Mulher é demitida e diz que motivo foi o barulho dos filhos pequenos nas chamadas de trabalho no home office

Após ser demitida, ex-funcionária entrou com processo contra a corretora de seguros onde trabalhava alegando ter sido vítima de discriminação de gênero e retaliação por ser mãe
Allyson Waller, do New York Times

‘As crianças podem ser ouvidas em ligações comerciais com clientes. Não é profissional’, disse o supervisor da autora do processo Foto: freepik.com

Uma mulher da Califórnia processou seu ex-empregador, dizendo que ela foi demitida porque seus filhos pequenos estavam fazendo barulho durante ligações comerciais enquanto ela trabalhava em casa por causa da pandemia do novo coronavírus.

Drisana Rios, de San Diego, entrou com o processo no mês passado contra a Hub International, uma corretora global de seguros, alegando discriminação de gênero, retaliação e rescisão indevida.

Rios, 35, disse que “trabalhou mais que em toda a sua carreira” desde a transição para o trabalho remoto em março. Ela disse que, além de fazer seu trabalho em casa, tinha que fazer malabarismos com suas responsabilidades como cuidadora de sua filha de 4 anos e filho de 1 ano.

“Continuei minhas funções normais como executiva de contas, mas adicionei dois filhos pequenos à mistura”, disse Rios em comunicado através de seu advogado. “Foi extremamente difícil, mas consegui cumprir todos os prazos. Houve alguns dias em que tive que trabalhar até mais tarde para cumprir prazos urgentes ou quaisquer tarefas que não conseguisse terminar durante o dia porque precisava cuidar de meus dois filhos pequenos ao mesmo tempo.”

Rios trabalhava em período integral como executiva de contas da Hub International desde agosto de 2019. Ela começou a trabalhar em home office em março, quando o governador Gavin Newsom ordenou que os californianos ficassem em casa para diminuir a propagação do novo coronavírus. A queixa, apresentada no Tribunal Superior do Condado de San Diego, descreve várias tentativas que Rios disse que fez para amenizar as preocupações de seu supervisor sobre sua capacidade de cumprir suas obrigações de trabalho enquanto cuida de seus filhos.

Na denúncia, Rios afirma que seu supervisor atribuiu várias tarefas a ela com curtos prazo de resposta, mesmo elas não sendo urgentes. Ela afirma ter dito ao supervisor que as ligações no período da tarde funcionavam melhor para ela porque era quando seu filho mais novo cochilava. No entanto, no processo afirma que seu supervisor “continuou agendando chamadas durante o horário de almoço, quando estava alimentando seus filhos, amamentando ou colocando seu filho para dormir.”

Rios disse que essas ligações levaram a uma repreensão de seu supervisor. “Ele disse: ‘As crianças podiam ser ouvidas em ligações comerciais com clientes. Não é profissional “, ela disse ao” Good Morning America “da ABC.

Em seu processo, Rios alega que disse a ele que não podia prometer que não haveria ruído de fundo “100% do tempo”. Segundo a denúncia, o supervisor ordenou que ela “desse um jeito na situação do seu filho”. Rios também diz que sofreu “declarações sexistas” de seu supervisor,  “motivadas por um claro viés contra as mães”, diz a queixa.

Ela acabou sendo instruída a resolver seus “problemas de gerenciamento de tempo” com outro supervisor. Segundo a denúncia, o supervisor a acusou de ser “defensiva” e disse que estava “cansado de acomodá-la”. Depois de detalhar seu tratamento várias vezes com recursos humanos, Rios disse que foi dispensada em 2 de junho, com a empresa citando o efeito negativo da pandemia em sua receita como o motivo.

Ela está buscando indenizações monetárias não especificadas da Hub International, incluindo retribuição e indenização por problemas mentais e emocionais.

Em um comunicado, uma porta-voz da Hub International se recusou a comentar o caso.

“Embora não possamos comentar sobre litígios pendentes, a Hub se orgulha de ter conseguido migrar com êxito 90% de seus mais de 12.000 funcionários para trabalhar remotamente em casa durante a pandemia da COVID-19”, disse a porta-voz.

O ex-supervisor de Rios, Daniel Kabban, também está listado como réu. Ele não foi encontrado para comentar.

Sobrecarga materna

Especialistas disseram que a situação de Rios refletia os desafios que muitas mães que trabalhavam enfrentaram quando a pandemia de coronavírus forçou as escolas a fechar e interromper muitas atividades de verão para crianças.

