Coleção da Fendi que parece uma história em quadrinhos vai te conquistar

A Fendi lança uma linha em parceria com o artista baseado em Los Angeles Joshua Vides, batizada de California Sky

Coleção California Sky da Fendi em parceria com o artista Joshua Vides (Foto: Divulgação)

Como parte do seu pre-fall 2020, a Fendi lança uma coleção em parceria com o artista Joshua Vides, baseado em Los Angeles e destaque na cena artística contemporânea. Batizada de California Sky, a colaboração conta com peças femininas, masculinas e infantis que ganharam a estética gráfica em P&B característica de Vides, que lembra uma história em quadrinhos. O logo FF, assim como uma estampa floral, aparecem reinterpretados nos itens, que serão vendidas no Brasil. 

A linha feminina conta com uma seleção completa de produtos com foco em tecidos leves, incluindo peças urbanas (vide a bermuda ciclista na imagem acima), calças jeans estapadas até casacos e cardigãs mais luxuosos e ainda itens para a noite. Também há a seleção para praia, com biquínis e maiôs, além de acessórios como as bolsas icônicas Peekaboo e Baguettea nova Roma Shopper eos óculos de sol best-seller Fendirama. A baixo, confira no vídeo a collab com o artista, que em julho passado trabalhou com a grife assinando o Harrods Fendi Caffe e a pop-up Peekaboo Bar. 

BC suspende serviço de pagamentos do WhatsApp no Brasil

Instituição quer avaliar riscos da solução de pagamentos do aplicativo de mensagens; empresa ainda não se manifestou
Por Sandra Manfrini, de Brasília, e Aline Bronzati, de São Paulo – O Estado de S. Paulo

Recurso de pagamento do WhatsApp foi anunciado pelo Facebook na última segunda-feira, 15

O Banco Central do Brasil decidiu, na tarde desta terça-feira, 23, suspender o funcionamento do serviço de pagamentos do WhatsApp, em uma decisão que surpreendeu o mercado. Anunciada na última semana, a ferramenta do app de mensagens permite que usuários mandem dinheiro a amigos e paguem lojas, com ajuda de cartões de crédito e débito, com potencial para atingir um público de 120 milhões de brasileiros – mais do que a base de qualquer banco no País. 

Em nota publicada em seu site, a instituição determinou que as bandeiras Visa e Mastercard, escolhidas pelo WhatsApp para implementar o serviço, cessem as atividades de pagamentos e transferências pelo app, frisando que uma “nova solução de pagamentos depende de prévia autorização” da instituição. 

Na nota, a autoridade regulatória esclareceu que o objetivo da medida é “preservar um adequado ambiente competitivo, que assegure o funcionamento de um sistema de pagamentos interoperável, rápido, seguro, transparente, aberto e barato”. O BC afirmou também que vai avaliar os riscos que a ferramenta pode gerar ao Sistema de Pagamentos Brasileiros e afirma que o descumprimento da decisão poderá levar a multas e sanções. 

Segundo apurou o Estadão/Broadcast, o anúncio da solução do WhatsApp, na semana passada, teria incomodado o órgão regulador, que vê possível concorrência com seu sistema de pagamentos instantâneos, o PIX. Previsto para entrar em funcionamento em novembro, o PIX permitirá que transferências e pagamentos sejam realizadas a qualquer hora do dia, nos sete dias da semana. 

Para pessoas físicas, as operações do PIX não terão custo. É algo que também está previsto na solução do WhatsApp, que tem Banco do Brasil, Nubank e Sicredi como parceiros iniciais, além da Cielo, responsável por processar os pagamentos. Em nota, Visa e Mastercard afirmaram que vão atender às solicitações do BC. 

Já o WhatsApp disse que tem como objetivo fornecer “pagamentos digitais para todos seus usuários, com modelo aberto, trabalhando com parceiros locais e o Banco Central”. A empresa se comprometeu ainda, no comunicado, a apoiar o PIX e integrá-lo ao seu sistema quando estiver disponível.

O assunto deve ter novidades hoje: às 13h30, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, vai participar de reunião por videoconferência com representantes do WhatsApp e do Facebook. 

Decisão da autoridade dividiu o mercado

A decisão da autoridade regulatória dividiu opiniões no setor financeiro, conforme fontes de mercado ouvidas pelo Estadão/Broadcast. Enquanto parte classifica a postura do órgão como “coercitiva” e “complexa”, há outro lado que considera a ação como assertiva à medida que blinda o setor em termos de segurança.

“O mercado brasileiro é ultra regulado e o Facebook é uma empresa que sofre com problemas de regulação em outros países”, avalia uma fonte do mercado, na condição de anonimato. “O BC não aceitaria uma solução que pode mexer com os dados financeiros dos usuários. Não é nem a questão do interesse econômico”, acrescenta. Para outro porta-voz, a medida do BC foi “dura”. “É difícil interpretar a decisão do BC. Não parece que o modelo oferecia risco ao sistema de pagamentos brasileiro (SPB) ou à competitividade no mercado”, avalia.

