Zuckerberg pode ter feito a cabeça de Trump contra o TikTok, diz Wall Street Journal

De acordo com o Wall Street Journal, o presidente executivo do Facebook criticou o avanço de empresas chinesas em jantar com Donald Trump em outubro do ano passado

Mark Zuckerberg, presidente executivo do Facebook

O presidente executivo do FacebookMark Zuckerberg, usou um encontro particular com Donald Trump em outubro do ano passado para criticar o avanço de tecnologias chinesas, incluindo o TikTok. A informação é do jornal Wall Street Journal, que conversou com pessoas familiarizadas com o assunto. De acordo com a reportagem, Zuckerberg disse ao presidente dos Estados Unidos, durante um jantar na Casa Branca, que as empresas de tecnologia da China representavam uma ameaça direta aos negócios americanos. 

O jornal afirma que, durante o jantar, o presidente executivo do Facebook disse que restringir a atuação das companhias chinesas nos EUA deveria ser uma prioridade para o governo — uma medida mais importante do que controlar os poderes do Facebook. 

Segundo o Wall Street Journal, Zuckerberg citou especificamente o aplicativo de vídeos TikTok na reunião: ele teria dito que o app, que pertence à empresa chinesa ByteDance, não compartilha do compromisso do Facebook com liberdade de expressão. Nos últimos meses, o TikTok tem sido uma pedra no sapato do Facebook – foi um dos poucos apps a furar o bloqueio da empresa de Mark Zuckerberg na lista de programas mais baixados no Android e no iOS.

No início de agosto, Donald Trump assinou um decreto proibindo transações de empresas americanas com os aplicativos TikTok e WeChat, alegando preocupações com segurança nacional. 

Peter Navarro, assessor comercial da Casa Branca, disse nesta segunda ao site CNBC que Zuckerberg não teve influência na decisão da proibição do TikTok. Um porta-voz do Facebook disse que “é absurdo sugerir que as preocupações de longa data com a segurança nacional —  levantadas por legisladores em ambos os lados do corredor — foram moldadas apenas pelas declarações de Mark.”

A ByteDance, dona do TikTok, emitiu um comunicado no final de semana dizendo que vai abrir oficialmente um processo contra o governo americano. A empresa afirmou que “não tinha escolha” a não ser processar a administração Trump. Em seu blog, a companhia disse discordava fortemente da posição da Casa Branca, que considera o aplicativo uma ameaça à segurança nacional. O TikTok reafirmou que toma todas as medidas para proteger a privacidade dos usuários. 

Bonecas negras ensinam respeito à diversidade

Criança precisa de brinquedos com vários tipos de representatividade, diz psicóloga
Marcella Franco

Jaciana Melquiades com as bonecas negras da sua loja, Era uma Vez o Mundo, no Rio – Suzane Santos/Divulgação

Era uma vez uma princesa que toda vez que se olhava no espelho não conseguia enxergar o próprio reflexo. Este começo para um conto de fadas seria muito triste, certo? Imagine, então, quando a gente descobre que esta história se passava na vida real, repetidas vezes, até bem pouco tempo atrás.

Muitas meninas negras se esqueceram do quanto eram especiais porque, antigamente, não havia bonecas negras no Brasil. Sem essa referência, não se reconheciam –como em um espelho defeituoso. Aos poucos, o mercado de brinquedos passa a reconhecer a importância de um catálogo mais diverso, e a vida das princesas modernas pode, enfim, ser mais feliz.

Jaciana Melquiades, 36, teve duas bonecas na infância, em Belford Roxo, na Baixada Fluminense. A primeira era um bebê loiro, presente da sua avó. A segunda, uma Barbie, que a menina insistiu muito até ganhar.

“Foi um processo de apagamento da minha imagem. Passei a infância inteira brincando de botar uma toalha na cabeça, representando. Eu sonhava em ser aquelas pessoas que eu via na TV, em ser aquela boneca, em fazer transformações estéticas em mim quando fosse grande”, conta.

Por desejar que seu filho tivesse uma experiência diferente da sua, a empresária formalizou em 2013 uma ideia que já tinha fazia anos: a de uma loja de bonecos e bonecas com um recorte racial.

