Arturia Performance | MicroFreak Vocoder Edition

Vídeo de apresentação do MicroFreak Vocoder Edition

Um vocoder de 16 bandas com controles de voz em tempo real acessíveis. Um microfone gooseneck removível. Uma nova estética elegante. MicroFreak Vocoder Edition leva a carnificina híbrida desequilibrada e aumenta um nível – cante ao som do pandemônio e perca o controle.

Microsoft anuncia linha de modelos de Xbox One inspirados em “Mulher-Maravilha 1984”

Variantes do videogame serão usadas apenas para sorteios, leilões e divulgação do filme, dado que só servem para decoração
Por Pedro Strazza

Faltam menos de cinco meses para o Xbox Series X chegar às lojas de todo o mundo, mas a Microsoft ainda está realizando ações envolvendo o console atual. A companhia divulgou nesta terça (25) o “lançamento” de uma linha de modelos temáticos de Xbox One inspirados em “Mulher-Maravilha 1984”.

A criação no caso é uma ação válida para todos os assinantes da Xbox Live que retuitarem ou curtirem a publicação oficial do sorteio no Twitter e no Facebook do Xbox. As regras oficiais confirmam que os consoles não foram feitos para serem utilizados propriamente, mas para decoração.

O bacana é que cada modelo concebido para a divulgação do filme reflete um aspecto do longa dirigido por Patty Jenkins e estrelado por Gal Gadot. O console nomeado “Wonder Woman Golden Armor”, por exemplo, homenageia a armadura de ouro usada pela heroína no filme com uma reprodução única do Xbox One feita manualmente com 24 quilates de ouro, enquanto o “Wonder Woman Lasso of Truth” adorna o aparelho com o laço da verdade e logo de Diana. Por fim há o “Barbara Minerva”, que reflete a vilã Mulher-Leopardo com um Xbox decorado com pele falsa de leopardo e padrões de pele de cobra.

Cada modelo terá um destino diferente dentro da ação. Enquanto o “Golden Armor” será leiloado e terá o valor doado à ONG contra violência doméstica Together For Her, o “Lasso of Truth” será usado nos sorteios ao público. Já o “Barbara Minerva” será apenas utilizado na divulgação do filme, que por enquanto está marcado para estrear no Brasil no próximo dia 15 de outubro – ainda que a pandemia coloque os rumos da distribuição em cheque.

A parte mais curiosa de toda a campanha, porém, é o timing em relação aos planos da própria Microsoft, que já descontinuou a produção do Xbox One afim de concentrar esforços no Series X. Do lado da fabricante, é como se a marca estivesse divulgando um produto morto.

ONU e atrizes de Hollywood pedem que governo do Chile arquive denúncia contra coletivo feminista

Polícia de Valparaíso denunciou o Lastesis por “incitar a violência contra a instituição”; Conselho de Direitos Humanos diz que criminalização do grupo pode ter consequências para mulheres em todo o mundo
Reuters

Mulheres fazem a performance ‘Un violador en tu camino’, criada pelo coletivo feminista Las Tesis, durante a Marcha das Mulheres em Washington, em janeiro de 2020 Foto: Reuters/Mary F. Calvert

SANTIAGO. O grupo de trabalho sobre discriminação contra meninas e mulheres, que atua dentro do Conselho de Direitos Humanos da ONU, pediu nesta terça-feira (25) que a polícia chilena desista de processar criminalmente o coletivo feminista Lastesis, cuja performance “Un violador en tu camino” inspirou uma onda de manifestações feministas em vários países do mundo. Trinta atrizes de Hollywood, incluindo Natalie Portman, Julianne Moore, Milla Jovovich e Olivia Wilde assinaram uma carta aberta pedindo que o caso contra o Lastesis seja arquivado.

A polícia na cidade de Valparaíso denunciou quatro integrantes do grupo à promotoria local depois da divulgação de um vídeo no YouTube no qual elas supostamente dizem “fogo nos policiais”. A polícia afirma que as mulheres, que no vídeo estão de máscaras do lado de fora de uma delegacia, estavam incitando a violência contra a instituição.

Os especialistas da ONU afirmaram que o Lastesis é instrumental nas denúncias de violência policial e de gênero no Chile.

“O grupo e a performance se tornaram um símbolo da demanda universal das mulheres para viverem livres de violência”, acrescentam. “Tememos que um processo contra o Lastesis pode ter consequências para mulheres que estão lutando pelos direitos humanos em outros países”.