Caitlyn Collins, professora de sociologia da Universidade de Washington em St. Louis, cuja pesquisa se concentra na desigualdade de gênero no local de trabalho e na vida familiar, disse que as mães que trabalham com frequência ficam mais sobrecarregadas com o trabalho do cuidado do que os homens. E o coronavírus não melhorou esse desequilíbrio, disse ela.

“Uma mulher puxando um bebê para o colo durante uma reunião por vídeo-conferência é muito diferente de um homem”, disse Collins. “E é diferente para uma mulher negra do que para uma mulher branca. Então, acho que precisamos pensar novamente sobre o contexto mais amplo em que a demissão dessa mulher ocorreu.”

Joan Williams, professora de direito da Faculdade de Direito da Universidade da Califórnia em Hastings, em San Francisco, disse que a pandemia pode levar a vários casos semelhantes aos de Rios.

“Esperamos uma explosão de casos envolvendo responsabilidades familiares, discriminação e especificamente discriminação contra mães”, disse Williams, que também é diretora fundadora do Center of WorkLife Law, uma organização de advocacia sediada na Faculdade de Direito de Hastings. O centro tem operado uma linha de ajuda para cuidadoras afetadas pela Covid-19.

Em famílias com dois pais, cerca de 44% das mulheres disseram que cuidavam sozinhas de seus filhos no início de abril, em comparação com 14% dos homens, de acordo com um estudo sobre diferenças de gênero durante o surto de coronavírus feito pelo Centro Dornsife para Assuntos Econômicos e Sociais na Universidade do Sul da Califórnia.

Gema Zamarro, autora do estudo e economista sênior adjunta do Dornsife Center, disse que a pandemia pode levar a grandes consequências para as mulheres no mercado de trabalho.

“Geralmente, eu me preocupo que exista um ponto em que as mulheres não sejam capazes de carregar toda essa carga e elas comecem a deixar a força de trabalho, o que representaria um retrocesso em termos de igualdade de gênero”, afirmou.

A advogada de Rios, Daphne Delvaux, disse que Rios havia contratado uma babá para ajudá-la a equilibrar suas responsabilidades no trabalho e de cuidados com as crianças. A babá trabalhava três dias por semana, das 7 às 11 da manhã. No entanto, “quando a babá começou, Rios já estava nas más graças de seu empregador, pois havia denunciado discriminação ao RH”, disse Delvaux, em um comunicado.

Antes de ser relegada a trabalhar em casa, Rios descreveu o trabalho com Kabban como “de alta energia, intenso e estressante”. “Durante a entrevista de emprego, Kabban até me perguntou se o fato de eu ter dois filhos pequenos me impediria de fazer o trabalho”, disse. “Ficou claro para mim que ele estava preocupado com o fato de eu ser mãe.”

Gosto mais de pessoas imperfeitas como eu, diz Charlize Theron

Atriz comenta guinada para filmes de ação e rejeita ideia de que diretores homens não entendem histórias de mulheres
Walter Porto

A atriz Charlize Theron, protagonista do filme ‘The Old Guard’ Divulgação

SÃO PAULO – “Quando homens fazem filmes de ação, eles não têm que se explicar. Com mulheres ainda sentimos que precisamos explicar a sua vontade de lutar, suas habilidades. Isso está mudando”, afirma a atriz Charlize Theron. “Estamos normalizando a ideia de uma mulher estar no centro de uma história de ação sem o peso de uma narrativa emocional.”

Quem diz é um dos principais rostos do cinema de pancadaria hoje. Depois de se consagrar no gênero com a imperatriz Furiosa de “Mad Max: Estrada da Fúria”, há cinco anos, Theron vem se sedimentando nesse tipo de blockbuster, produzindo e estrelando “Atômica”, inesperado sucesso de 2017, e virando figurinha carimbada da infinita série “Velozes e Furiosos”.

É um movimento que reflete não só uma guinada na carreira da atriz sul-africana, mas no próprio gênero de ação. Hoje as mulheres se libertaram de uma narrativa puramente calcada nas emoções —em laços de família, romance ou traumas do passado— e angariaram o direito de, se quiserem, ser simples brutamontes.

A personagem de Theron em “The Old Guard”, filme que estreia nesta sexta na Netflix e do qual ela é protagonista e produtora, se enquadra à risca nessa definição. Andy é uma guerreira imortal, com poder de se regenerar, que ninguém sabe exatamente de onde veio, quando nasceu ou por que diabos provoca há milênios um banho de sangue pelo mundo.