“Pensei em quais referências ele teria quando nascesse”, conta a mãe de Matias, hoje com nove anos. “Tive muita dificuldade em encontrar brinquedos, produtos e roupas que se parecessem com ele, ou que tivessem personagens negros”.

Hoje, todo o catálogo da Era uma Vez o Mundo, no Rio de Janeiro, é inspirado no menino —especialmente o personagem Super Black Power. São livros de pano e bonecos, como Pequeno Príncipe Preto, Zambi e Dandara, uma menina personalizável com vários looks ou fantasias de bailarina e sereia.

“Consumidores mandam agradecimentos de crianças que se sentem melhor na escola ao levar uma boneca negra porque não há no colégio nenhuma boneca com a qual ela se pareça. A gente percebe um impacto muito rápido na autoestima ao criar um espelho positivo”, diz Jaciana.

De acordo com a psicóloga Eunice Porto, especializada em arte integrativa, “o mundo é branco na escola, com bonecas brancas e com livros e filmes de princesas brancas. Esse é um universo em que a criança negra não consegue se reconhecer ou entender, fazendo que se questione silenciosamente”.

“Temos em nossa cultura uma enxurrada de bonecas brancas, com cabelos lisos e olhos verdes. Dentro dos kits de acessórios sempre existe um ‘pentezinho’ para pentear esse tipo de cabelo. Entretanto, sabemos que esse acessório não representa a realidade de um cabelo enrolado ou crespo”, afirma a psicóloga.

Na quarentena, a loja de Jaciana passou por maus bocados. Focada nas vendas presenciais em suas duas unidades (um quiosque no metrô e uma loja coletiva em um shopping), ela não registrou nenhuma venda em três meses.

Depois de desabafar no Twitter e ter seu post amplamente compartilhado, em apenas três dias foram registradas 300 vendas, o que tornou possível manter o quadro de sete funcionários. “A gente tem um público grande que é branco, é quase meio a meio, mas ainda pende mais para pessoas brancas. São geralmente pessoas que se preocupam com uma educação antirracista”, conta Jaciana.

Segundo a psicóloga Eunice Porto, “quando uma criança tem bonecos com vários tipos de representatividade, ela aprende a não excluir a diferença, e sim aceitá-la desde cedo. Ao ser apresentada pelos pais a um boneco negro, a criança vai manifestar inocentemente o que ela se acostumou em ouvir do adulto”.

Ao se dar conta de que as duas bonecas da sua filha, Rita, eram brancas, a escritora e roteirista Tati Bernardi comprou um bebê negro de brinquedo. “Ela fica cuidando da boneca, dá mamadeira, tira febre, dá banho, coloca para fazer xixi”, diz Tati, que também é colunista da Folha.

Quando perguntada se gosta da sua boneca, que chegou há quatro meses, Rita, de dois anos, comenta: “Ela quer a mamãe.”

A professora de educação física Queili Isabel de Souza teve sua primeira boneca negra aos 25 anos, comprada em uma viagem à Disney. Quando engravidou da filha Larissa de Souza, hoje com 8 anos, Queili, 46, já começou a comprar bonecas negras para a menina.

“Os negros são mais de 50% da população brasileira e não são representados pela mídia e não aparecem nos produtos”, critica a professora.

“Já que eu não tenho irmão, eu falo que as bonecas são minhas irmãzinhas”, conta Larissa, que gosta de fazer chá e reuniões com os brinquedos.

​“Assim como é feito tradicionalmente com as bonecas brancas, é preciso que a criança negra também se reconheça numa Barbie Negra e num Ken negro, ou numa executiva negra”, diz a psicóloga Eunice.

Mais cientes de que é preciso manter catálogos diversos e afinados com a realidade, grandes fabricantes de brinquedos se preocupam em oferecer bonecos negros.

É o caso da Mattel, com alguns itens da Barbie Fashionistas, e da Brinquedos Estrela, que já tem versões negras na linha Berçário, Meu Bebê e Nenezinho, e agora lança o Bebê Surpresa com variações na cor da pele, e uma edição especial negra do Falcon, a Expedição na Montanha Olhos de Águia.

