Neto de Elvis Presley, Benjamin Keough é encontrado morto e a suspeita é de suicídio, diz site TMZ

Jovem de 27 anos, filho de Lisa Marie Presley, morreu com um ferimento à bala neste domingo, na California

Benjamin Keough, neto de Elvis Presley, ao lado da mãe, Lisa Marie Presley, em registro feito em 2012.  Foto: Instagram/reprodução

O neto de Elvis Presley, Benjamin Keough, de 27 anos, foi encontrado morto em Calabasas, na California (EUA), neste domingo, 12, com um ferimento à bala, segundo informações do site TMZ. De acordo com fontes policiais ouvidas pelo portal, a suspeita é de suicídio. 

Benjamim é fruto do relacionamento de Lisa Marie Presley e do músico Danny Keough. Sua irmã é a atriz Riley Keough, que atuou em vários filmes independentes e de terror, incluindo The Lodge, de 2019.

O jovem era músico e, de acordo com o TMZ, chegou a fechar um contrato de gravação em 2009 no valor de US$ 5 milhões. Ele mantinha uma vida discreta, com pouca presença nas redes sociais. 

Uma das últimas vezes que Benjamim foi visto com a família foi em 2017, no aniversário de 40 anos da morte de seu avô, durante vigília na mansão Graceland, em Memphis, onde o ícone do rock viveu. 

Fãs de Nick Cordero querem dar o nome do ator a um teatro na Broadway

Campanha para eternizar nome do ator já tem mais de 30 mil assinaturas. Cordero tinha 41 anos e depois de 13 semanas de luta, acabou não resistindo a complicações da Covid-19.

Nick Cordero com a mulher, Amanda Kloots (Foto: Reprodução Instagram)

Ainda no mês de março, começo da pandemia em Nova York, Nick Cordero começou a se sentir cansado. Até que o ar começou a faltar. Amanda levou o marido ao pronto socorro. Ele foi direto pra UTI. ela não pode ficar por causa do risco de pegar o coronavírus. Os médicos fizeram um teste pra Covid-19. Só no terceiro veio a confirmação.

Na metade de abril, Amanda recebeu uma ligação dos médicos avisando que tinham detectado uma nova infecção no pulmão, e que o respirador não estava dando conta de oxigenar o corpo. Os médicos colocaram uma circulação extracorpórea. O aparelho foi conectado ao corpo de Nick por um cateter na perna. Em sete dias, a perna de Nick precisou ser amputada.

Foi ao longo daquela semana que Amanda começou a compartilhar histórias de Nick nas redes sociais. Pra se confortar e pedir aos céus a recuperação do marido. Todo dia, no mesmo horário, uma corrente de solidariedade se formava através de canto e dança.

No dia 24 de abril, um novo teste de Covid indicou que ele estava livre do vírus, mas não das sequelas. Em junho, Amanda conseguiu visitar o marido no hospital pela primeira vez. Domingo, dia cinco de julho, os médicos retiraram o marca passo de Nick, mas ele já estava muito debilitado e não resistiu. Foram 13 semanas de luta.

Agora há uma campanha para deixar o nome de Nick eternizado na Broadway. Os fãs criaram um abaixo assinado que já tem mais de 30 mil assinaturas para mudar o nome do teatro Longreacre, para teatro Nick Cordero.

Hermes | Spring Summer 2021 | Digital

Hermès | Spring Summer 2021 by Véronique Nichanian | Digital in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week Men’s) #FFLikedalot

Virgil Abloh presents “The Adventures of Zoooom with Friends” for Louis Vuitton SS21

Em vez do formato tradicional de desfile de moda, Virgil Abloh imaginou uma viagem virtual e literal pelo mundo para apresentar sua nova coleção “Message in a Bottle”. Começando na casa ancestral de Louis Vuitton, em Asnières, nos arredores de Paris, o filme segue pessoas que empacotam contêineres e os carregam em uma barcaça, que depois navega pelo rio Sena e depois de Paris. A bordo, uma colorida equipe de personagens animados chamada ‘Zoooom with friends’ está escondida como clandestina, como um aceno ao tema contínuo de infância de Virgil Abloh, presente em todas as suas coleções Louis Vuitton.

