Uma espiada no escritório minimalista da agência de criação Cornwell em Melbourne, Austrália

A agência de criação Cornwell contratou recentemente a empresa de design de interiores Kestie Lane Studio para projetar seu novo escritório em Melbourne, Austrália.

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Lobby

“Na sequência do escritório Cornwell original, projetar um espaço para colaboração e expressão criativa foi mais uma vez o foco. O novo espaço exigia um estilo mais contemporâneo com uma estética de linha minimalista e limpa.

Aproximar-se do espaço longo e amplo com um estilo mínimo representava o risco de o espaço não ter a expressão criativa que é a marca do nosso cliente. Como designers, nosso desafio foi injetar no espaço elementos ousados ​​e peças marcantes que são acompanhadas pelo cenário simples. Ao criar um ponto focal forte no final de um longo corredor, o olhar é atraído para o espaço comum. Como o tema do espaço é muito monolítico e elegante, esses momentos de surpresa são fundamentais para a criação de pontos de interesse e personalidade. O habitante é então atraído para um espaço que estimula um senso de comunidade e interação.

O amplo site permitiu um espaço de escritório de plano aberto e muito social. O herói do interior é a cozinha comunitária e a área de reuniões com uma grande mesa de reuniões que se estende por todo o espaço. Esta área permite que os criativos da Cornwell interajam e colaborem em um ambiente social e de trabalho.

No verdadeiro estilo Cornwell, o banco gráfico de pedra é um elemento ousado de surpresa. A simplicidade das paredes brancas e do concreto polido que os rodeia permitem que o padrão gráfico monocromático seja a afirmação. Entre a paleta de cores emparelhadas estão focos de roxo profundo e azul, uma referência ao Cornwell 1.0. O espaço tem muitos momentos escultóricos. Artefatos de pedra e plantadores com estrutura de aço do chão ao teto são exibidos como peças de arte em uma tela minimalista e elegante ”, diz Kestie Lane Studio.

  • Location: Melbourne, Australia
  • Date completed: 2020
  • Design: Kestie Lane Studio
  • Photos: James Withers
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Lobby
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Lounge
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Corridor
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Meeting room
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Meeting room
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Café
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Bathroom

Photographer Paul Scala for Vogue India with Nour Rizk

Photographer Paul Scala. Fashion Stylist: Fabio Immediato. Hair Stylist: Chris Sweeney. Makeup Artist: Liz Pugh. Casting: Megan McCluskie. Model: Nour Rizk at MODELS 1.

A verdadeira história de Paris Hilton | This Is Paris Documentário Oficial

Pensávamos conhecer Paris Hilton. Estávamos enganados. Esta é a verdadeira história não contada que moldou a mulher e a personagem icônica que ela criou.

‘Troubled blood’: novo livro de J.K. Rowling já desperta críticas

Com homem cis que se veste de mulher para matar, obra é mais um capítulo na briga da autora de ‘Harry Potter’ com ativistas LGBTQI+
O Globo

A escritora britânica J. K. Rowling tem se envolvido em polêmicas com a comunidade LGBTQI+

Nesta segunda-feira, a hashtag #RIPJKRowling assustou fãs de Harry Potter em vários cantos do mundo. Não, a escritora de best-sellers britânica não morreu; a razão da hashtag alcançar os postos mais altos do Twitter em diversos países é o novo livro de Rowling, “Troubled Blood”, que chega às livrarias nesta terça-feira e parece ter aberto mais um capítulo de uma briga entre Rowling e ativistas identitários que se estende desde 2019.

“Troubled Blood” é o quinto livro de uma série com o detetive Cormoran Strike, que Rowling escreve sob o pseudônimo de Robert Galbraith. Nele, o detetive investiga um homem cis que se veste de mulher para cometer assassinatos em série. Ex-fãs e ativistas da comunidade LGBTQI+ viram, na composição do vilão da trama uma clara provocação da autora, que foi acusada de transfobia após uma série de postagens no Twitter, em junho.

