Warner, DC e Spotify firmam parceria para produção de podcasts originais

Programas trarão narrativas roteirizadas com principais personagens da editora
NICOLAOS GARÓFALO

The DC and @warnerbros Multiverse is heading to @Spotify! Head here for more details about the upcoming podcast partnership: https://bit.ly/2YMVl95

WarnerDC Comics e Spotify anunciaram nesta quinta-feira (19) uma parceria para produzir e distribuir novos podcasts originais baseados na biblioteca da editora. Os programas terão narrativas roteirizadas originais, que ajudarão a expandir o mundo dos heróis e vilões icônicos do selo.

Os áudios serão disponibilizados com exclusividade no Spotify. Segundo o site oficial da DCPeter Girardi, vice-presidente da Blue Ribbon Content e Programação Alternativa da Warner Animation, servirá como líder criativo do projeto. “À medida que enxergamos um crescimento explosivo de podcasts em todo o mundo, estamos entusiasmados em firmar essa parceria com a Warner Bros. para construir essa série de programas baseados nos mundos da DC e WB“, disse Dawn Ostroff, vice-presidente Mundial de Conteúdo e Negócios de Publicidade do streaming de música.

Os podcasts da DC ainda não têm data para chegar à plataforma, mas serão liberados gratuitamente para usuários do Spotify.

The Gucci Beauty Glitch By David PD Hyde

Grife italiana traz modelo com síndrome de down, uma plus size negra, um modelo homem e uma mulher com olhos de cores diferentes

© David PD Hyde 

Todo ser humano tem sua beleza única. Foi nesta premissa que o fotógrafo radicado em Londres David PD Hyde se baseou ao clicar a nova campanha #theguccibeautyglitch de maquiagem da Gucci.

Koray Parlak for L’Officiel Mexico with Irina Kravchenko

Photographer: Koray Parlak. Stylist: Ceylan Atınç. Hair: Ibrahim Zengin. Makeup: Ali Rıza Özdemir. Model: Irina Kravchenko.

Grandes bancos fizeram testes com WhatsApp, mas desistiram antes de anúncio

Instituições que ficaram de fora do lançamento do WhatsApp Pay, Itaú, Bradesco e Santander chegaram a participar dos testes, mas desistiram, dizem fontes próximas ao tema; novos parceiros podem chegar ao serviço em um mês, apurou a reportagem
Por Aline Bronzati e Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Recurso de pagamento do WhatsApp foi lançado na segunda-feira, 15, e chegará gradualmente para todos os brasileiros

Os grandes bancos brasileiros participaram dos testes para aderir à solução de envio e recebimento do WhatsApp, anunciada esta semana, apurou o Estadão/Broadcast. Às vésperas do lançamento no Brasil, primeiro mercado escolhido pelo Facebook para disponibilizar a novidade, contudo, os pesos pesados do setor desistiram de se juntar à gigante de tecnologia, diminuindo a escala, ao menos por ora, da funcionalidade.

O WhatsApp teria definido a próxima janela para a inclusão de novos parceiros em 90 dias, conforme quatro fontes ouvidas pela reportagem. No entanto, como na prática não há contrato de exclusividade com aqueles que já aderiram à solução, alguns candidatos poderiam ser inseridos antes. A bandeira de cartões Elo, de Bradesco, BB e Caixa, e também o Santander Brasil já estão se preparando nos bastidores. Bancos digitais, como Inter, C6 e Neon, também podem se unir ao aplicativo em breve, disseram fontes de mercado. 

A escolha do Brasil por parte do WhatsApp para ingressar no setor de meios de pagamentos, ainda que via parceiros, esquentou a discussão da entrada das gigantes de tecnologia no sistema financeiro. Além de claramente incomodar os grandes bancos, motivou uma atuação mais ativa por parte dos órgãos reguladores. Tanto Banco Central quanto o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) estariam colhendo informações sobre o modelo de negócio do aplicativo do Facebook no País.

