Gucci The Ritual: The Fall Winter 2020 Campaign

“Decidi deixar as roupas viajarem em direção às casas do elenco de modelos – os personagens que incorporaram minhas histórias por anos; indivíduos que escolhi precisamente, ao longo do tempo, por sua singularidade que geralmente dá vida às minhas campanhas. Pedi-lhes que representassem a idéia que tinham de si mesmos, que se tornassem públicos, moldando a poesia que os acompanha. Eu os incentivei a tocar, improvisando com a própria vida ”Alessandro Michele não deu aos modelos da campanha Gucci The Ritual nenhum roteiro a seguir.

Creative Director: Alessandro Michele
Art Director: Christopher Simmonds
Photographer/Director: models
Hair stylist: models
Make up: models

Music credits:
“Alright” Supergrass
(Gareth Coombes, Daniel Goffey, Michael Quinn)
© 1995 EMI Music Publishing Italia Srl on behalf of EMI Music Publishing LTD
(P) 1995 The Echo Label Limited, a BMG Company, courtesy of BMG Rights Management (Italy) srl

The Sound of the Nord Wave 2 feat. J3PO – #5 Rhythmic

Este episódio final mostra diferentes patches rítmicos baseados nos recursos de arpeggiator e gate no Nord Wave 2. Todos os patches neste episódio estarão disponíveis no próximo J3PO Sound Bank para Nord Wave 2!

Esta nova série mostra a gama única de sons e capacidades do Nord Wave 2. Com um total de 5 episódios, o tecladista Julian “J3PO” Pollack baseado em LA demonstra as diferentes categorias de som, bem como camadas complexas e patches rítmicos.

Elton John celebra 30 anos de sobriedade: “Poderia estar morto”

Cantor comemorou data especial com bolo, cartões de parabéns e moeda celebratória

Elton John celebra 30 anos de sobriedade (Foto: Reprodução/Instagram)
Elton John celebra 30 anos de sobriedade (Foto: Reprodução/Instagram)

Elton John usou suas redes sociais nesta quarta-feira (29) para celebrar seus 30 anos de sobriedade. Com direito a um bolo temático e muitos cartões de parabéns, o cantora de 74 anos comemorou a data especial.

“Refletindo sobre o dia mais mágico após celebrar meu aniversário de 30 anos de Sobriedade. Muitos cartões adoráveis, flores e salgadinhos dos meus filhos, David, amigos do programa, equipe no escritório e em suas casas. Eu sou realmente abençoado. Se eu não tivesse finalmente dado o grande passo há 30 anos, eu poderia estar morto. Obrigado – do fundo do meu coração – a todas as pessoas que me inspiraram e me apoiaram nessa jornada”, escreveu ele na legenda.

Entre as fotos, Elton ainda compartillhou uma imagem da moeda de comemoração pela data, um dos símbolos mais importantes na trajetória de pessoas que lutam pela sobriedade, gravada com a frase ‘To thine own self be true’, da peça Hamlet, que significa ‘seja verdadeiro a você mesmo’ e é um dos principais lemas entre grupos de Alcóolicos Anônimos.

No passado, o cantor revelou ter começado a usar cocaína em 1974 em passou 16 anos dependente da droga e outros vícios antes de buscar um tratamento para a sobriedade.

Elton John celebra 30 anos de sobriedade (Foto: Reprodução/Instagram)
Elton John celebra 30 anos de sobriedade (Foto: Reprodução/Instagram)
Elton John celebra 30 anos de sobriedade (Foto: Reprodução/Instagram)
Elton John celebra 30 anos de sobriedade (Foto: Reprodução/Instagram)

Kristina Fidelskaya | Spring Summer 2020 | Full Show

Kristina Fidelskaya | Spring Summer 2020 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week)

Gigantes de tecnologia são postas em xeque em depoimento histórico nos EUA

Líderes de Amazon, Google, Apple e Facebook foram sabatinados durante sessão de quase seis horas sobre modelos de negócios, China e uso de dados para afetar competidores
Por Bruno Capelas e Giovanna Wolf – O Estado de S.Paulo

Da esquerda, Mark Zuckerberg, do Facebook, Sundar Pichai, do Google, Tim Cook, da Apple, e Jeff Bezos, da Amazon, responderam a perguntas dos legisladores da Câmara sobre suas práticas de negócios por videoconferência.

