Quarentena faz a busca por chinelo aumentar em 58%. Marca brasileira é a mais desejada

Marca brasileira tem aumento de 89% de busca em um mês
MARIE CLAIRE

Buscas por chinelos de dedo têm aumento de 58% na quarentena (Foto: Getty)

Depois de divulgar a lista dos produtos mais desejados dos últimos três meses, a plataforma Lyst, que monitora buscas de artigos de moda no mundo trouxe outro dado a interessante: a quarentena fez o interesse global por chinelos de dedo de borracha aumentar em 58% desde junho. A demanda por Havaianas, a marca de chinelos brasileira mais conhecida no mundo, cresceu 89% na comparação mês a mês.

A quarentena trouxe uma nova perspectiva sobre se vestir e viu o boom das roupas confortáveis, com designs mais largos, tecidos macios e leves como algodão e tricô. Nos dois últimos rankings de roupas e acessórios mais desejados feito pela Lyst, que englobam os dois últimos trimestres, esse interesse por conforto já estava evidente. As papetes de design ergonômico típicas da marca Birkenstok se tornaram o sapato mais querido do período e agora competem com os chinelos de dedo conforme as temperaturas aumentam no Hemisfério Norte.

Look confortável com chinelo (Foto: Pinterest)
Look confortável com chinelo (Foto: Pinterest)

Não foi apenas a pandemia que trouxe de volta os chinelos de dedo para o radar da moda. As sandálias surfaram numa onda de design confortável que é pilar da moda nórdica. Misturando peças high fashion com itens cotidianos tal como o chinelo de dedo, influencers durante as últimas semanas de moda de Copenhague combinavam as sandálias de borracha com vestidos vaporosos e longos — outro item que vem reinando unânime nas araras das marcas de luxo até o fast fashion. 

E se antes os chinelos ficavam relegados às férias e finais de semana, agora eles ocupam um espaço no dia-a-dia, tornando-se parte do armário do home office. 

Chinelo de borracha virou hit entre as nórdicas (Foto: Imaxtree)
Chinelo de borracha virou hit entre as nórdicas (Foto: Imaxtree)

Site francês resgata repertório de mais de 700 compositoras de música clássica

De Francesca Caccini no século XVII à Camille Pépin, no XXI, uma plataforma digital resgata as obras de mais de 700 compositoras para redescobrir artistas que estão sumidas há muito tempo
AFP

Apelidada de ‘Demandez à Clara’ (Pergunte a Clara, em tradução do francês), em referência à pianista e compositora Clara Schumann, plataforma resgata a presença feminina na música clássica Foto: Reprodução

De Francesca Caccini no século XVII à Camille Pépin no XXI. Uma plataforma digital resgata as obras de mais de 700 compositoras para redescobrir artistas que estão sumidas há muito tempo. Apelidada de “Demandez à Clara” (Pergunte a Clara, em tradução do francês), em referência à Clara Schumann — brilhante pianista, compositora e esposa do famoso compositor —  esta base de datos gratuita foi lançada em junho por uma equipe liderada por Claire Bodin, diretora do festival “Presenças femininas”, dedicado às compositoras do passado e do presente.

— Desde a infância, não ouvimos música de compositoras, ou ouvimos em tão poucas ocasiões que nem lembramos —  disse Bodin em entrevista à agência de notícias AFP —Aceitamos a ideia da genialidade do grande compositor, sempre um homem, sem nunca perguntar pelo repertório das compositoras —  explica.

Esta ferramenta, financiada pela Associação de Autores, Compositores e Editores de Música (Sacem), tem em seu repertório 4.662 obras de 770 compositoras de 60 nacionalidades, de 1618 a 2020. A página (www.presencecompositrices.com) planeja acrescentar mais 4.000 obras nos próximos meses, entre elas as de Hildegarde de Bingen (1098-1179), santa da Igreja católica e uma das primeiras compositoras conhecidas.

A pesquisa é feita por nome, título, instrumento, país ou época. Entre as mais antigas, estão a italiana Francesca Caccini — que seria a primeira mulher a compor uma ópera — , Isabella Leonarda e Barbara Strozzi, uma das primeiras compositoras profissionais, ou a francesa Elisabeth Jacquet de la Guerre. A plataforma tem muitas compositoras do mundo anglo-saxão “muito mais avançados neste campo”, diz Bodin.

‘Enriquecer e não reescrever’

O projeto de pesquisa de longo prazo começou em 2006 e não foi realizado porque “é uma questão da moda”, diz a pesquisadora.