O Lastesis afirmou que levou o assunto até o governo chileno e está esperando uma resposta. Em maio, o Lastesis assinou uma declaração conjunta com o grupo feminista russo Pussy Riot pedindo ação pelo fim da violência policial.

A performance “Un violador en tu camino” chamou a atenção no ano passado durante as manifestações em massa realizadas no país contra a desigualdade. Os protestos resultaram em pelo menos 31 mortos, 3 mil feridos e 30 mil pessoas detidas. A promotoria chilena está investigando denúncias de abuso feitas por mais de 5 mil pessoas contra as forças de seguranças do país.

Engajadas na luta contra a Covid-19, grifes lançam coleções com tecnologia antiviral

Design descolado também faz parte das propostas
Gilberto Júnior

Marcas, como Virginia Barros (foto), apostam em peças funcionais Foto: Marcus Sabah

A resposta foi rápida. Em meio à pandemia do novo coronavírus, a moda prontamente se organizou para luta contra o inimigo invisível, usando toda sua expertise para confeccionar máscaras e aventais hospitalares — elementos básicos no combate à Covid-19. Em mais uma tentativa de frear o avanço da doença enquanto a vacina não chega, as grifes estão lançando coleções especiais com tecidos que prometem funcionar como antivirais.

A estilista carioca Virginia Barros criou calçados, blusas, casacos, lenços, vestidos e até bolsas com uma matéria-prima que garante bloquear a contaminação. “Trabalhamos com tecidos feitos com o fio Amni Vírus-Bac OFF, da Rhodia”, diz Virginia. “Esse material leva em média 30 minutos para inativar o vírus. Essa tecnologia tem efeito permanente, não se perdendo nas lavagens. De acordo com o laudo técnico fornecido pela empresa, o índice de sucesso é comprovado em 99% dos testes.” A estilista conta que os “panos” não são dos mais fáceis. “Eles não aceitam muitas costuras e interferências. Mas o design precisa extrapolar essas barreiras. O jeito foi investir nas pinturas artesanais e nos cortes assimétricos.”

As camisetas da Malwee são feitas com malha que promete inativar o vírus Foto: Marcus Sabah
As camisetas da Malwee são feitas com malha que promete inativar o vírus Foto: Marcus Sabah

Marcas como Dakota, Feline e Malwee também fazem parte do movimento. “A malha das nossas camisetas vem com uma química desenvolvida na Suíça. A fórmula contém sal de prata e espécies de vesículas que ‘puxam’ a camada de gordura protetora do vírus, deixando-o desativado. A eficácia é de 99,99% ”, explica Luiz Thiago Freitas, gestor industrial têxtil da Malwee. “Uma das premissas do projeto era que a funcionalidade não deveria limitar a criação. Foi desafiador trazer ao público peças bonitas que pudessem compor facilmente o guarda-roupa”, acrescenta ele.PUBLICIDADE

Infectologista e professor do curso de Medicina do Centro Universitário São Camilo, em São Paulo, Milton Lapchik alerta para a importância de verificar junto aos órgãos competentes a eficiência dos produtos. “Utilizar vestuário com propriedade antiviral não parece ter impacto nas práticas de biossegurança”, observa o especialista.

Virginia Barros afirma que a técnica é permanente, mesmo depois da lavagem Foto: Marcus Sabah
Virginia Barros afirma que a técnica é permanente, mesmo depois da lavagem Foto: Marcus Sabah

Sob a ótica comportamental, Paula Acioli, pesquisadora e coordenadora do curso de Formação Executiva em Moda, da Fundação Getulio Vargas (FGV), afirma que a indústria é mais do que uma aliada nesse combate. É protagonista. “A moda veste a História em seus diferentes contextos, inclusive em tempos de crise. E vai muito além do consumo, cumprindo importante papel social”, diz ela. “Tecnologia e funcionalidade são o binômio do futuro do setor.”