A indústria de tecnologia viveu nesta quarta-feira, 29, um momento histórico, com o depoimento simultâneo de Jeff BezosSundar PichaiTim Cook e Mark Zuckerberg no Congresso dos EUA. Presidentes executivos de AmazonGoogleApple e Facebook, respectivamente, eles tiveram de responder a perguntas sobre concorrência desleal, aquisições, uso de dados de clientes e competidores e até sobre hidroxicloroquina em uma sessão que durou mais de seis horas. Mais do que isso, viram seus modelos de negócios serem postos em xeque, no que pode ser o princípio de uma mudança significativa no status quo de quatro das cinco maiores empresas do setor no mundo, com valor de mercado somado que beira os US$ 5 bilhões. 

Realizado pelo comitê antitruste da Câmara dos Deputados, o depoimento foi realizado parte ao vivo em Washington e parte por videoconferência – os quatro líderes falaram à distância, com uso do software Webex, da Cisco, que não é controlada por nenhuma das quatro empresas. A sessão foi o ponto culminante de uma investigação que já dura treze meses e amealhou 1,3 milhão de documentos. “Todas essas empresas são muito poderosas. Algumas precisam ser quebradas e outras, melhor reguladas. Seu monopólio deve acabar”, disse o presidente da sessão, o deputado democrata David Cicilline, ao final de quase seis horas de falas. 

Violação

Um grupo de documentos, revelado ontem, pode mudar dramaticamente o Facebook: um conjunto de e-mails trocados por Mark Zuckerberg mostra que, antes de adquirir o Instagram, ele via o aplicativo de fotos como um competidor e, por isso, decidiu comprá-lo por US$ 1 bilhão em 2012. 

“O Instagram pode nos causar dano”, teria escrito Zuckerberg ao diretor financeiro do Facebook na época. Durante a sessão, Zuckerberg reafirmou essa visão e concedeu o mesmo status de competidor ao WhatsApp, comprado pela empresa em 2014 por US$ 19 bilhões. Feita sob julgamento, a afirmação pode colocar o Facebook em problemas, uma vez que comprar um competidor direto pode ir contra a lei de antitruste americana. “A aquisição do Instagram pelo Facebook se enquadra no que as leis foram desenhadas para prevenir. É algo que não poderia ter sido aprovado”, disse o deputado democrata Jerry Nadler, de Nova York. 

Em resposta, Zuckerberg mencionou que a aquisição não enfrentou oposição na época. Hoje, porém, o cenário mudou: o órgão está hoje analisando ativamente aquisições feitas na área de tecnologia e pode chegar a uma conclusão diferente, revertendo eventualmente as transações e transformando Instagram e WhatsApp em empresas separadas – algo que aconteceu no passado com a indústria de petróleo (Standard Oil) e de telecomunicações (AT&T). 

Durante o depoimento, o Facebook também foi acusado de usar ferramentas de vigilância como o Onavo e o Facebook Research para descobrir dados e tendências de uso de apps rivais e assim, comprá-los ou copiá-los. Em um dos momentos mais tensos da tarde, a deputada Pramila Jayapal perguntou a Zuckerberg se ele tentou clonar um produto de um rival após não conseguir comprá-lo, em uma referência ao Snapchat, cujas funções de mensagens efêmeras apareceram no WhatsApp e no Instagram depois que a empresa recusou uma oferta do Facebook. Zuckerberg negou, afirmando que “adaptou funções criadas por outros”. A deputada respondeu: “lembre-se que você está sob juramento”, dando a entender que ele estaria mentindo e poderia ser incriminado por isso. 

Uso de dados

Outro tema bastante presente durante o julgamento foi o do uso, pelas quatro gigantes, de dados de consumidores e concorrentes para influenciar seus negócios. A Amazon, por exemplo, foi acusada de usar dados de parceiros que usam sua plataforma para determinar que tipo de produtos a gigante deve desenvolver. 