Ao levar seu show ao mar, Virgil Abloh abraça a comunidade global da Louis Vuitton e encontra seus clientes em suas próprias partes do mundo. Ao longo da viagem da coleção – que pode adicionar destinos ao longo do caminho – a coleção se transformará em um intercâmbio em evolução entre culturas e nações. Como um diálogo livre e inclusivo entre a Maison e seu público, esta nova iniciativa visa transcender as regras tradicionais de moda e sazonalidade.

Dê uma olhada no vídeo abaixo e fique atento para o próximo porto de escala em Xangai em 6 de agosto de 2020.

Directed by Virgil Abloh™
Director of animation: Reggie Know
Music: Musical score composed, arranged, performed & produced by The SA-RA Creative Partners™ (Taz Arnold, Shafiq Husayn & Om’Mas Keith)
Featuring: Stephen “Thundercat” Bruner, Terrace Martin & Kamasi Washington
Musical Direction by Benji B. & Virgil Abloh™

Djamila Ribeiro tira as tranças para ensaio exclusivo

Djamila Ribeiro usa vestido Diane Von Furstenberg e blazer Handred Foto: Foto: Thiago Bruno. Styling: Yakini Rodrigues. / Edição de moda: Patricia Tremblais. Beleza: Ale de Souza. Assistência de fotografia: Tim Sanches. Assistência de beleza: Virginia Grazia (Styllus VeV). Produção executiva: Matheus Martins. Agradecimentos: Estúdio Lopes FX e Raineri Equipamentos. Tratamento de imagem: Studio Miquéias Souza.
Chemise Apartamento 03 e brincos e anéis, todos Ju Bochner Foto: Thiago Bruno
Blazer, calça e camisa, todos Handred, sandálias Prada, e anel HStern Foto: Thiago Bruno
Macacão Diane Von Furstenberg, sandálias Alme, brincos HStern, anéis e bracelete, todos Sauer Foto: Thiago Bruno
Djamila Ribeiro Foto: Thiago Bruno

Elliot & Erick for Vogue Thailand with Yuemeng Ma

Photographer: Elliot & Erick Jimenez. Hair & Makeup: Makeup by bo at The Wall Group. Model: Yuemeng Ma.

Andreas Ortner for ICON Magazin with Elle Fanning

Photography: Andreas Ortner. Styling: Birgit Schlotterbeck. Hair: Jenda Alcorn. Makeup: Ismael Blanco. Set Design: Studio Tina Hausmann. Model: Elle Fanning.

Um olhar sobre o novo escritório da Austin Red Events

A agência de planejamento de eventos Red Velvet Events contratou a empresa de arquitetura e design de interiores MAGIC Architecture para projetar seu novo escritório em Austin, Texas.

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Exterior

“O escritório da Red Velvet Events ocupa uma cabana Quonset de três baias dos anos 40, que anteriormente era um galpão de manutenção de aeródromos e uma loja de móveis com desconto. A tarefa era renovar um prédio esquecido em uma sede corporativa divertida para uma empresa local de Planejamento de Eventos.

Construído durante a Segunda Guerra Mundial, o edifício sofreu décadas de reparos fortuitos e vazamentos de calhas internas defeituosas. Ocupantes anteriores haviam preenchido a maioria das janelas e ocultado a estrutura curva com um sistema de teto suspenso. O objetivo principal desse projeto de reutilização adaptativa era esclarecer o edifício e expor a engenhosidade da estrutura Quonset.

Depois de remover décadas de reparos aleatórios e camadas de coberturas, a tarefa técnica mais importante foi como isolar e cobrir o prédio nas próximas décadas. Trabalhando em estreita colaboração com o engenheiro estrutural, a estrutura existente no telhado era delicada e quase não sustentava. Para superar isso, uma plataforma e tiras de metal corrugado mais profundas melhoraram o cofre estrutural e permitiram a instalação de isolamento rígido e cobertura de membrana.

O segundo objetivo era levar a luz do dia controlada a todas as mesas. Colocadas na coroa de cada cofre estão dez clarabóias lineares espaçadas, a 6 metros de distância, que fornecem luz diurna difusa em todo o interior. Oferecendo vistas desobstruídas para o exterior, há duas paredes de janelas de cores personalizadas. As janelas também ampliam a mensagem da marca da empresa para milhares de motoristas diariamente.

