Naomi Campbell relembra decepção por aparecer ‘cinza’ em revista: ‘Só chorei’

Segundo a modelo, equipe de maquiagem não tinha produtos para pele negra

Naomi hoje e em 1988 Foto: AFP e Divulgação

Era para ter sido um grande momento na carreira da jovem Naomi Campbell, em 1988: aparecer na capa da “Vogue” Itália, uma das publicações mais importantes do mundo da moda. Acabou sendo, no entanto, uma das maiores decepções de sua vida. Em entrevista ao programa “Woman Hour”, da rádio BBC 4, ela relembrou a tristeza que sentiu ao ver seu rosto completamente acinzentado porque a equipe não estava preparada para maquiar uma modelo negra.

“O maquiador disse: ‘Não sabíamos que você era negra’. E disse que não tinha base (para minha tom de pele). Ele teve que misturar algumas para criar uma cor e ficou muito cinza. Quando a capa saiu, eu só chorei. Queria muito estar naquela revista, mas não queria estar cinza”.

Depois disso, Naomi passou a levar a própria maquiagem para o trabalho.

Cinco fatos para entender o Juneteenth, data que marca a liberdade dos negros escravizados nos EUA

Protestos pela morte de George Floyd deram ainda mais força para a celebração do dia, apesar das restrições causadas pela pandemia do coronavírus
Derrick Bryson Taylor, do New York Times

Em Washington, o 19 de junho é dia de protesto por igualdade racial. Conhecido como Juneteenth, a data celebra o 19 de junho de 1865, quando o general unionista Gordon Granger chegou a Galveston, no Texas, e avisou que os negros estavam livres e que a Guerra Civil tinha acabado Foto: Kenny Holston/The New York Times

Juneteenth é como é chamado o 19 de junho, data em que os negros celebram o fim da escravidão nos Estados Unidos. Mas, nos últimos anos, em particular depois dos protestos que aconteceram em todo o país contra a brutalidade policial que matou George Floyd, Breonna Taylor, Ahmaud Arbery e outros ciddãos negros americanos, há um interesse renovado na data.

Neste 2020, o 19 de junho ecoa de novas maneiras por conta das manifestações. O presidente dos EUA Donald Trump planejava fazer um comício de campanha em Tulsa, Oklahoma, na data. Mas, na semana passada, depois de muita pressão popular, ele recuou e anunciou que fará o comício um dia depois, no sábado, dia 20.

Em cinco perguntas, o que você precisa saber (resumidamente) sobre o Juneteenth.

O que é o Juneteenth?

No dia 19 de junho de 1865, cerca de dois meses depois que o general confederado Robert E. Lee se rendeu em Appomattox, na Virgínia, o general unionista Gordon Granger chegou a Galveston, no Texas, e informou que os negros escravizados estavam livres e que a Guerra Civil tinha acabado. O anúncio deu efeito à Proclamação de Emancipação, que havia sido lançada dois anos e meio antes, em 1º de janeiro de 1863, pelo presidente Abraham Lincoln.

O feriado é chamado “Juneteenth” por uma combinação das palavras em inglês “June” (junho) e “Nineteenth” (décimo nono). A data também é conhecida como Dia da Independência Juneteenth ou Dia da Emancipação.

Como o Juneteenth é celebrado?

A celebração original se tornou anual e mais popular com o passar dos anos, com os descendentes das pessoas escravizadas participando, de acordo com o site Juneteenth.com, que contabiliza as comemorações. O dia era celebrado com orações e reuniões familiares. Homens e mulheres que foram escravizados e seus desendentes costumavam fazer uma peregrinação a Galveston.

Em 1872, as celebrações ganharam uma nova dimensão, depois que um grupo de pastores e empresários negros de Houston compraram dez acres de terra e criaram o Emancipation Park. A ideia era usar o espaço para a comemoração anual do Juneteenth na cidade.

Hoje, muitas famílias comemoram a data, reunindo-se em seus quintais, e tendo a comida como um elemento importante da festa. Mas, algumas cidades americanas, como Atlanta e Washington, realizam eventos grandes, como paradas e festivais, com participação dos moradores e negócios locais.