Durante a sessão, Jeff Bezos disse que a empresa tem uma política para prevenir isso, mas não pode garantir à deputada democrata Pramila Jayapal que “a prática nunca tenha sido violada.” Bezos também foi acusado de praticar preços anticompetitivos para afetar um site rival, o Diapers.com, que vendia fraldas e produtos para bebês, antes de comprá-lo em 2010, por um preço abaixo do mercado. 

O homem mais rico do mundo, com fortuna avaliada em cerca de US$ 180 bilhões, também admitiu que constantemente vende sua caixa de som conectada, Amazon Echo, abaixo do preço de produção, e que a assistente de voz da empresa, Alexa, direciona consumidores para produtos da própria Amazon, em duas atitudes que poderiam ser caracterizadas como concorrência desleal. 

Sundar Pichai, do Google, também teve de responder a acusações sobre uso de dados de competidores. O democrata David Cicilline, presidente da comissão, começou o depoimento acusando o Google de roubar resenhas da companhia Yelp e afirmou que a empresa ameaçou retirar a Yelp de resultados de busca se se colocasse contra a prática. Pichai respondeu que preferia saber os pontos específicos da acusação. “Nós agimos de acordo com os mais elevados padrões”, disse o executivo, rejeitando a acusação.

Cicilline também citou emails de “mais de uma década” entre empregados do Google, discutindo sobre sites que estavam crescendo em tráfego. Segundo o democrata, os empregados “temiam que a competição vinda de certos sites pudessem reduzir a receita da empresa” e consideraram reduzir sua presença nos resultados da busca da empresa. 

Com presença mais discreta durante o depoimento, Tim Cook, da Apple, respondeu uma grande quantidade de questões sobre o poder que sua empresa tem com a App Store, loja de aplicativos presente no iPhone – a fabricante pode vetar apps na loja e cobra de muitos deles uma comissão de até 30% sob os pagamentos feitos por usuários. Na sessão, Cook ressaltou que a empresa veta apps para proteger os usuários e não para “retaliar”, algo que está sob investigação não só nos EUA, mas na Europa – no Velho Continente, o Spotify acusa a Apple de abusar de seu poder para ganhar espaço no mercado de streaming de música, por exemplo. 

China

Responsável por algumas das maiores empresas de tecnologia do mundo hoje, como Tencent, Alibaba e Baidu, a China foi bastante citada durante o depoimento, especialmente em tom de ameaça ao poder das empresas americanas. Quem levantou a bola foi Zuckerberg, que hoje vê seus negócios serem ameaçados por uma rede social asiática, o TikTok, da Bytedance – o CEO do Facebook defendeu que regular empresas americanas aumentaria o poder de companhias chinesas, que não se pautam por valores “americanos”, como democracia, livre concorrência e liberdade de expressão. 

Foi algo que vários deputados também levantaram como preocupação. Por vezes, porém, a discussão sobre China ganhou ares de teoria da conspiração, quando o republicano Greg Steube chegou a perguntar se os presidentes executivos sabiam de casos de roubos de tecnologia por parte do governo chinês – Pichai e Cook negaram, enquanto Bezos disse já “ter lido relatórios sobre” e Zuckerberg afirmou veementemente. 

‘Censura’ e cloroquina

Uma boa parte do depoimento realizado nesta quarta-feira, porém, não versou sobre temas de concorrência econômica, mas sim sobre liberdade de expressão e moderação de conteúdo. Diversos deputados republicanos questionaram Pichai e Zuckerberg sobre o porquê de determinados conteúdos ligados a um ponto de vista conservador são removidos ou censurados do Facebook e do YouTube, por exemplo. 

Greg Steube, da Flórida, reclamou de não poder ver um vídeo sobre médicos falando que a hidroxicloroquina seria um tratamento válido para o coronavírus. Em resposta, Sundar Pichai disse que o YouTube segue regras e orientações das autoridades de saúde para remover conteúdo que pode causar danos a quem assisti-lo – hoje, não há comprovação de que o medicamento tem eficiência alguma contra a covid-19. 

