Katherine Langford song “I Could Be Your King” (Lyric Video) | Cursed | Netflix

Katherine Langford canta “I Could Be Your King” (“Eu poderia ser seu rei”), uma música original da série Cursed da Netflix. Todos os episódios de Cursed chegam no dia 17 de julho, apenas na Netflix.

Yoga facial pode diminuir flacidez e amenizar a papada

Especialista ensina exercícios para o rosto e pescoço

Yoga facial tem mais de 70 exercícios para rosto e pescoço Foto: Divulgação

Se a yoga convencional aumenta a flexibilidade do corpo, reduz o estresse e melhora a postura, a yoga facial pode ter efeitos que vão da diminuição da flacidez do rosto e do pescoço, até a amenização das rugas e da temida papada. Técnica queridinha de Meghan Markle, a prática vem conquistando mais adeptas no Brasil. A fonoaudióloga Alessandra Scavone, especialista em yoga facial e criadora da técnica Masc Facial, explica que a massagem no rosto ativa a musculatura e estimula a produção de colágeno.

“Quem não faz exercício físico, ou para de fazer por um período, fica com os músculos atrofiados. O mesmo acontece com a musculatura da face. Se ela não é trabalhada, perde a tonificação, e isso prejudica a sustentação da pele”, observa. “Tonificar e reeducar os músculos faciais, elimina linhas finas, suaviza rugas profundas e sinais de tensão do rosto, estimula o crescimento de colágeno e elastina e garante uma aparência rejuvenescida e relaxada”, completa a fonoaudióloga. Para além da beleza, Alessandra acredita que os exercícios faciais podem ser benéficos também para a cirurculação sanguínea e para quem tem bruxismo e tensão na região da face.

A dermatologista Patrícia Ormiga, da Sociedade Brasileira de Dermatologia, conta que a técnica ainda é muito nova e há poucos estudos sobre sua eficácia: “Ainda precisamos observar mais sobre seus pontos positivos e negativos. A massagem facial trabalha os músculos e provoca um estiramento da pele. Mas ela não deve ser feita em excesso e nem sempre com os mesmos movimentos, porque isso vai marcando o rosto”, pondera. Ela também contraindica a prática para quem fez algum tipo de procedimento recente, como preenchimento com ácido hialurônico ou aplicação de botox.

Uma pesquisa da Northwestern University, publicada na revista científica JAMA Dermatology, observou 27 mulheres, em 40 e 65 anos, que praticaram os exercícios diariamente por 20 semanas. Comparando fotos do início do estudo com o final, eles acreditam que a prática ajudou a rejuvenecer a aparência das participantes. “Agora existem evidências de que exercícios faciais podem melhorar a aparência e reduzir alguns sinais visíveis de envelhecimento”, diz Murad Alam, professor de dermatologia da Faculdade de Medicina da Northwestern à frente do estudo.

Confira: Qual a idade da sua pele? Hábitos e genética fazem a diferença no grau de envelhecimento

O programa desenvolvido por Alessandra Scavone tem 70 exercícios pensados para cada área, com quantidades de séries e segundos diferentes. “Além disso, os movimentos devem ser mudados sempre, porque senão o músculo se acostuma e não se vê mais resultados. Por isso o indicado é um programa em que a cada dia realize-se uma série diferente”, explica.A prática pode vir acompanhada, ainda, de óleos e cremes faciais e é ideal para um momento de autocuidado, trazendo também relaxamento e bem-estar.

A yoga facial promete, ainda, trazer mais consciência sobre nossos movimentos faciais e ser uma aliada frente ao envelhecimento: “A ruga nada mais é que uma marca de expressão de tensão, que realizamos muitas e muitas vezes ao longo de vários anos. Um dia, vira ruga”, diz Alessandra. “Porém se temos essa consciência muscular, paramos de tensionar, de fazer expressões errôneas, porque nos damos conta e logo já soltamos. E isso é importantíssimo porque além de evitar rugas, atenua as já existentes”, completa. Para ver diferença, ela indica que os exercícios sejam feitos diariamente por 7 semanas.

Leia mais: Mitos e verdades sobre os bioestimuladores de colágeno

Confira a seguir dois dos exercícios sugeridos por Alessandra como exemplo. Lembrando que os movimentos devem ser sempre trocados e não devem ser feitos em excesso:

Papada

Alessandra ensina um movimento para prevenir a papada Foto: Divulgação

Parte A: Empurrar o queixo para baixo sobre o topo dos dedos e apoiar o cotovelo com a outra mão, como se o seu olhar se dirigisse para baixo e a sua mão levasse o seu rosto para cima. Segure por 3 respirações profundas.