— Não se trata de reescrever a história, mas de enriquecer o repertório. Não se trata de conhecê-las, escutá-las e programá-las simplesmente porque são mulheres e para ficar com a consciência tranquila, mas porque há um interesse artístico autêntico — afirma Bodin.

Para a cravista que abandonou sua carreira para se dedicar a esse projeto, a não programação de compositoras continua sendo um grande obstáculo para a divulgação de suas obras. Há uma década, ela oferece regularmente conferências sobre este assunto e são poucas as pessoas na plateia que conseguem nomear alguém além das cinco mais conhecidas: Clara Schumann, Fanny Mendelssohn, Lili Boulanger ou as contemporâneas Betsy Jolas y Kaija Saariaho.

— Só se vê a ponta do iceberg, mas mesmo entre os homens há vários compositores que mereciam ser destacados —lembra Bodin.

Previsto para março, o festival “Presenças Femininas” foi adiado para outubro, em Paris. Desde a sua criação, produziu sete obras de compositoras, entre elas uma da jovem Camille Pépin (29 anos), que tornou-se este ano a primeira compositora premiada nas “Vitórias da música clássica”.

Entrevistada pela AFP em 2019, Camille Pépin contou que era a única menina nos cursos de composição do Conservatório de Paris. “Mas hoje os professores que encontro e os jovens músicos querem que isso mude. Há preconceitos que resistem, mas estão começando a cair”, disse a musicista.

Cansado do Zoom? Empresa chamada Portl cria máquina de transmissão de hologramas

Por US$ 60 mil, dispositivo permite que os usuários conversem com um holograma em tamanho real de outra pessoa
Por Agências – Reuters

O dispositivo é de uma empresa de Los Angeles chamada Portl

Procurando uma nova maneira de se comunicar durante a pandemia? Uma empresa de Los Angeles criou máquinas do tamanho de cabines telefônicas para transmitir hologramas ao vivo para a sua sala de estar.

O dispositivo fabricado pela Portl permite que os usuários conversem com um holograma em tamanho real de outra pessoa. As máquinas também podem ser equipadas com tecnologia para permitir a interação com hologramas gravados de figuras históricas ou parentes que faleceram.

Cada dispositivo Portl tem 2,1 metros de altura, 1,5 metro de largura e qualquer pessoa com uma câmera e um fundo branco pode enviar um holograma para a máquina, no que o presidente-executivo David Nussbaum chama de “holoportação”.

“Dizemos que, se você não pode estar lá, pode se transmitir para lá”, disse Nussbaum, que anteriormente trabalhava em uma empresa que desenvolveu os hologramas de Ronald Reagan para a biblioteca do ex-presidente e do rapper Tupac Shakur.

“Somos capazes de conectar famílias de militares que não se veem há meses, pessoas de costas opostas (dos EUA)” ou qualquer pessoa em isolamento social, acrescentou Nussbaum.

A máquina custa a partir de US$ 60 mil, um custo que Nussbaum espera que caia nos próximos três a cinco anos. A empresa também planeja um dispositivo menor com um preço mais baixo que deve ser lançado no início do próximo ano.

Os dispositivos podem ser equipados com tecnologia de inteligência artificial da empresa StoryFile, com sede em Los Angeles, para produzir gravações de hologramas que podem ser arquivadas. Acrescentar isso ao dispositivo atual eleva o preço a pelo menos US$ 85 mil.

As empresas estão promovendo a máquina para museus, que podem permitir que os frequentadores conversem com hologramas de uma figura histórica, e que famílias guardem mensagens para gerações futuras.

“(Você) sente a presença deles, vê a linguagem corporal, vê todos os sinais não verbais”, disse a presidente-executiva da StoryFile Heather Smith.

“Você sente que realmente conversou com esse indivíduo, mesmo que ele não esteja lá”.

Ghislaine Maxwell teria se gabado de ter feito sexo oral em George Clooney

Ex-namorada do pedófilo Jeffrey Epstein está presa sob acusação de aliciamento de menores

Ghislaine Maxwell e George Clooney Foto: Getty

As polêmicas em torno de Ghislaine Maxwell não param de crescer. Presa sob acusação de aliciamento de menores em cumplicidade com Jeffrey Epstein, bilionário acusado de pedofilia e tráfico de menores, teria se gabado, no passado, de ter feito sexo oral com o ator George Clooney. As informações são fo jornal “The Sun” e foram obtidas a partir de relatos escritos por uma das principais testemunhas de acusação, Virginia Giuffre, abusada por Epstein quando era menor de idade.

