Olga Rubio Dalmau for Vogue Ukraine with Linda Novotna

Photographer: Olga Rubio Dalmau. Fashion Stylist: Emilia Teresa. Hair & Makeup: Nieves Elorduy. Model: Linda Novotna at Exit Models.

Principais jornais dos EUA criticam taxa da Apple em assinaturas digitais

Em carta aberta, jornais como The New York Times e Washington Post reclamam da postura da Apple na porcentagem retida dos valores de assinaturas; Amazon e Apple tem acordo especial que desperta o interesse desses veículos
Por Agências – Reuters

A Digital Content Next postou a carta, dirigida ao presidente da Apple, Tim Cook, em seu site

Nos Estados Unidos, as principais editoras de notícias estão criticando termos da App Store, loja de aplicativos da Apple, alegando uma posição anti-competitiva em relação ao pagamento desses veículos. Em carta publicada nesta quinta-feira, 20, alguns dos principais jornais dos Estados Unidos questionam a possibilidade de um acordo para uma taxa reduzida. 

A Digital Content Next, que representa os jornais americanos The New York TimesWashington PostWall Street Journal e outros editores, publicou a carta em seu site, dirigindo a reclamação ao presidente da Apple, Tim Cook.

A Apple geralmente recebe uma parcela que varia entre 15% e 30% dos editores de notícias para as primeiras assinaturas feitas por meio de aplicativos na loja. Entretanto, a empresa tem um acordo especial com a Amazon, que resulta em uma taxa reduzida para o aplicativo Prime Video — em uma audiência do Comitê Judiciário da Câmara no mês passado, Cook disse que essa taxa reduzida estava disponível para qualquer desenvolvedor que atendesse a certas condições.

“Os editores de notícias devem se qualificar para os mesmos termos oferecidos à Amazon para seu aplicativo Prime Video na loja de aplicativos da Apple”, sugeriu o presidente da Digital Content Next, Jason Kint, na carta direcionada a Cook. “Peço que você defina claramente as condições que a Amazon satisfez para seu acordo, de modo que as empresas membros da Digital Content Next que atendam a essas condições possam receber o mesmo acordo”

A carta cita um acordo entre o veterano da Apple Eddy Cue e o presidente da Amazon, Jeff Bezos, onde as duas empresas concordaram em um acordo de 15% de participação nos lucros para novas inscrições de clientes no Prime Video por meio da App Store. O e-mail surgiu durante a audiência do Comitê em 29 de julho.

A última carta veio dias depois que a Apple removeu o jogo Fortnite, da Epic Games, de sua loja de aplicativos por violar as diretrizes de pagamento no aplicativo, levando a Epic a abrir processos federais desafiando a regra.

A Apple e a Amazon não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

Carolina Herrera | Spring Summer 2020 | Full Show

Carolina Herrera | Spring Summer 2020 by Wes Gordon | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – New York Fashion Week)

Geoff Rana – The Wolves They Will Come/Could You Love Me Again

‘Tenet’, de Christopher Nolan, terá a missão de salvar o cinema em 2020

Filme estreará em mais de 70 países em 26 de agosto, antes da exibição nos Estados Unidos em 3 de setembro; veja o trailer
Philippe Grelard, AFP

Christopher Nolan
Elizabeth Debicki e John David Washington em cena do filme ‘Tenet’, de Christopher Nolan Foto: Warner Bros.

Sem dúvidas será a estreia do momento: o filme Tenet, com temática de espionagem e ficcção científica, do diretor de sucessos Christopher Nolan, é esperada como o messias pelas salas de cinema, fortemente castigadas pela crise do novo coronavírus. 

Essa superprodução, com um colossal orçamento de US$ 200 milhões, é a única que se atreve a ser lançada – após uma série de adiamentos – em um período conturbado como esse. A Disney, por exemplo, lançará Mulan, sua grande aposta, direto em sua plataforma de streaming.

Porém, a Warner Bros decidiu confiar em Nolan, cujos filmes – como a elogiada trilogia de Batman – renderam mais de US$ 4 bilhões. 

Tenet estreará em mais de 70 países em 26 de agosto, antes da exibição nos Estados Unidos em 3 de setembro. 

Esse filme salvará o cinema em 2020? A BBC respondeu de forma afirmativa em uma análise recente, descrevendo Nolan como “padroeiro” das salas de cinema. 