Com cerca de 120 milhões de usuários no Brasil, maior do que a base de qualquer grande banco, o WhatsApp teria disponibilizado a solução a 1,5 milhão de usuários, conforme revelou o Estadão/Broadcast, no dia do anúncio. A ideia do aplicativo é estender a novidade de forma gradual. A funcionalidade está sendo ofertada a usuários de cartões de débito e crédito das bandeiras Visa e Mastercard emitidos pelo Banco do Brasil, pela fintech Nubank e o Sicredi, sistema de cooperativas. Os pagamentos serão processados pela Cielo, líder do setor de maquininhas. 

Um dos pontos que gerou chiadeira no mercado foi justamente a composição dos parceiros. Fontes ouvidas pela reportagem sugerem que o movimento do WhatsApp foi exclusivo com o Banco do Brasil e, consequentemente, com a Cielo, da qual controla ao lado do Bradesco.

No entanto, pessoas próximas à estruturação do projeto alegam que demais competidores fizeram os testes. No caso dos bancos, além do BB, teriam participado ainda Bradesco, Santander e Itaú Unibanco. Segundo as fontes, porém, as instituições teriam deixado o projeto de lado, alegando que difícil conciliar o desenvolvimento da solução com os desafios impostos pelo isolamento social e a pandemia do novo coronavírus. Procurados, os bancos não comentaram. O Santander informou que “está avaliando”. 

“Os grandes bancos adotaram uma postura bem defensiva, no sentido de evitar alimentar a cobra (gigante de tecnologia) que vai lhes morder o calcanhar”, diz uma fonte próxima à autoridade monetária, na condição de anonimato. 

Também há reclamações em torno de uma “eventual exclusividade” com a Cielo para o processamento dos pagamentos. Fontes, porém, negam que exista tal restrição no acordo com o WhatsApp. Assim como no caso dos bancos, para as maquininhas, o Facebook teria feito consultado possíveis fornecedores no ano passado, processo conhecido no jargão de mercado como RFI (do inglês, Request for Information)

A Cielo teria sido a escolhida para iniciar a solução. Porém, na ocasião, teriam sido consultados concorrentes da líder das maquininhas como Rede, do Itaú, Getnet, do Santander, Stone e a Adyen. Procuradas pela reportagem, as empresas não se manifestaram.

Há dúvidas sobre como Facebook deve ser regulado

A chegada do WhatsApp também levantou questionamentos sobre se o seu controlador, o Facebook, deveria ser regulado pelo Banco Central ou não. Há quem defenda que o aplicativo é quem origina as transações e, por isso, deveria se enquadrar como uma instituição de pagamentos. O tema gera opiniões diversas no mercado. Enquanto parte defende que a gigante passe pelo crivo da autoridade monetária, outros entendem que a estrutura de atuação, com agentes que já são regulados, eliminaria essa necessidade.

“O Banco Central tem de questionar, entender. Está no seu papel, mas o WhatsApp desenvolveu uma solução integrando todos os elos da cadeia existentes hoje. São eles quem são os originadores”, avalia o diretor de renda variável da Eleven Financial, Carlos Daltozo.

Para o sócio da área de Bancos, Meios de Pagamento e Fintechs do Focaccia, Amaral e Lamonica Advogados (FAS Advogados), Pedro Eroles, há preocupações sob a ótica da segurança e do sistema de meios de pagamentos instantâneos, o PIX. Esse, inclusive, teria sido uma das razões que desagradou o BC – que teme concorrência com a solução do WhatsApp. “O PIX surge em um processo de desconcentração e foi encabeçado pelo BC. A partir do momento que tem entrada de um player específico, com uma adesão de mercado enorme gera um fator de preocupação justamente de concentração no setor”, avalia.

O WhatsApp também deve pressionar o BC a se posicionar em relação à regulação das gigantes de tecnologia. Diferentemente das fintechs, empresas como Facebook, Amazon e Apple não surgiram no setor de serviços financeiros, mas de uma outra forma de prestação de serviços tecnológicos. Agora, avançam para outras frentes, em busca de obter mais informações de seus usuários. “Depois de conhecer todo o seu perfil social, querem saber dos seus atos de consumo”, explica o vice-presidente de um grande banco, na condição de anonimato.

