Prada Fall/Winter 2020 Campaign

A campanha Fall/Winter 2020 season, da Prada é proposta como uma ação – um leilão on-line em parceria com a Sotheby’s, a ser realizado em outubro.

Os rendimentos gerados beneficiarão os projetos educacionais da Unesco, expandindo a educação para populações vulneráveis ​​em todo o mundo.

Kanye West pede desculpas a Kim Kardashian: “Sei que te machuquei”

Em crise, rapper tinha feito ataques à mulher no Twitter; ela pediu compaixão com ele, que sofre de Transtorno Bipolar

Kanye West pede desculpas a Kim Kardashian

Kanye West usou seu Twitter  para se desculpar publicamente com Kim Kardashian, sua mulher, após uma série de desabafos na rede social em que atacou a socialite e sua família. “Gostaria de me desculpar com minha esposa Kim por ter ido a público com algo que era um assunto particular. Eu não a ajudei como ela me ajudou”, disse ele, neste sábado (25), se referindo aos Stories no Instagram em que a estrela pediu compaixão e empatia para com o marido, que sofre de Transtorno Bipolar.

“A Kim quero dizer que sei que te machuquei. Por favor me perdoe. Obrigado por sempre estar comigo”, afirmou o rapper na rede social, em um tweet que logo viralizou. Em crise, Kanye passou a semana compartilhado informações pessoais da família e depois apagando alguns dos posts.

Entre outras coisas, ele disse que tenta se separar de Kim há dois anos e que ela está tentando interná-lo. O rapper também atacou a sogra, Kris Jenner, a quem chamou de “Kris Jong-Un”, comparando-a com o ditador norte-coreano Kim Jong-un e chamando a matriarca de supremacista branca.

Além disso, ele acusou a mãe de seus quatro filhos North, Saint, Chicago e Psalm, de traição.

Kanye, que quer concorrer à Presidência americana nas próximas eleições, ainda disse que o filme Corra!, onde um homem negro é vítima de uma família branca, é sobre ele.

Kim, por sua vez, usou suas redes sociais para fazer um alerta sobre saúde mental. “Nós, como sociedade, falamos em dar graça à questão da saúde mental como um todo, mas também devemos dar às pessoas que vivem com ela nos momentos em que mais precisam. Peço gentilmente que a mídia e o público nos dêem a compaixão e empatia necessárias para que possamos superar isso”, pediu ela.

Liga da Justiça | Zack Snyder mostra cena do Superman com uniforme preto

Diretor participa de painel na JusticeCon
CAMILA SOUSA

Zack Snyder mostrou a cena do Superman com uniforme preto em sua versão de Liga da Justiça. O trecho foi passado na live da JusticeCon (31:44).

A cena com o uniforme era uma das mais aguardadas pelos fãs da DC, já que nos quadrinhos o Superman se veste dessa forma quando volta à vida, mas o figurino não foi visto na versão que foi para os cinemas.

A existência do uniforme foi confirmada desde 2018, quando uma cena deletada foi divulgada na internet. O figurinista do filme, Michael Wilkinson, chegou a falar do “fascínio” que o visual provocava em todos na produção. “Quando estávamos aprontando Liga da Justiça, pareceu que seria uma escolha lógica quando ele é ressuscitado. Zack é extremamente respeitoso e apaixonado pelo Superman nos quadrinhos, e tradicionalmente quando ele volta, ele está no uniforme preto”.

A cena mostrada é curta e não está em alta resolução, mas Snyder prometeu divulgar realmente um teaser do longa no DC FanDome, evento online que será realizado pela empresa em 22 de agosto.

No mesmo evento online, Ray Fisher voltou a falar sobre Joss Whedon. O ator acusou o diretor de “postura abusiva” no set do longa após a saída de Snyder. Segundo as primeiras falas de Fisher“o tratamento que Joss Whedon deu ao elenco e à equipe no set de Liga da Justiça foi nojento, abusivo, antiprofissional e completamente inaceitável.”. Já na live, o astro afirmou que está unindo informações sobre Whedon “Há um processo que está sendo desenvolvido, neste momento, para descobrir tudo que aconteceu”, falou. “O homem está provavelmente assustado, e ele deve estar, porque nós vamos chegar no fundo de tudo que aconteceu”.