Private Policy | Fall Winter 2020/2021 | Full Show

Private Policy | Fall Winter 2020/2021 by Haoran Li and Siying Qu | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – New York Fashion Week)

PRIVATE POLICY FALL WINTER 2020 NEW YORK FASHION WEEK runway show, Feb 8th 2020 2pm at Spring Studios.

Production FOCUS IMG,
Music Maison LAURENT VACHER | MAISON LABTONIC,
Casting Christian Meshesha | C.M Casting,
Stylist Aeri Yun,
PR Agentry PR,
Video ESSAY Video,
Footwear Adidas / Dr Martens,
Hair Oribe lead by Kien Hoang,
Makeup Makeup Pro | Augment

Martin Felix Kaczmarski – Living Right Now
Sean Allen – Wait A Minute
Kelly Mac – Halftime Show

Adut Akech Sees Red for Zara FW 2020 Lookbook Series 021 | Adut’s New Guy

A top model sul-sudanesa-australiana, Adut Akech, oferece uma grande sacudida da paixão da moda moderna para espíritos cansados ​​e globais, posando no Lookbook de roupas vermelhas outono / inverno 2020 da Zara na série 021. Adut chegou tão longe desde sua estreia na passarela como um exclusivo no show Saint Laurent SS 2017.

Com base na própria página do Instagram de Adut, ela está mais do que confortável com o hitmaker Nigeriano Afrobeats Runtown. Os dois deslumbrantes supostamente se encontraram na Europa com Runtown, também conectado à Fashion Week com suas campanhas para Dior, Versace, Triple R e sua amizade com o estilista nigeriano Ugo Mozie.

Youtuber sul-coreana Boki rebate acusações de que joga comida fora em vídeos

A sul-coreana Boki é conhecida por fazer o mukbang, prática na qual uma pessoa se grava comendo uma grande quantidade de comida
JOÃO PEDRO MALAR – O ESTADO DE S.PAULO

A youtuber Boki é uma mukbanger, produtora de conteúdo que se grava comendo grandes quantidades de comida Foto: YouTube / Eat with Boki

youtuber sul-coreana Boki, do canal Eat with Boki (Coma com a Boki), publicou um vídeo no domingo, 23, para rebater acusações de que ela editaria seus vídeos para não mostrar o momento em que cospe comida e dar a impressão de que ela consome grandes refeições.

As acusações surgiram nas redes sociais nos últimos dias, e dizem que a youtuber usa técnicas de edição para cortar o momento em que cuspiria a comida, ao invés de engoli-la. Boki pratica o mukbang uma tendência popular em especial no YouTube e no TikTok, em que uma pessoa se grava comendo muita comida sozinha.

O vídeo publicado por Boki tem uma hora de duração, e mostra a jovem comendo toda a comida, sem cortes na gravação. Ela ressaltou que edita os vídeos por ter uma preocupação estética com os mesmos: “a cena em que a comida fica presa na minha boca e parece suja quando eu como não é boa visualmente. Então essa parte é editada para aumentar a beleza visual”.

“Eu irei produzir mais conteúdos em vídeos valiosos como uma criadora. Desejo que todos fiquem cheios de alegria em suas vidas e casas”, disse a youtuber.

Boki possui mais de 4 milhões de inscritos em seu canal no YouTube, mas ela e outros mukbangers, como ficaram conhecidos os criadores de conteúdo que realizam a prática, também foram acusados em agosto de gravar vídeos com comidas enviadas por patrocinadores sem informar o público da exibição de conteúdo patrocinado. 

A agência de notícias sul-corena Yonhap e o site Korea Now informaram que as acusações sobre os patrocínios foram feitas por outro mukbanger, o youtuber Cham pd, em agosto e que eles acabam enganando os espectadores com a ideia de que os próprios youtubers compram as comidas que comem. Vários acusados pediram desculpas pela prática.

O mukbang surgiu em 2010, na Coreia do Sul, e ganhou popularidade em diversos países, incluindo a China, o Japão e o Vietnã. Mas além das acusações na Coreia do Sul, a prática também tem enfrentado problemas na China.

