Rochas | Spring Summer 2020 | Full Show

Rochas | Spring Summer 2020 by Alessandro Dell’Acqua | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/Multi-Camera/Detailed – 1080p – PFW/Paris Fashion Week)

Sarah Wassall – Feel The Sunshine/Waiting For You

Photographer Dasha Parker for ELLE Bulgaria with Lydia Bielen

Photographer: Dasha Parker. Styling: Anthony Bermudez. Hair & Makeup: Virginia Le Fay. Retouch: Sande&Moore. Model: Lydia Bielen.

WOW! CHANEL: JOURNAL OF A COLLECTION! By Loic Prigent

Yessss é um documentário de alta costura!

Filmado em junho e julho de 2020, após o bloqueio na França, mas com rigorosos protocolos de saúde.
A casa de CHANEL encomendou-me três curtos vídeos em preto e branco para suas plataformas sociais. Isso nos deu acesso exclusivo e ilimitado à criação de sua nova coleção de alta costura. Este é o recorte desta experiência do meu diretor autofinanciado.
Os ateliês, Virginie Viard, as costureiras, os chefes de ateliê, os estúdios de costura, Amanda e Cris, as modelos em forma, os mágicos de bordados, Rianne e Adut, Mikael Jannson, a fotógrafa, todos nos permitem filmar seu processo e roubar café e bolos.

E, emoção, pela primeira vez, os sucessores de MADAME POUZIEUX mostram como continuam a dominar as icônicas tranças CHANEL!

Filmed with Julien Da Costa
Sound by Clément Duché
Edited by Anthony Goujjane and Konstantin Maslakov
Produit par Natacha Morice pour DERALF (Divertissant Et Révoltant A La Fois)
Contact : deralfproduction@gmail.com
Music : Audionetworks baby!

Morre Olivia de Havilland, de ‘E o vento levou’, aos 104 anos

Última sobrevivente da Hollywood clássica, atriz ganhou dois Oscar e participou de filmes memoráveis das décadas de 1930 e 1940

Olivia em foto de 1970, em Paris. Conhecida por papéis dramáticos, a atriz começou a carreira em Hollywood, como a parceira de aventuras de Errol Flynn, em filmes como “O Capitão Blood” (1935) Foto: – / AFP

Olivia de Havilland, estrela de “E o vento levou” e uma das últimas sobreviventes da era de ouro de Hollywood, morreu neste domingo (26), aos 104 anos, de causas naturais, enquanto dormia. A atriz, que nasceu em Tóquio, em 1916, e vivia em Paris desde os anos 1960, participou de filmes memoráveis das décadas de 1930 e 1940, e é dona de dois Oscar pelos longas “Só resta uma lágrima” (1946) e “Tarde demais” (1949). Foi indicada outras três vezes, por “E o vento levou” (1939), “A porta de ouro” (1941) e “Na cova da serpente” (1948).

Em “E o vento levou”, um dos maiores clássicos do cinema, ela interpretou Melanie, alvo de inveja da protagonista Scarlett O’Hara (Vivien Leigh), que cobiça o seu marido, Ashley (Leslie Howard). No decorrer da história, as rivais percebem que são mais fortes juntas, e se tornam aliadas. Recentemente, o filme, que fala sobre a Guerra Civil americana e venceu oito estatuetas do Oscar (incluindo melhor longa), foi retirado de uma plataforma de streaming após protestos contra racismo. As principais críticas foram sobre a representação de escravos conformados e heróicos proprietários de escravos.

Olivia como Melanie de 'E o vento levou' Foto: Reprodução
Olivia como Melanie de ‘E o vento levou’ Foto: Reprodução

Embora tenha ficado mais conhecida por papéis dramáticos, Olivia de Havilland começou a carreira em Hollywood como a parceira de aventuras de Errol Flynn em filmes como “O Capitão Blood” (1935), “A carga de cavalaria ligeira” (1936) e “As aventuras de Robin Hood” (1938). Ela também se destacou em suspenses como “Espelho d’alma” (1946), “A dama enjaulada” (1964) e “Com a maldade na alma” (1964).