Galveston tem uma agenda movimentada, segundo Douglas Matthews, que participou da coordenação do Juneteenth na cidade por mais de duas décadas. Segundo ele, a cidade tem cerca de 15 eventos, incluindo paradas, churrascos, performances musicais e concursos de beleza, que começam já na primeira semana de junho. Combinados, esses eventos reúnem cerca de 10 mil pessoas.

“Este ano, há provavelmente dois ou três eventos, por causa do coronavírus”, diz Matthews. “Mas estamos felizes como o significado da data.”

O Juneteenth se tornará uma feriado nacional nos EUA?

Em 1980, o Texas se tornou o primeiro estado americano a designar o Juneteenth como um feriado, embora o reconhecimento seja simbólico. Desde então, 45 outros estados e o Distrito de Colúmbia oficialmente reconheceram a data. Em 2019, New Hampshire se tornou o último estado a transformar o Juneteenth em feriado.

Este mês, o Twitter e a Square, uma empresa de telefonia celular, declararam o Juneteenth como feriado corporativo. Jack Dorsey, o CEO e fundador das duas empresas, afirmou que o dia é para “celebração, educação e conexão”. Vox Media, Nike e NFL fizeram anúncios semelhantes.

Mas, até agora, o Juneteenth está longe de se tornar um feriado nacional nos EUA. Há várias petições online pedindo por isso, e Bernie Sanders, senador por Vermont e ex pré-candidato às primárias democratas, pediu para que a data se torne feriado em todo o território americano depois de conhecer a ativista Opal Lee, de 93 anos, que faz campanha pelo feriado. Em 2018, o Senado americano passou uma resolução designando o 19 de junho como o “Dia da Independência Juneteenth”, mas isso ainda não chegou à Câmara dos Representantes. 

Por que o Juneteenth se tornou tão importante este ano?

Em seguida ao assassinato de George Floyd, um negro de 46 anos que morreu sufocado por um policial branco que ajoelhou sobre seu pescoço, uma ação filmada, milhares de pessoas em diversas cidades americanas foram às ruas protestar. O nome de Floyd, assim como os nomes de outros negros e negras assassinados pela polícia, se tornaram palavras de ordem em manifestações, dando ainda mais energia ao movimento Black Lives Matter.

As mudanças acontecem em ondas. Em Minneapolis, onde George Floyd morreu, a polícia baniu o uso de algemas e enforcadores e afirmou que os oficiais devem interferir e reportar qualquer uso não autorizado de força.

No Congresso, democratas apresentaram uma proposta de legislação que mira a má-conduta e a discriminação racial pela polícia. A lei é a maior intervenção na polícia que os legisladores propuseram na história recente.

Empresas de diversas áreas mostraram apoio ao movimento Black Lives Matter e suspenderam ou demitiram funcionários que fizeram piada ou comentários racistas sobre a morte de George Floyd.

Mark Anthony Neal, da Universidade Duke, afirmou que há algumas comparações entre o fim da Guerra Civil Americana e as manifestações atuais,dizendo que o momento atual parece “uma ruptura”:

“As apostas são um pouco diferentes. Muitos americanos negros sentem que essa é a primeira vez em muito tempo que têm suas vozes ouvidas na sociedade. Acho que este Juneteenth é um pouco diferente. É uma oportunidade para pensar sobre o que tem sido esse ritmo incrível de mudança que vimos nas últimas semanas.”

Por que Trump foi criticado por ter programado um comício no dia 19 de junho em Tulsa, Oklahhoma?

Pela primeira vez desde que a epidemia de coronavírus fechou os EUA, Trump voltaria à campanha pela reeleição. Ele tinha planejado um comício em Tulsa no dia 19 de junho. Em 1921, a cidade foi o local de um dos piores episódios de violência racista nos EUA, quando grupos de pessoas brancas atacaram um distrito onde funcionavam negócios bem-sucedidos de pessoas negras, conhecido como Black Wall Street. Os brancos destruíram mais de 1.200 casas e mataram cerca de 300 pessoas.

O anúncio de um comício de Trump, nesse local, no dia do Juneteenth, deixou críticos do presidente americano irados.

“Isso não é apenas um aceno aos supremacistas brancos. Ele está lhes oferecendo uma festa de boas-vindas”, tuitou Kamala Harris, senadora pela Califórnia.

Em resposta, Brad Parscale, coordenador da campanha de Trump, falou sobre “o sólido sucesso” do presidente entre os afro-americanos.