De acordo com a empresa estatal de informação CGTN, o governo chinês tem restringido o conteúdo nas redes sociais do país, como parte de uma campanha contra o desperdício de comida. Informações do veículo, confirmadas pela BBC, dizem que ao pesquisar termos ligados ao mukbang em aplicativos como o Douyin – versão chinesa do TikTok – o usuário recebe um aviso destacando a importância de não desperdiçar comida. 

Ainda segundo informações da BBC, alguns usuários chineses já estão removendo vídeos em que aparecem comendo grandes quantidades de comida. Uma mukbanger disse em entrevista que a prática é positiva, já que muitos espectadores gostam de acompanhar os vídeos e ver alguém comendo como uma forma de aliviar a solidão.

Uma espiada no escritório cool da Lunar em Nova Copenhague

A empresa de banco móvel Lunar mudou recentemente para um novo escritório em Copenhagen, Dinamarca, que eles próprios projetaram.

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Reception

“No Lunar, respiramos para mudar o sistema bancário para melhor, para que nossos usuários possam administrar seu dinheiro de uma nova maneira. Trabalhamos inflexivelmente para permitir que os usuários controlem seus gastos, economizem de maneira mais inteligente e façam seu dinheiro crescer.

Como um novo banco construído do zero, o Lunar não está vinculado ao legado, em vez disso, usamos a tecnologia para reagir rapidamente às necessidades e expectativas dos nossos usuários. No Lunar ouvimos constantemente, para que possamos construir e sempre melhorar. Além disso, somos 100% digitais e, portanto, não temos agências físicas – em vez disso, temos 4 escritórios em todas as principais cidades da Escandinávia, onde nossos mais de 150 colegas estão fazendo sua mágica.

Tomemos o escritório em Copenhagen como exemplo. Localizado no centro da cidade – possui um espaço de escritórios moderno e único com detalhes interiores bem pensados. Com mais de 70 funcionários localizados neste escritório, ele oferece um bom equilíbrio entre o espaço e a luz brilhante que vem das janelas do telhado. O escritório é espaçoso e decorado com detalhes chamativos, muitas oportunidades de trabalhar longe de sua mesa e, claro, uma decoração que apóia o DNA jovem da organização.

O núcleo do ambiente de escritório Lunar é dar aos funcionários um espaço que não se pareça com um escritório, mas sim um ambiente onde a criatividade seja estimulada. Para manter o local de trabalho ainda mais envolvente, o Lunar construiu sua própria academia, onde os funcionários podem fazer uma pausa para meditação ou malhar durante ou no final do dia. O pensamento sobre o escritório é que as coisas mudem. O espaço para escritórios também deve ”, diz Lunar.

  • Location: Copenhagen, Denmark
  • Date completed: 2020
  • Size: 16,000 square feet
  • Design: Lunar – in-house
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Breakout space
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Meeting room
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Meeting room
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Lounge
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Open-plan workspace
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Lounge

Morre Xênia Bier, apresentadora que levou feminismo à TV brasileira

Jornalista sofreu queda de pressão pulmonar, devido a complicações causadas pela doença de Alzheimer

Xênia Bier, apresentadora de importantes programas femininos da TV brasileira. Foto sem data. – Folhapress

atriz e apresentadora de TV Xênia Bier morreu, aos 84 anos, nesta segunda-feira (24), devido a complicações causadas pela doença de Alzheimer, que há anos vinha enfrentando.

Bier sofreu uma queda de pressão pulmonar, após ficar 15 dias internada em razão de avanços da doença, informou sua filha, Dani.

Bier teve passagens em diversas emissoras brasileiras. A paulistana iniciou a carreira na TV Cultura, em 1965, em que atuou nas novelas “As Professorinhas”, “Escrava do Silêncio” e “O Moço Loiro”.

Depois, apresentou os programas “Xênia e Você”, exibido na TV Bandeirantes, “TV Mulher”, na Globo no início da década de 1980, “Mulher 88”, na Manchete, e “Mulheres”, na TV Gazeta.

Nos últimos anos, Bier escreveu algumas publicações para os sites Ana Maria e M de Mulher, ambos voltados ao público feminino brasileiro.