“Essas últimas semanas nos lembraram, como se fosse necessário, de que há coisas mais importantes do que ir ao cinema. Mas quando refletimos sobre tudo que o cinema nos oferece, pode ser que não seja tão inútil”, escreveu o influente diretor de Inception e Interstellar, em um artigo recente publicado no Washington Post.

“Pular na tela”

O filme conta com os principais ingredientes para qualquer receita de sucesso, e seu apelo argumentativo pode ser visto no título, um palíndromo, ou seja, uma palavra que pode ser lida nos dois sentidos, como o movimento do tempo que permite que os personagens possam avançar ou voltar. 

O cineasta anglo-americano se diverte com cenas fantásticas, protagonizadas por um agente secreto (John David Washington, filho do ator Denzel Washington), que enfrenta uma cruel figura (Kenneth Branagh) que ameaça a humanidade. 

Quanto à trama de espionagem, em entrevista coletiva virtual com a mídia internacional na última quarta-feira, Nolan confessou que ficou marcado ao ver 007: O Espião Que Me Amava, um James Bond da época de Roger Moore. 

“É o primeiro que vi, aos sete anos. Tive a impressão de que podia pular na tela e ir a todos os cantos do planeta. Queria redescobrir esse sentimento”, explicou o diretor.

Um herói negro

No entanto, seu longa com duração de 2h30, e rodado em sete países, difere da saga de Bond por ter um herói negro, algo que até agora não aconteceu com o famoso agente secreto. 

O elenco de Tenet inclui Robert Pattinson, que se encaixa perfeitamente em seu ambíguo personagem, que “gosta do caos e de viver no meio de um pesadelo”, segundo o próprio ator, e também Elizabeth Debicki, que volta a interpretar um mulher indignada que recupera a liberdade, como em As Viúvas, de Steve McQueen. 

O diretor, que apresentou o roteiro a vários cientistas para adaptá-lo às teorias sobre a passagem do tempo, não é o primeiro a refletir sobre as consequências da manipulação do passado no presente. 

O Exterminador do Futuro, por exemplo, antecipou o tema. Mas, dessa vez, as passagens temporais são mais permeáveis e numerosas.

Quando o casamento é apenas mais uma discoteca badalada

Ser solteira aos 30 anos pode fazer com que uma mulher se sinta como se estivesse na fila de espera de uma discoteca badalada, e, então, entrar e pensar: ‘Grande coisa!’
Katerina Tsasis, The New York Times/LifeStyle

NYT - Life/Style (não usar em outras publicações)
Ilustração de Brian Rea/The New York Times

As pessoas a tratam de maneira diferente quando você continua solteira. Nem todos, e nem o tempo todo, nem sempre abertamente, nem necessariamente de maneira grosseira. Elas perguntam por que ninguém ainda a agarrou, se oferece para lhe arranjar encontros às cegas, mesas para solteiros em eventos formais. Arrumam convites na última hora em jantares quando outra pessoa caiu fora.

Elas fazem com que a gente se sinta como se saísse da norma, apesar do fato de que os dados do censo dos EUA dizem que ser solteiro, na realidade, está se tornando cada vez mais a norma.

Quando criança, eu pertencia a uma comunidade de imigrantes que considerava o casamento e a maternidade o objetivo primeiro de uma mulher. As histórias ao meu redor estavam repletas de casamentos com finais felizes: FriendsSex and the CityFull House. Todas as comédias românticas. Todas as sitcoms. Orgulho e PreconceitoAdoráveis Mulheres, todos os contos de fadas. Brangelina, Kim e Kanye, o interesse exagerado que os americanos têm pelos casamentos reais britânicos.

Eu fiz o que era típico: fui à faculdade, trabalhei, fiz amigos, saí, encontrei homens em bares, na escola, no escritório. Encontrar pessoas era fácil: o difícil era estabelecer relações. Era o início dos anos 2000 em Los Angeles, um lugar onde parecia que todos queriam manter suas opções em aberto. Frequentemente, me encontrei no purgatório de uma relação – encontrando alguém , mas sem estar namorando. Saindo, mas não em uma relação de verdade. Ou em uma relação, mas não uma relação com futuro.

Foi por volta dessa época que minha irmã mais nova terminou a faculdade e anunciou seu noivado. Eu estava prestes a ir para o exterior onde participaria de um programa de MBA. Os comentários das “titias” a respeito da minha vida se tornaram mais mordazes. “Não vá esperar demais!” insistiam em tom de provocação, brincando, mas não totalmente. Do seu ponto de vista, eu estava desperdiçando meu tempo com as prioridades erradas. Aos 26, eu precisava levar isso a sério.

