Natalia Korzh | Spring Summer 2020 | Full Show

Natalia Korzh | Spring Summer 2020 by | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Belarus Fashion Week)

Andrews Diez for Marie Claire Argentina with Ramona Cuervo

Photographer: Andrews Diez. Videographer: Alfonso Helguera. Fashion Stylist & Art Direction: Juliet Pietrocola. Hair Stylist: Eva Pique. Makeup Artist: Jorge Balzaretti. Retoucher: Cristina Garcia at Sleek Labs. Model: Ramona Cuervo at Fifth Models.

DJ Erick Morillo é encontrado morto em Miami

Responsável pelo hit de house music ‘I like to move it’, em 1993, artista tinha sido acusado recentemente de abuso sexual

DJ Erick Morillo morre aos 49 anos em Miami

O DJ americano Erick Morillo, de 49 anos, sucesso em 1993 com a música “I like to move it” foi encontrado morto na manhã desta terça-feira em Miami Beach, informou o site “TMZ”. Segundo a publicação, as circunstâncias em torno de sua morte ainda não são claras. Morillo foi três vezes vencedor vezes do DJ Awards de Melhor DJ de House e três vezes de Melhor DJ Internacional (a vitória mais recente foi em 2009). Mais conhecido por seu trabalho em house music, O DJ lançou “I like to move it”  sob o nome artístico de Reel 2 Real.

A morte do artista ocorre poucas semanas depois de ele ter sido preso em Miami por acusações de agressão sexual. A suposta vítima afirma que, em dezembro passado, ela e Morillo foram à casa dele depois de ambos terem discotecado. Ela alega que resistiu aos seus avanços sexuais, e depois foi dormir na casa dele, mas acordou nua com Morillo parado ao lado dela, também nu. O DJ se entregou à polícia no último dia 6 e deveria comparecer ao tribunal na sexta-feira. 

Além de ser DJ, Morillo produziu música em diversos projetos, como Ministers de la Funk, The Dronez, RAW, Smooth Touch, RBM, Deep Soul, Club Ultimate e Li’l Mo Ying Yang. Ele costumava se apresentar em casas em Las Vegas e em festivais de música como o Creamfields. Erick Morillo se apresentou diversas vezes no Brasil, entre elas no festival Rio E Music (em 2015, ao lado do DJ sueco Avicii, que morreu em Omã em 2018) e na tenda eletrônica do Rock in Rio (em 2017).

Balunova | Spring Summer 2020 | Full Show

Balunova | Spring Summer 2020 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Belarus Fashion Week)

Galaxy Z Fold 2: novo celular dobrável da Samsung custará US$ 2 mil

Fabricante diz ter reforçado o aparelho, que chama a atenção pelo novo tamanho de tela fechada
Por Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Nova geração do Z Fold ganha tela maior quando fechada

Após mais de um ano do lançamento conturbado do celular dobrável Galaxy Fold, a Samsung apresenta a nova versão do aparelho. Anunciado no começo de agosto, o Galaxy Z Fold 2, que chega ao mercado em 18 de setembro por US$ 2 mil, teve seus detalhes revelados durante evento virtual nesta terça-feira, 1. Assim como seu antecessor, o smartphone funciona como uma espécie de tablet que dobra na horizontal, mas traz melhorias no design e em recursos multitarefas, além de prometer maior resistência. 

O Galaxy Z Fold 2 tem tela de 7,6 polegadas quando aberto e, quando fechado, parece um smartphone comum, com 6,2 polegadas. À primeira vista, essa é a maior mudança: o primeiro Galaxy Fold assumia o tamanho de 4,6 polegadas quando dobrado, dimensões estranhas para quem está acostumado a manusear um smartphone tradicional. 

Outra diferença visível no design é o espaço para câmera frontal, que no Fold era como uma faixa preta. Agora no Z Fold 2 é um “buraco” na tela. A câmera frontal do Z Fold 2 é de 10 MP, enquanto a câmera traseira possui três lentes de 12 MP. É possível também tirar selfies usando as lentes traseiras, por meio de um preview na tela. 

Além de poder ser usado completamente fechado ou aberto, o Z Fold 2 também funciona no meio termo, dobrado entre 75º e 115º. A empresa fez uma séries de demonstrações de como esse modo flexível pode ser usado para posicionar o celular para fotos e também para assistir um vídeo e deixar parte da tela só para comandos, por exemplo. 

A bateria é de 4.500 mAh, com carregamento rápido. O aparelho está disponível em duas cores, bronze (uma aposta da Samsung também para a linha do Note 20) e preto, com 12 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento. 

