Naya Rivera aparecerá em novo episódio de Sugar Rush

Netflix dedicou capítulo à memória da atriz, que morreu julho
NICOLAOS GARÓFALO

Naya Rivera on Netflix’s “Sugar Rush: Extra Sweet”Netflix

Naya Rivera, morta em 13 de julho aos 33 anos, aparecerá em um episódio de Sugar Rush, programa culinário da Netflix. A atriz gravou uma participação na terceira temporada da competição em fevereiro, pouco antes da paralisação causada pelo coronavírus (via Deadline).

Courtesy of Netflix

Rivera aparecerá como jurada convidada de Sugar Rush, ao lado de Hunter MarchCandace Nelson e Adriano Zumbo, jurados tradicionais da série. Antes do capítulo, que será liberado em 31 de julho, a Netflix exibirá um texto dedicado à memória da atriz.

A terceira temporada completa de Sugar Rush será liberada amanhã na Netflix.

Daniele Da Mata: mix de azul nos olhos e boca ainda mais volumosa

A maquiadora criou um look que remete a tranquilidade e colocou em evidência suas características de mulher negra
PAOLA DEODORO

Daniele Da Mata – Beleza – O novo espelho (Foto: Autorretrato)

Os tempos de pandemia abriram novos olhares para o entendimento e percepção sobre a beleza. E muita coisa já começou a mudar. Para colocar ordem nesses pensamentos, abrimos uma conversa entre maquiadoras com estilos e caminhos diversos. Em autorretratos, fotografaram a maquiagem que mais reflete o que andam sentindo ultimamente. O papo começa com Daniele Da Mata, especialista em maquiagem para pele negra. “Durante o isolamento estamos ficando mais conscientes em relação à saúde da nossa pele, com o interesse pelas rotinas de skincare. E sinto também que existe um movimento em busca de produtos com fórmulas limpas, livres de ingredientes que intoxicam o nosso organismo”, reflete.

A maquiagem de Da Mata
“Toda vez que eu me sinto perdida eu uso azul porque ele me deixa tranquila, e era isso que eu queria trazer: tranquilidade. Então peguei todos os produtos azuis que eu tinha no meu acervo! Passei uma sombra cremosa da Bruna Tavares e fui pincelando os pontinhos do olho com um delineador azul da Fenty Beauty, para dar um contraste. Alternei entre o azul escuro e azul esverdeado. Confesso que não acreditei muito na maquiagem no começo, achei que estava ficando estranho. Mas fui seguindo meu feelling, ouvindo música e construindo a make. Depois só passei máscara. Queria que as pessoas não achassem difícil. Eu gosto de fazer maquiagens que as pessoas consigam reproduzir, se sintam bonitas, como eu estava me sentindo naquele momento. Também estou em um momento de reforçar as minhas características de mulher negra. Nossos lábios geralmente são escuros, difíceis de cobrir com batom. Então quis intensificar essa característica dessas nossas bocas negras carnudas. Mantive as laterais da boca mais escuras, como de fato são, e usei muito, mas muito gloss para ficar com os lábios maiores ainda! E fiz uma pele sequinha, com iluminador, para dar o efeito glow sem deixar a pele oleosa, que é sempre uma grande questão para pele negra”https://b1dff6eca44200ae044f4550728d00a5.safeframe.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

Nécessaire:
base Nyx Cosmetics
corretivo SmashBox
pó solto Laura Mercier
Paleta de contorno Dior Makeup
blush Negra Rosa
sombra cremosa Bruna Tavares
delineador liquido Fenty Beauty 
lápis de boca marrom Urban Decay
batom Nars
gloss Mayoré Beauty

Com mais um vídeo cheio de emoção, Nike divulga terceira parte de “Nada Pode Parar a Gente”

Atletas de elite e amadores dão prosseguimento à celebração do esporte como fonte de inspiração
Por Soraia Alves

Nike divulgou o terceiro vídeo de sua mega campanha “Nada Pode Parar a Gente”lançada em abril. Neste terceiro filme vemos atletas de elite como Megan Rapinoe, LeBron James, Naomi Osaka, Cristiano Ronaldo, Serena Williams, Colin Kaepernick Kylian Mbappé ao lado de diversos atletas amadores na peça que dá prosseguimento à celebração do esporte como fonte de inspiração.