“Uma vez, ela voltou tão boba quanto uma garota de colegial, com uma explosão de notícias”, escreveu Virginia no manuscrito “The Billionare´s Playboy Club”. “Ela amava se gabar sobre encontros com amantes. Ela fez um b**uete (sexo oral) n George Clooney no banheiro de um evento qualquer.”

Nâo se sabe exatamente quando isso aconteceu, e o jornal deixa claro que, nos escritos de Virginia, não há nenhuma menção de queo ator estivesse envolvido nos esquemas crimonosos do casal.

Entenda o caso

O bilionário americano Jeffrey Epstein foi preso em julho de 2019 acusado de abusar sexualmente e traficar menores de idade, depois de um longo vai e vem de investigações. Cerca de um mês depois (e antes do julgamento, onde ficaria cara a cara com várias vítimas), Epstein foi encontrado morto em sua cela num centro de detenção em Nova York. A causa da morte, segundo as autoridades, foi suicídio.

Muitas das mulheres abusadas acusaram a inglesa Ghislaine Maxwell, que foi namorada do americano, de participar com ele do aliciamento. Ela, no entanto, só foi presa pelo FBI no início de julho. Em juízo, ela se declarou “não culpada”, teve o pedido de fiança negado e segue presa num centro de detenção federal em Nova York.PUBLICIDADEhttps://tpc.googlesyndication.com/safeframe/1-0-37/html/container.html

O julgamento dela está marcado 12 de julho de 2021.

Saiba o que as grandes marcas de cosméticos estão mudando em seus processos para se tornarem mais sustentáveis

NATÁLIA LEÃO

Mathilde Thomas, fundadora da Caudalie, marca francesa com produtos que não contêm ingredientes de origem animal, óleos minerais e agentes poluentes. (Foto: Divulgação)

Você pagaria mais caro por um cosmético que levasse o selo de sustentável? Uma pesquisa de tendências de mercado de 2019 apontou que 54% da geração Z está disposta a desembolsar a partir de 10% a mais em produtos com atributos como cruelty free (não testados em animais), veganos, orgânicos e eco-friendly. Prova de que a sustentabilidade já está nos carrinhos virtuais dos e-commerces e nos nécessaires. Agora, as grandes labels de cosméticos de luxo correm – cada uma na sua velocidade – para se adequar.

CAUDALIE; DIOR; LANCÔME (Foto: Divulgação)
CAUDALIE; DIOR; LANCÔME (Foto: Divulgação)

A Dior Beauté reduziu o tamanho e o volume de suas embalagens. Os frascos da linha Capture Totale C.E.L.L. agora são feitos com vidro reciclável e os elementos podem ser separados (dá para desparafusar a válvula pump) para facilitar a reciclagem. Os produtos da linha ainda são livres de substâncias controversas como silicone volátil, óleos minerais e BHT. “Essas mudanças já nos ajudaram a economizar 50 toneladas de papelão. A Dior está comprometida em limitar ao máximo possível a sua pegada de carbono”, disse Edouard Mauvais Jarvis, diretor de comunicação ambiental e científica da marca à Vogue francesa. A Lancôme, do grupo L’ Oréal, tem, desde 2007, uma política de embalagem responsável, com meta de usar somente materiais de florestas com gestão sustentável e onde a biodiversidade seja protegida. “Recentemente, criamos o projeto L’Oréal para o Futuro, que destinará € 150 milhões para a regeneração de ecossistemas naturais danificados e esforços no combate às mudanças climáticas”, explica Maya Colombani – diretora de Sustentabilidade da L´Oréal Brasil. A francesa Caudalie foi além: seus produtos não contêm ingredientes de origem animal, óleos minerais e agentes poluentes como o sulfato de sódio. A marca também faz parte, desde 2012, do movimento 1% For The Planet, revertendo 1% do seu faturamento mundial anual para associações de proteção ao meio ambiente.

A história mostra que mudanças significativas de paradigmas dificilmente vêm de grandes marcas. No mercado cosmético, se por um lado a maioria não está disposta a virar seus processos do avesso pelo bem imediato do planeta, algumas estão dando passos na direção de uma produção mais sustentável. E pequenos passos dados por gigantes podem significar muito.