O terceiro objetivo era ser brincalhão e não ser muito sério. Momentos divertidos foram integrados à experiência através do uso de balanços na área de recepção, uma escultura de Corten Steel Jackalope em larga escala e dominós usados ​​para revestimento de paredes em banheiros ”, diz Magic Architecture.

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Breakout space
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Reception
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Branding wall
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Open-plan workspace
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Curved beam
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Exterior

Pandemia pode fazer carro autônomo reduzir velocidade e até mudar de rota

Crise econômica pode fazer empresas desistirem de pesquisas, enquanto crise sanitária pode mudar comportamentos previstos para adoção da tendência; para especialistas, inovações podem ser reaproveitadas em outras áreas

Controle. Apontada como líder do setor, Waymo não parou pesquisas, mas está atenta a mudanças de comportamento

Uma das tecnologias mais badaladas da última década, o carro autônomo passou anos sendo prometido como uma revolução que chegaria às ruas em 2020 – ao menos, nos países desenvolvidos. O tempo passou e, apesar de avanços significativos de algumas empresas, essa previsão otimista não se confirmou. Já a realidade pessimista do mundo com o coronavírus pode deixar essa ambição ainda mais distante: segundo analistas ouvidos pelo Estadão nas últimas semanas, a pandemia pode fazer as pesquisas para veículos sem motoristas terem de reduzir sua velocidade ou, até mesmo, mudar de rota.  

Há diversos motivos para isso, mas o principal deles é de ordem econômica: desenvolver um sistema de carro autônomo custa caro, bem caro. Segundo estimativa feita pelo site americano The Information no início de 2020, mais de US$ 16 bilhões já foram gastos pelas empresas de tecnologia e montadoras em pesquisas na área. É um trabalho complexo: envolve a captação de imagens em tempo real, o uso de sensores e radares, combinados a algoritmos sofisticados de inteligência artificial (IA). 

E isso falando apenas do “cérebro” de um sistema de condução autônoma, para não falar no carro propriamente dito. Uma vez que o sistema está pronto, é preciso ainda executar testes por milhares de quilômetros até se ter certeza que um carro sem motorista passou na prova e pode, enfim, “tirar sua carteira de habilitação”, sendo capaz de dirigir por aí com segurança. 

Orçamento

Em um mundo pré-pandemia, o custo de desenvolvimento para um produto que ainda estava longe de chegar aos consumidores já era alto – o que fez diversas empresas, entre montadoras e companhias de tecnologia, se unirem em parcerias estratégicas. Com o coronavírus, esse orçamento se tornou ainda mais reduzido. “A perspectiva das montadoras foi bastante afetada pela pandemia, porque as pessoas não estão comprando carros”, diz Pedro Pacheco, analista da consultoria Gartner. 

Segundo ele, há quatro grandes pilares na transformação da mobilidade: conectividade, condução autônoma, eletrificação e compartilhamento de viagens. “Num ambiente de crise, a prioridade é onde é possível alcançar resultado a curto prazo – no caso, a conectividade e os carros elétricos. A condução autônoma, por sua vez, será atrasada.”. 

Do lado das empresas de tecnologia, por sua vez, o cenário também é complexo. “A Alphabet, dona do Google e da Waymo, vai ganhar menos com publicidade por causa da pandemia. O cofre também vai ficar menor, embora menos que o das montadoras”, afirma Bryant Walker Smith, pesquisador do Centro de Internet e Sociedade da Universidade Stanford. 

Outro nome forte do setor, o Uber viu o volume de viagens cair 80% nas grandes cidades no início da pandemia e teve de fazer milhares de demissões durante a pandemia. “Startups menores e empresas independentes, por sua vez, podem ter problemas de financiamento. Haverá consolidação e falências”, aposta Pacheco. Por outro lado, isso pode gerar oportunidades para quem ainda não entrou no mercado: a Amazon, por exemplo, pagou US$ 1 bilhão para adquirir a startup americana Zoox, que tinha o projeto de criar um carro autônomo do zero, sem adaptar modelos reais. 

