Sports Illustrated escala modelo Kathy Jacobs de 56 anos e 1,60 m para edição de moda praia

Kathy Jacobs é nova modelo sênior a integrar o time da SPorts Illustrated (Foto: Reprodução)

Depois de Valentina Sampaio, que será a primeira mulher trans a estar no Swinsuit Issue da revista americana de esportes Sports Illustrated, é a vez da modelo Kathy Jacobs fazer história: ela será a primeira modelo sênior e de altura fora do padrão a posar para a revista. 

“Estou tão agradecida que eles apostaram em mim”, disse Jacobs. “Há duas coisas que você não pode mudar sobre si mesmo: sua idade e sua altura”, continuou. 

Em entrevista à Fox News, a modelo contou que largou seu emprego para viver o sonho de ser modelo. “Eu larguei meu emprego com salário mínimo há um ano. Eu limpava o chão de um bar e achei que deveria largar tudo e tentar mais uma vez. Fiz algumas fotos e mandei por aí, recebi convites para ser modelo e atriz e fui chamada para o ensaio”.

A edição original “Swimsuit” foi lançada em 1964 — mesmo ano em que Kathy nasceu. A edição especial ficou conhecida por ser uma plataforma de lançamento para modelos como Kathy Ireland, Christie Brinkley, Elle Macpherson, Kate Upton e Ashley Graham.

Kathy Jacobs é nova modelo sênior a integrar o time da SPorts Illustrated (Foto: Reprodução)
Kathy Jacobs é nova modelo sênior a integrar o time da SPorts Illustrated (Foto: Reprodução)

Ao longo dos anos, a revista — que é conhecida e criticada por apenas mostrar corpos padrões — vem se modernizando e já colocou colocando modelos plus size em seus editoriais, modelos amputados e agora toca na questão do etarismo. 

Kathy Jacobs é nova modelo sênior a integrar o time da SPorts Illustrated (Foto: Divulgação)
Kathy Jacobs é nova modelo sênior a integrar o time da SPorts Illustrated (Foto: Divulgação)

“O melhor da Sports Illustrated é que eles continuam se reinventando e reinventando qual é a sua visão da beleza”, diz Jacobs. “E eles continuam mostrando às pessoas que há mais de um tipo de beleza por aí”, finalizou. 

Valentino | Spring Summer 2020 | Full Show

Valentino Garavani | Spring Summer 2020 by Pierpaolo Piccioli | Full Fashion Show in High Definition. (Back in Time – Exclusive Video) #Throwback

Paddy Conn – Yellow Sun/Go/It’s The American Dream Acoustic/Super Human

Microsoft, Nike e Natura formam consórcio para zerar emissões de carbono

Grupo batizado de Transform to Net Zero também inclui Mercedes-Benz, Starbucks, Unilever e Danone. Aliança vai trabalhar com fundo de US$ 1 bilhão
Por Bloomberg

Satya Nadella, CEO da Microsoft: até 2050, a empresa pretende remover do meio ambiente o equivalente a todas as suas emissões desde a fundação, em 1975 (Germano Lüders/Exame)

Microsoft, Nike, Starbucks, Unilever e Danone formaram um consórcio dedicado ao compartilhamento de recursos e táticas para reduzir as emissões de carbono, reunindo esforços de algumas das maiores empresas globais que se comprometeram a tomar medidas contra a mudança climática.

O grupo, chamado “Transform to Net Zero”, também inclui a montadora Mercedes-Benz; a gigante dinamarquesa de transporte marítimo A.P. Moller-Maersk; a empresa indiana de tecnologia da informação Wipro; e a Natura. A aliança, que planeja recrutar outras empresas, vai trabalhar com o Fundo de Defesa Ambiental, sem fins lucrativos, e compartilhar informações sobre corte de emissões, investimento em tecnologia de redução de carbono e coordenação de metas de políticas públicas.

Em janeiro, a Microsoft anunciou que planeja se tornar negativa em carbono — ou seja, remover mais dióxido de carbono da atmosfera do que emite — até 2030. A fabricante de software destinou 1 bilhão de dólares a um fundo de inovação climática para investir em maneiras de reduzir e remover emissões de carbono, um dos planos corporativos mais ambiciosos. Até 2050, a Microsoft pretende remover do meio ambiente o equivalente a todas as suas emissões desde a fundação da empresa em 1975.

Amazon.com também prometeu neutralidade em carbono e recrutou outras empresas para participar. Ambas as gigantes de tecnologia foram criticadas por ativistas do clima por continuarem a fornecer serviços de computação em nuvem para grandes produtoras de petróleo e gás.

24 Hours With Ellie Goulding | Vogue

Como é um dia na vida de Ellie Goulding durante a quarentena? Começa com café à prova de balas (pesado com açafrão) e inclui um treino, um almoço elaborado feito pelo irmão chefe e um passeio rápido – e seguro – para fora.