Whedon assumiu as filmagens de Liga da Justiça depois da saída de Zack Snyder da direção por problemas familiares. A reação negativa em torno do filme estimulou pedidos pela versão original do longa, já que muito material planejado pelo Snyder não entrou na versão final. Após muito tempo, a Warner confirmou o lançamento do SnyderCut para 2021 no HBO Max, streaming do grupo Time Warner.

Yanina | Haute Couture Spring Summer 2020 | Full Show

Yanina Couture | Haute Couture Spring Summer 2020 by Yulia Yanina | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)

Matt Goodman – Sinderella/Bare

The Umbrella Academy | 2ª temporada ganha pôster com clima dos anos 60

Série retorna com episódios inéditos na próxima semana
CAMILA SOUSA

Netflix divulgou um novo pôster da 2ª temporada de The Umbrella Academy, que mostra os personagens no clima dos anos 60, que é o período para onde os personagens irão nos novos episódios. 

Baseada na HQ de Gerard Way, vocalista do My Chemical Romance, com o artista brasileiro Gabriel Bá (Dois Irmãos), Umbrella Academy acompanha uma família disfuncional e afastada de heróis tendo que seu unir após a morte misteriosa de Sir Richard Haargreves, excêntrico bilionário que os adotou quando eram apenas crianças peculiares.

A primeira temporada de Umbrella Academy está disponível no catálogo da Netflix e a nova temporada estreia em 31 de julho.

Um guia para ampliar o debate no Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha

Do filme “Rainha”, de Sabrina Fidalgo, no recém-lançado Trace Brazuca ao show de Preta Ferreira no Festival Latinidades, montamos uma curadoria com o que assistir, ver, ouvir e ler nesse Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra
CLAUDIA LIMA (@CLAUDIALIMA) E LAÍS FRANKLIN (@LAISFRANKLIN)

Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Arquivo Vogue)

Neste Dia Internacional da Mulher Negra Latino Americana e Caribenha e Dia Nacional de Tereza de Benguela e da Mulher Negra, a editora Claudia Lima e a produtora de conteúdo Laís Franklin montaram uma curadoria com o que ver, assistir, ler e ouvir para ampliar o debate racial neste dia 25 de julho, data de luta e resistência que deve ser conhecida e celebrada por todos. 

Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)
Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)

1- Para assistir
O curta “Rainha”, de Sabrina Fidalgo, às 19h30, no canal de cultura afrourbana TRACE Brazuca, que tem sua estreia na TV a cabo neste sábado (25.07). Até o final de agosto, a emissora vai exibir um filme por semana da premiada diretora carioca. Os próximos títulos serão: Personal Vivator, Rio Encantado e Cinema Mudo. Vale acompanhar! 
 

Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)
Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)

2- Para ler
“O que é interseccionalidade?”, livro da colunista de Vogue Carla Akotirene lançado pela coleção Feminismos Plurais, coordenada pela filósofa Djamila Ribeiro. A obra fala sobre o feminismo negro e desfaz a ideia de um feminismo global e hegemônico como diretriz única para definir as pautas de luta e resistência. A novidade é que ele ganhará tradução para o italiano com lançamento previsto para dezembro.

Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)
Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)

3-Para assistir
A live da Vogue Brasil, às 14h, com a colunista do #VogueGente Kenia Maria, a filósofa Katiúscia Ribeiro e a cantora Mariene de Castro. O papo faz parte do nosso especial sobre o Dia Interncaional da Mulher Negra Latino-americana e Carinha. Não perca! https://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)
Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)

4- Para ouvir
O show digital do grupo cubano Krudas Cubensi, às 19h e o de Preta Ferreira (SP), às 21h, na 13a edição do Latinidades, o maior festival de mulheres negras da América Latina. É só acompanhar pelo canal do Youtube Afrolatinas. Confira abaixo a lista completa de shows deste sábado. A programação, vale lembrar, se estende até 27 de julho e está recheada de workshops, mesas e debates que ampliam vozes negras

19h – Krudas (Cuba)
19h30 – Suraras do Tapajos (PA)
20h – Haynna e os Verdes (DF)
20h30 – Anna Suav (PA)
21h – Preta Ferreira (SP)
21h30 – Bia Manicongo (PE)
22h – Brisa Flow (SP)
22h30 – Show Converse
23h – Enme Paixão (MA)
23h30 – Dj Tamy (RJ)