Para Smith, no entanto, talvez o impacto direto e real do coronavírus no avanço da tecnologia será menor do que o que será visto. “A tecnologia dos carros autônomos está passando pelo vale da desilusão, com a impressão de que vai demorar muito tempo agora para se tornar realidade. E algumas empresas vão usar o coronavírus como desculpa para desistirem dos seus planos.” Por outro lado, ele aponta que o período de isolamento social e a quarentena não são desculpas para a pausa no desenvolvimento. “Há muito que pode ser feito mesmo sem os carros estarem na rua”, diz. 

Apontada por muitos especialistas como líder no desenvolvimento da tecnologia hoje, a Waymo, empresa irmã do Google, não parou suas pesquisas. “Continuamos a avançar com foco tanto em hardware e software, além de direção em ambientes simulados. Já voltamos a operar nosso serviço de robô-táxi em Phoenix, no Arizona, bem como em São Francisco”, declarou um porta-voz da empresa ao Estadão. A companhia também se diz atenta para “mudanças de comportamento das pessoas com relação aos carros no mundo pós-covid”. 

Há quem diga que a desistência de outras empresas pode dar ainda mais vantagem à Waymo no setor no futuro. “Antes da pandemia, eles estavam de olho em como se tornar menos dependentes do Google, captando investimentos. É uma empresa que pode mudar o jogo sim”, afirma Smith. 

Sem compartilhamento

Faz sentido: no mundo pré-pandemia, o principal modelo de negócios para o carro autônomo seria o de viagens compartilhadas, como acontece hoje no Uber, mas sem a presença de um motorista humano. Num futuro próximo, porém, isso pode não ser tão razoável – mesmo depois da vacina, o medo de outras pandemias pode fazer muita gente evitar compartilhar transporte. 

“Existe uma tendência de volta ao carro na China nesse momento, por conta de proteção. É cedo pra dizer se ela vai se confirmar em outros países, mas a posse do veículo parece uma defesa sanitária no momento”, diz Ricardo Bacellar, líder da área automotiva da consultoria KPMG no Brasil. Para Pacheco, é uma mudança que não necessariamente vai se realizar.  “O desenvolvimento de um carro autônomo completo ainda está tão longe que isso só será realmente afetado se a pandemia se estender por vários anos”, afirma. 

Na visão de Smith, diferenças na condição econômica de alguns países podem criar dois cenários: locais em que o custo trabalhista é alto podem ter maior uso de carros autônomos; caso contrário, será mais barato pagar um motorista do que a higienização de um veículo sem um profissional. 

Para o pesquisador de Stanford, independentemente disso, a tecnologia de condução sem motorista pode ser aproveitada em outras áreas, abrindo novas possibilidades – duas óbvias, diz o especialista, são entregas de curta distância e viagens de carga de longa distância, mas há mais por aí. É algo que, para ele, explica porque a Amazon comprou a Zoox. “A ideia parece menos ser dona de um carro autônomo e mais de usar essa tecnologia em processos internos, como melhorar centros de distribuição ou entregas”, afirma. 

É um caminho bem mais realista que a chegada de um carro autônomo completamente funcional às ruas – algo que nenhum especialista arrisca fazer uma previsão. “Desde os anos 1930, dizemos que o carro autônomo chegará daqui duas décadas. Nos anos 2010, baixamos esse prazo para cinco anos, mas ele ainda demora para chegar”, diz Smith. Para Pacheco, qualquer coisa que aconteça antes de 2025 parece um prognóstico exagerado. 

Enquanto isso, há quem aposte que esse modelo do futuro nunca chegue – caso de Steven Choi, engenheiro que participou dos projetos de Waymo e Uber e hoje dirige a área de IA da fintech Olivia. Segundo ele, os melhores sistemas de IA tem tempo de reação de 0,7 segundos – muito alto para qualquer incidente de trânsito. “Um avião autônomo é mais fácil de acontecer que um carro autônomo, porque menos coisas acontecem no ar”, diz ele. Smith, porém, é menos pessimista. “Haverá casos de uso em baixa velocidade e ambientes simples em breve”, diz o pesquisador de Stanford. Talvez o futuro do carro autônomo esteja aí, em uma viagem lenta, gradual e restrita.