“Ainda planeja ir?” minha mãe perguntou.

Aqui está outra coisa que acontece quando você é solteira. O seu tempo e os seus planos são vistos como menos fixos e menos válidos do que no caso de uma pessoa casada.

Você é a única da qual se espera que faça longas viagens para visitar os entes queridos nos feriados ou ficar até mais tarde no trabalho quando suas colegas precisam pegar os filhos na escola. Com o casamento da minha irmã no horizonte, havia uma expectativa muda de que eu não perdesse nenhuma das oportunidades que poderiam se apresentar até o feliz evento.

Quando voltei para casa para o casamento de minha irmã, o agente da alfândega estranhou a minha sacola de viagem com apenas duas mudas de roupa.

“É só isto que a Sra. tem?” perguntou.

Nunca me senti mais leve antes ou desde então, viajando com pouca bagagem como se estivesse flutuando, ansiosa por voltar para as minhas aventuras.

No ano seguinte, aprendi novas matérias, viajei para uma dúzia de países, pratiquei outras línguas, assisti a uma ópera encenada nos degraus de um castelo, subi no Kilimanjaro, dirigi na terrível rotatória do Arco do Triunfo.

Foi também um ano em que sofri abordagens agressivas de colegas de classe homens. “Conversas de banheiro” soltas em conversações casuais, e uma lista constante de sexismo disfarçado e a condescendência dos homens. A ideia de namorar nunca me pareceu mais assustadora ou menos atraente.

Quando retornei à Califórnia, constatei que muitas das minhas amigas haviam se assentado em relacionamentos sérios que levariam ao casamento. A esta altura, parei de acreditar que uma pessoa precisasse de um parceiro para se sentir realizada na vida, mas ainda achava que, de alguma maneira, me faltava algo fundamental – não ser boa o suficiente, atraente o suficiente, bonita o suficiente, ou qualquer outra coisa suficiente – em comparação com elas.

Amigas, parentes, conhecidos e até mesmo estranhos gentilmente apontarão o que parece faltar em uma  mulher solteira. Uma amiga minha foi ao médico por um problema de saúde mental e o que ele prescreveu foi um namorado. Parentes bem-intencionados a aconselharam a ir à igreja para encontrar um homem, embora ela seja agnóstica.

Houve quem me dissesse que eu era exigente demais, que não ficaria jovem para sempre, que deveria me mostrar mais, que tinha de lutar pelo amor, e deveria procurar um sujeito mais atraente ou menos atraente, menos azarado, mais azarado, mais decidido, menos decidido.

Os homens que mal conheci ou não conheci absolutamente disseram que eu deveria me maquiar mais, mudar de atitude, dormir mais tarde, vestir-me de maneira diferente, sorrir mais. Ouvi isto em um primeiro encontro, caminhando pela rua cuidando da minha vida e no meio de uma conversa a respeito de um assunto completamente diferente.

É estranho continuar procurando a pessoa “certa” enquanto se luta contra a expectativa de fazer justamente isto. Continuei encontrando pessoas: em happy hours, grupos de encontro, namorando on-line, tentei fazer coisas novas: dancei salsa, andei de scooter, passei meu tempo em amizades, hobbies, aventuras.

No meio de toda essa festa houve momentos tristes e de solidão, maus relacionamentos e rompimentos dolorosos, mas eu já não acreditava que me faltasse alguma coisa, apesar dos conselhos que continuava recebendo de amigos, familiares, da sociedade. A vida era bela, me preenchia e eu me sentia plena. Não precisei esperar por alguém mais para criar o meu ‘feliz para sempre’.

Quando tinha cerca de 35 anos, mudei para Austin, Texas, e meus pais preocupados falavam comigo por telefone. Suas vidas não haviam sido fáceis, e eles só tinham um ao outro para se apoiar. Meu pai temia que eu não encontrasse ninguém para tomar conta de mim. E se eu ficasse doente? E se precisasse de ajuda?

Minha mãe, espantada com a minha incapacidade de encontrar alguém, disse: “Mas ela não tem três cabeças!”

Namorei mais. Namoros no cafezinho que se dissipavam mais rapidamente do que a espuma de um cappuccino. Um namoro em uma happy hour onde bebi demais de estômago vazio e paguei uma rodada para todo mundo no bar. Um namoro em um jantar com alguém que ficava se desculpando por responder ao celular. Um relacionamento com alguém que não estava pronto para um compromisso. Um relacionamento com alguém que padecia de amores por uma ex.

E então, um relacionamento que funcionou.