SERVIÇO: afrolatinas.com.br

Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)
Um guia para ampliar o debate neste Dia da Mulher Negra, Latina e Caribenha (Foto: Reprodução/ Instagram)

5- Para assistir
Atriz, cantora e ativista, Zezé Motta comanda a live em seu perfil pessoal das 16h às 17:30 que terá depoimentos de Maju Coutinho, as atrizes Camila Pitanga, Taís Araújo Juliana Alves, Isabel Fillardis, Adriana Lessa e Jessica Ellen, entre outras, sobre o papel da mulher negra hoje. A apresentação é da jornalista e influencer Luiza Brasil e da atriz Aline Dias. Durante a live, acontecerão doações para o Retiro dos Artistas, instituição da qual Zezé Motta é vice-presidente.

Loft vai operar novo fundo imobiliário de R$ 360 milhões na Bolsa

Empresa captou R$ 200 milhões em oferta privada capitaneada por XP e Itaú BBA, enquanto o restante será de investimentos próprios; recursos serão investidos em imóveis no Rio e São Paulo pelos próximos três anos

Mate Pencz é presidente executivo da Loft

A startup de compra, reforma e venda de imóveis residenciais Loft começa a operar hoje na B3 um novo fundo imobiliário. Negociado sob a sigla LFTT11, o fundo terá um total levantado de R$ 360 milhões – sendo R$ 100 milhões já investidos pela empresa e outros R$ 200 milhões captados numa oferta restrita coordenada pela XP Investimentos e pelo Itaú BBA. Os outros R$ 60 milhões serão investidos pela Loft nos próximos meses. Ao todo, os recursos serão destinados para compra de imóveis nas cidades de São Paulo e Rio de Janeiro pelos próximos três anos. 

“Calculamos que os recursos sejam suficientes para realizarmos cerca de 2 mil transações de imóveis”, afirma Mate Pencz, presidente executivo da Loft, com exclusividade ao Estadão. O valor considera o ciclo de negócios da empresa, que compra imóveis usados, reforma e os revende em sua plataforma própria – o valor das vendas é reaplicado na compra de novos apartamentos, fazendo a roda girar. “Estimamos que será possível fazer de 10 a 12 ciclos dentro desses três anos”, diz o húngaro Pencz, que viu sua empresa se tornar um unicórnio (startup avaliada em mais de US$ 1 bilhão) no início de 2020. 

O novo fundo se soma a outro já captado pela empresa no final de 2019, junto à Credit Suisse Hedging-Griffo (CSHG), no valor de R$ 270 milhões. Ao todo, a Loft dispõe de mais de R$ 600 milhões. 

Hoje, a empresa atua apenas nas duas capitais, com imóveis que variam de 25 m² a até 300 m². “Estamos já em todos os bairros de São Paulo e 14 bairros do Rio de Janeiro, mas vamos ampliar essa presença em breve”, afirma o executivo. Segundo ele, os planos de expansão para novas praças foram pausados por conta do coronavírus. “Continuamos estudando outras cidades, mas nossa chegada a novos locais vai depender bastante de como for a retomada das atividades.” 

De acordo com o executivo, uma expansão provável para os próximos meses será em áreas adjacentes às duas cidades – como na Região Metropolitana de São Paulo e em Niterói, respectivamente. Segundo ele, há uma demanda por espaços com maior metragem depois do início da pandemia. “As pessoas estão buscando mais ar livre, em bairros com preço por metro mais barato. Mas elas ainda querem ficar em regiões mais ou menos centrais, perto de serviços e de lojas, da vida que estão acostumadas”, afirma. 

Durante a entrevista ao Estadão, Pencz se mostrou confiante com a retomada do mercado imobiliário – segundo ele, a queda na taxa de juros básica, a Selic, pode ajudar o setor. Além disso, o isolamento social levou a avanços em trâmites burocráticos para venda de imóveis, digitalizando os processos. De acordo com o executivo, 10% das transações da Loft realizadas em junho serão totalmente feitas pela internet, com assinatura de contrato e matrícula online. “Antigamente, havia essa resistência com o digital, mas hoje as pessoas estão até priorizando isso”, diz. 

Desde o início da pandemia, a Loft também seguiu contratando e investindo em tecnologia – de acordo com Pencz, mais de 100 funcionários já foram contratados. Hoje, a empresa está na casa de 650 pessoas. Ele evitou, no entanto, precisar o número de funcionários que pode ter no final de 2020. “É difícil precisar porque estamos automatizando muitos processos e criando novas frentes de negócio, tanto em produtos financeiros como na área de reformas de cômodos ou casas inteiras”, afirma.

