Creamy, marca de skincare brasileira tem 100 mil pessoas na lista de espera para seus produtos

Com pouco mais de seis meses de existência a Creamy virou febre entre as beauty junkies
SOFIA FERREIRA (@SOFIACSF)

Marca brasileira de skincare é hit entre as beauty junkies (Foto: Reprodução Instagram @freshlengths)

Se você ama beleza e consome o assunto em suas redes sociais, é muito provável que já tenha se deparado com essa nova marca de skincare brasileira. Lançada em novembro do ano passado e com um catálogo de (apenas!) dois produtos, a Creamy se tornou assunto quente entre as beauty junkies por suas fórmulas superconcisas a preços mais acessíveis. “A Creamy é uma marca jovem, e das embalagens às fórmulas minimalistas busca mostrar para nosso consumidor que cuidar da pele é, além de necessário, simples e divertido”, explica Gabriel Beleze, nome à frente da marca e também fundador da Skelt Cosmetics.

À base de alfa-hidroxiácidos, os produtos são desenvolvidos no Brasil e vendidos exclusivamente no e-commerce próprio. “Como dermatologista eu sentia a dificuldade de achar no mercado nacional opções que fossem eficientes e com boas concentrações de ácidos a preços justos”, explica Luiz Romancini, médico dermatologista e cofundador da marca. “Muitas vezes eu acabava recorrendo a fórmulas manipuladas como alternativa às comerciais, mas quando trabalhamos com ativos instáveis como os ácidos, por exemplo, esses produtos acabam tendo sua qualidade comprometida se a manipulação não for perfeita”, explica o médico. “Na Creamy conseguimos criar fórmulas com altas concentrações de ativos a preços acessíveis, deixando de lado fragrâncias e ingredientes sensoriais”, completa.

Creamy (Foto:  Reprodução Instagram @creamyskincare)
Creme 10% AHA Ácido Glicólico + Niacinamida (Foto: Reprodução Instagram @creamyskincare)


Creme 10% AHA Ácido Glicólico + Niacinamida (R$ 61) promete hidratar profundamente a cútis e auxilia na uniformização de tonalidades e textura. O ácido glicólico induz a produção de colágeno pelas camadas mais profundas da pele e a niacinamida age no controle do brilho e oleosidade. Já o Gel 7% AHA Ácido Mandélico + Alfa-arbutim (R$ 63) é composto por dois ativos clareadores que tratam manchas e esfoliam superficialmente a pele dando um boost no brilho e firmeza. Mesmo que recomendados para todos os tipos de pele, as mais sensibilizadas devem ter cuidado extra durante o uso. 

Creamy (Foto: Reprodução Instagram @creamyskincare)
Gel 7% AHA Ácido Mandélico + Alfa-arbutim (Foto: Reprodução Instagram @creamyskincare)

“O ácido glicólico é o ácido mais estudado na dermatologia. Ele é comprovadamente muito eficaz na estimulação da produção de colágeno e aumenta a densidade da pele. Já o ácido mandélico é um ativo recém-chegado no mercado brasileiro, mas extremamente potente para tratamento de manchas de acne e melasma, por exemplo” explica Luiz sobre a escolha dos ingredientes. Os produtos são veganos, não testados em animais e a marca tem o selo EuReciclo para compensação ambiental das embalagens. 

Em decorrência da pandemia, os produtos estão esgotados na plataforma de venda, mas a expectativa é que, até o fim do próximo mês, os estoques sejam repostos. A fila de espera no e-commerce já soma mais de 100 mil pessoas e até o fim do ano a marca pretende lançar mais quatro produtos. Uma internacionalização da Creamy também está entre os planos dos fundadores.