Questionado pela Fox News se a escolha da data foi de propósito, Trump disse que não:

“O fato de eu fazer um comício nesse dia é por uma celebração. Não foi feito por nenhum razão específica. Mas é uma data interessante”.

Melanye Price, professora de Ciência Política na Universidade Prairie View A&M, uma instituição historicamente negra no Texas, chamou o comício de “um tapa na cara”:

“No meio dos maiores protestos sobre justiça racial que vimos nesse país, ele quer aparecer em uma cidade no dia em que ela celebra a liberdade racial; uma cidade onde a população negra foi dizimada pelo preconceito e pela supremacia branca. Quem não vê isso como um problema?”

Em um post no Twitter, na sexta-feira passada (12), Donald Trump anunciou que o comício seria transferido par ao dia seguinte, sábado, 20 de junho.

Ensaio ilustrado mostra sugestões de looks confortáveis do inverno 2020

Sobretudo (R$ 1.912) e calça (R$ 900) Neriage, pulseiras (a partir de $ 180) Claudia Savelli Foto: Ilustração: Caroline Bogo | Edição de moda: Patricia Tremblais

Vestidos longos, caftãs e quimonos são excelentes para estar à vontade com elegância. Neste ensaio ilustrado, a artista Caroline Bogo dá vida a peças com imagens vibrantes

À esquerda, vestido Aluf (R$ 1.228), brincos HStern (preço sob consulta) e sandálias Andrea Muller (R$ 998); à direita, colar (R$ 478) e caftã (R$ 2.078), ambos Lenny Niemeyer e sandálias Andrea Marques (R$ 1.298) Foto: Ilustração: Caroline Bogo | Edição de moda: Patricia Tremblais
Brinco (preço sob consulta) Sauer Foto: Ilustração: Caroline Bogo | Edição de moda: Patricia Tremblais
Vestido (R$ 2.550) e cinto (R$ 1.380) Lilly Sarti e sapatilha Escudero (R$ 750) Foto: Ilustração: Caroline Bogo | Edição de moda: Patricia Tremblais
Vestido Haight (R$ 1.199) e Colar Andrea Marques (R$ 1.298) Foto: Ilustração: Caroline Bogo | Edição de moda: Patricia Tremblais

Ansel Elgort, de ‘A Culpa é das Estrelas’, é acusado de abusar sexualmente de jovem de 17 anos em 2014

Internauta expôs o ator em seu Twitter e afirmou ter sido abusada por ele quando tinha 17 anos de idade

Ansel Elgort é acusado de estupro por internauta (Foto: Reprodução/Instagram/Twitter)

Ansel Elgort foi acusado de estupro por internauta. No Twitter, uma garota chamada Gabby afirmou que foi abusada pelo ator de A Culpa é das Estrelas e Em Ritmo de Fuga quando tinha apenas 17 anos de idade e deu alguns detalhes da história, afirmando que não está em busca de fama e que está expondo Elgort para “se curar”.

“Eu fui abusada sexualmente dias depois de completar 17 anos de idade. Ele estava na casa dos 20. Ele sabia o que estava fazendo. Eu não estou postando isso para ganhar fama, porque eu simplesmente não me importo com isso. Estou postando para que eu possa finalmente me curar e porque sei que não estou sozinha e ele fez isso com outras garotas. Ansel Elgort abusou sexualmente de mim quando eu tinha 17 anos”, começou.

Ela lembrou que começou o contato com o ator por meio de mensagens diretas no Instagram, ao que ele enviou o usuário de um perfil particular no Snapchat. “Eu mandei uma DM para ele dois dias antes do meu aniversário de 17 anos e o adicionei na conta privada dele no Snapchat. Eu pensei que ele nunca veria minha DM, eu era uma criança e era fã dele”, contou.

“Então quando aconteceu, ao invés de me perguntar se eu queria parar de transar já que ele sabia que era minha primeira vez e eu estava soluçando de dor e não queria fazer isso, as únicas palavras dele para mim foram ‘precisamos arrombar você’. Eu não estava lá naquele momento mentalmente. Eu dissociei de mim mesma e senti como se minha mente estivesse distante, eu não podia ir embora, eu tinha 1,57cm e 44kg. Ele me fez pensar que é assim que sexo deveria ser”, relatou.