WELEDA (Foto: Divulgação)
WELEDA (Foto: Divulgação)

NATUREZA SELVAGEM
Você e a terra vivem em comunhão. Essa é uma das crenças máximas da antroposofia – ciência que estuda as relações entre o ser humano e o meio ambiente – e raiz da Weleda, marca suíça de cosméticos e medicamentos fundada em 1921 por Rudolf Steiner, criador da doutrina. E como transportar para 2020 uma filosofia de quase cem anos? É mais lógico que parece: “É da natureza que vem todos os insumos para os nossos produtos, por isso a preservação dela é um compromisso inerente à marca desde sua origem”, explica Maria Claudia Pontes, CEO da Weleda América Latina. A Weleda tem oito jardins próprios e mais de 50 fornecedores certificados ao redor do mundo onde são plantadas as matérias-primas. “Totalmente sustentável, esse tipo de agricultura acredita na totalidade do meio ambiente e entende que cada ser tem sua função. Por isso, em um único cultivo, há várias espécies de plantas e animais. Livre de agrotóxicos, o adubo é natural, e as plantas se misturam e garantem a vitalidade que o ambiente precisa”, completa Maria Cláudia. O que a Weleda também construiu ao longo desse século de existência foi um portfólio digno de qualquer grande marca de beleza – de cremes redutores de sinais, passando por pós-barba, óleos corporais e uma linha de cuidados com o bebê – sem abrir mão dos três pilares de sustentabilidade de seu DNA: social, econômico e ambiental.

SIMPLE ORGANIC (Foto: Divulgação)
SIMPLE ORGANIC (Foto: Divulgação)

GREEN IS THE NEW BLACK
e você já se rendeu aos produtos veganos, orgânicos, cruelty free e totalmente cool da Simple Organic, sabe que, apesar de se tratar de uma marca jovem e nacional, ela não deixa nada a desejar às grandes. A label, que já contempla linha de maquiagem completa, skincare e produtos kids se prepara para lançar um lubrificante íntimo sustentável. “É natural que aqueles que se preocupam com uma alimentação mais ‘limpa’ queiram fazer o mesmo como que usam na pele”, diz a fundadora Patrícia Lima. Em meio à pandemia, ela viu crescer sua base de clientes, o que deu ânimo extra para o plano de expansão internacional. “Ganhamos clientes preocupados com os rumos do planeta e que incluíram as compras online em seus hábitos. Agora, vamos entrar no mercado americano, onde já fomos premiados, e fortalecer nosso digital.”

Evernote, Forest e Brainly: como essas ferramentas podem ajudar nos estudos?

Ferramentas começaram a desempenhar papel central na rotina de estudos de universitários e alunos de ensino médio
Por Ítalo Lo Re – O Estado de S. Paulo

Aplicativos como Evernote, Forest e Brainly passaram a dividir espaço com computador, cadernos e caneta.

Com a pandemia do novo coronavírus, e as aulas à distância, algumas ferramentas começaram a desempenhar papel central na rotina de estudos de universitários e alunos de ensino médio. Seja para aumentar a produtividade, evitar a procrastinação ou até mesmo ajudarcom dúvidas, aplicativos como Evernote, Forest e Brainly passaram a dividir espaço com computador, cadernos e caneta.

Utilizados ou não de forma conjunta, os apps podem auxiliar no desenvolvimento de estudantes que, por conta do isolamento social, estão enfrentando dificuldades para se manterem produtivos. Conheça três dessas ferramentas e saiba como cada uma delas pode ser aplicada ao seu cotidiano.

Famoso por permitir anotações de maneira descomplicada, o Evernote é uma solução que ajuda estudantes a organizarem suas tarefas em diferentes formatos e dispositivos. Na ferramenta, é possível salvar lembretes em texto, voz, foto e até em vídeo. Além disso, a partir do momento em que o cadastro é realizado, você consegue manusear suas informações na nuvem e acessá-la diretamente do celular, computador ou tablet — tudo para tornar seu dia a dia mais dinâmico e melhorar sua produtividade.

Atualmente, o Evernote oferece três diferentes planos: Basic (que é a versão gratuita), Premium (por R$ 9 ao mês) e Business (por R$ 24 ao mês). Enquanto todaspossibilitam a criação de notas e lembretes, o diferencial das versões pagas é que elas têm conteúdo sugerido por inteligência artificial e podem ser integradas ao Google Docs. A versão Business, além disso, permite que sejam criados fluxos de trabalho para colaboração em equipe, entre outros benefícios.

Utilizado por mais de 225 milhões de pessoas ao redor do mundo, o Evernote também possibilita que arquivos — como resumos de conteúdos passados em aula — sejam compartilhados com quaisquer pessoas, mesmo que elas não estejam cadastradas na ferramenta. Se quiser testar outros apps para melhorar a produtividade, TrelloAsanaTodoist e Google Keep também são interessantes alternativas.

De que forma o Forest evita a procrastinação?