Parte B: Então coloque sua cabeça para trás e empurre sua língua contra o palato 10 vezes. Volte a posição normal e repita mais 1 vez.

Parte C: Em seguida, usando os topos dos dedos de ambas as mãos, delicadamente bata na “papada”, alternando entre cada mão, durante 15 segundos.

Bochechas

Exercício para a bochecha é chamado de “Trompetista” Foto: Divulgação

Inflar suas bochechas e também lábios superiores e inferiores, como se sua boca estivesse cheia de água, fechando seus lábios firmemente, colocando as mãos nos lábios para que ao iniciar o exercício, não faça rugas. Comece a respirar através de seu nariz. Em seguida, começar a transferir o ar de um lado ao outro. Faça por trinta segundos. Isso vai levantar e tonificar os músculos para firmar as bochechas, e, portanto, reduzir linhas e rugas.

The Boys | Equipe aparece ensanguentada em foto da 2ª temporada

Série do Amazon Prime Video retorna em setembro
ARTHUR ELOI

The Boys/Entertainment Weekly/Divulgação

A segunda temporada de The Boys teve uma nova imagem divulgada pela Entertainment Weekly, que mostra a equipe de Billy Butcher (Karl Urban) sentada no sofá, ensanguentados.

Inspirado na HQ de Garth EnnisThe Boys mostra como seres superpoderosos agiriam no mundo real, satirizando propriedades como Liga da Justiça.

A 2ª temporada de The Boys estreia em 4 de setembro.

KYLE’LYK Fall/Winter 2020 Campaign

KYLE’LYK unveiled its Fall/Winter 2020 campaign featuring Jobe photographed by Jackie Kursel.

Project Power, novo filme de ação da Netflix com Jamie Foxx, ganha trailer

No longa, pílula dá ao usuário superpoderes durante cinco minutos
MARIANA CANHISARES

Jamie Foxx, Joseph Gordon-Levitt e Dominique Fishback

Netflix divulgou o trailer do sci-fi de ação Project Power, longa estrelado por Jamie FoxxJoseph Gordon-Levitt e Dominique Fishback.

De acordo com a sinopse oficial, Project Power contará a história de um policial (Gordon-Levitt) que se une a um veterano do exército (Foxx) e uma traficante adolescente (Fishback) para lutar contra criminosos que usam uma misteriosa pílula que libera superpoderes aleatórios em seus usuários por cinco minutos.

O longa tem direção de Henry Joost e Ariel Schulman e roteiro de Mattson Tomlin.Project Power tem estreia programada para 14 de agosto.

Alex Bramall for Grazia UK with Precious Kevin

Photography: Alex Bramall. Styling: Natalie Wansbrough-Jones. Hair: Christos Kallaniotis. Makeup: Camilla Hewitt. Model: Precious Kevin.

Miranda Kerr and Evan Spiegel Cover WSJ. Magazine’s July Digital Issue

Publication: WSJ. Magazine. Photography: Daniel Jack Lyons. Styling: Jessica Paster. Hair & Makeup: Ericka Verrett. Manicurist: Olivia de Montagnac.

Como o histórico restaurante parisiense Allard adaptou seu interior para um mundo pós-coronavírus

As mudanças foram técnicas, com direito à instalação que filtra o ar e o mantém sempre em circulação
POR GAY GASSMANN | FOTOS: PHILIPPE VAURES SANTA MARIA

Como um histórico restaurante parisiense adaptou seu interior para um mundo pós-coronavírus

Allard, um elegante restaurante aberto em 1932, ainda está em seu endereço original, no 6º arrondissement parisiense. Mas o templo histórico da culinária francesa passou recentemente por um redesign particular e inédito, a fim de voltar do lockdown adaptado para a reabertura. Sob a liderança de Alain Ducasse, chef com o maior número de estrelas Michelan do mundo, à frente do restaurante desde 2013, a equipe se concentrou em questões de segurança, bem como em uma série de medidas de distanciamento social.

Como um histórico restaurante parisiense adaptou seu interior para um mundo pós-coronavírus (Foto: Philippe Vaures Santa Maria)

Para começar, Ducasse formou uma força-tarefa para estudar como seria um jantar pós-coronavírus. Ele convocou profissionais de saúde e dois colaboradores de longa data, os designers Patrick Jouin e Arnaud Delloye, para abordar superfícies, distâncias e circulação de ar. Enquanto Jouin criou o que foi descrito como arquitetura “invisível”, Delloye inventou um sistema mecânico que garante um equilíbrio dinâmico entre o ar interno e o exterior, graças a um novo processo de filtragem.