A personagem não faz questão nenhuma de ser um poço de simpatia e se esforça para manter uma boa dose de distanciamento emocional mesmo dos colegas —três lutadores com séculos de idade e uma militar novata interpretada por Kiki Layne, de “Se a Rua Beale Falasse”, que se descobre imortal no começo do filme.

Falando em 2012 à revista Interview, Charlize Theron disse que tinha atração por “personagens não necessariamente fáceis de ser amados”, um padrão no qual seu novo papel se encaixa com perfeição.

Em comentário parecido ao jornal The Scotsman, ela brincou que tinha se tornado dona de todo um mercado de personagens. “Que legado a se deixar para trás, ‘ela interpretou todas as ‘bitches’”, disse.

A atriz dá risada quando o repórter relembra essas falas. “Eu me atraio por p rsonagens complicadas porque na vida eu me atraio por pessoas complicadas. Gosto de pessoas imperfeitas. E isso tem muito a ver comigo mesma.”

É obrigatório que um perfil de Theron ofereça um pouco de sua extraordinária história de vida. Criada numa fazenda pobre na África do Sul, a menina sofreu com a morte do pai pela própria mãe, num episódio que foi entendido como legítima defesa, já que ele ameaçava a mulher e a filha.

Vinda a Hollywood depois de um período como modelo em Milão e Nova York, a jovem chamou a atenção de um agente ao fazer um escarcéu no banco quando teve seu cheque recusado. Menos de uma década depois do episódio, tinha um Oscar na estante, por “Monster – Desejo Assassino”.

“Quando vejo uma personagem perfeita num filme, eu não me relaciono com ela, porque sei que eu não sou perfeita. Estou muito mais interessada nas personagens que lutam para ser pessoas boas.”

Ela se interrompe e volta a pensar na fala antiga sobre os papéis de “bitch” —um xingamento em inglês, de caráter machista, que significa tanto a fêmea do cachorro quanto uma mulher chata ou grossa.

“Escuta, quando eu fiz essa piada, era um jeito de ser feminista, no sentido de que essa palavra é tão depreciativa para as mulheres. Se fazemos uma personagem conflituosa, menos que perfeita, viramos automaticamente ‘bitches’. E, quando um homem faz isso, ele é um herói”, diz, rindo.

“The Old Guard” é dirigido por Gina Prince-Bythewood, uma cineasta que tinha na carreira filmes com bem menos pancadaria, como o drama familiar “A Vida Secreta das Abelhas” e o romance musical “Nos Bastidores da Fama”.

Ela se sai bem no novo desafio, mas quando Theron ouve uma pergunta sobre a diferença de ser dirigida por uma mulher contra as figuras masculinas que comandaram seus outros blockbusters, dá uma resposta inusitada.

“Se você olhar os personagens e a história de ‘Mad Max: Estrada da Fúria’, muitas pessoas diriam que é um dos filmes de ação mais feministas já realizados. E foi feito por George Miller, certo?”, aponta.

“Só estou lembrando isso para dizer que, na minha experiência, essa ideia de que só mulheres conseguem contar grandes histórias de mulheres, e diretores homens não as entendem, não é verdade. Fiz um filme sobre depressão pós-parto [“Tully”] com Jason Reitman!”

“O problema é que não damos oportunidades suficientes às mulheres”, acrescenta. “Não devia ser uma questão de se elas conseguem fazer, porque isso é nonsense, mas sobre não darmos às mulheres oportunidades para contar histórias, de maneira geral.”

Ao comentar a época atual, em que o feminismo se embrenhou mais na cultura pop, a atriz afirma que “o cinema chegou tarde à festa”. “Se queremos achar que o cinema é um jeito de levantar um espelho para a sociedade, ele ainda está muito atrás do nosso tempo. Ainda não estamos nem perto da igualdade.”

“As mulheres do nosso universo são incrivelmente capazes, e fomos rebaixadas por uma indústria que quer acreditar que as pessoas não gostam de filmes de gênero com mulheres ou dirigidos por elas. E provamos o contrário. Acho que agora está bem claro que isso era só um mito.”

O último filme da atriz olhava de frente para os bastidores repulsivos desse mito. “O Escândalo”, também produzido por Theron, descortinava a rede que protegia anos de abusos sexuais perpetrados por Roger Ailes, chefão da Fox News. Pelo papel da âncora Megyn Kelly, ela recebeu sua terceira indicação ao Oscar.