A apresentadora deixa uma filha, Dani, e uma neta. Ainda não há informações sobre velório nem enterro.

Ana Paula Arósio vai estrelar campanha do Santander

Depois de uma década fora das telas, Ana Paula Arósio vai estrelar campanha do banco Santander. Procurado, o banco não deu maiores informações.

Ana Paula Arósio. Foto: Divulgação

Estrela da Globo por muitos anos, Ana Paula não atua em novelas desde 2010, quando foi viver em um sítio no interior de SP. Em 2015, a atriz mudou-se para Inglaterra, onde mora atualmente com o marido Henrique Plombon Pinheiro, em uma cidade nos arredores de Londres

Em entrevista ao programa Balanço Geral em julho, a mãe da atriz, Claudette, falou sobre a saudade que tem da filha, mas não quis detalhar há quanto tempo não vê Ana Paula. “Olha, sinto muita, muita, muita. Se eu falasse que não batesse, eu estaria mentindo. Mas não quero falar sobre esse assunto”. [Sonia Racy]

Investidores da dona do TikTok querem usar suas fatias na empresa em oferta pelo app

Pela proposta, Microsoft e Oracle, que querem comprar operações do aplicativo, teriam participação minoritária no negócio
Reuters

TikTok: investidores de olho no app. Foto: DADO RUVIC / REUTERS

NOVA YORK – Os investidores da ByteDance, que controla o aplicativo chinês Tik Tok, estão em negociações para usar suas participações na empresa para bancar uma oferta pelo app de vídeo curtos, de acordo com pessoas familiarizadas com o assunto.

Alguns deles, incluindo a firma de investimentos General Atlantic, estão buscando adquirir grandes participações na TikTok, disseram as fontes. Segundo seu plano de reestruturação, a Microsoft ou a Oracle – duas gigante de tecnologia que também estão de olho no app – poderiam receber uma participação minoritária nos ativos.

Os ativos da TikTok à venda podem valer entre US$ 25 bilhões e US$ 30 bilhões, disseram as fontes.

O presidente dos EUA, Donald Trump, ordenou que a empresa chinesa rompesse os laços com seu aplicativo de mídia social nos Estados Unidos, citando preocupações sobre a segurança dos dados pessoais com que lida.

A TikTok disse na semana passada que planeja abrir um processo contra a ordem executiva de 6 de agosto de Trump que proíbe transações com o aplicativo e o ByteDance.

Grandes obstáculos

O plano dos investidores, porém, enfrenta grandes obstáculos. Autoridades da administração Trump disseram esperar que uma grande empresa dos EUA lidere o negócio com a TikTok e proteja o aplicativo tecnologicamente da ByteDance. Qualquere acordo que a chinesa faça deve passar antes pelo crivo da Comissão de Investimentos Estrangeiros nos Estados Unidos (CFIUS).

No entanto, a pressão de alguns investidores da ByteDance por um papel maior no negócio com a TikTok evidencia seus esforços para dar à empresa chinesa mais opções e evitar uma venda incerta.

Alguns deles tiveram que convencer o fundador e CEO da ByteDance, Yiming Zhang, a abrir mão da TikTok, disseram as fontes.

A Microsoft continua sendo a principal licitante pelos ativos do TikTok por causa de seus recursos e capacidade técnica para projetar novos algoritmos para o aplicativo – que serão separados da ByteDance e de seu app de vídeos curtos chinês Douyin, de acordo com as fontes.

A Microsoft está trabalhando em um plano que prevê como o TikTok será separado operacionalmente do ByteDance depois que um acordo for fechado – até 15 de setembro, espera a companhia de Billl Gates. A CFIUS monitoraria então a implementação do negócio durante um longo período de transição, de acordo com as fontes.

A TikTok e a General Atlantic não quiseram comentar, enquanto a ByteDance, a Microsoft e a Oracle não responderam imediatamente aos pedidos de comentários.

A ByteDance foi avaliada em até US$ 140 bilhões no início deste ano, quando um de seus acionistas, a Cheetah Mobile, vendeu uma pequena participação em um negócio privado, informou a Reuters. Os investidores da startup incluem o SoftBank Group, do Japão.