Quarentena faz hábitos de beleza e moda serem repensados

A mudança de rotina está provocando mulheres a questionarem o papel da maquiagem, peças de roupa, outros produtos e costumes
Gabriela Marçal, O Estado de S.Paulo

Musa Dumont não abre mão da maquiagem, mas vai trocar o salto alto pelo tênis Foto: Arquivo pessoal

É impossível viver uma pandemia e não pensar sobre prioridades. Essa reflexão passa por quais pessoas se quer ter perto, a maneira como o tempo é aproveitado, a necessidade de ter um guarda-roupa abarrotado e também o sentido de hábitos de beleza e vestuário. ‘Para quê usar maquiagem se não vou sair de casa? ‘Para quê vou fazer as unhas se ninguém vai ver?’ Preciso mesmo pintar os cabelos brancos?’ ‘Faço para mim ou para os outros?’. Essas são algumas perguntas que estão em alta no momento.

A antropóloga e pesquisadora Monique Lemos explica que as mulheres estão se vendo fora de estruturas que fazem exigências sobre sua aparência; estritamente neste sentido é um momento de liberdade. “Passa por uma questão muito mais estrutural sobre o padrão de beleza. Poder avaliar o padrão de beleza sem influências externas.” 

No ambiente de trabalho da designer Jéssica Soares, 28 anos, a maioria dos funcionários é composta por mulheres e todas usam maquiagem diariamente. “É basicamente uma pressão estética, você se sente pressionada, desconfortável se não segue o padrão. Quando eu não me maquiava para ir trabalhar, as pessoas me perguntavam: ‘você está doente?’; ‘está bem?’; ‘por que está com olheiras?’”. 

Cuidar da imagem é saudável, no entanto não pode limitar uma pessoa. “Não pode nos cegar para pensar e atuar em questões mais amplas. Se as mulheres de fato querem atuar política e economicamente, elas tem que pensar para além do próprio rosto, para além da pressão estética”, diz a socióloga Isabelle Anchieta. 

Agora em home office Jéssica, que mora em João Pessoa, na Paraíba, está dispensando os cosméticos. “Estou voltando a me acostumar com o meu rosto sem maquiagem. Antes, quando eu tirava a maquiagem no fim do dia, não me sentia bonita. Ficar tanto tempo sem maquiagem me fez voltar a me acostumar com o meu próprio rosto e agora acabo me achando bonita com ou sem maquiagem”. Apesar de estar “fazendo um detox para a pele”, Jéssica faz questão de ser a própria manicure durante a quarentena.

Para cada pessoa há uma resposta, mas para encontrar o melhor caminho é preciso mudar o questionamento. Em vez de indagar ‘para quê’ é preciso avaliar ‘para quem?’ e ‘por quê?’. “É um movimento interessante de repensar a nossa própria imagem e a relação da nossa imagem com os outros: em que medida eu faço isso para mim ou para os outros? As mulheres começaram a repensar o excesso do consumo e da servidão à imagem”, afirma Isabelle.

A publicitária Musa Dumont, de 37 anos, conta que faz parte daquele time que está ansioso para o isolamento social acabar para poder correr para o salão de beleza. Mesmo trabalhando de casa e cuidando de dois filhos, ela sempre usa uma maquiagem leve. Além de gostar, ela diz que sente necessidade, pois sempre produz conteúdos para suas redes sociais, em especial o Tik Tok. A exposição constante na internet é uma questão para muitas pessoas além de Musa. A socióloga Isabelle confirma que atualmente com essas ferramentas da internet a casa não é mais um espaço exclusivamente privado.

A quarentena não abalou o costume da publicitária, que mora em Palmas, Tocantins, de usar cosméticos, mas a fez desistir de subir em saltos altos cotidianamente. “O salto com certeza eu vou repensar, vou usar tênis estilosos, saltinho mais baixinho. É muito tempo sem usar salto e é muito bom ficar sem. Para mim vai ser uma libertação! Eu já usava salto me sacrificando.” 

Musa Dumont
Com a quarentena, Musa Dumont percebeu que sofria muito com o salto alto Foto: Arquivo pessoal

A antropóloga Mirian Goldenberg observou que essa dicotomia em relação aos hábitos de beleza e de moda também não é uma exclusividade de Musa Dumont. “Eu estou mergulhada nessa pesquisa do corpo, beleza, aparência há mais de 20 anos. Eu estou observando nessa quarentena, dois movimentos, às vezes até com a mesma pessoa”, diz Goldenberg. Além de ser professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, Mirian também foi uma das convidadas do projeto #façopormim, no qual a marca de maquiagem quem disse berenice promove conversas no Instagram, até 24 de junho, sobre autoestima em tempos de isolamento social. 