“A versatilidade é um dos grandes presentes da minha carreira. Não sei se eu ficaria satisfeita se fizesse só filmes de ação, mas neles você consegue usar músculos diferentes —sem trocadilho.”

Há uma anedota ilustrativa sobre como Charlize Theron foi escolhida para viver seu papel mais marcante e sombrio, como a serial killer Aileen Wuornos em “Monster”. A escalação surpreendeu a própria atriz, que competia com gente graúda como Kate Winslet e Kate Beckinsale, e ela foi perguntar o motivo à diretora Patty Jenkins.

“Olhei para você e olhei para as outras”, afirmou a cineasta. “E disse para mim, eu consigo chutar a bunda das outras atrizes. A sua, não tenho tanta certeza.”

Simone Biles’s Guide to Gold Eye Makeup | Beauty Secrets | Vogue

A estrela olímpica Simone Biles sabe uma coisa ou duas sobre ouro. Veja como ela monta uma deslumbrante rotina de maquiagem e beleza, digna da parada máxima no pódio.

Filmado em Crosby Street Hotel

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Apple lança serviço de eletrocardiograma no Brasil

Sistema estará disponível em relógios e iPhones da marca e recebeu aval da Anvisa em maio
Bruno Rosa

Apple lança serviço de eletrocardiograma no Brasil Foto: Divulgação

RIO – A Apple vai lançar o serviço de eletrocardiograma no Brasil. A dona do iPhone obteve a aprovação da Anvisa no fim de maio. O recurso, lançado há dois anos nos Estados Unidos, registra a frequência e a intensidade dos impulsos elétricos que fazem o coração bater através de medidores presente em seus relógios.

A informação é enviada a um aplicativo no celular que faz um eletrocardiograma e ainda detecta se o ritmo cardíaco estiver irregular.

O lançamento ocorre em um momento em que o segmento de relógios conectados vem registrando alta nas vendas, aponta a consultoria IDC Brasil. Os negócios tiveram alta de 218% no primeiro trimestre deste ano, chegando a quase 150 mil unidades comercializadas.

O serviço já foi lançado em diversos países da Ásia e Europa. O serviço estará disponível quando seu novo sistema operacional for lançado globalmente, o que deve ocorrer nos próximos meses. Ao todo, já são 34 países com a solução.

Pelo sistema, o relógio consegue detectar o batimento irregular, indicando que a disritmia pode ser uma fibrilação atrial. Antes de usar, o usuário precisa informar se há algum problema cardíaco e dar informações como a data de nascimento. Segundo a companhia, o serviço não consegue detectar problemas como infarto.

O aplicativo no relógio também informa se o ritmo cardíaco está muito baixo (menor de 50 batidas por minuto) ou alto (acima de 120 batimentos por minuto).  Segundo dados da Apple, 2% dos jovens sofrem com batimento irregular no coração, número que sobe para 9% em pessoas acima de 65 anos. 

O novo recurso vai se juntar ao já lançado “detector de quedas”. Ambas as soluções estão disponíveis nos relógios das séries 4 e 5, lançados a partir de 2018. Nos Estados Unidos, a companhia vem selando parcerias com hospitais, universidades  e seguradoras no desenvolvimento de pesquisas com foco em saúde.

– A demanda por produtos como os relógios já vinha em alta, o que motivou o varejo a se abastecer no começo do ano. Assim, quando a pandemia chegou, havia estoque, oferta e procura e as vendas não foram impactadas –  explica Renato Meireles, analista de pesquisa e consultoria  da IDC Brasil.

O foco em saúde é uma das principais apostas dos fabricantes de relógios. A filandesa Polar está trazendo ao Brasil sua nova linha de modelos  que monitoram a qualidade do sono e, através do histórico do usuário, consegue orientar a melhor opção para os usuários fazerem exercícios. Funciona, diz André Bandeira, diretor da companhia no Brasil, como uma espécie de mentoria.

-O público-alvo é para a pessoa que se preocupa com atividades físicas e com a saúde.

WhatsApp Business agora permite que usuário comece conversa com QR Code

Para facilitar a comunicação de empresas e clientes, a função vai estar disponível a partir desta quinta-feira, 9, para usuários do WhatsApp Business

Para ativar o QR Code, as empresas devem acessar as ferramentas dentro das configurações do app, e habilitar a opção do código

WhatsApp anunciou nesta quinta-feira, 9, um novo recurso para facilitar a comunicação entre empresas e clientes, pelo WhatsApp Business. Agora, será possível iniciar uma conversa no aplicativo utilizando apenas um QR Code e empresas poderão oferecer seus catálogos de produtos diretamente na rede social. 