Como evitar que a internet te faça pensar que o mundo acabou

Notícias ruins e deprimente podem te viciar e fazer perder a vontade de viver; saiba como se manter informado sem passar o dia todo preso numa tela esperando o apocalipse
Por Brian X. Chen – The New York Times

O “feed apocalíptico”, ou doomscrolling, pode nos prender em notícias pessimistas e deprimentes por horas

O alarme do celular toca às 6h da manhã. Você abre alguns sites jornalísticos e o Facebook. Uma sequência de más notícias: o número de casos do coronavírus não para de aumentar. O mesmo ocorre com as mortes. As crianças não podem voltar à escola. Seu restaurante favorito segue fechado e as pessoas estão perdendo o emprego. Tudo vai mal. O mundo como o conhecíamos acabou. Quando você percebe, já são 9h da manhã. Não tomou café, nem banho e segue desesperado em frente à tela. O exercício masoquista é repetido durante o horário do almoço, e novamente antes de ir para a cama.

Essa experiência de afundar na areia movediça emocional enquanto chafurdamos em notícias pessimistas e deprimentes se tornou tão comum que a internet inventou um termo para defini-la: “feed apocalíptico” (ou doomscrolling, o hábito de rolar uma tela até as profundezas da perdição). As ordens de confinamento em casa exacerbam esse comportamento. Afinal, temos pouco mais a fazer do que olhar para as telas; alguns indicadores apontam que o tempo médio de exposição às telas aumentou pelo menos 50% desde o início da quarentena. 

Com tantas pessoas sofrendo do mesmo mal, não estamos exatamente sozinhos. Mas, combinado ao vício em telas, o feed apocalíptico pode representar um pesado fardo para nossa saúde mental e bem estar físico, de acordo com especialistas em saúde. É uma atividade que pode nos deixar furiosos, ansiosos, deprimidos, improdutivos e mais desconectados de nós mesmos e dos nossos entes queridos.

“É necessário resistir ao consumo passivo por meio das redes sociais”, disse o Dr. Vivek Murthy, ex-cirurgião-geral que já escreveu muito a respeito do impacto da solidão na saúde pessoal. “A pessoa precisa escapar do poder de atração desse vórtice. Não se trata apenas de se afastar, mas também lidar com o impacto disso para a mentalidade, que, frequentemente, dura horas.”

Calma: ainda não estamos perdidos, e há abordagens para a modificação do nosso comportamento. Podemos criar estruturas para nossas vidas e praticar técnicas de meditação também. Eis o que tem a dizer os especialistas em saúde e bem estar.

Desenvolva um plano para controlar seu tempo

Por natureza, as pessoas são consumidoras de informação, e o noticiário é como um quitute digital oferecido 24 horas por dia. Para resistir à sobrecarga de informação, podemos criar um plano para controlar o quanto estamos consumindo, semelhante à nossa forma de planejar uma dieta para perder peso, disse o neurocientista Adam Gazzaley, coautor do livro The Distracted Mind: Ancient Brains in a High-Tech World [A mente distraída: cérebros antigos em um mundo de alta tecnologia].

O primeiro passo é reconhecer o fardo que o feed apocalíptico representa para a saúde, disse Gazzaley. “É preciso entender que não queremos passar a vida como um hamster em uma roda, consumindo notícias”, disse ele. “É algo que tem um alto custo, e chega-se a um ponto em que as vantagens de ser uma pessoa mais informada são cada vez menores.”

O segundo passo é criar um plano realista ao qual possamos aderir e repetir até formar um hábito. Criar uma programação de horários é uma abordagem eficaz. Comece criando compromissos na agenda para tudo, desde as atividades corriqueiras, como sair para caminhar, até as atividades importantes, como reuniões por videoconferência.

Separe alguns momentos do dia para ler o noticiário, se precisar — e, se isso ajudar, configure um alarme para soar em 10 minutos, anunciando a hora de parar. Outro truque é usar um elástico de borracha na mão enquanto lemos as notícias. Quem achar que está sucumbindo ao feed apocalíptico deve puxar o elástico e fazê-lo estalar contra o pulso, disse o Dr. Murthy.