Em recente publicação, o BC avaliou que as gigantes têm ingressado de forma rápida no sistema financeiro nacional e que representam um ‘grande desafio’ para a regulação, conforme o Relatório de Economia Bancária (REB). Isso porque as possuem uma grande base de consumidores, fácil acesso a informações e modelos de negócio robustos.

A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) está fazendo uma avaliação técnica da entrada do WhatsApp no mercado brasileiro de pagamentos. “Desconhecemos os detalhes da operação do WhatsApp e estamos fazendo uma avaliação técnica. Não temos como nos pronunciar agora. Estamos fazendo uma avaliação”, disse o diretor setorial de Tecnologia e Automação Bancária da Febraban, Gustavo Fosse, em coletiva de imprensa, nesta tarde.

Consultado, o Cade informou que, até o momento, não há nenhum processo público sobre o caso. O BC manteve o mesmo posicionamento do dia do lançamento da solução do WhatsApp. A autoridade monetária afirmou que está ‘vigilante’ e considera ‘prematura’ iniciativas que possam gerar fragmentação de mercado e concentração em agentes específicos. “O BC vai ser vigilante a qualquer desenvolvimento fechado ou que tenha componentes que inibam a interoperabilidade e limite seu objetivo de ter um sistema rápido, seguro, transparente, aberto e barato”, acrescentou.

Liane Hurvitz for Factice Magazine with Stephanie Deeb

Photographer: Liane Hurvitz. Stylist: Meggy Smith. Hair & Makeup: Shella Martin. Model: Stephanie Deeb at Azalea Models.

Relação de Meghan com melhor amiga Jessica Mulroney estava estremecida antes mesmo de episódio racista: ‘Fazendo carreira com a amizade’

Duquesa de Sussex estava sentindo que Jessica Mulroney estava se aproveitando de sua posição na realeza
O Globo

Meghan e Jessica Foto: Getty

A amizade de Meghan Markle e Jessica Mulroney, dizem pessoas próximas as duas, já estava estremecida antes mesmo de a stylist se envolver em um episódio racista, que a fez pedir desculpas publicamente. A duquessa de Sussex, segundo a coluna “Page Six”, do jornal “The New York Post”, estava sentindo que a amiga vinha se aproveitando de sua influência como membro da família real para fazer fama.

O episódio de racismo (entenda abaixo) foi a desculpa perfeita para Meghan cortar relações com a canadense, que teve um papel crucial no casamento real: seus três filhos foram pajens e damas de honra da cerimônia. Jessica também é uma das madrinhas de Archie.

“Não sei qual foi o ponto de inflexão, mas a amizade delas definitivamente não é o que era. E realmente, como você pode ter uma amizade tão íntima quando uma pessoa está basicamente fazendo uma carreira com isso”, disse uma fonte.

Depois do casamento real, Jessica conseguiu um quadro do programa “Good Morning, America” e a apresentação de um reality show chamado “I do, redo”, mas ambos foram suspensos.

Entenda o episódio
A blogueira canadense Sasha Exeter revelou que Mulroney “ofendeu-se” com uma “chamada à ação genérica” que ela fez, pedindo aos influenciadores brancos que usassem suas plataformas para lidar com a desigualdade racial.

Ela disse que a amiga de Meghan levou o post para o pessoal e enviou mensagens privadas com ameaças.

“O que torna esta situação incrivelmente horrenda são as ameaças ou as alegações de que falaria com marcas e empresas com quem potencialmente teria trabalhado, e com quem estou a trabalhar neste momento ou com quem poderia possivelmente trabalhar. Isso é uma ameaça. É uma ameaça à minha subsistência. A mim. A uma mãe solteira. A uma mãe solteira e negra, durante uma crise pandêmica. Isto é absolutamente inacreditável”, escreveu Sasha.

