem fala sobre isso em um texto tão bonito e que tocou muito todas as mulheres que convidei para o vídeo, com o momento que estamos vivendo. É muito triste ver que os números estão aumentando. Dentro de todas as coisas que estão acontecendo na pandemia essas mulheres ainda não conseguem se sentir seguras nem mesmo dentro de casa. O fato de todas essas organizações como Anistia Internacional, ONU Mulheres e Instituto Maria da Penha terem apoiado o projeto mostra como a gente precisa falar sobre isso. O mínimo que posso fazer como artista é tentar mobilizar uma mudança significativa na vida das pessoas. Precisamos falar agora, depois e muitas vezes mais.

Além de especialistas e autoridades também participam mulheres que já foram vítimas de violência doméstica. Como foi essa participação?
No começo, eu pensei que não iria conseguir dez mulheres para gravar esse vídeo. Foi muito triste para mim encontrar dez mulheres que sofreram situações extremas de violência doméstica. Elas estão aí para contar porque não querem que outras passem por isso. As dez reproduzem o mesmo texto dessa cena da minha personagem, assim como as sete autoridades. Fiz questão de conversar com elas e ouvir a história de cada uma. Isso me deu ainda mais segurança por saber que elas querem contar sua história. Não podemos mais aceitar esse tipo de comportamento, é uma doença da sociedade. Estamos doentes pelo machismo, racismo e tudo isso está implícito nessa luta contra a violência doméstica.

O projeto aborda diferentes aspectos relacionados à violência doméstica?
Esse domingo tivemos a Parada Gay online e eu fiz uma das entrevistas das mulheres, que foi com uma mulher trans e preta, Rihanna Borges. Foi muito importante para mim. O Brasil é o país que mais mata travestis e transsexuais no mundo. A gente falou muito sobre violência familiar, porque travestis e transsexuais não só vivem relacionamentos abusivos, por já viverem à margem, como também enfrentam essa não aceitação familiar. Fiquei muito emocionada, falamos sobre como isso transforma a vida adulta dessas pessoas. São vários recortes presentes no projeto, então acho que vamos ter um material muito bonito por englobar vários pontos da violência doméstica.

Um olhada por dentro do novo escritório projetado pela Plus Architecture em Melbourne, na Austrália

A empresa de arquitetura e design de interiores Plus Architecture recentemente projetou um novo escritório em Melbourne, na Austrália.

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Reception

“O revigoramento desta boutique, o edifício histórico, inicialmente viu a restauração da construção da base para permitir que o espaço se tornasse comercialmente mais viável. Os tetos e pisos originais foram expostos por toda parte, trazendo à tona a personalidade deste belo edifício antigo novamente.

As paredes de tijolos originais foram redescobertas e os pisos de madeira foram restaurados em todo o espaço. Manchas de tinta e marcas de cofre no chão foram deixadas no local como um lembrete da interessante transição do edifício da fábrica de impressão para o cofre de banco para o estúdio de design. O poço de elevação original foi reconfigurado como uma impressionante nova escada, iluminada de cima por uma clarabóia habilmente posicionada.

A paleta de materiais nítidos, tom sobre tom, permite cantar as características originais do edifício – trazendo um caráter único ao espaço. Os designers estavam atentos a não cobrir nem mesmo as características menos desejáveis ​​do que antes era um prédio abandonado, optando por celebrá-las. Marcas e grafites nas paredes de vidas anteriores foram mantidos, quando apropriado, trazendo momentos de reflexão e reminiscência para os espaços de trabalho do passado para esse espaço de estúdio totalmente contemporâneo.

Um tributo às muitas etiquetas de graffiti que uma vez cobriram as paredes, o Plus optou por usar essa forma de arte, também sinônimo de localidade de Melbourne, como inspiração para o cenário da recepção. O uso do graffiti foi justaposto à seriedade e solidez da recepção personalizada – oferecendo um espaço verdadeiramente exclusivo e corajoso, território de design inexplorado para um estúdio de design sério e profissional. Criada pelo artista de Melbourne, RESIO, a tela traz um surpreendente toque de cor a um espaço sofisticado e minimalista.

Adicionando um toque adicional de capricho e diversão ao design, a nomeação de cada sala de reunião foi inspirada nas muitas etiquetas de grafite que cobriam as paredes quando os designers visitaram o espaço vazio e não amado. Outra sala, apropriadamente chamada ‘Pigeon’, presta homenagem aos principais ocupantes do edifício imediatamente antes do Plus “, diz a Plus Architecture.

  • Location: Melbourne, Australia
  • Date completed: 2019
  • Size: 14,316 square feet
  • Design: Plus Architecture
  • Photos: Shannon McGrath
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Meeting room
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Lounge
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Workstations
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Board room
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Bike storage room
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Stairway