Como um histórico restaurante parisiense adaptou seu interior para um mundo pós-coronavírus (Foto: Philippe Vaures Santa Maria)

Se novos elementos técnicos foram introduzidos, a decoração original permanece praticamente inalterada. As áreas de jantar individuais agora são separadas por divisórias transparentes, enquanto os dutos de sucção suspensos mantêm o ar ambiente em constante movimento. “É uma instalação revolucionária, que capta o ar externo, filtra e entrega para o interior. Ao mesmo tempo, o ar interior é aspirado. É como uma sala de cirurgia. Funciona silenciosamente o tempo todo em que estamos abertos, para que todos se sintam confortáveis e seguros”, disse Sébastien Bedane, gerente do restaurante.

Como um histórico restaurante parisiense adaptou seu interior para um mundo pós-coronavírus (Foto: Philippe Vaures Santa Maria)

Delloye acrescenta que o desafio era “introduzir ar fresco e controlar a circulação, mantendo o ambiente mais limpo e puro possível”. E, como explica Jouin, “nossa missão era levar o design para além da decoração. Tínhamos um problema para resolver e criamos uma solução simples e eficiente”.

Como um histórico restaurante parisiense adaptou seu interior para um mundo pós-coronavírus (Foto: Philippe Vaures Santa Maria)

Além disso, os cardápios são contactless e desinfetados a cada uso. “As pessoas estão felizes em voltar, mas, infelizmente, não temos nossos clientes habituais, que são (principalmente) estrangeiros. Estamos esperando por eles!”, observa Bedane.

Como um histórico restaurante parisiense adaptou seu interior para um mundo pós-coronavírus (Foto: Philippe Vaures Santa Maria)

“A pandemia levou todos a questionar o que mudará em seus respectivos setores”, disse Ducasse. “A inovação desenvolvida para o Allard traz uma contribuição importante para essa questão. Abre o caminho para a concepção de ambientes seguros que também sejam agradáveis e amigáveis”.

Via Architectural Digest 

Editora Bari Weiss do New York Times se demite e diz que jornal ‘tem o Twitter como editor definitivo’

Bari Weiss, jornalista da seção de Opinião, era criticada internamente por posições polêmicas

A sede do New York Times, em Manhattan
A sede do New York Times, em Manhattan – Johannes Eisele – 30.jun.20/AFP

Bari Weiss, jornalista da seção de Opinião do New York Times, deixou o jornal nesta terça-feira (14). Em uma longa carta na qual explica a decisão, ela criticou a empresa por não protegê-la do “bullying” constante dos colegas e disse que a Redação “tem o Twitter como seu editor definitivo”.

Weiss escreve que foi contratada em 2017 para trazer ao New York Times vozes que não costumavam aparecer nas páginas da publicação, como as de escritores iniciantes, centristas e conservadores.

Isso porque o jornal havia fracassado no ano anterior em antecipar a eleição de Donald Trump e creditava a falha à falta de pluralidade nas opiniões veiculadas.

Mas, segundo ela, foi chamada de nazista e racista pelos colegas ao tentar trazer as opiniões “politicamente incorretas” ao Times.

“Artigos que seriam publicados facilmente, há apenas dois anos, agora colocam um editor em sérios problemas, se não fora do jornal. E se uma reportagem é considerada suscetível de inspirar reação interna ou nas mídias sociais, o editor evita divulgá-la”, afirma a jornalista. “O Twitter é o editor definitivo do jornal.”

Em um comunicado, Eileen Murphy, porta-voz do New York Times, respondeu que o jornal “está comprometido em promover um ambiente de diálogo honesto e empático entre colegas, em que o respeito mútuo é exigido de todos”.

Kathleen Kingsbury, editora interina de Opinião do jornal, agradeceu a contribuição de Weiss à Redação e afirmou que está pessoalmente comprometida em garantir que o jornal continue a publicar “vozes, experiências e pontos de vista de todo o espectro político”.

Segundo o jornal, Bari vinha sendo criticada por suas opiniões e declarações polêmicas sobre aspectos dos movimentos sociais identitários que têm se fortalecido nos últimos anos.

Um caso emblemático foi o do artigo assinado pelo senador americano Tom Cotton, que pedia a intervenção das Forças Armadas para conter os protestos contra a morte de George Floyd, homem negro assassinado por um policial branco no final de maio.

O texto recebeu quase 2.400 comentários, a maioria dos quais negativos, e parte da Redação do jornal reagiu formalmente, com uma carta assinada por cerca de mil funcionários.

No Twitter, Weiss descreveu a turbulência dentro do New York Times como “uma guerra civil” entre jornalistas de diferentes gerações.

Muitos membros da Redação contestaram a publicação, que consideraram inadequada por deturpar as preocupações dos colegas.​ ​