As duas novas ferramentas valem para o WhatsApp Business e visa facilitar o alcance de empresas, principalmente em tempos de pandemia. O QR Code por exemplo, poderá ser estampado nas vitrines das lojas, etiquetas e notas fiscais. Ao escanear o código, o cliente é direcionado para uma tela que indica que a conversa está prestes a começar. 

Segundo o WhatsApp, no Brasil, a Ki Mindful Wearing, uma marca brasileira de roupas esportivas, ajudou a testar o recurso antes de sua efetiva implementação para todas as contas da modalidade Business. Para ativar o QR Code, as empresas devem acessar as ferramentas dentro das configurações do app, e habilitar a opção do código.

Os catálogos também ganham uma versão mais acessível para os clientes na atualização. usuários do WhatsApp Business já podem utilizar o recurso desde o ano passado, mas agora podem compartilhar com clientes links de itens individuais. Para utilizar a ferramenta, é necessário anexar o catálogo no ícone dentro da conversa e selecionar os produtos a serem enviados. 

Epic Games, dona de Fortnite, recebe aporte de US$ 250 mi da Sony

A Epic, que também desenvolveu a game engine Unreal, em 2018 recebeu US$ 1,25 bilhão em financiamento de investidores, incluindo a KKR
Por Agências – Reuters

Fortnite estará disponível oficialmente na Play Store 

A Epic Games, criadora do popular videogame Fortnite, disse nesta quinta-feira, 9, que recebeu um investimento de US$ 250 milhões de dólares da Sony, em troca de uma participação minoritária na empresa.

No mês passado, a Bloomberg informou que a Epic estava perto de iniciar uma rodada de financiamento de US$ 750 milhões de investidores que incluíam T. Rowe Price Group e Baillie Gifford, o que avaliava a empresa em cerca de US$ 17 bilhões.

A Epic, que também desenvolveu a game engine Unreal, em 2018 recebeu US$ 1,25 bilhão em financiamento de investidores, incluindo a KKR.

A Sony lançará o console PlayStation 5 ainda este ano, com títulos que incluem Assassin’s Creed Valhalla, da Ubisoft, e Grand Theft Auto, da Rockstar Games.

Meghan Markle vai participar de seminário virtual com Michelle Obama

Duquesa foi convidada por ONG que trabalha com jovens lideranças femininas para a igualdadede gênero

Michelle e Meghan – CLAUDIA/Getty Images

Duas potências juntas, Meghan Markle e Michelle Obama, pelo menos virtualmente. Assim será nos dias 13 a 15 de julho, quando acontece o “Leadership Summit Girls Up!, um seminário online organizado pela ONG Girls Up, que trabalha com jovens lideranças femininas para a igualdadede gênero. A organização, até hoje, já trabalhou com 65 mil meninas, em 120 países.

Além de Meghan e Michelle, estarão na lista de palestrantes da atriz indiana (e uma das melhores amigas da duquesa) Priyanka Chopra e Jameela Jamil. Para assistir, é só se registrar no site girlup.org.

Atriz Naya Rivera de Glee desaparece durante passeio de barco

Naya Rivera alugou um barco para passear com o filho, que foi encontrado sozinho

Naya Rivera interpretou Santana na série musical ‘Glee’

A atriz americana Naya Rivera, 33, que estrelou seis temporadas da série Glee, da Fox, como a líder de torcida Santana Lopez, desapareceu na noite de quarta-feira, 8, depois de um passeio de barco. Equipes de resgate vasculharam o lago Piru, na Califórnia, segundo o escritório do xerife do condado de Ventura.

O escritório do xerife disse que estava procurando uma “possível vítima de afogamento”. Uma operação ativa de busca e salvamento continuava até altas horas da noite.

Naya Rivera começou a atuar aos quatro anos de idade na comédia da CBS “The Royal Family” e fez participações especiais em vários programas, incluindo “Um Maluco no Pedaço” (The Fresh Prince of Bel-Air), “Family Matters” e “Baywatch”.

A atriz chegou ao estrelato em Glee, com seu papel crescendo durante a primeira temporada, antes de se tornar uma personagem regular na segunda temporada da série. /NYT