Já Jim Jordan, de Ohio, chegou a fazer Pichai prometer que não vai favorecer o democrata Joe Biden contra o candidato de seu partido, o atual presidente Donald Trump – constrangido, o presidente do Google afirmou que não favorece nenhum candidato. Na sequência, a deputada democrata Mary Gay Scanlon, da Pensilvânia, disse que iria voltar ao debate econômico e não de “teorias conspiratórias”, o que fez Jordan berrar nos microfones. O clima só voltou ao normal depois que Cicilline, presidente da sessão, pediu a Jordan para se acalmar e colocar de novo sua máscara, em um perfeito sinal dos tempos. 

Dona de Farm e Animale define preço de IPO e vai estrear na Bolsa valendo R$ 4,7 bilhões

Por Rennan Setti

Loja da Farm em Ipanema | Marcos Ramos / Agência O Globo

O grupo carioca de moda Soma, dono das marcas Farm, Animale e Maria Filó, definiu nesta quarta-feira o preço final do seu IPO (oferta inicial de ações) e vai estrear na Bolsa valendo cerca de R$ 4,7 bilhões, segundo fontes que acompanharam a operação.  

As ações vão começar a ser negociadas no segmento Novo Mercado da B3 na sexta-feira, ao preço inicial de R$ 9,90. A operação saiu exatamente no meio do intervalo de preço indicativo na oferta, que era entre R$ 8,80 e R$ 11,00.

Segundo as fontes, a demanda sólida pelas ações permitiu que a oferta movimentasse R$ 1,8 bilhão, incluindo lotes adicional e suplementar de ações.

Algumas horas antes da oferta, a demanda declarada pelos investidores era equivalente a sete vezes o tamanho do IPO — muitos gestores pedem alocação muito maior do que realmente querem, em uma estratégia para não perderem espaço. Cerca de 35% da demanda vinham de gestores estrangeiros. 

De acordo com fontes, quatro gestoras “ancoraram” o IPO — ou seja, entraram como espécie de garantidoras de que a transação teria sucesso. Entre os “âncoras” estão as cariocas Opportunity Asset e Atmos.     

Coordenaram a oferta o Itaú BBA, o JP Morgan, o Bank of America Merrill Lynch e a XP Investimentos. 

Apelo das vendas on-line  

Com as vendas nas lojas físicas abaladas pela pandemia, o grupo tentou chamar a atenção dos investidores para o desempenho on-line na crise. A participação do varejo on-line nas vendas do grupo subiu de 14% para 22% no período de 2017 a 2019 e, durante a quarentena, se tornou praticamente sua única fonte de receita.  

No ano passado, o grupo lucrou R$ 129 milhões. No primeiro trimestre deste ano, porém, registrou um prejuízo de R$ 43,5 milhões. 

Antes da oferta, aproximadamente 83% do capital da empresa estavam nas mãos das famílias Jatahy, fundadora do Grupo Animale, além de Kátia Barros e Marcello Bastos, que criaram a Farm. Com o IPO, os sócios-fundadores terão participação reduzida para cerca de 50%. 

O maior acionista individual será Roberto Jatahy, fundador da Animale e diretor-executivo do Grupo Soma, com 16,45% das ações. Na estreia dos papéis, na sexta-feira, essa participação valerá quase R$ 780 milhões na Bolsa. Assumindo que os lotes adicional e complementar foram de fato exercidos, Jatahy também embolsou R$ 122 milhões líquidos com o IPO.

‘Não vamos mudar nossas políticas por causa de anunciantes’, diz Zuckerberg

Durante depoimento ao Congresso dos EUA, presidente executivo do Facebook se demonstrou pouco disposto a atender reinvindicação de participantes de boicote
Por Bruno Capelas e Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg depôs à distância

Neste mês de julho, mais de mil empresas suspenderam seus anúncios no Facebook – incluindo nomes como Unilever, Coca-Cola e Volkswagen. O motivo é um boicote que pede que a empresa tome atitudes para evitar racismo, discursos de ódio e desinformação em sua plataforma. Mas, nesta quarta-feira, 29, o presidente executivo da empresa, Mark Zuckerberg, se mostrou mais uma vez pouco disposto a atender as reinvindicações. 

