Prada Fall/Winter 2020 Women’s and Men’s Advertising Campaign – Tools Of Memory

A campanha # PradaFW20 é proposta não como imagens inertes, mas como uma ação – um leilão on-line em colaboração com a #Sothebys, realizado no outono de 2020.

Os recursos gerados serão doados para beneficiar os projetos educacionais da #UNESCO, expandindo a inclusão na educação das populações vulneráveis ​​em todo o mundo. Os artefatos do leilão são retirados dos universos dos desfiles masculinos e femininos da Prada Outono / Inverno 2020: itens de moda, além de impressões fotográficas, convites para shows, peças retiradas da decoração da passarela.

Fotógrafos de bastidores: Daniel Arnold, Gigi Hadid, Phil Meech, Kevin Tachman
Diretor criativo e filme: Ferdinando Verderi
Trilha sonora: Frédéric Sanchez

Jil Sander Spring/Summer 2021

MILANSPRING/SUMMER.

Jil Sander unveiled its Spring/Summer 2021 collection during the Milan Digital Fashion Week.

WandaVision deve manter data de estreia para 2020

Série do Falcão e Soldado Invernal foi adiada, mas estúdio pretende manter história de Wanda e Visão este ano
CAMILA SOUSA

Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen)

Com o adiamento da estreia de Falcão e o Soldado Invernal, que tinha lançado previsto para agosto, fãs da Marvel ficaram preocupados com o lançamento de WandaVision, outra produção da Marvel/Disney+ marcada para 2020. Porém, apesar da pandemia do coronavírus, a produção continua marcada para este ano.

A informação foi divulgada pelo Deadline, que não deu maiores detalhes. A série que reúne a a Feiticeira Escarlate (Elizabeth Olsen) e o Visão (Paul Bettany) não tem uma data de lançamento certa, mas já tinha terminado suas gravações quando a pandemia foi decretada. Recentemente a atriz Kathryn Hahn (I Know This Much Is True) disse que a 1ª temporada passará por refilmagens, o que indica que a Marvel está confiante que conseguirá finalizar tudo até dezembro.

Não há detalhes sobre a história de WandaVision, mas a trama parece ser inspirada no arco dos quadrinhos Dinastia M, em que a Feiticeira cria realidades paralelas “perfeitas” para ela e outros membros dos Vingadores. Por enquanto a única certeza é que a série terá ligação direta com Doctor Strange in the Multiverse Madness, novo filme do Doutor Estranho, atualmente com lançamento marcado para 25 de março de 2022.

Photographer David Roemer for Madame Figaro with Hannah Ferguson

Photography: David Roemer at Atelier Management. Stylist: Julie Gillet. Hair: Romina Manenti at Home Agency. Makeup: Deanna Hagan at Bridge Artsits. Model: Hannah Ferguson at IMG.

Como foi feita a cena de luta entre Charlize Theron e Kiki Layne em The Old Guard | Netflix Brasil

A diretora Gina Prince-Bythewood, no centro, conversa com as atrizes KiKi Layne e Charlize Theron.

Chamei Charlize Theron e Kiki Layne pra contar os segredinhos dos bastidores de uma das cenas mais incríveis de The Old Guard. Nesse Antes e Depois do Corte fica claro que não é moleza gravar um filme, principalmente um filme de ação com lutas num avião.

Quatro guerreiros com o dom da imortalidade protegem a humanidade há séculos. Mas seus misteriosos poderes viram alvo de ataque quando outra imortal entra em cena.

Masp demite 29 funcionários por causa da paralisia das atividades

Foram cortados 21 empregados contratados em regime CLT, dispensados oito estagiários e mantidas as programações de exposições nacionais até 2023

Crise. Museu demitiu por causa da paralisia Foto: MASP

Museu de Arte de São Paulo, Masp, fez uma demissão de 29 funcionários, incluindo 21 contratados em regime CLT e dispensa de oito estagiários, segundo confirmou ao Estado uma fonte ligada à entidade. Os cortes representam cerca de 13% do efetivo que trabalha em um dos mais importantes museus de São Paulo. A paralisia de mais de quatro meses das atividades em virtude da quarentena teria sido um agravante para os cortes do museu, que tem parte da receita proveniente da bilheteria, restaurantes e lojinha. A alta do dólar também tem um impacto na realização das exposições que chegam de fora do País. A agenda das mostras foi organizada para ter entre 2021 e 2022 o tema Histórias do Brasil, ainda em 2022 os 100 anos da Semana de Arte Moderna e, em 2023, Histórias Indígenas.