Fotos: Marcus Sabah. Styling: Matheus Martins. Beleza: Tom Souza. Assistência de fotografia: Luisa Mascarenhas. Modelo: Raquel Félix (Mix Models Agency) moda covid

Angela Davis em quadrinhos: HQ francesa que conta história de ativista norte-americana chega ao Brasil

Livro narra em quadrinhos a trajetória e as lutas da ativista e filósofa norte-americana Angela Davis, ícone do feminismo e do movimento negro
Leda Antunes

'Queremos o fim imediato da brutalidade policial e do assassinato do povo preto' exigiam os Panteras Negras Foto: Reprodução/Agir
‘Queremos o fim imediato da brutalidade policial e do assassinato do povo preto’ exigiam os Panteras Negras Foto: Reprodução/Agir

“Angela Yvonne Davis é uma lenda viva que inspira pessoas dos mais diversos segmentos políticos ao redor do mundo”, escreve a filósofa e escritora Djamila Ribeiro no texto de orelha da edição brasileira de “Miss Davis: a vida e as lutas de Angela Davis”, que acaba de ser lançado pela Editora Agir. No livro, os franceses Sybille Titeux de La Croix e Amazing Ameziane recontam a trajetória da consagrada ativista e filósofa norte-americana, ícone do feminismo e do movimento negro, na forma de história em quadrinhos.

O livro retoma a trajetória de Angela Davis desde sua infância, vivida em parte no estado do Alabama, narrando suas vivências como filha de pais que faziam parte da Associação Nacional Para o Progresso das Pessoas de Cor em um estado ainda sob segregação, e, posteriormente, em Nova York, onde as leituras comunistas influenciaram de forma definitiva sua formação intelectual e política.

A HQ ainda narra a participação de Davis no partido dos Panteras Negras e sua entrada na lista dos mais procurados do FBI, dando destaque a sua vivência na prisão e ao julgamento que terminou com o reconhecimento da sua inocência após uma intensa campanha pública global por sua liberdade. A partir da história de sua militância, os quadrinhos inserem o leitor no cenário da luta pelos direitos civis nos Estados Unidos dos anos 1960 e 1970.

Angela Davis em quadrinhos Foto: Reprodução/Agir
Angela Davis em quadrinhos Foto: Reprodução/Agir

A ideia de contar a história de Davis em quadrinhos surgiu logo depois que a escritora Sybille Titeux de La Croix e o ilustrador Amazing Ameziane finalizaram o livro em que narram a trajetória do ativista e boxeador afro-americano Muhammad Ali, em 2015.

— O livro sobre Ali era tanto sobre o esporte quanto sobre sua luta pelos direitos civis nos EUA. Podemos dizer que o livro sobre Angela Davis é, portanto, uma continuação, desta vez através da figura de uma mulher que dedica a sua vida à luta pela igualdade, feminismo e anti-capitalismo — afirma La Croix, em entrevista concedida à CELINA por e-mail.

Para a autora, todos os aspectos da vida de Angela Davis a fizeram querer fazer uma história em quadrinhos sobre ela. “O objetivo principal é ajudar quem não conhece Angela Davis a descobrir suas lutas e suas ideias, que ainda estão bem vivas em 2020”, explica.

Ambos os autores acumulam anos de pesquisa sobre a cultura norte-americana e o período histórico que marcou a luta pelos direitos civis nos anos, entre as décadas de 50 e 70, bagagem que foi fundamental para o processo de desenvolvimento da HQ.

Vidas negras importam

“Queremos o fim imediato da brutalidade policial do assassinato do povo preto”, diz um dos itens do programa do partido Panteras Negras, citado logo no início de “Miss Davis”. A exigência, feita no final da década de 60, continua atual. A HQ sobre Angela Davis chega em um momento em que o debate sobre o racismo parece ter atingido um novo patamar global. Em junho, protestos em repúdio à violência policial contra a população negra nos EUA — desencadeados pelo assassinato de George Floyd, um homem negro morto por asfixia por um policial branco — se espalharam pelo mundo.

— Na França, o livro foi lançado um pouco antes da crise da Covid 19, então demorou um pouco para ter um retorno. Mas com o movimento “Black Lives Matter” se espalhando pelo mundo, está claro que este não é apenas um problema americano. O jovem negro Adama Traoré morreu estrangulado pela polícia francesa dizendo exatamente as mesmas palavras que George Floyd — conta Amazing Ameziane.

Neste contexto, recontar a história de Angela Davis se torna ainda mais importante, afirmam os autores da HQ.

— Começamos a trabalhar no livro em 2018, e este não era um tópico especialmente relevante na época, aos olhos das pessoas. Mas é importante contar a história de pessoas como Angela Davis o tempo todo. Sua luta ainda é relevante hoje e espero que o livro possa inspirar jovens leitores — afirma La Croix.

— Angela Davis nos inspira a desejar um mundo melhor — completa Ameziane.