Refinamento

Segundo a Samsung, o Galaxy Z Fold 2 aguenta ser dobrado 200 mil vezes em 5 anos, considerando 100 aberturas por dia. A grande expectativa em relação ao Z Fold 2 é justamente a durabilidade: no ano passado, o Fold teve sua estreia adiada depois que apresentou defeitos em suas telas, durante testes com jornalistas e influenciadores. Depois disso, a Samsung fez mudanças na estrutura do aparelho, reforçando a dobradiça e protegendo a camada plástica da tela. 

No novo celular, a empresa substitui a tela de plástico por um vidro flexível — algo que já tinha sido feito no Galaxy Z Flip, smartphone dobrável que, diferentemente da linha Fold, dobra na vertical, resgatando a ideia dos antigos celulares de flip. A estreia do Galaxy Z Fold 2 responderá se as mudanças deram certo. 

Outra coisa que a Samsung aprendeu com o Fold foi o potencial de aparelhos dobráveis para funções multitarefas, em que usuários podem acessar diferentes aplicativos ao mesmo tempo. A empresa turbinou essas capacidades no Z Fold 2, que incluem adaptações no pacote Office feitas pela própria Microsoft. Com as funções multitarefas, é possível por exemplo, responder a um e-mail olhando para a mensagem original ao lado, e arrastar uma foto direto da galeria de imagens para o corpo do e-mail. 

O desfecho de ‘I may destroy you’, a série que encantou todo mundo

“I may destroy you” terminou nesta segunda-feira, 31, na HBO e ainda ressoa na memória de quem assistiu. Não à toa, a série é apontada como a “produção do ano”. Daqui para a frente, tem spoiler.

Michaela Coel

Num primeiro momento, o espectador pode até ter ficado com a sensação de que o 11º (e penúltimo) capítulo foi melhor do que o 12º. É nele que Arabella (Michaela Coel) finalmente descobre quem a estuprou. Ela aparece sentada numa mesa externa do bar onde esteve na noite em que tudo aconteceu. Observa as pessoas reunidas no balcão, na área interna. Em meio a um grupo, reconhece seu agressor, rindo e conversando. Num lampejo, lembra-se de tudo. Nessa cena, a narrativa sobe um degrau e o enredo ganha um sentido maior. O mistério é resolvido.

Só que “I may destroy you” não é uma mera trama de mistério. A série vai além disso e mergulha fundo nos sentimentos da sua protagonista. O episódio final é, por tudo isso, muito importante: ele trata da digestão da violência que Arabella sofreu. Serve, portanto, a completar um quadro psicológico. Numa mistura de realidade e fantasia, ela imagina mais de uma situação: espancar o tarado; aplicar nele o mesmo “boa noite, Cinderela” que recebeu; ou, finalmente, perdoá-lo.

Nenhuma dessas possibilidades parece suficiente para pacificar a aflição da personagem. “I may destroy you”, então, fecha muito bem: termina sem uma conclusão. E, em vez disso, levanta uma interrogação: será possível superar o trauma da violação sexual? Arabella não sabe. Já a própria Michaela Coel passou por isso e sua resposta foi essa série. [PATRÍCIA KOGUT]

Falha no aplicativo Podcasts para watchOS está inflando números de audiência

A solução: simplesmente desconsiderar esses números

Se você tem um podcast, talvez seja bom começar a se despedir dos números de ouvintes provenientes do aplicativo Podcasts do Apple Watch. Isso porque uma “falha” descoberta recentemente no watchOS faz com que o download dos episódios dos programas fossem contados duas vezes — e, para corrigir a história, o reloginho da Maçã simplesmente deixará de contar nas métricas.

Confuso? O Interactive Advertising Bureau (IAB) tem uma explicação mais técnica da coisa, mas basicamente o que acontece é que, toda vez que o usuário baixa um episódio de um determinado podcast no Apple Watch, o dispositivo envia para o servidor dois pedidos de downloads de dois aparelhos diferentes — o Watch em si e o iPhone.

Com isso, o download é contado duas vezes, sem que o usuário de fato ouça o episódio duas vezes ou sequer mexa em qualquer configuração do aplicativo Podcasts. Isso, naturalmente, representa um problema — ainda que os números de usuários do app no Apple Watch não sejam enormes, esse tipo de métrica é importante para anunciantes e criadores, então ela precisa ser a mais próxima possível da realidade.

A Apple não se pronunciou sobre a falha, mas o IAB recomendou uma mudança muito simples para que os podcasts no Apple Watch sejam contados da forma certa: simplesmente desconsiderar os downloads provenientes do relógio, uma vez que um evento de download (o do iPhone) já será contado de qualquer forma.

A parte negativa disso tudo, como notado pelo AdTech, é que os anunciantes não mais terão as métricas de ouvintes que consomem os podcasts por meio do app nativo do Apple Watch, o que dificultará um pouco o direcionamento de publicidade. Não chega a ser o fim do mundo, mas é a atitude necessária — até que a Apple conserte o problema, pelo menos. [MacMagazine]