Discutir a rotina de cuidados da beleza feminina não é uma novidade, mas para a pesquisadora sobre corpo, envelhecimento e felicidade, todos os impactos sociais culturais da pandemia do novo coronavírus intensificou a necessidade de se descobrir prioridades e valores. “O que é realmente importante para você e como você quer usar o seu tempo para se cuidar também. Muitas mulheres estão vendo que a beleza tem a ver com a liberdade de ser si mesma e buscar cada vez mais se conectar com isso.”

A pesquisadora de tendências Andréia Rocha, de 30 anos, que mora em São Paulo, já estava nesse processo de se despedir do que não fazia mais sentido para ela. Já tinha dito adeus para o alisamento de cabelo, para a maquiagem carregada e para a depilação obrigatória. “A quarentena não foi o estopim, mas ela realmente acelerou e me fez ficar mais confortável pela força da insistência de ficar sem usar maquiagem por tanto tempo. A maquiagem está agora muito mais ligada a uma maneira de me expressar, um exercício de criatividade e não de esconder quem eu sou. É muito mais esse lugar de criação do que de necessidade.”

Andréia Rocha
Andréia Rocha já tinha repensado o alisamento do cabelo e a depilação, com a quarentena a maquiagem também perdeu espaço Foto: Arquivo pessoal

Beleza à prova de quarentena

Para toda tendência existe uma contra tendência. Ou seja, por outro lado durante este período de isolamento social muitas mulheres perceberam a importância desses hábitos de beleza para seu bem-estar. “A vaidade é necessária para um certo cuidado consigo mesmo, é saudável. Inclusive, é sintoma de uma individualidade que conquistamos. Elas estão começando a entender o quanto isso faz bem para elas próprias”, afirma a socióloga Isabelle Anchieta. 

Thici Costa
Com o isolamento social Thici Costa sente falta de roupas mais confortáveis, mas continua se maquiando e fazendo as unhas Foto: Arquivo pessoal

Thici Costa, de 50 anos, está em home office, mas não deixou a rotina de se maquiar todos os dias, fazer as unhas, se depilar com cera, hidratar os cabelos e retocar os fios brancos; tudo isso sozinha em casa. ”Não temos controle do que está acontecendo, não sabemos quando isso vai acabar. Então manter a rotina é uma maneira de ter algum controle sobre a própria vida”, diz a advogada que atua em Salvador. Mais do que isso, ela acredita que faz tudo para si mesma. Abandonar esses costumes poderia comprometer a autoestima e o equilíbrio emocional. Entretanto, Thici pondera que a quarentena a fez perceber que não tem muitas roupas confortáveis e ainda é dependente da tarefa de passar as peças. Portanto, já planeja ter vestimentas mais aconchegantes e de materiais que não amarrotem. 

A publicitária Gessica Justino, de 32 anos, segue um caminho parecido: manteve os cuidados com a pele e a maquiagem, que é um pouco mais leve agora. Sobre o fim do isolamento social, a moradora de São Paulo confirma: “vou voltar sim a me maquiar porque eu gosto de sair maquiada”. “Eu procuro me cuidar muito para manter o bem-estar e uma rotina saudável. E isso me anima a cuidar da parte externa também”, explica Gessica.

Gessica Justino
Mesmo durante a quarentena Gessica Justino gosta de fazer a maquiagem mesmo que seja mais leve Foto: Arquivo pessoal

Já a Sara Sharon, de 22 anos, está usando mais maquiagem agora. Antes, ela usava apenas para “sair”. “Eu não sou muito de me maquiar, mas como eu não estou saindo, resolvi me maquiar para mim mesma, para ficar em casa. Dá uma diferença no meu dia, já que estou sem fazer nada. Eu me sinto melhor, já que não estou podendo ver outras pessoas, ir para outro lugares. Melhora o meu dia”, conta a jovem que mora no Rio de Janeiro. 