Sem dúvida, organizar as anotações de seus estudos já é um enorme salto de produtividade. Mas e se você pudesse ir um pouco além? É para isso que existe o Forestaplicativo gamificado que visa a manter o usuário focado em períodos específicos do dia. Ao trabalhar em home office ou estudar em casa, procrastinar pode ser uma tentação irresistível. Em meio a isso, o Forest funciona de forma até um pouco paradoxal: quanto menos mexer em seu smartphone, mais você avança no jogo.

Para isso, a ferramenta trabalha com a metáfora de uma floresta digital que vê sua fauna crescer à medida em que o usuário avança no game. Para isso, é necessário configurar cronômetros que vão de 10 a 120 minutos e deixar o app aberto. Então, sua árvore passa a crescer e você progride — contanto, claro, que não volte a mexer no celular. Vale destacar que o aplicativo também oferece a opção de ativar sons ambientes para ajudar na sua concentração.

Disponível como extensão do Google Chrome e em aplicativos para Android (gratuitamente) e iOS (a R$ 7,90), o Forest também tem uma parceria com a ONG Trees for the Future, que pode ser apoiada, inclusive, com moedas virtuais dos usuários do game. Até aqui, a iniciativa já ajudou a plantar mais de 800 mil árvores ao redor do mundo. Outras opções de apps para aumentar o foco — aplicando, inclusive, a famosa técnica Pomodoro, que alterna períodos de alta produtividade com momentos de descanso — são TogglFreedom e Tomato Timer.

Como sanar dúvidas com o Brainly?

Mesmo com a produtividade dos estudos em alta, é inevitável que surjam algumas dúvidas. Em meio a isso, o Brainly tem despontado como uma importante ferramenta de colaboração entre estudantes. Por meio dele, você consegue compartilhar suas dúvidas, procurar perguntas semelhantes às que você gostaria de ver respondidas e também colaborar com outros estudantes.

Se você tem interesse em fazer parte dessa rede colaborativa, basta acessar a plataforma e criar um cadastro rápido. Depois disso, pode consultar questões de diferentes áreas de conhecimento — como química, física, história, gramática, entre outras. Com o período de quarentena e a consequente adoção de aulas remotas, utilizar o Brainly se tornou uma via ainda mais recorrida para obter respostas em um curto espaço de tempo.

Com apps disponíveis em versões gratuitas para Android e iOS, o Brainly já está disponível em mais de 35 países. Para se ter uma noção do crescimento da comunidade, a ferramenta recebe mais de 200 milhões de usuários ao mês. Se suas dúvidas são mais no campo da matemática, uma ferramenta que também pode funcionar é o Mathway, que, além de dar os resultados de expressões, também explica o passo a passo tomado para o cálculo.

Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra

Com obras de arte, peças de design e cores sóbrias, apartamento em Belo Horizonte leva assinatura da arquiteta Bárbara Sales
POR RAFAEL BELÉM | FOTOS IVAN ARAÚJO

Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra (Foto: Ivan Araújo)
Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra (Foto: Ivan Araújo)

Com a saída dos filhos de casa, o casal de moradores deste apartamento de 170 m² em Belo Horizonte sentiu a necessidade de reformar o imóvel, adequando-o para a nova realidade da família. A ausência de uma sala de estar confortável e atrativa foi tida como uma das principais queixas e, logo, uma das prioridades na transformação.

O novo projeto, assinado pela arquiteta Bárbara Sales, teve como foco principal repaginar as áreas socias. Antes pouco convidativa e sem função, a sala virou finalmente um local para se estar. Baseada no estilo contemporâneo, a decoração reúne peças de design modernas e uma paleta de cores neutras e sóbrias, que deixam o ambiente menos cansativo. Em destaque, o aparador da TV foi executado em lâmina de carvalho ebanizado, mesmo elemento presente nos pórticos que emolduram o apartamento. 

Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra (Foto: Ivan Araújo)
Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra (Foto: Ivan Araújo)
Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra (Foto: Ivan Araújo)
Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra (Foto: Ivan Araújo)
Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra (Foto: Ivan Araújo)
Décor do dia: sala de estar com estilo contemporâneo e paleta neutra (Foto: Ivan Araújo)

“Toques de cores sóbrias e aconchegantes colorem de maneira elegante e ajudam a ressaltar a atmosfera de integração criada entre os elementos de cada espaço”, explica a arquiteta. “Móveis contemporâneos de designers brasileiros, como Jader Almeida e Sérgio Rodrigues, e arte de designers mineiros combinada com adornos que são parte da história da família dão o toque final da decoração, aliando afetividade ao conforto e bem estar”.