Gabby também citou outros comportamentos do ator enquanto eles tinham contato. “Eu era tão nova e ele sabia disso. Ele também disse coisas como ‘você vai ser uma moça tão bonita quando for mais velha’. Eu tinha 17. Ele não fez só isso, mas também me pediu nudes. Eu tinha só 17. Ele também pediu para fazer uma ménage comigo e uma das minhas ‘amigas de dança’, que também eram menores de idade, e eu não contei para ninguém porque ele me disse que isso poderia ‘arruinar a carreira dele’. Passei meses me perguntando o que tinha feito de errado. Me perguntando porquê me senti tão usada”, disse.

“Anos depois tenho estresse pós-traumático, ataques de pânico, faço terapia. Finalmente estou pronta para falar sobre isso e finalmente posso me curar. Só quero me curar e quero dizer para outras garotas que passaram pela mesma merda que eu que você não está sozinha. É demais pra mim vir aqui e contar minha história, mas sei que é necessário. Tem muito mais na minha história, eu simplesmente não quero postar tudo. Vou postar prints e fotos minhas com ele abaixo”, finalizou.

Em outros tweets, ela publicou uma foto em que aparece abraçada com Ansel e também o print de sua primeira com ele no Instagram, na qual ele passa sua rede social pessoal e privada. Até o momento, Ansel ainda não se pronunciou sobre as acusações.

Fintechs e a necessidade de proteção de dados na crise

Ana Albuquerque*

Ana Albuquerque. FOTO: DIVULGAÇÃO

Acompanhando a tendência de expansão da transformação digital que já ocorre há alguns anos em empresas no Brasil, o setor de serviços financeiros é um dos que mais se beneficiam deste cenário. Nos últimos 10 anos, as startups financeiras, ou simplesmente fintechs, reinventaram o modo como as pessoas se relacionam com dinheiro, seja ele físico ou virtual.

O número de pessoas que fazem uso de serviços financeiros digitais mais do que dobrou entre 2017 e 2019, passando de 25% para 55%, segundo pesquisa realizada pela MindMiners. Algumas fintechs estão entre as empresas financeiras mais populares do país, e inovações como essas estão cada vez acessíveis ao consumidor final, trazendo consigo um aumento exponencial da quantidade de dados sigilosos que circulam na internet todos os dias.

O uso de serviços online se intensificou com a pandemia da covid-19. No primeiro trimestre de 2020, as tentativas de golpes de ransomware, que se caracterizam pelo sequestro de dados de dispositivos, aumentaram em mais de 350% no Brasil, segundo a Kaspersky, empresa de softwares de segurança para a Internet. E as instituições financeiras são um dos principais alvos dos criminosos pela natureza dos dados que possuem.

O mercado de seguros para riscos cibernéticos está ganhando força devido a este número crescente de ataques que incluem vazamento ou violação de informação, contaminação através de vírus em sistemas e redes, danos à reputação corporativa, interrupção dos negócios, além de violação de informações de clientes. A cobertura deste tipo de seguro inclui custos de defesa para reclamações de terceiros por violação de privacidade e da segurança da informação, cobertura para multas e penalidades oriundas de órgãos administrativos, bem como perdas do próprio segurado e custos e despesas associados.

Em maio de 2021, as regras da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) entrarão em vigor, e devem impulsionar a demanda por seguros de riscos cibernéticos e, consequentemente, um aumento significativo do interesse corporativo por esse tipo de cobertura.  Em um momento global de reavaliação de processos e métodos de operação e infraestrutura empresarial, a aplicação de uma regulamentação abrangente de proteção e segurança de dados nunca foi tão necessária.

Além da adequação às regras da LGPD, as instituições financeiras também precisam seguir as diretrizes da Circular nº 3.979 do Banco Central que especifica algumas ações relacionadas a eventos de risco operacional. Está no DNA das fintechs o desenvolvimento de políticas de segurança de dados adaptadas às transações e movimentações financeiras, além do controle de privacidade em sistemas operacionais de dispositivos móveis e soluções de criptografia, entre outras medidas.