Ellie’s latest album “Brightest Blue” is out now.

Director: Kimberly Arms
DP: Jim Petersen
Editor: Phil Ceconi

Thiemo Sander for Madame Figaro with Ophelie Guillermand

Photographer: Thiemo Sander. Styling: Cecile Martin. Hair: Christoph Hasenbein. Makeup: Maria Olsson. Model: Ophelie Guillermand.

Helena Bertho: “É importante monitorar o direito ao aborto sempre, inclusive na pandemia”

Diretora de redação da Revista AzMina, a jornalista está na linha de frente da notícia cobrindo exclusivamente as questões que tocam a vida das mulheres
NATACHA CORTÊZ

Helena Bertho (Foto: João Bertholini)

Desde que o novo coronavírus fez seus primeiros casos no Brasil, a Revista AzMina enveredou suas pautas para a cobertura exclusiva de gênero na pandemia. Todo o trabalho a partir de então tenta responder como estão as mulheres na maior crise sanitária e econômica que assola o mundo nos últimos cem anos. A primeira preocupação da riopardense Helena Bertho, 32 anos, diretora de redação da publicação (também uma organização sem fins lucrativos) foi com o funcionamento dos serviços de aborto legal em seu país – assunto que ela cobre, de forma persistente, desde os primeiros anos como repórter.

No dia 26 de março, quando o Pérola Byington, principal hospital no atendimento de aborto legal do país, interrompeu por tempo indeterminado a realização do procedimento, Helena noticiou em primeira mão. No dia 22 de abril, na véspera da votação no Supremo Tribunal Federal da ação que garantia o direito ao aborto para mulheres vítimas do zika vírus, ela publicou uma entrevista com a antropóloga Debora Diniz, autora do livro “Zika, do sertão nordestino a ameaça global” (Editora Civilização Brasileira) e uma reconhecida pesquisadoras sobre o tema, atuação que a obrigou a viver no exterior após sofrer ameaças. Em 13 de maio, a jornalista contou a história de um grupo de brasileiras que estavam com viagem marcada para interromper legalmente a gestação na Colômbia, mas foram impedidas pelo fechamento das fronteiras.

O compromisso com o tema ficou tão forte no trabalho de Helena que ele chegou a incomodar a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos do Governo Bolsonaro, Damares Alves. Declaradamente pró-vida, Damares abriu denúncia contra AzMina por conta da reportagem “Como é feito um aborto seguro?”, de 18 de setembro de 2019, assinada por Helena. “Isso porque reunimos e organizamos informações sobre aborto seguro da maior autoridade em saúde no mundo, a Organização Mundial da Saúde (OMS). Fizemos o que o bom jornalismo manda: serviço público com as melhores fontes de informação disponíveis. Tratamos a interrupção de uma gestação no campo a que ela pertence e como é encarada nos países desenvolvidos: como assunto de saúde pública. O direito d’AzMina de informar está garantido pela liberdade de imprensa e previsto na Constituição brasileira. E é essencial para o funcionamento da democracia. Não cometemos nenhum crime. Mas aborto ainda é tratado como uma questão moral e criminal”, diz ela.

Além de sofrerem a denúncia por parte da ministra, Helena e AzMina foram alvo de ataques massivos nas redes sociais. Ataques que se desdobram até hoje. Por outro lado, o caos rendeu tanto à jornalista quanto ao veículo o apoio da imprensa livre, e de plataformas como o Twitter, que se manifestou dizendo que o conteúdo sobre aborto não deveria ser excluído da plataforma não só por não violar suas políticas, mas por ser informação de utilidade pública.

Toda a situação levou Helena a depor na Comissão Interamericana de Direitos Humanos em uma audiência contra o governo por ataques à imprensa ocorrida no Haiti em março deste ano. “Insisto em cobrir aborto porque é um direito básico da que é violado em nosso país. Poder escolher quando e como ter filhos está na base de todas as outras escolhas que a mulher pode fazer. E até nos casos em que esse direito é permitido por aqui, ele vive sob ataque. É importante monitorar isso o tempo todo, inclusive em uma situação de pandemia”, conclui a jornalista.

Netflix divulga ranking das séries mais assistidas da plataforma

Lista é dividida em duas partes: séries que foram vistas por pelo menos dois minutos, e séries assistidas por pelo menos 70%

A queridinha ‘Stranger Things’ lidera a lista Foto: NETFLIX

Netflix divulgou uma lista com as séries da plataforma mais assistidas. Entre os nomes, há produções de ficção, documentários e realities. 

A lista foi dividida em duas partes. A primeira contém séries que foram assistidas por pelo menos dois minutos. São elas: The Witcher, La Casa de Papel (quarta temporada), Tiger KingVocê (segunda temporada), Brincando com Fogo, Eu Nunca…Space ForceJogo da LavaCriando Dion (primeira temporada), Casamento às CegasOzark (terceira temporada) e The Crown (segunda temporada).