Além do Banco Central, o anúncio também teria incomodado os grandes bancos do País. Eles teriam participado dos testes mas desistiram de aderir à solução, segundo fontes do mercado. A desistência teria acontecido em paralelo com a chegada da pandemia do novo coronavírus – as equipes de tecnologia dos bancos não teriam como lidar com os esforços de adaptação ao isolamento social e também ao sistema do Facebook, disseram as fontes. Quem também teria exercido pressão sobre o BC nos últimos dias seriam as empresas de maquininhas e de carteiras digitais, apurou a reportagem. 

O Facebook escolheu o Brasil como o mercado pioneiro para a adoção de uma solução para envio e recebimento de dinheiro por meio do WhatsApp – além do País, os testes da ferramenta também estão sendo executados na Índia. 

Segundo Matt Idema, diretor de operações do WhatsApp, em entrevista realizada na última semana, o Brasil passou à frente do país asiático para o lançamento da solução, que está chegando ao mercado brasileiro de forma gradual. Conforme revelou o Estadão/Broadcast na última semana, cerca de 1,5 milhão de usuários já testam o serviço de pagamentos do WhatsApp no País. / COLABOROU BRUNO CAPELAS

iOS 14: veja aparelhos que vão receber novo sistema

Além do iOS, sistema operacional da Apple para iPhones, outros dispositivos da empresa também terão atualizações

O iOS 14, sistema operacional dos iPhones, traz uma tela de início mais dinâmica e inteligente, com widgets e biblioteca de apps

A edição online da conferência de desenvolvedores da Apple, a WWDC, que ocorreu nesta segunda-feira, 22, trouxe a nova geração dos sistemas operacionais para iPhone, iPad, Apple Watch e Macs. No lugar do público presente no Apple Park (sede da empresa em Cupertino, na Califórnia), as novidades foram apresentadas virtualmente em vídeos gravados no local, como medida de segurança pelo novo coronavírus.

Ao todo, quatro novas atualizações estarão disponíveis para os usuários da Apple até o fim do ano: iOS 14, iPadOS 14, watchOS 7 e macOS Big Sur. Cada uma, a seu dispositivo, vai chegar aos usuários de forma gratuita e traz importantes modificações na hora de utilizar o aparelho.

Para iPhones, o iOS 14 vai estar disponíveis para todos os aparelhos que já são compatíveis com a versão anterior do sistema operacional iOS 13. São eles:

  • iPhone 11
  • iPhone 11 Pro
  • iPhone 11 Pro Max
  • iPhone XS
  • iPhone XS Max
  • iPhone XR
  • iPhone X
  • iPhone 8
  • iPhone 8 Plus
  • iPhone 7
  • iPhone 7 Plus
  • iPhone 6s
  • iPhone 6s Plus
  • iPhone SE (1ª geração)
  • iPhone SE (2ª geração)
  • iPod touch (7ª geração)

No caso do iPadOS 14, para os iPads da marca, atualização contempla os dispositivos:

  • iPad Pro 12.9-inch (4ª geração)
  • iPad Pro 11-inch (2ª geração)
  • iPad Pro 12.9-inch (3ª geração)
  • iPad Pro 11-inch (1ª geração)
  • iPad Pro 12.9-inch (2ª geração)
  • iPad Pro 12.9-inch (1ª geração)
  • iPad Pro 10.5-inch
  • iPad Pro 9.7-inch
  • iPad (7ª geração)
  • iPad (6ª geração)
  • iPad (5ª geração)
  • iPad mini (5ª geração)
  • iPad mini 4
  • iPad Air (3ª geração)
  • iPad Air 2

Os relógios, com uma série mais curta, terá suporte do novo WatchOS7 a partir do Apple Watch Series 3, deixando de fora os dois primeiros modelos de relógio inteligente da empresa. 

Antes de anunciar que irá produzir os próprios chips para os Macs — depois de encerrar com a Intel —  a Apple revelou o novo sistema operacional da linha de computadores. O macOS Big Sur, como é chamada a 11ª versão do sistema, traz um redesign que aproxima a linha Mac ainda mais do iOS. Para os aparelhos Mac, desktops ou Macbook, o macOS Big Sur também terá sua atualização selecionada para alguns dispositivos:

  • MacBook (2015 e posteriores)
  • MacBook Air (2013 e posteriores)
  • MacBook Pro (2013 e posteriores)
  • Mac mini (2014 e posteriores)
  • iMac (2014 and e posteriores)
  • iMac Pro (2017 e posteriores)
  • Mac Pro (2013 e posteriores)

Nos computadores, a mudança deve ser vista apenas no início de 2021, dando tempo de os desenvolvedores se prepararem para a mudança.