As adequações a essas novas regras da LGPD de conduta no uso e armazenamento desses dados não são apenas de responsabilidade dos que detém essas informações. A LGPD detalha, de forma geral, todas as possibilidades legais de tratamento dos dados, estabelecendo regras para coleta e utilização, além da transmissão, armazenamento ou até destruição das informações. Cabe às empresas comprovarem a manipulação lícita desse conteúdo digital, pois qualquer pessoa poderá requerer o acesso, a retificação ou até mesmo a exclusão da autorização de uso de seus dados pessoais a qualquer momento, se assim for de sua vontade.

A elaboração de projetos de adequação às novas regras deve ser moldada com foco na realidade de cada empresa. De modo geral, a conformidade com a LGPD passa por três etapas fundamentais: o mapeamento, o briefing das soluções possíveis e a implementação geral. Para executar todas as etapas com êxito, é preciso ter o comprometimento dos colaboradores nas diversas áreas, o envolvimento do departamento jurídico e de compliance e a dedicação especializada dos profissionais de TI para a proteção dos dados. O seguro de Cyber entra como um mitigador das eventuais reclamações e prejuízos que possam surgir em virtude das ações da Autoridade Nacional de Proteção de Dados para adequação de cada empresa às normas da LGPD.

*Ana Albuquerque, gerente de Linhas Financeiras da Willis Towers Watson

Camila Pitanga e Globo encerram contrato de longo prazo

PATRÍCIA KOGUT

Camila Pitanga posa para a revista ‘Cosmopolitan’ (Foto: Tavinho Costa)

O vínculo de Camila Pitanga com a Globo, que era de prazo longo, agora será por obra certa. A mudança não fecha portas para eventuais futuras parcerias. 

Além disso, ela não apresentará a próxima temporada do “Superbonita” no GNT. A direção do canal negocia o posto com Taís Araújo

Atualmente, Camila pode ser vista na Globo em “Aruanas”, em que interpreta a ambiciosa advogada Olga. A série já tem uma segunda temporada confirmada. As gravações começaram no início do ano, mas, precisaram ser interrompidas por conta da pandemia do coronavírus. 

Na emissora, Camila participou, ainda, do especial de fim de ano “Juntos a Magia Acontece”, exibido em dezembro de 2019. 

Rebekka Eliza for ELLE Bulgaria with Athena Alves

Photographer: Rebekka Eliza. Hair & Makeup: Cidalia Faria. Model: Athena Alves.

Above & Beyond feat. Zoë Johnston – Reverie (Above & Beyond Club Mix) Official Lyric Video

Comemorando seu vigésimo aniversário deste ano, o Above & Beyond retira a cortina de seu último single do clube com a colaboradora de longa data Zoë Johnston: ‘Reverie’.

Estreou na O2 Arena, em Praga, em outubro de 2019, durante as celebrações do Group Therapy 350, ‘Reverie’ vê Tony McGuinness, Jono Grant e Paavo Siljamäki se unindo mais uma vez com a voz de hinos como We All All We Need '', Good For Me ‘,’ My Own Hymn ‘.

“É sobre a beleza da memória: você pode reproduzir todos os seus filmes favoritos antigos, quando quiser. Você pode sentar-se no centro e, no final, quando a tela se abre e o personagem principal entra na sala, você pode abraçá-los e dizer: “Até a próxima.” ”- Zoë Johnston

Keyscape VST Vs The Nord Stage 3 – Can a Virtual Instrument Keep Up with the Real Deal?

O Keyscape da Spectrasonics pode acompanhar o Nord Stage 3? Quem tem o som de piano mais autêntico? Com a maior seleção de teclados de colecionador, o Keyscape usa multisampling e desenvolvimento de som avançados para criar um som próximo do verdadeiro negócio!

Jack está de volta e desta vez com um desafio épico entre o Keyscape VST do Nord Stage 3 Vs Spectrasonics. Ambos são mundialmente conhecidos por seus autênticos sons de piano, mas será que um software de instrumento virtual pode realmente acompanhar o verdadeiro negócio? Descubra enquanto percorremos patches, configurações e efeitos para ver quem pode reivindicar este autêntico desafio de som de piano!

↪️ Episode Guide ↩️
» 0:00 Intro Jam using the Keyscape VST
» 0:20 Keyscape Vs Nord
» 1:11 Grand Piano Shootout
» 7:10 Bright Piano Shootout
» 8:38 Rock Piano Shootout
» 10:30 Ballad Piano Shootout
» 13:40 Upright Piano Shootout
» 18:00 Final Thoughts