Hailing From Tuscany, Rising Star Sergio Stipa Unpacks Beginnings, Modeling Hits And Confidence

Dior

Talent: Sergio Stipa @sergio.stipa at Elite Modeling Agency @elitemodelworld
Photography and Creative Direction: Giuseppe Riserbato @giusepperiserbato
Stylist: Stefano Guerrini @stefano_guerrini
Stylist Assistant: Salvatore Pezzella @sasy_pess, Greta Tedeschi @gretatede
Grooming: Valeria Stefanelli @valeriastefanelli_mua
Brands: Dior, Ermenegildo Zegna, Etro, Futuro Remoto, Skill_officine
Location courtesy of TED Milano by Ilaria Ferraro Toueg @tedmilano

Exatamente, esse foi o som da sua mandíbula batendo no chão (confie – não há necessidade de sentir pena). É uma sorte, então, conhecermos o modelo-sensação Sergio Stipa, que nos fisgou ao chegar como uma chuva tropical após uma seca prolongada. Quer dizer, poderíamos realmente pedir mais? Com toda a probabilidade, se você questionou, provavelmente não tem ideia de como ele era. Não uma figura da imaginação, mas uma emanação de potencial, com uma base de fãs cada vez maior, o modelo aclamado pela Toscana está preparado para a proeminência. Explicando o início de sua carreira, Stipa diz: “Foi uma grande surpresa porque eu não esperava trabalhar tanto, mas tem sido uma jornada muito boa até agora. Até onde estive na moda, não me lembro de nenhum fardo em particular ”, lembra ele. “Uma pessoa da Elite Model Management me viu durante o verão, quando eu estava no quarto ano do ensino médio, mas era um pouco cedo para trabalhar nessa realidade maluca. Nós nos encontramos novamente no verão do ano seguinte e naquele ponto eu estava pronto para começar um novo capítulo e gerenciar este trabalho. ” No momento em que mergulhamos fundo na conversa, o que é notável sobre este sujeito é o quão despretensiosamente alegre é sua maneira. Seus olhos se fixam, riem, fogem e continuam da mesma maneira. Ele sempre fez as suas próprias coisas “Tentei aproveitar ao máximo a minha jornada até esta data e passei o meu tempo com as pessoas que amo: a minha família, mantive-me positivo e fiz muitas coisas em casa todos os dias ser ativo e não se render ”, ele diz alegremente. Stipa é alto, elegante e usa branco em tons neutros.

Ah, e com seu apelo único, o jovem modelo conquistou o apoio de formadores de opinião na cena francesa e italiana. Com o sucesso da campanha Jacquemus Summer 2019, Stipa manteve um equilíbrio sem esforço entre os estudos e a carreira. Ele diz que adora moda, o que faz sentido. Em seguida, ele traça uma imagem de como ele vê o panorama da mídia moderna que, em um nível de modelagem, desempenha um papel importante nos tempos atuais. “A mídia social, principalmente o Instagram, de certa forma faz parte do meu trabalho, então sempre tento me divertir; Não sinto a competição com outras pessoas do meu canal e isso pode ser a chave para um uso saudável das mídias sociais ”, afirma ele,“ Eu apenas vivo minha vida e posto conteúdo que realmente me representa no meu melhor! É com certeza uma voz muito poderosa que deve ser usada apenas para bons propósitos. ” Ele está certo; é tudo sobre como lidar com isso. Com muita atenção dada ao renascimento da mídia nos últimos anos, é hora de os holofotes se alargarem a outros talentos empolgantes, e Stipa está se preparando para liderar a crescente carga de modelos em um ritmo implacável. Com isso em mente, sua inspiração vem de muitas pequenas coisas que contribuíram para seu crescimento pessoal. “Sempre mantenha a humildade no centro e não acredite nos estereótipos da moda; apenas aproveite, seja confiante e tente experimentá-lo em sua pele antes de tomar decisões rápidas. ” Sua visão está definida para voar alto e estamos aqui para isso.

Suit: Etro
Sunglasses: Ermenegildo Zegna
Dior
Ermenegildo Zegna
Necklace: Futuro Remoto / Trousers: Skill Officine

‘The Vow’: documentário conta história de seita sexual que chegou a Hollywood

Série com nove episódios foi lançada pela HBO e mostra a atriz Allison Mack, de ‘Smallville’, que foi condenada por extorsão sexual
JOÃO PEDRO MALAR – O ESTADO DE S.PAULO

Allison Mack foi uma das líderes de seita sexual retratada no documentário ‘The Vow’

HBO lançou neste domingo, 23, o primeiro episódio do documentário The Vow, que mostra o surgimento e características do grupo de autoajuda NXIVM e uma seita sexual que foi descoberta dentro dele. O lado mais obscuro da organização foi revelado em 2017, e terminou na condenação da atriz Allison Mack, de Smallville.