Questionado pelos deputados se não se importa com as causas de direitos civis e de desinformação, Zuckerberg disse o seguinte. “Nós nos importamos sim, mas não vamos mudar nossas políticas por causa de anunciantes”, afirmou o executivo. É uma postura que ele já havia demonstrado anteriormente em reuniões privadas, seja com funcionários da empresa ou com representantes de organizações que auxiliam as empresas no boicote, mas não de forma pública. 

Durante o depoimento, Zuckerberg fez questão de reafirmar que o Facebook “não pretende ser um árbitro da verdade” e que emprega mais de 30 mil pessoas para fazer moderação de conteúdo em todo o planeta, além de usar inteligência artificial para retirar conteúdo violento ou danoso do ar antes que ele seja publicado. 

Não pareceu ser suficiente para os deputados, que criticaram a empresa diversas vezes – pesou também o fato de que o depoimento estava inicialmente marcado para segunda-feira, mas foi adiado para que os deputados pudessem honrar a memória de John Lewis, deputado democrata morto na última semana. Lewis foi um dos principais representantes da luta pelos direitos dos negros nas últimas décadas, algo que está em linha, de certa forma, com a reinvindicação das empresas. 

Mary Katrantzou | Spring Summer 2020 | Full Show

Mary Katrantzou | Spring Summer 2020 by Mary Katrantzou | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p)

Campanha para a Cartago é a primeira produzida 100% a distância pela Batuca

Agência usa o FaceTime para contar a mudança nas rotinas de três homens com seus filhos; ação vai até o fim do ano e começa com apelo para o Dia dos Pais

        Créditos: Jorge Bispo 

Julho, 2020 – A Batuca, agência gaúcha de publicidade com oito anos de expertise no mercado nacional, lança sua primeira campanha desenhada e produzida 100% a distância. As peças foram criadas para a Cartago, marca de chinelos e sandálias masculinas da Grendene, a partir de imagens captadas pelo fotógrafo Jorge Bispo através do FaceTime, aplicativo de mensagens e ligação de vídeo da Apple. “Diante do cenário de pandemia, escolhemos fazer todos os processos da campanha de forma a respeitar e preservar o isolamento social da equipe”, explica Helena Ben, sócia e diretora de atendimento da Batuca.

A campanha será trabalhada nas redes sociais da marca, em PDVs (Pontos de Venda) espalhados pelo Brasil e, ainda, de forma global pela Grendene em seu departamento de exportação. Intitulada “Viver o presente é o que importa”, a ação será trabalhada ao longo do ano e terá início no período que antecede o Dia dos Pais, captando a essência de três homens que representam e carregam o DNA da marca. De forma intimista, mostrará a nova rotina dos três personagens com seus filhos: o cozinheiro Marcelo Schambeck, pai de dois; o fotógrafo Ike Levy, também pai de dois; e Daniel Barra, que tem uma filha.

Segundo Helena, vivemos um momento de ressignificações em que a casa se tornou o único cenário possível durante a pandemia, mudando a rotina e permitindo a reconexão com a essência familiar: “Queremos explorar a realidade de cada pai para que o consumidor enxergue a si mesmo nos momentos em família e na intimidade da casa. O espectador poderá se envolver com a história de cada família, mostrando onde os homens encontram sua verdadeira identidade”, explica a sócia e diretora de atendimento da Batuca.

Intimidade

      Créditos: Jorge Bispo  

Jorge Bispo acredita que, apesar do desafio de se trabalhar a distância com o modelo servindo como assistente técnico, a campanha, a maior que ele já trabalhou via FaceTime até agora, traz alguns diferenciais. “Todo trabalho feito remotamente é muito mais íntimo, pois entramos diretamente na casa das pessoas, o que combina com o objetivo da campanha da Batuca de acompanhar a vida real desses pais, mostrando as peculiaridades dos relacionamentos deles com seus filhos”, comenta o fotógrafo.

Também será produzido um fashion film com o making of da produção mostrando como as sandálias da Cartago estão inseridas no contexto da relação entre pais e filhos. Essa é a primeira fase da campanha que vai se estender até o final do ano. Na segunda etapa, também com o objetivo intimista de mostrar e de valorizar o “viver agora” e as relações familiares, será explorado com um olhar sobre o “Dia das Crianças”. www.agenciabatuca.com.br