Narrado por Megan Rapinoe, melhor jogadora de futebol do mundo, o vídeo traz a tela dividida de forma dinâmica em 36 pares de atletas, relacionando os movimentos cinéticos de uma modalidade com os de outra. A montagem é fruto de uma pesquisa com mais de 4 mil sequências separadas, e o resultado ressalta as similaridades compartilhadas por atletas de todo o mundo.

Na versão original, em inglês, o vídeo tem 1 minuto e meio. A versão com legenda em português ficou um pouco menor, com 1 minuto.

O fechamento de academias e estádios não impediu os atletas de continuarem avançando e usando suas respectivas plataformas para impulsionar mudanças. O esporte nos ensina o que é um jogo equilibrado – e nos lembra que é possível, sim, criar um futuro melhor.

“Embora alguns jogadores estejam retornando aos campos e quadras, não vamos voltar à antiga normalidade”, diz Megan. “Temos de continuar reimaginando o mundo e fazendo dele um lugar melhor. Muita gente está indo às ruas, erguendo a voz, e essas vozes estão sendo ouvidas. Convido as pessoas a usarem a energia deste momento e a não desistir. Batalhar por mudanças é uma responsabilidade de todos nós”.

No Brasil, a Nike tem apoiado iniciativas e organizações comunitárias para inspirar e promover acesso ao esporte para crianças há mais de 15 anos. Por meio do compromisso “Feito Pra Jogar”, para mover crianças e a crença no poder do esporte para mover o mundo para frente, a Nike é parceira desde 2007 da Rede Esporte pela Mudança Social (REMS) que beneficia mais de 300 mil pessoas anualmente com 136 organizações sociais em todo o Brasil, como Instituto Esporte & Educação, Instituto Bola Pra Frente, Instituto Janeth, Vida Corrida e Social Skate. Saiba mais em: https://www.nike.com.br/feitoprajogar

Empregados da Apple nos EUA não mais voltarão a trabalhar presencialmente em 2020

Essa já era prevista, mas agora está confirmado: ao menos nos Estados Unidos, empregados da Apple continuarão trabalhando das suas casas ao menos até o fim do ano.

A informação foi revelada por Tim Cook em uma entrevista à Bloomberg1 realizada logo antes da conferência de resultados financeiros da Apple, que está em curso neste exato momento. O CEO da Apple afirmou o seguinte:

Nós estendemos o prazo para que nossos funcionários nos EUA voltem aos escritórios para o início do ano que vem. Para irmos além disso, dependemos do sucesso de uma vacina, do tratamento e das condições de cada local.

De acordo com Cook, o processo de reabertura dos escritórios da Apple ocorrerá de uma forma parecida com as lojas da empresa, num movimento de “sanfona” — isto é, os espaços poderiam abrir e fechar novamente repetidas vezes, dependendo da taxa de contaminação e das orientações governamentais de cada local.

Com isso, a Apple torna-se uma das últimas gigantes tecnológicas a estender o home office até o fim de 2020 nos EUA: Facebook e Google já tinham anunciado algo similar, enquanto Twitter e Square afirmaram que seus empregados poderão adotar o trabalho de casa permanentemente, se assim preferirem.

A situação é diferente no resto do mundo, entretanto: é provável que os funcionários da Apple na Europa voltem ao trabalho presencial antes do fim do ano, considerando que o Velho Mundo tem lidado melhor com a pandemia do novo Coronavírus (COVID-19) e já vê uma boa redução na taxa de contaminados. Quanto ao Brasil, bom… é provável que ainda tenhamos de esperar um bocadinho. Vamos ver. [MacMagazine]

Miranda Kerr e Lily Aldridge conversam sobre ioga, primeiros encontros e cortes de cabelo | Vogue Paris

A modelo que virou empresária Miranda Kerr chama sua amiga e colega supermodelo Lily Aldridge de casa para conversar sobre a vida em confinamento, bem-estar e a história de como elas se conheceram em Paris, neste episódio de On The Sofa da Vogue Paris. Enquanto se recuperam, Kerr revela que seu primeiro encontro com Evan Spiegel, agora marido, foi uma aula de ioga, e ambos discutem como cabeleireira durante o confinamento – com resultados mistos.