A produção possui nove episódios, lançados semanalmente, e começou a ser filmada em 2017. Ela mostra a tentativa de alguns membros do grupo, incluindo a atriz Bonnie Piesse, que interpretou Beru Lars em dois filmes da saga Star Wars, de sair da NXIVM. 

O documentário busca não apenas explicar a história do grupo, cujo fundador Keith Raniere foi condenado por tráfico sexual em 2019, mas também mostrar o funcionamento da seita, que segundo relatos era formada por mulheres que recebiam marcas na pele, eram proibidas de se alimentar e sofriam punições físicas.

O caso ficou famoso em 2017 e em anos seguintes com a prisão e condenação da atriz Allison Mack, uma das líderes da NXIVM e do culto. Ela confessou ter coagido duas mulheres a praticar serviços depois de ameaçar divulgar informações prejudiciais sobre elas. 

O jornalista Frank Parlato, que chegou a ser porta-voz do grupo, revelou que as mulheres eram marcadas com as iniciais de Allison e Raniere e que cada líder da seita, formada pelos membros mais leais da NXIVM, possuía escravas sexuais. 

The Stand | Série de Dança da Morte, de Stephen King, ganha data de lançamento

Seriado da CBS All Access adaptará obra sobre vírus que dizimou a população mundial
FÁBIO GARCIA

A aguardada adaptação do livro A Dança da Morte,de Stephen King, ganhou uma data de lançamento no streaming da CBS. A série The Stand (nome original do romance) será disponibilizada no dia 17 de dezembro, para assinantes norte-americanos, de acordo com a Variety.

Indo na contramão de outros streamings que estimulam maratonas, o CBS All Access colocará os oito episódios de The Stand semanalmente. A história terá mudanças se compararmos com o livro original, e o final foi escrito pelo próprio Stephen King.

Originalmente publicado em 1978, a trama é ambientada em um futuro próximo onde a raça humana foi dizimada por uma contaminação em massa que atinge 99% da população mundial. Os próprios produtores comentaram que o cenário de pandemia se assemelha à narrativa do Stephen King. O livro original chegou a ser lançado no Brasil em 2013 pela editora Suma de Letras.

O protagonita Stu Redman será vivido por James Marsden, de Westworld, enquanto a atriz Amber Heard (Aquaman) assumirá o papel de Nadine Cross, uma professora que é possuída pelo demônio Randal Flagg (Alexander Skarsgård).

Facebook deve lançar serviço de notícias no Brasil

O Facebook News, implementado nos Estados Unidos no ano passado, também deve chegar a outros países como Reino Unido, Alemanha, França e Índia
Por Agências – Reuters

Ainda não há data específica para o lançamento do Facebook News no Brasil

Facebook anunciou nesta terça-feira, 25, planos para lançar seu serviço de notícias no Brasil nos próximos meses — o Facebook News também deve chegar a outros países como Reino Unido, Alemanha, França e Índia. A ferramenta, implementada nos Estados Unidos no ano passado, paga os veículos de notícias pelos conteúdos e tem hoje reportagens originais de mais de 200 editoras.

Nos últimos anos, a rede social, que tem 2,7 bilhões de usuários ativos mensais, tem sido criticada pela circulação de notícias falsas e campanhas de desinformação em sua plataforma — muitos acreditam que esse tipo de conteúdo afetou o resultado da eleição presidencial dos EUA de 2016, vencida por Donald Trump. O serviço de notícias do Facebook é uma resposta às críticas: o presidente-executivo, Mark Zuckerberg, diz que a empresa tem compromisso em priorizar notícias “confiáveis” em seu feed, identificando canais de alta qualidade.

“Os hábitos do consumidor e o inventário de notícias variam de acordo com o país. Portanto, trabalharemos em estreita colaboração com os parceiros de imprensa em cada um dos países para adaptar a experiência”, afirmou o Facebook em comunicado nesta terça. 

Ainda não há data específica para o lançamento do serviço no Brasil: a rede social disse que “tem como objetivo lançar o Facebook News em vários países entre os próximos seis meses e um ano”.