Sara Sharon
Sara Sharon faz parte do grupo que usa maquiagem para se sentir mais animada Foto: Arquivo pessoal

Modelos que foram sucesso voltam a brilhar mais velhas

“Espero que não seja apenas uma tendência, e sim uma nova realidade”, diz Coco Mitchell
AKILI KING / TRADUÇÃO: GIOVANNA GAMA

Karen Williams em campanha da Nordstrom (Foto: Divulgação/Remy Pyrdol)

KAREN WILLIAMS
Trinta anos após deixar a carreira de modelo, a americana (@ksewilliams) está de volta à indústria para “acabar com ideias convencionais sobre o envelhecimento”, conta. A moda passou por uma mudança drástica em relação à representatividade desde que Williams iniciou neste universo, aos 13 anos – observa hoje, aos 54. Para ela, o não conformismo com a idade é a última fronteira para uma inclusão verdadeira – “especialmente no que diz respeito às mulheres de todas as cores”. Nascida em Washington, mas criada entre Toronto e Jamaica, estrelou recentemente uma campanha da H&M ao lado de sua mãe de 80 anos e foi fotografada para o próximo livro do maquiador Riku Campo, I Am Beauty, a ser lançado em setembro. “Mudar a narrativa é fundamental”, frisa ela, que comanda a série online I AM Conversations, disponível no YouTube, dedicada a celebrar e empoderar mulheres de mais de 40 anos. “Nossos pensamentos determinam nossos sentimentos, que determinam nossa aparência.”


Coco Mitchell (Foto: Reprodução/Instagram)
Coco Mitchell (Foto: Reprodução/Instagram)

COCO MITCHELL
Coco (@cocomitchell3) trabalhava como professora de uma escola católica quando foi descoberta pela lendária booker americana Eileen Ford em plena Quinta Avenida, em 1976. Sua carreira foi marcada por grandes conquistas: estrelou a campanha publicitária da primeira linha de cosméticos da Revlon para mulheres negras, ao lado de Iman, e foi uma das primeiras afro americanas a aparecer na edição de biquíni da revista Sports Illustrated. Agora, com 68 anos, Mitchell está de volta às passarelas. “As linhas de expressão do seu rosto e os tons acinzentados do seu cabelo colocam você em um lugar de honra”, comenta sobre o encanto que vem causando entre jovens estilistas – na última temporada, desfilou para Christopher John Rogers, vencedor do prêmio CFDA/Vogue Fashion Fund, e para o finalista Victor Barragán. “Mas espero que não seja apenas uma tendência, e sim uma nova realidade.


Roxanne Gould (Foto: Reprodução/Instagram)
Roxanne Gould (Foto: Reprodução/Instagram)

ROXANNE GOULD
Durante sua longa carreira, que começou aos 3 anos de idade, Roxanne (@roxmod) testemunhou diferentes cenários – dos dias em que as modelos tinham que dirigir suas próprias sessões de fotos até o que ela chama do atual “movimento dos cabelos grisalhos”. Aos 61 anos e com fios prateados (que podem ser vistos na campanha da Bobbi Brown), ela certamente faz parte dessa evolução contínua. “Havia tantas regras implícitas em relação ao envelhecimento”, relembra. Algumas delas – “que mulheres de certa idade precisam ter cabelo curto e não podem ser sexy” – sempre a incomodaram. Na tentativa de mudar tais restrições sociais, Gould atua agora também como life coach, ajudando mulheres e meninas nas redes sociais a “enxergarem sua beleza própria”.

The Sound of the Nord Wave 2 feat. J3PO – #2 Samples

Este segundo episódio mostra a ampla seleção de samples incluídos no Nord Wave 2. Todos os patches neste episódio estarão disponíveis no próximo J3PO Sound Bank para o Nord Wave 2!

Esta nova série mostra a gama única de sons e capacidades do Nord Wave 2. Com um total de 5 episódios, o tecladista baseado em LA Julian “J3PO” Pollack demonstra as diferentes categorias de som, bem como camadas complexas e patches rítmicos.