A assessoria de imprensa do Museu enviou ao Estadão um comunicado em que explica as demissões: 

Frente ao contexto bastante adverso gerado pela pandemia de covid-19, o Museu de Arte de São Paulo tem empenhado todos os esforços na redução de despesas para manter a saúde financeira e operacional da instituição. Diversos museus no Brasil e no exterior estão enfrentando dificuldades semelhantes ao MASP, como perda de receita e de público, cancelamento e adaptações na programação de exposições e cortes de orçamento.

O MASP é um museu privado e tem como fonte de receita suas operações (como ingressos, restaurante, lojas e locação de espaços para eventos e espetáculos), que estão todas paralisadas desde o seu fechamento, há quatro meses. O museu também conta com patrocínios privados que, em um momento em que a economia e as empresas enfrentam dificuldades, sofrem redução.

Tentamos manter preservados todos os postos de trabalho o máximo possível, porém, diante do extenso período em que o museu se encontra fechado e das perspectivas pouco favoráveis de retomada, tanto em termos de público como de receita, um corte das despesas com a folha de pessoal tornou-se inevitável. Por isso, o quadro de funcionários foi reduzido em 13% (21 funcionários foram demitidos, de um total de 170 colaboradores). 

Com isso, pretendemos ultrapassar esse período desafiador mantendo o equilíbrio orçamentário do MASP com uma programação de exposições e atividades culturais rica e saudável, seguindo nossa missão de manter o museu diverso, inclusivo e plural e voltar a receber o nosso público para experiências transformadoras e acolhedoras.

Alina Riabenko Exclusively for Fashion Editorials with Jane Styskun

Photography: Alina Riabenko. Styling: Helga Dubrovska. Hair & Makeup: Inna Phammm. Model: Jane Styskun.

Mark Zuckerberg nega ter ‘acordo secreto’ com Donald Trump

Rumores apontavam para um possível acordo entre o empresário e Trump, a respeito de suas publicações no Facebook

Zuckerberg rebateu as acusações de colaboração com o presidente Donald Trump e afirmou que sempre conversou com líderes políticos 

Mark Zuckerberg enfrenta mais uma polêmica envolvendo o Facebook e suas atitudes em relação à política de remoção de conteúdo na rede social. Dessa vez, boatos de que o empresário possuía um acordo com o presidente dos Estados Unidos Donald Trump vieram à tona, ao que Zuckerberg respondeu prontamente que a ideia era “ridícula”, em entrevista ao site americano Axios

O presidente executivo do Facebook tem sido muito criticado pela complacência com as publicações de Trump, que já utilizou a rede social para compartilhar mensagens de críticas aos protestos a favor dos direitos civis e com desinformações sobre o coronavírus. Pressionado por integrantes de movimentos sociais, Zuckerberg afirmou, em maio deste ano, que não era “árbitro da verdade” e manteve publicações consideradas odiosas do presidente dos EUA. 

Perguntado se tinha algum tipo de acordo com Trump, Zuckerberg disse que pensar em algo do tipo é ridículo e que sempre conversou com lideranças políticas, como faz com o atual presidente.

“Eu falo com o presidente de tempos em tempos, assim como falamos com nosso último presidente e líderes políticos em todo o mundo. Sob esse governo, enfrentamos multas recorde de US$ 5 bilhões, estamos sob investigação antitruste de várias agências e foram alvo de uma ordem executiva para retirar as proteções na Seção 230”, afirmou.

Os rumores surgiram após alguns encontros entre o empresário e Trump, inclusive um jantar na Casa Branca, além da continuidade das publicações de Trump na rede social. Zuckerberg, porém, negou que haja qualquer tipo de relação mais próxima entre eles, que pudesse apontar algum benefício nas políticas do Facebook.

“Aceitei o convite para jantar porque estava na cidade e ele é o presidente dos Estados Unidos”, disse Zuckerberg. “Pelo que vale, eu também tive várias refeições e reuniões com o presidente Obama, tanto na Casa Branca quanto fora dela, incluindo a realização de um evento para ele na sede do Facebook. O fato de eu ter encontrado um chefe de Estado não deve surpreender e não sugere que tenhamos algum tipo de acordo”.

Facebook tem enfrentando um boicote publicitário desde o começo de julho que já abrange mais de 1 mil empresas, liderados pelo movimento Stop Hate For Profit, que visa pressionar Zuckerberg e a rede social para mudar as políticas de remoção de conteúdo de ódio e desinformação. 

Aborto, maconha e lágrimas: Kanye West faz o seu primeiro comício em busca da presidência dos Estados Unidos

Em confusa conversa com apoiadores, rapper chorou ao acusar o pai de não querer que ele nascesse e disse que a marijuana “deveria ser legalizada”

O rapper Kanye West, em seu primeiro comício da campanha presidencial, domingo, em North Charleston, na Carolina do Sul Foto: RANDALL HILL / REUTERS

Duas semanas após ter anunciado que ia concorrer à presidência dos Estados Unidos, o rapper Kanye West fez este domingo, no  Exquis Event Center em North Charleston, na Carolina do Sul, o que pode ser considerado o seu primeiro comício de campanha. Fiel ao estilo que vem apresentando nos últimos anos, Kanye deu uma série de declarações polêmicas e chorou ao revelar: “Meu pai queria que minha mãe me abortasse. Minha mãe salvou minha vida. Não haveria Kanye West, porque meu pai estava muito ocupado.”