Discreta na vida pessoal (ela foi casada duas vezes, com homens de fora do showbusiness, e teve dois filhos), teve um aspecto de sua vida bastante explorado pelos tabloides: a rivalidade com a irmã, a também atriz Joan Fontaine, morta em 2013. As duas teriam brigado quando Fontaine fez comentários ofensivos sobre o primeiro marido da irmã, Marcus Goodrich. No ano seguinte, quando venceu o seu primeiro Oscar (Fontaine ganhou anos antes, por “Suspeita”), De Havilland teria rejeitado as tentativas da irmã de parabenizá-la nos bastidores da cerimônia. A relação conflituosa entre elas aparece na série “Feud”, de Ryan Murphy, sobre a rivalidade entre outras duas atrizes, Bette Davis e Joan Crawford.

Cena do filme 'Tarde demais' Foto: reprodução
Cena do filme ‘Tarde demais’ Foto: reprodução

Além do cinema, ficou conhecida por derrubar o esquema através do qual os grandes estúdios de Hollywood controlavam as carreiras dos atores, ditando os papéis que deveriam interpretar. Em 1943, insatisfeita com os filmes que a Warner Bros. a enviava, a atriz processou o estúdio e venceu, livrando-se do seu contrato e estabelecendo precedente para a ratificação de uma lei trabalhista que impede relações similares entre empregados e empregadores, conhecida até hoje como “Lei De Havilland”. A atriz também se tornou a primeira mulher a liderar o júri do Festival de Cannes (1965).

Olivia de Havilland: atriz de ‘E o vento levou’, ganhou dois Oscar Foto: AFP

O último ato da carreira da atriz foi na TV, em que venceu um Emmy e um Globo de Ouro pela minissérie “Anastácia: O mistério de Ana” (1986). Seguiu atuando até 1988. Em Paris, na França, onde escolheu viver, era adorada e foi premiada com a Legião de Honra, em 2010, pelo então presidente Nicolas Sarkozy. 

Camila Coelho divulga vídeo inédito sobre epilepsia: ‘Guardei isso por muitos anos’

Influenciadora digital foi diagnosticada com 9 anos de idade, mas só aceitou a doença aos 32

A influenciadora digital Camila Coelho revela que tem epilepsia

Camila Coelho usou as redes sociais neste sábado, 25, para dar detalhes sobre seu diagnóstico de epilepsia. A influenciadora digital disse que foi diagnosticada aos nove anos de idade, porém, só aceitou a condição há seis meses, quando completou 32.

“Lutei e rejeitei a mim mesma no passado, não tinha um sentimento de pertencimento. Apenas minha família, meus amigos e aqueles que trabalham comigo sabiam dessa condição. Tomar a decisão de compartilhá-la com o mundo foi assustador. Ainda existe um estigma sobre isso”, desabafou.

Camila Coelho gravou um vídeo de quase 20 minutos explicando sobre as condições de saúde dela e como sofreu na adolescência e juventude. “Eu não podia consumir álcool. ‘Você tem problema? Você tem medo?’. Todas essas palavras, quando você é insegura, podem te machucar. O mais engraçado era que eu nem queria beber, mas queria provar para eles que eu era igual a eles. Isso me fazia sentir insegura a ponto de querer parar de tomar meus remédios. Chegou a um ponto que eu me perguntava: ‘Por que eu?’. Foi durante esses anos que eu perdi minha luz”, disse.

Ela compartilhou sobre sua atual condição e deu conselhos para os internautas que lutam para conseguir melhor qualidade de vida diante da epilepsia. “Nunca pensei que seria tão profundamente aberta sobre minha vida pessoal. Se você assiste meus stories, sabe que compartilho mais a fundo coisas pessoais, e desafios que tenho, incluindo epilepsia. Mas compartilhar todos os detalhes sobre o que me tornou mais vulnerável ao longo dos anos, em um vídeo, é um pouco assustador. Minha esperança é que compartilhando minha história, minhas lutas e desafios, eu possa ajudar aqueles que estão lutando agora, especialmente com aceitação própria e amando a si mesmos!”, conclui.

Como os leilões de obras de arte se adaptam ao isolamento social

Leilões online e aplicativos viram realidade por causa da pandemia no concorrido mercado de arte
Robin Pogrebin, The New York Times

Obra não intitulada de Jean-Michel Basquiat vendida em leilão virtual Foto: Fair Warning

Testando a ideia de que arte de primeira também pode ser vendida com um toque, na segunda-feira Loic Gouzer, ex-executivo da Christie’s, usará seu novo aplicativo para leiloar um grande desenho de Jean-Michel Basquiat, que deve ser vendido por algo entre 8 e 9 milhões de dólares.