Jessica pediu desculpas no Instagram.

“Como vocês devem saber, Sasha e eu tivemos um desentendimento. Ela, com razão, me chamou atenção por não fazer o suficiente quando se trata de me engajar em importantes conversas sobre raça e injustiça na nossa sociedade. Eu levei para o lado pessoal e foi errado. Eu sei que preciso melhorar.”

Amybeth McNulty, de ‘Anne with an E’, se assume LGBT no Twitter

‘Acho que acabei de me assumir acidentalmente’, escreveu após compartilhar story no mês do orgulho LGBT

Amybeth Mcnulty como Anne; fãs ficaram desolados com o fim da série Foto: CBC

Amybeth McNulty, 18, atriz que vive a protagonista da série Anne With An E, revelou fazer parte da comunidade LGBT na quarta-feira, 17.

“Bem, acho que eu acabei de me assumir acidentalmente [risos]. Feliz mês do Orgulho”, escreveu a atriz em seu Twitter ao lado de um emoji com a bandeira do arco-íris e um coração. 

As mesmas figurinhas haviam sido usadas por ela ao compartilhar um vídeo feito por um fã com fotos suas horas antes. Ao publicar o conteúdo em um story no Instagram, ela havia escrito “Feliz mês do Orgulho”.

Confira a postagem de Amybeth McNulty abaixo:

Liga da Justiça | Jason Momoa divulga teaser do SnyderCut

Prévia destaca a Mulher-Maravilha
CAMILA SOUSA

Jason Momoa divulgou o primeiro teaser da versão de Zack Snyder de Liga da Justiça. A prévia destaca a Mulher-Maravilha e o vilão Darkseid.

Por conta do suicídio de sua filha, Zack Snyder abandonou o projeto em 2016. Joss Whedon assumiu as filmagens depois da saída, mas a reação negativa em torno do filme estimulou os rumores em torno da versão original do longa, já que muito material planejado pelo cineasta não entrou na versão final, além do tom ser inconsistente. O filme foi lançado em novembro de 2017 e arrecadou cerca de US$ 657 milhões no mundo, enquanto esteve em cartaz.

Desde então surgiu a campanha Release The Snyder Cut, que pedia pela mitológica versão do diretor. Não só o público mais fiel apoiou, mas também os atores, como Gal Gadot (Mulher-Maravilha) e Jason Momoa (Aquaman). Recentemente a campanha foi divulgada pelos fãs em cartazes ao redor da Califórnia, financiados pelos próprios seguidores. Comovidos pelo suicídio da filha de Snyder, que o afastou do projeto da DC, o movimento ajudou a arrecadar mais de US$ 100 mil para prevenção do suicídio, com fãs se mobilizando pela causa.

O lançamento do SnyderCut de Liga da Justiça está previsto para 2021, no streaming HBO Max.

Kanye West lançará produtos na linha de cosméticos

Segundo site TMZ, rapper terá produtos como maquiagens e cremes depilatórios

O rapper Kanye West

O rapper americano Kanye West deverá lançar uma linha de produtos cosméticos, a exemplo da esposa, a empresária Kim Kardashian.

De acordo com informações do site TMZ, a marca do cantor, Yeezy Beauty, irá produzir diversos produtos de beleza como maquiagens, cílios postiços, máscaras faciais, cremes hidratantes, óleos corporais, gel de banho, cremes depilatórios e esmalte para unhas.

Kanye West também teria planos de expandir, em um segundo momento, para a comercialização de uma linha só para cabelos, perfumes, velas aromáticas e até creme dental. 

Há um ano, Kim Kardashian lançou uma linha de maquiagem corporal para disfarçar psoríase. A empresária falou sobre como lida com a doença, que provoca lesões e descamação da pele. “Estou tão animada para vocês experimentarem a minha nova coleção corporal da KKW Beauty. Ela consiste em três produtos diferentes (maquiagem corporal, um iluminador corporal líquido e um pó iluminador)”, descreveu ela na ocasião.