Dona do Google, Alphabet registra primeira queda de receita na história

A queda em meio à pandemia do novo coronavírus era espera pelo mercado

Sundar Pichai, presidente executivo da Alphabet e do Google

Alphabet, holding que controla o Google, registrou pela primeira vez na história uma queda de receita: no último trimestre, a empresa teve receita de US$ 38,3 bilhões, uma diminuição de 2% em relação ao mesmo período do ano anterior, quando registrou US$ $38,9 bilhões. Os resultados financeiros da Alphabet do segundo trimestre foram revelados nesta quinta-feira, 30, e, apesar da diminuição da receita, as ações da companhia tiveram pouca variação após o fechamento do pregão (um aumento de cerca de 0,5%). 

A queda era esperada pelo mercado: analistas da Refinitiv estimavam uma diminuição de 4% na receita. Além disso, no primeiro trimestre, a empresa alertou que esperava que a pandemia impactasse seus resultados. 

“Estamos trabalhando para ajudar pessoas, empresas e comunidades em tempos de incerteza”, disse Sundar Pichai, presidente executivo da Alphabet e do Google, em comunicado nesta quinta. “À medida que as pessoas recorrem cada vez mais aos serviços online, nossas plataformas, desde Cloud, Google Play e YouTube, estão ajudando nossos parceiros a fornecer serviços importantes e a apoiar seus negócios”. 

De fato, a receita de anúncios do YouTube cresceu de US$ 3,6 bilhões no segundo trimestre em 2019 para US$ 3,81 bilhões neste ano. A demanda pelos serviços, entretanto, não foi suficiente para garantir o aumento de receita, já que os anunciantes estão enfrentando dificuldades financeiras por conta da pandemia — dentro disso, os orçamentos de marketing geralmente são os primeiros a serem prejudicados, especialmente por grandes clientes, como mecanismos de busca de viagens, companhias aéreas e hotéis.

No período em questão, o lucro líquido registrado foi de US$ 6,9 bilhões, uma queda em relação ao ano anterior, quando o número foi US$ 9,9 bilhões. 

A queda na receita foi a primeira desde que a empresa abriu capital em 2004, quando ainda era identificada apenas por Google. Cerca de 80% da receita da Alphabet vem de anúncios. / COM REUTERS

Por que a coleção tributo da Versace Spring 2018 é o melhor show de todos os tempos | Vogue

Um olhar de perto em um show de homenagem que celebrou a história ao fazê-la. Donatella Versace decidiu homenagear seu irmão Gianni e alguns de seus shows extraordinários do passado, criando uma ode incrível a alguns dos mais emblemáticos destaques da cultura pop da marca. Donatella Versace, Mayowa Nicholas, Kaia Gerber e muito mais avaliam este memorável programa Ready-to-Wear.

Diretor: Kimberly Arms & Max Bartick
Produtor: Naomi Nishi
Editor: Victoria Mortati

iPhone ‘mais barato’ e serviços ajudam Apple em meio à quarentena

Os resultados mostram que a Apple continuou entregando aparelhos e serviços aos consumidores, mesmo com o fechamento de lojas em alguns mercados

Categorias como iPads e Macs também cresceram

Mesmo em meio à pandemia, a Apple registrou uma receita de US$ 59,7 bilhões no segundo trimestre, um aumento de 11% em relação ao mesmo período do ano anterior. O crescimento foi impulsionado principalmente pelas vendas do iPhone SE, o celular mais simples da empresa, lançado em abril, que custa a partir de US$ 399 nos Estados Unidos, e também pelo setor de serviços. Os resultados foram divulgados nesta quinta-feira, 30, e as ações da companhia subiram cerca de 5% após o fechamento do pregão. 