Pouco antes, em entrevista a um blogueiro chamado Kris Kaylin, Kanye explicou que viu nas iniciais S.C. de Carolina do Sul (South Carolina) um sinal de que deveria chamar o rapper Jay-Z (cujo nome de batismo é Sean Carter) para ser seu candidato a vice-presidente. Antes, ele havia anunciado uma pastora do Wyoming chamada Michelle Tidball como a sua vice. Os dois artistas gravaram um disco juntos, Kanye já acusou Jay-Z  de ter atiradores dispostos a matá-lo, mas garantiu que eles continuam “irmãos”.

Às 17h, hora local, Kanye subiu a um palco improvisado usando um colete à prova de balas e com a cabeça raspada de uma forma que se podia ler “2020”. Desde o início, ficou claro que o evento não estava bem planejado. Não havia microfone ou pódio para ele falar e seus comentários gritados eram muitas vezes abafados pelos mais exaltados na plateia.

A proposta de Kanye foi a de que os participantes compartilhassem questões que lhes eram importantes e aí ele usaria os comentários como ponto de partida para compartilhar suas próprias posições. Quando uma jovem acusou a mídia social de fazer lavagem cerebral em crianças, Kanye iniciou uma conversa sobre como os medicamentos controlados também estavam alterando a percepção da realidade entre a sociedade. Ele também se gabou dos seu QI de 132 pontos: “Tive que ir ao hospital porque meu cérebro era grande demais para o meu crânio.”

Abolicionista questionada

Em outro ponto, Kanye criticou a iconografia negra usada pelas organizações brancas, citando especificamente a histórica ativista e abolicionista americana (e ex-escrava) Harriet Tubman como exemplo. “Ela não libertou os escravos, mandou-os trabalhar para outras pessoas brancas.” Além de falar da vontade do pai de abortá-lo, o rapper revelou que inicialmente queria que sua esposa Kim Kardashian interrompesse a gestação de North, primeira filha do casal. Entre lágrimas, disse que, se não fosse por uma “visão de Deus”, ele teria permitido que seu primeiro rebento fosse “assassinado”.

Mas quando uma jovem subiu ao palco para desafiar Kanye em suas opiniões, ele garantiu que não era contra o aborto. Em vez disso, ele disse que os Estados Unidos precisam fazer um trabalho melhor apoiando as mulheres grávidas e propôs dar um milhão de dólares a cada uma delas para que não abortassem, provocando risos da platéia. O rapper ameaçou interromper seu relacionamento com a Adidas e a Gap, a menos que as empresas o colocassem no conselho consultivo. Também encorajou seus seguidores a parar de assistir pornografia e disse que, se eleito, a maconha “deveria ser legalizada”.

O clima ficou mais pesado no final do evento, quando um participante questionou uma interpretação da Bíblia feita por Kanye. Depois de permitir que mais algumas pessoas falassem, ele saiu do palco entre uma mistura de aplausos e vaias. O evento ocorreu um dia antes do prazo final para apresentação de documentos na Carolina do Sul. Para entrar na cédula do estado, Kanye precisava obter 10.000 assinaturas.

Até então, Kanye estava na cédula de apenas um estado, Oklahoma. O prazo de inclusão em vários outros estados já acabou, ou seja, se os americanos quiseram votar nele, terão que escrever seu nome no papel de votação. Um consultor anteriormente contratado por Kanye expressou dúvidas de que ele poderia participar da corrida presidencial depois que ter perdido o prazo para chegar às urnas na Flórida, uma das etapas mais importantes do país.

Amigos preocupados

Analistas disseram acreditar que a campanha de Kanye poderia prejudicar a do candidato democrata Joe Biden, especialmente nos estados mais disputados, onde Donald Trump venceu com uma margem mínima em 2016 e onde as pesquisas atualmente o colocam atrás de Biden. Enquanto isso, alguns amigos e familiares próximos ao rapper temem que ele esteja passando por mais um episódio de bipolaridade.

Em meio a tudo isso, Kanye também está aparentemente pronto para lançar um novo álbum. Em um tweet excluído publicado na noite de sábado, ele anunciou que lançará um álbum chamado “Donda” na próxima sexta-feira. Seu último álbum, “Jesus is King”, de canções gospel, foi lançado em outubro do ano passado.