Também é importante repensar as pausas. Antes da pandemia, as pausas para o almoço costumavam incluir uma olhada no Facebook. Sem ter para onde ir no almoço graças à quarentena, a navegação na internet se tornou o padrão na pausa para o almoço, uma armadilha óbvia que pode levar ao feed apocalíptico. Em vez de ficar grudado na tela, dê uma caminhada em volta do quarteirão, ande um pouco na bicicleta ergométrica, prepare seu lanche preferido. Sim, é importante agendar até mesmo as pausas, disse Gazzaley.

Pratique a meditação

Exercícios de conscientização podem nos ajudar a romper o ciclo de consumo da informação e impedir que mergulhemos em um poço sombrio. A professora de meditação Sharon Salzberg, autora do livro Real Change: Mindfulness to Heal Ourselves and the World [Mudança real: a conscientização como forma de curar a nós mesmos e ao mundo], recomenda o seguinte exercício para se sentir ligado aos demais em um momento no qual não podemos ver muita gente. 

Primeiro, respire fundo e pense nas pessoas que ajudaram você no passado. Podem ser amigos, colegas, ou até os funcionários do restaurante que preparam seu pedido para viagem.

Ao imaginar essas pessoas, tente desejar-lhes algo positivo. Por exemplo: “Que sejam felizes. Que tenham paz. Que estejam em segurança. Que tenham saúde”. “É como distribuir presentes”, disse Sharon. “Uma maneira diferente de se relacionar e não sentir o isolamento.”

Mantenha contato com outras pessoas

O livro do Dr. Murthy, Together: The Healing Power of Human Connection in a Sometimes Lonely World [Juntos: o poder de cicatrização das conexões humanas em um mundo às vezes solitário], destacava a importância de passar 15 minutos por dia ligados às pessoas com quem mais nos importamos. Isso pode ajudar a nos sentirmos menos sozinhos e a resistir ao feed apocalíptico.

Mas como podemos nos ligar às pessoas quando não é fácil vê-las? No início da pandemia, muitos de nós recorreram aos aplicativos de videoconferência para manter um elo virtual com os amigos, colegas e entes queridos. Agora, passados mais de quatro meses, muitos se sentem “exaustão do Zoom“. O Dr. Murthy disse que também estava se cansando das constantes chamadas de vídeo, e começou a transferir muitas chamadas pessoais e de trabalho para o telefone durante as caminhadas, atividade que restaura a energia dele e o ajuda a manter o foco.

O Dr. Murthy também recomendou que as pessoas tentem formar um “moai”, palavra japonesa que designa um grupo de apoio social. Pode ser um pequeno grupo de amigos que se reúnem com regularidade — por celular, por chamada de vídeo ou pessoalmente a uma distância segura — e concordam em cuidar uns dos outros. Ele e dois amigos formaram um moai e, uma vez por mês, passam duas horas trocando novidades em uma conversa franca que envolve assuntos pessoais e de saúde, relacionamentos e finanças.

Mudar o próprio comportamento pode ser algo difícil de se fazer por conta própria. Assim, poderíamos até dizer ao nosso moai que desejamos escapar do feed apocalíptico, e eles podem nos cobrar isso. O Dr. Murthy disse que sua conversa no moai com os amigos estava chegando, e ele planejava falar em como pensava em desenvolver um relacionamento melhor com as redes sociais — afinal, até ele acaba absorvido pelo feed apocalíptico de vez em quando.

“A ideia de separar algum tempo para as pessoas com quem nos importamos, sejam 15 minutos ou mais, é ainda mais importante em um mundo no qual foram apagadas as fronteiras entre dia e noite, entre dia útil e fim de semana”, disse ele. / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

7 dicas de Arizona Muse para um guarda-roupa mais ecologicamente responsável | Closet Detox | Vogue Paris

Arizona Muse é uma defensora do meio ambiente e usa sua plataforma como modelo da Vogue, musa Isabel Marant e embaixadora Estée Lauder para promover um estilo de vida ecologicamente responsável. E isso inclui a moda que vestimos. A Vogue Paris pediu que ela nos desse dicas para praticar todos os dias para tornar nossos guarda-roupas mais sustentáveis, desde os materiais que deveríamos escolher, as formas que deveríamos comprar e até o tipo certo de cabide. Você está pronto para uma desintoxicação no armário?

Editor – Isabelle Pires