Não foi nenhuma mágica, nenhum despertar da minha alma, nenhum cálculo pessoal, nenhuma explicação clara e límpida de que funcionava quando tantos outros não haviam funcionado. Encontrei um homem que é um ser humano adorável. Descobrimos que compartilhávamos dos mesmos interesses e da mesma química. Nos tratamos com carinho e respeito. Tenho a plena certeza de que se eu o tivesse encontrado anos antes, ou anos mais tarde, o resultado seria o mesmo: casamos.

Sou a mesma pessoa, moro no mesmo lugar.

Tenho os mesmos amigos e os mesmos hobbies. Não havia nada pior a meu respeito antes. Não houve nada pior do que me dissesse respeito antes. Não há nada melhor no que me diz respeito, agora. E, no entanto, as pessoas que viam o fato de eu ser solteira com curiosidade, piedade ou indiferença agora são mais calorosas, mais acolhedoras. É como se eu agora tivesse entrado no clube.

Agora me fazem menos perguntas a respeito da minha vida pessoal. Meu marido e eu somos convidados em programas com outros casais. É aceito sem questionamentos ou queixas quando quero ficar em casa nas férias em lugar de viajar para visitar a família. Avanços indesejados são cortados abruptamente, basta dizer: “Sou casada”, quando “Não, obrigada” era inadequado antes.

O que  a declaração legal de outra pessoa diz realmente a nosso respeito? Será que isto confere uma validação? Faz você parecer mais normal? Traça novos limites ao seu redor? Faz você se sentir mais segura?

Adoro meu parceiro e gosto do fato de compartilharmos as nossas vidas no dia a dia, mas o casamento – esta coisa que as jovens são ensinadas a venerar – não transformou a minha vida. É mais como tecer novos fios em uma tapeçaria existente do que rejeitar um padrão sem graça por outro mais colorido.

Quando morava em Los Angeles, costumava sair com meus amigos e fazia filas de horas para conseguir entrar em uma nova discoteca exclusiva, e quando finalmente entrava, descobria que não havia muito que valesse a pena. A pressão social em relação ao casamento parece um pouco isto, uma ênfase em atravessar a porta sem o devido cuidado com aquilo que encontramos lá dentro.

As nossas experiências são distintas. Eu só posso escrever sobre a minha. Punimos e premiamos as pessoas  pelo fato de não se coadunarem com os nossos ideais sem sequer nos darmos conta disso. Punimos a nós mesmas quando as coisas que nos ensinam a querer nos impede de apreciar e usufruir o que temos.

Alguém poderá ler isto e achar as minhas reflexões óbvias, banais, ultrapassadas. Alguém poderá ler isto e pensar o que eu deixei de não incluir na vida. Estou escrevendo de qualquer maneira, pelas vezes em que pensei: “Talvez eu esteja imaginando coisas” e “Talvez eles estejam certos” e ‘Talvez haja algo de errado com a minha vida”.

O que preciso dizer às minhas amigas que sentem a pressão da família ou da sociedade se estão namorando, relacionando-se com alguém ou continuando solteira, às quais disseram que de certo modo são elas menos do que o todo por estarem sozinhas: “Vocês não são nada disso. Uma vida plena e cheia de significado pertence a nós todos, o casamento não é imprescindível.” / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

Mulher-Maravilha 1984 | Diana voa com sua armadura dourada em novo pôster

Publicação promete lançamento de novo trailer durante o DC FanDome
GABRIEL AVILA

wonderwomanfilm
New trailer TOMORROW, only at #DCFanDome. Who’s ready? #WW84

A conta oficial de Mulher-Maravilha 1984 no Instagram revelou um pôster inédito do filme. Na imagem, a heroína interpretada por Gal Gadot voa com sua armadura dourada. Vale notar também que a legenda da publicação confirma que o filme vai ganhar um novo trailer durante o DC FanDome, evento que acontece no próximo sábado (22).

O elenco e equipe de Mulher-Maravilha 1984 estão confirmados no DC FanDome, evento virtual que terá diversas experiências e novidades para o público. Estarão presentes a diretora Patty Jenkins e o elenco, composto por Gal Gadot, Chris PinePedro PascalKristen Wiig Robin Wright, que está no primeiro filme da personagem, além de nomes da equipe de dublês e figurinos.

DC FanDome está programado para começar às 14h (horário de Brasília) de 22 de agosto e terá duração de 24 horas, com cobertura do Omelete no site e redes sociais.

Sequência do sucesso de 2017, Mulher-Maravilha 1984 entrará em cartaz em 15 de outubro. 