Carmen Rose Exclusively for Fashion Editorials with Coco Smith & Mavournee Hazel

Models: Coco Smith & Mavournee Hazel

Photographer: Carmen Rose. Stylist: Christine Pegg. Hair Stylist: Lauren Mackellar. Makeup: Sophia Pafitis. Models: Coco Smith & Mavournee Hazel

WWDC Special Event Keynote — June 22, 2020 – Apple

A Apple WWDC 2020 começou com grandes anúncios, revelações emocionantes, inspiração e novas oportunidades para criar os aplicativos mais inovadores do mundo.

Assista abaixo ao Keynote do Evento Especial para uma análise detalhada das novidades para iOS, iPadOs, watchOS, privacidade, tvOs, macOs e mac, diretamente do Apple Park.

Elenco de ‘Curtindo a Vida Adoidado’ fará encontro via internet

Encontro faz parte do projeto ‘Reunited Apart’, realizado pelo ator e comediante Josh Gad em seu canal no YouTube
JOÃO PEDRO MALAR – O ESTADO DE S.PAULO

Cena do filme ‘Curtindo a Vida Adoidado’ Foto: Divulgação/Paramount Pictures

O ator e comediante Josh Gad lançou, durante a quarentena, o projeto Reunited Apart, que realiza reencontros de elencos de filmes conhecidos do público e faz parte de uma campanha beneficente para arrecadação de doações. E no último episódio do projeto, chegou a vez do elenco de Curtindo a Vida Adoidado se reunir.

Com lançamento previsto para o próximo domingo, 28, às 13h no horário de Brasília, o reencontro irá contar com a presença de ao menos quatro atores do filme: Matthew Broderick, que interpretou o protagonista Ferris Bueller, Alan Ruck, que viveu Cameron Frye, Mia Sara, que viveu Sloane Peterson e Jennifer Grey, que interpretou Jeanie Bueller.

Curtindo a Vida Adoidado é um dos grandes clássicos dos anos 1980 e mostra as aventuras de Ferris Bueller quando ele decide matar aula para passear por Chicago com a namorada e seu melhor amigo. O filme foi lançado em junho de 1986 nos Estados Unidos e em dezembro do mesmo ano no Brasil.

O programa de Gad também reuniu os elencos de filmes como O Senhor dos AnéisOs Caça FantasmasDe Volta para o Futuro e Os Goonies, confira todos os vídeos no canal do ator clicando aqui

Scoo aumenta oferta de aluguel de bicicletas em São Paulo

De olho nas novas regras de flexibilização da quarentena na cidade de São Paulo, a startup vai oferecer mais bicicletas para alugar em duas linhas do metrô da capital

A empresa informou que a expansão no serviço corresponde a parte da frota planejada para todo o ano

A Scoo, startup de aluguel de patinetes e bicicletas, anunciou nesta segunda-feira, 22, que vai fortalecer a sua operação na cidade de São Paulo, para oferecer mais bicicletas durante a flexibilização da quarentena causada pelo coronavírus na região. O aluguel poderá ser feito em duas estações de metrô da capital: na Linha 4-Amarela e na Linha 5-Lilás.

Segundo a Scoo, nos dois pontos de aluguel, haverá funcionários para orientar o uso dos veículos de acordo com as normas sanitárias e para higienizá-los depois do uso, antes de um novo usuário. “Investimos em materiais e produtos de limpeza, além de muita orientação para as nossas equipes que estarão diretamente em contato com as bicicletas e patinetes.” comenta Denis Lopardo, presidente da Scoo. 

Desde o começo da pandemia, a startup tem balanceado o número de bicicletas nas ruas. Em comunicado, a Scoo informou que, com a retomada, decidiu “expandir grande parte da frota planejada para todo o ano”. Em ação também durante o período, a empresa continua oferecendo descontos para profissionais da saúde: viagens gratuitas de até 15 minutos em São Paulo durante a quarentena na cidade — será cobrado R$ 0,45 por minuto caso a viagem extrapole o período de gratuidade.