O aplicativo, chamado Fair Warning, começou como uma brincadeira, disse Gouzer, uma maneira de se manter ocupado em tempos de lockdown e de ver se o mundo da arte iria se interessar pelas vendas online de maneira significativa. (Desde então, as casas de leilão realizaram suas primeiras – e bem-sucedidas – vendas completamente online.

A primeira obra que ele leiloou no aplicativo, um retrato de Steven Shearer chamado Synthist (2018), foi vendido a um colecionador europeu por US$ 437 mil – um preço alto para o artista – depois de uma estimativa inicial de US$ 180 mil a US $ 250 mil.

Gouzer disse que desde então vendeu mais duas obras: um body print de David Hammons, por cerca de US $ 1,3 milhão (estimada em US $ 500 mil a US $ 700 mil) e uma peça de Steven Parrino, vendida por US $ 977 mil (estimada em US $ 650 mil a US $ 750 mil).

“É realmente um experimento”, disse Gouzer, que, quando trabalhava na Christie’s, construiu uma reputação de bad boy por ter ideias de vendas pouco ortodoxas, além de obter e oferecer obras de arte caras, em especial o ‘Salvator Mundi’ de Leonardo da Vinci, por US $ 450,3 milhões, em 2017.

“A ideia era criar um sistema de leilão meio guerrilha”, disse ele, “onde você poderia começar a mover pinturas usando a nuvem em vez de locais físicos”.

Até agora, as grandes casas de leilão não pareceram se preocupar com o fato de Gouzer vir assumindo uma parte significativa de seus negócios. “A disponibilidade de apenas um lote é uma construção facilmente replicável”, disse Marc Porter, presidente da Christie’s Americas, que qualificou o aplicativo como “inteligente e inventivo”.

“O fator principal será a amplitude do público”, acrescentou Porter. “Nesse aspecto, ele vai ter de lidar com os dados mundiais nos quais as grandes casas de leilão, as feiras de arte e os grandes mercadores vêm investindo há anos”.

Os compradores devem solicitar a inscrição no aplicativo, onde são avaliados quanto à seriedade de seus lances. Gouzer está tentando impedir que especuladores apresentem ofertas com preços mais altos só para obter lucro rápido.

Ele esperava evitar as garantias – ou seja, o estabelecimento de uma oferta mínima antecipada – que se tornaram comuns nas casas de leilão. Mas disse que é uma exigência dos vendedores hoje em dia. (O Basquiat está garantido por um valor não divulgado, algo próximo ao preço da estimativa mais baixa, disse Gouzer).

O Basquiat sem título – um oil stick sobre papel preto que mede cerca de 1 metro de altura por 2 metros de comprimento – apresenta muitas das qualidades pelas quais o artista ficou mais conhecido, como “todos os rabiscos obsessivos e aquelas palavras que surgem o tempo todo, como ‘alcatrão’ e ‘amianto’”, disse Gouzer.

Ele transformou sua garagem em Montauk, Nova York, em uma sala de observação climatizada, onde compradores interessados podem ver o Basquiat a partir de quinta-feira (ele contratou segurança para protegê-lo). A peça será vendida em 30 de julho.

A essa altura, Gouzer planeja vender uma obra por semana – supondo que o inventário coopere – com leilões no app todo domingo, às cinco em ponto. As vendas são realizadas ao vivo, com o aplicativo registrando lances. Gouzer recebe uma comissão fixa de 15%.

Embora Gouzer já tenha sido inundado com lotes em potencial para o futuro, ele disse que está escolhendo e selecionando com cuidado; caso não consiga encontrar obras que satisfaçam seus padrões, simplesmente vai esperar até encontrar.

“Só coloquei obras que compraria para minha coleção invisível. Meu gosto é eclético, mas muito seletivo”, disse ele. “Não tenho pressão, porque não tenho investidores. É uma extensão da curadoria que fiz quando estava na Christie’s, mas com total liberdade”. / Tradução de Renato Prelorentzou 

Mugler | Spring Summer 2020 | Full Show

Mugler | Spring Summer 2020 by Casey Cadwallader | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)

Stephen Collins – Urban Empire
Jackson Koeper – Come Up
Darren Leigh Purkiss – Fresh Juice

Os filmes que marcaram a trajetória de Olivia de Havilland

onhecida por sua atuação em ‘…E o Vento Levou’, atriz esteve presente nas telas até 1979

Olivia de Havilland
A atriz em registro de 1970. Foto: AFP

Morreu neste domingo, 26, aos 104 anos, a atriz Olivia de Havilland, de causas naturais. Ela estava em sua casa, em Paris, onde morava há 60 anos. Abaixo, confira os filmes que marcaram a sua carreira.