Festival de Veneza terá uma das edições mais atípicas de sua história por causa da pandemia

De 2 a 12 de setembro, o mítico Lido de Veneza se tornará um ponto de referência para o mundo da cultura e do cinema, com protocolo que inclui máscaras, testes e distanciamento
Kelly Velasquez, AFP

Daniele Luchetti
Cena do filmel ‘Lacci’, dirigido por Daniele Luchetti Foto: Rai Cinema

Festival de Cinema de Veneza, o mais antigo do mundo, se prepara para inaugurar, em 2 de setembro, uma das edições mais atípicas de sua longa história, com um protocolo que inclui máscaras, testes e distanciamento devido à preocupação de um novo surto de coronavírus.

Durante dez dias, até 12 de setembro, o mítico Lido de Veneza se tornará um ponto de referência para o mundo da cultura e do cinema ao aceitar o desafio de celebrar o primeiro grande evento internacional em meio à pandemia.

Para isso, os organizadores e o diretor, Alberto Barbera, definiram um protocolo para receber tanto as estrelas quanto os diretores, entre eles personalidades como a atriz australiana Cate Blanchet, presidente do júri.

O filme de abertura da 77ª edição do Festival de Veneza será Lacci , dirigido por Daniele Luchetti, com elenco formado por Alba Rohrwacher, Luigi Lo Cascio, Laura Morante, Silvio Orlando, Giovanna Mezzogiorno, Adriano Giannini, Linda Caridi.

Evitar contágios

As medidas deverão evitar os contágios em um contexto preocupante devido ao fato de Veneza estar registrando um aumento de novos casos.

Para acessar o Lido de Veneza, às margens do mar Adriático, onde ocorre todo o festival, foram instaladas “nove entradas com ‘scanners’ térmicos”, diz o protocolo.

Todos os hóspedes procedentes de países que não são da União Europeia deverão fazer um teste três dias antes de viajar e outros testes durante todos os dias de sua permanência em Veneza por conta do festival. Em caso de terem resultados positivos, serão isolados.

Os convidados, entre eles as delegações dos filmes, as estrelas e diretores que os acompanham e que não pertencem aos países do Espaço Schengen, deverão fazer a segunda e terceira prova, usar máscara e manter a distância social além de evitar atividades relacionadas ao turismo.

Todas as salas de cinema e os meios de transporte local serão desinfetados regularmente. 

O número de cadeiras nas salas de projeção será reduzido, assim como na sala de imprensa e nas coletivas de imprensa.

“As salas ocupadas serão alternadas com as vazias”, destaca a organização.

Tapete vermelho sem público

O lendário desfile das estrelas pelo tapete vermelho até o Palácio do Cinema, que também atrai fãs, será eliminado para o público. Apenas os fotógrafos poderão comparecer, os quais deverão manter a devida distância entre si.

As máscaras serão obrigatórias em todas as áreas externas. Haverá alcóol em gel à disposição do público, nas salas de projeção, nos acessos e corredores, em todos os pontos de reunião”, diz o protocolo.

Tanto o público quanto os repórteres credenciados deverão reservar sua vaga com antecipação online, na página www.labiennale.org

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar

Vermelho, amarelo, azul, rosa, preto… São muitos os tons que podem ser usados de maneira inteligente para criar um ambiente com personalidade

Que as cores são fundamentais para construir um ambiente adequado, já se sabe, certo? Além de imprimirem personalidade, os tons têm influência direta no nosso bem-estar dentro de casa, e por isso a escolha da paleta de cores é uma das etapas mais importantes ao decorar um novo lar. E existem muitas maneiras de trazer sua cor preferida para dentro da sua casa, seja nas paredes ou em objetos específicos do décor. Já tem uma cor em mente ou está atrás de inspiração? Separamos mais de 160 ideias de salas coloridas para te ajudar a renovar o seu lar! Confira:

16 salas onde o azul é protagonista

Sala azul: 16 ideias para apostar no tom (Foto: Reprodu)

O azul é uma das cores mais versáteis para um lar, com tons que vão do suave e delicado ao mais intenso. Daí o apelo para brincar com todas as possibilidades oferecidas pela cor no décor: azul marinho, tiffany, turquesa, combinando com cinza… A lista é longa! Aqui, você confere 16 ideias para apostar na cor.