A segunda classificação traz produções vistas pelos espectadores por pelo menos 70%. No top 3 ficaram Stranger Things, em primeiro lugar, The Umbrella Academyem segundo e, em terceiro, La Casa de Papel.  Veja abaixo a lista do top 10:

1º – Stranger Things

2º – The Umbrella Academy

3º – La Casa de Papel

4º – Você

5 – Sex Education

6º – Nosso Planeta

7º – Inacreditável

8º – Disque Amiga para Matar 

9º – Olhos que Condenam

10º – Elite

Assistente de voz da Amazon está causando atração em alguns homens

Uma pesquisa realizada pela empresa We Vibe mostrou que há quem fantasie sexualmente com a Alexa, a assistente de voz da Amazon
Por Rodrigo Loureiro

Amazon Echo: empresa de Jeff Bezos tem mais de 60% do mercado no segmento de caixa de som inteligente nos Estados Unidos (Amazon/Divulgação)

Até que ponto é possível manter uma relação emocional com seus computadores, celulares e outros dispositivos munidos de inteligência artificial? Para alguns homens, talvez não exista um limite tão bem estabelecido. Há quem esteja ficando cada vez mais íntimo de seus gadgets munidos por assistentes de voz.

Uma pesquisa realizada pela empresa We Vibe, que atua com a venda de brinquedos eróticos pela internet, revelou que 14% dos 1.000 internautas questionados admitem ter sentido atração pelo dispositivo controlado por voz da Amazon. Todos os entrevistados se identificam como sendo do sexo masculino.

Os resultados da pesquisa podem ser considerados um tanto enviesados. Afinal, o público ao qual o questionário se destinou já é ou teria interesse neste tipo de produto. Em uma pesquisa mais ampla e que considere apenas entrevistados que talvez tenham uma relação mais próxima com gadgets — eróticos ou não — os resultados podem ser menores.

Mas, de fato, as pessoas estão mais carentes durante a pandemia. O aplicativo Par Perfeito, por exemplo, registrou um aumento de 70% em sua base de usuários desde o início das políticas de isolamento social. Em junho, a plataforma de relacionamentos já contabilizava 30 milhões de usuários, com média de 500.000 novos entrantes por mês.

Relações explícitas?

Desenvolvida pela Amazon em 2014, a Alexa foi lançada junto com o alto-falante inteligente Echo. É uma assistente de voz controlada por inteligência artificial semelhante à Siri, presente em iPhones e iPads. Ela está disponível em todos os alto-falantes inteligentes da Amazon e tem uma versão compatível com o sistema operacional Android.

Assim sendo, ela não é e nunca será uma pessoa. Por outro lado, ela é gerenciada por pessoas reais que podem muito bem escutar o que é captado por seus microfones. Em 2019, a Amazon precisou explicar por que permitia que seus funcionários tivessem acesso às gravações de voz alheias realizadas pelos dispositivos.

Na ocasião, a companhia afirmou que o caso afetou um número “extremamente pequeno de interações de um conjunto aleatório de clientes para melhorar suas experiências.” A empresa também se defendeu dizendo que as informações capturadas são utilizadas para treinar os dispositivos de reconhecimento de afla e de compreensão de linguagem natural.

Não é um problema exclusivo da companhia de Jeff Bezos. A Apple também foi acusada de utilizar dados capturados pela Siri para realizar melhorias em seus serviços de voz. Em entrevista exclusiva para a EXAMEThomas Le Bonniec, ex-funcionário da empresa, conta os detalhes da operação e os motivos que o levaram a denunciar a prática.

A vida imita a arte (ou algo assim)

Uma paixão arrebatadora — para usar termos mais românticos — entre humanos e assistentes de voz robotizados pode ser considerada surpreendente no mundo real. O assunto, porém, já é um tema batido no universo artístico. Principalmente em Hollywood.

Há clássicos que vão desde Blade Runner (1982) até o Homem Bicentenário (1999). Mais recentemente, o longa-metragem Her (2013), de Spike Jones, explora como um escritor solitário (Joaquin Phoenix) de Los Angeles acaba se envolvendo de forma romântica com sua assistente de voz chamada Samantha. A obra foi contemplada com o Oscar de Melhor Roteiro Original.

sacai x Albert Einstein

Sacai anunciou o lançamento de camisetas e moletons com o físico teórico Albert Einstein incorporando imagens e citações dele. Originalmente exibidos na mostra Sacai Fall/Winter 2021, eles estarão disponíveis globalmente em tamanho unissex a partir de meados de julho.

Acredito em intuições e inspirações. Às vezes sinto que estou certo. Eu não sei o que sou.