A receita espera por analistas era US$ 52,3 bilhões. As vendas de iPhone também superaram em US$ 4 bilhões a expectativa, com receita de US$ 26,4 bilhões. Em entrevista à agência de notícias Reuters, o presidente executivo Tim Cook disse que, após interrupções em abril, as vendas começaram a aumentar em maio e junho, impulsionadas pelo que ele chamou de um lançamento “forte”: o iPhone SE.

Os resultados mostram que a Apple continuou entregando aparelhos e serviços aos consumidores, mesmo com o fechamento de lojas em alguns mercados nos Estados Unidos. Além do iPhone, outras categorias, como iPads e Macs, cresceram no período. Cerca de 60% das vendas da empresa hoje são de mercados internacionais. 

Além disso, o setor de serviços da Apple teve bons resultados — a área engloba, por exemplo, a loja de aplicativos App Store, o serviço de armazenamento na nuvem iCloud e o streaming de música Apple Music. Os serviços tiveram receita de US$ 13,1 bilhões no segundo trimestre, um aumento em relação ao mesmo período do ano anterior, quando a empresa registrou US$ 11,4 bilhões. 

Atraso

Durante conferência sobre os resultados financeiros do segundo trimestre, Luca Maestri, diretor financeiro da Apple, disse que, em 2020, os iPhones, que tradicionalmente são lançados em setembro, chegarão “algumas semanas depois”

Com o atraso, a receita que geralmente chega à Apple em setembro deverá aparecer apenas no último trimestre do ano. Por outro lado, o anúncio mostra aos investidores que o atraso será apenas de algumas semanas, acalmando os ânimos do mercado, que temia que a empresa pudesse adiar em demasia o lançamento – todo ano, o novo iPhone é esperado não só por suas funcionalidades, mas também por ser ainda o principal produto da fabricante de Cupertino./ COM REUTERS

Com receita em alta, Facebook bate marca de US$ 700 bi em valor de mercado

Expectativa era de que empresa seria bastante afetada durante o período mais crítico da pandemia, com anunciantes batendo em retirada, mas faturamento subiu 11% entre abril e junho de 2020
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg 

Facebook surpreendeu o mercado nesta quinta-feira, 30: ao apresentar seus resultados financeiros para o segundo trimestre de 2020, período marcado pelo isolamento social em diversos países, a companhia demonstrou uma alta na receita de 11%, no total de US$ 18,7 bilhões. O número foi além das expectativas de Wall Street, que esperava crescimento de receita na casa de 2,5%, uma vez que muitos anunciantes decidiram cancelar campanhas em meio à crise econômica causada pelo novo coronavírus. O bom desempenho levou as ações da rede social a subirem 8% após o fechamento do pregão e fizeram o Facebook passar a valer mais de US$ 700 bilhões. 

“Ficamos felizes de apoiar pequenos negócios durante esses tempos de desafios”, disse Mark Zuckerberg, presidente executivo do Facebook, na carta a acionistas. Os resultados também mostram que teve pouco efeito o boicote de grandes anunciantes ao Facebook, pedindo mudanças na postura da rede quanto ao combate a discurso de ódio e desinformação. “Nas três primeiras semanas de julho, a receita também cresceu cerca de 10% e esperamos que a performance do trimestre atual seja parecida”, afirmou a companhia. 

A companhia também apresentou atualização no número de usuários da rede social e de sua família de aplicativos. Ao todo, 2,7 bilhões de pessoas utilizam mensalmente o Facebook, em alta de 12% contra junho de 2019. Além disso, 3,14 bilhão de pessoas usam pelo menos um dos apps da empresa (em grupo que também inclui o WhatsApp, o Instagram e o Facebook Messenger) ao menos uma vez por mês. Já o número de pessoas que usam diariamente a família de apps do Facebook é de 2,47 bilhões de pessoas.   

Já o lucro líquido do Facebook ficou na casa de US$ 5,2 bilhões, um crescimento considerável na comparação com os US$ 2,62 bilhões do 2º trimestre do ano passado. O valor de 2019, no entanto, inclui uma multa de US$ 2 bilhões à Comissão Federal do Comércio dos EUA (FTC, na sigla em inglês), referente ao caso Cambridge Analytica.