15 salas decoradas com vermelho

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar (Foto: Reprodução)

Intensidade é a palavra que define o vermelho, certo? O tom forte certamente garante personalidade a qualquer décor, e pode ser usado tanto nas paredes para um maior impacto quando no mobiliário. Também é uma cor que harmoniza bem com a madeira. Veja aqui 15 salas vermelhas que trazem dicas para usar a cor na decoração.

20 ideias para usar o verde

Top 10 Salas verdes (Foto: Reprodu)

Há quem ache que o verde é uma cor difícil de combinar. O segredo, porém, está em acertar o tom! Assim como no uso do azul, há muito espaço para brincar com o verde nos mais diversos estilos. Ele cai bem em ambientes vintagemaximalistas, e é uma boa opção para quem quer usar o efeito color blocking. Para se inspirar, veja aqui o nosso top 20 salas verdes decoradas!

Mais de 20 ideias de salas com amarelo

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar (Foto: Reprodução)

O amarelo é uma das cores que trazem vida e alegria para o lar, e também funciona muito bem como um ponto de cor, se a décor do seu ambiente for neutra. Que tal se inspirar com estas 15 ideias de salas que usam um sofá amarelo? E, se sua sala de estar for integrada, aproveite e confira também estas 10 salas de jantar amarelas que apostam no tom como forma de dividir ambientes e trazer personalidade ao lar.

15 salas que abusam do rosa

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar (Foto: Reprodução)

O rosa é uma cor que está em alta já há algum tempo, especialmente quando combinado com o preto, o cinza e, dependendo do tom, até com o verde! Veja como usar a tonalidade nas paredes e no mobiliário com estas 15 salas que usam a cor do piso ao teto!

10 salas que apostam nos tons terrosos

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar (Foto: Reprodução)

Os tons terrosos ganharam força a partir de 2017, e não é à toa: são uma boa maneira de tornar o ambiente aconchegante, especialmente se seu décor inclui mobiliário em madeira. É possível usar estes tons para criar ambientes minimalistasrústicos e com paredes bicolores. Quer conferir como? Veja estas 10 salas que apostam nos tons terrosos!

Salas pretas: 10 ambientes que usam bem a cor

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar (Foto: Reprodução)

Se você acha que uma base preta é sinônimo de um ambiente baixo astral, está enganado! Com o preto nas paredes e móveis, é possível, sim, criar um ambiente dark, mas também um espaço aconchegante e de relaxamento. E, para quem quer um cômodo mais alto astral, o segredo é investir no contraste com as cores mais claras, como o rosa e até mesmo o branco. Saiba como criar um ambiente interessante com a cor a partir destas 10 salas pretas que inspiram!

18 ideias para decoração de sala cinza

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar (Foto: Reprodução)

O cinza é um dos tons mais adequados para criar uma base neutra. Isso significa que você pode tanto criar ambientes cool e cheios de pontos de cor, quanto permanecer na estética clean e minimalista. Veja como usar a cor e criar um ambiente que reflita sua personalidade com estas 18 ideias de decoração para salas cinzas.

Mais de 20 salas brancas

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar (Foto: Reprodução)

É claro que o branco não poderia ficar de fora né? Perfeito para criar composições elegantes, o branco é uma opção para quem quer deixar o ambiente mais claro e valorizar a luz natural. Foi o que fizeram estas 14 salas brancas, que usaram a decoração de maneira inteligente para combinar (ou contrastar!) com o tom. E, se sua sala de estar e sua sala de jantar são integradas, aproveite e confira estas 10 salas de jantar brancas inspiradoras para a decoração da área social ficar completa.

11 salas coloridas

Cores na sala de estar: mais de 160 ideias para inspirar (Foto: Reprodução)

E, por fim, por que não combinar todas as dicas e criar um ambiente com muitas cores? Estas 11 salas coloridas e divertidas tiram o máximo de proveito de cada tom para criar cômodos com personalidade para o living. Que tal?

Alessandra Huynh x Chloe Kelly Miller

Photographer Alessandra Huynh and artist Chloe Kelly Miller teamed up to create this story featuring model Bruno Sharif, in exclusive for Fucking Young! Online.

Photographer: Alessandra Huynh @alessandra.huynh_ph
Paintings and body arts: Chloe Kelly Miller @Chloekellymiller
Stylist: @Atiashuynh
Make-up: Katiuscia Pezzullo @Katiuscia.pezzullo
Model: BRUNO SHARIF at the Claw and Modelwerk
Stylist assistant: Elias Joseph @eliasjosephwakim
BRANDS: Patrick Church, Seyit Ares, Blue Marble, Nocturne, Wooyoungmi.