Olivia em Filmes

Capitão Blood

A primeira das oito parcerias com o astro Errrol Flynn, em 1935. Baseado no romnce de Rafael Sabatini sobre o médico que, ao cabo de muitas peripécias, vira pirata. Michael Curtiz é o diretor.

As Aventuras de Robin Hood

O trio de Capitão Blood. O astro Flynn, o diretor Curtiz – aqui, numa parceria com Williaam Keighley – e Olivia como Lady Marian. O bandido da floresta de Sherwood, que rouba dos ricos para dar aos pobres. Belíssimo colorido, produção de 1938.

…E o Vento Levou

A adaptação do romance de Margaret Mitchell. Uma produção ambiciosa e um recordista de Oscars em 1939. Victor Fleming foi um dos vários diretores, mas levou o crédito e ganhou o prêmio da Academia. Hoje em dia é contestado como monumento ao racismo, mas não perdeu a força como lição de cinema narrativo. Olivia faz a doce Melanie e ficou marcada pelo papel. Opõe-se à voluntariosa Scarlett/Vivien Leigh.

Meu Reino por Um Amor

O trio Curtiz-Flynn-De Havillaand, mas dessa vez a soberana é Bette Davis, como a rainha Elizabeth I. Olivioa e ela disputam o Conde de Essex/Flynn. Indicado para quase todos os prêmios técnicos de 1940.

O Intrépido General Custer

Hoje a versão de Raoul Walsh é contestada, mas em 1941 o grande diretor inverteu a história e o General Custer, de matador de índios, virou seu defensor e a representação do herói formulado por Joseph Campbell. Olivia faz o grande amor de Custer. Ela confessou que se apaixonou por Errol Flynn, mas ele não correspondeu. Descobriu depois que estava a protegê-la. Se entrasse na vida de excessos dele, teria sido seu fim.

Espelho D’Alma

O clássico noir de Robert Siodmak, de 1946. Dark Mirror. Olivia faz gêmeas, a boa e a má. Quando se envolvem num assassinato, um médico forense tenta estabelecer qual delas matou. Perdeu a originalidade, mas não o poder de impressionar. E Olivia, em fase dupla, é ótima.

Só Resta Uma Lágrima

O primeiro Oscar, em 1947. Mitchell Leisen dirige a história da mãe forçada a dar o filho em adoção e que passa o filme acompanhando seu desenvolvimento à distância, até obter reconhecimento. Em seu agradecimento, Olivia enumerou 27 pessoas, um recorde, mais um na vida dela.

A Cova das Serpentes

O filme pelo qual Olivia gostaria de ter recebido o Oscar. Anatole Litvak dirige a história da mulher que sofre um colapso nervoso, é internada e conhece o inferno do sistema manicomial. Copa Volpi de melhor atriz no Festival de Veneza de 1948.

Tarde Demais

O segundo Oscar. Baseada na peça Washington Square, de Ruth e Augustus Goetz, a história da herdeira apaixonada por um homem que só está interessado na fortuna dela. William Wyler, mestre do realismo psicológico, é o diretor. A cena final, quando Olivia bate a porta na cara de Montgmery Clift – Too late! -, é dos momentos antológicos do cinema.

Com a Maldade na Alma

Na sequência do sucesso de O Que Terá Acontecido a Baby Jane?, Robert Aldrich ofereceu outro grande papel a Bette Davis, em 1964. Outro gran guignol. A vida inteira Charlotte conviveu com a acuisação de haver matado um homem. Agora, velha e arruinada, chega a prima Miriam/Olivia, e a verdade vem à tona.

O Quinto Mosqueteiro

O último papel de Olivia no cinema, em 1979. Depois, ela ainda fez algumas coisas para TV. A lenda por trás da história do Homem da Máscara de Ferro. Olivia faz a rainha Ana da Áustria. E Ken Annakin é o diretor.

Carlos Teixeira Exclusively for Fashion Editorials with Anastasia Filonenko

Photography: Carlos Teixeira. Styling and Creative Direction: Tania Dieospirro. Makeup: Xana Lopes. Hair Styling: Alfredo Miranda. Model: Anastasia Filonenko at Best Models.