Na mesma época, a escritora, de 55 anos, escreveu um longo artigo de tom pessoal em seu site, em que questiona o que chama de “novo ativismo trans” e seu impacto em causas que ela apoia, como projetos para prisioneiras mulheres ou sobreviventes de abuso — ela própria revela, no texto, ter sido vítima de abuso doméstico e agressão sexual. A reação foi intensa e nem o relato pessoal aliviou as críticas à escritora.

O jornalista Jake Kerridge, que resenhou o livro para o jornal britânico “The Telegaph”, avisa que “Troubled Blood” tem uma “subtrama de fazer os críticos de Rowling fumegarem de raiva”. E eles já começaram nas redes sociais. “J.K. Rowling tem um novo livro onde um homem cis se disfarça de MULHER para matar OUTRAS MULHERES. É por isso que #RIPJKRowling tem rolado por aí…”, escreveu um fã (ou ex). Outro disse: “J.K. Rowling está morta… digo, sua carreira”.

Não é a primeira vez que J.K. Rowling é acusada de transfobia em seus livros. Em 2014, a escritora já havia sido criticada pela representação agressiva e instável de um personagem trans em “O Bicho-da-Seda”, segundo livro da série de Cormoron Strike. Em dezembro passado, a autora da amada série infanto-juvenil “Harry Potter” já havia causado insatisfação de fãs e ativistas ao apoiar uma mulher que havia sido demitida por tuitar que as pessoas não podem alterar seu sexo biológico.

Atriz sul-coreana Oh In Hye morre aos 36 anos

Estrela foi encontrada desacordada por amiga em sua casa na manhã desta segunda-feira (14); segundo imprensa local, ela teria se matado

A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)

A atriz sul-corenana Oh In Hye morreu aos 36 anos após ter sido encontrada insconciente em sua casa, em Incheon, na manhã desta segunda-feira (14). Socorrida e levada para um hospital, ela chegou a ser estabilizada, mas não resistiu. Segundo a imprensa local, Oh In Hye teria se matado.

A estrela foi achada por volta de 5 da manhã por um amigo, com sintomas de um ataque cardíaco. Ressuscitada no hospital, ela teve outra parada cardíaca. Oh In Hye terá um funeral privado na quarta-feira (16).

Famosa na Coreia do Sul, ela estrelou filmes como Sin Of A FamilyRed Vacance Black Wedding, A Journey With Korean Masters The Plan. Nas redes sociais, os fãs lamentaram a morte da atriz, que recentemente abriu um canal no YouTube.

A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)
A atriz sul-coreana Oh In Hye (Foto: Reprodução Instagram)

Jennifer Aniston e Brad Pitt fazem primeiro trabalho juntos após 19 anos

Ex-casal tem encontro virtual para mesa de leitura beneficente; evento arrecada fundos contra coronavírus e para reforma do sistema prisional americano

Brad Pitt e Jennifer Aniston (Foto: Getty Images)

Jennifer Aniston e  Brad Pitt voltaram a trabalhar juntos depois de 19 anos. O ex-casal, que se separou em 2005, gravou virtualmente a mesa de leitura online do clássico Fast Times at Ridgemont High, cuja primeira imagem foi divulgada nesta segunda-feira (14), com o objetivo de arrecadar recursos para a luta contra a pandemia de coronavírus e para a Reform Alliance, uma organização pela reforma do sistema prisional americano. Jen e Brad, tinham trabalhado juntos uma única vez, em 2001, em um episódio de Friends.

A mesa de leitura tinha sido marcada para o dia 20 de agosto e adiada. Além de Brad e Jennifer, o  elenco tem famosos como Julia RobertsMorgan FreemanShia LaBeoufMatthew McConaugheyRay LiottaJohn Legend, e outros. A leitura será transmitida no Facebook, na sexta-feira (17), às 18 horas, na página da Core Response, organização sem fins lucrativos de Sean Penn, também parte do evento – a imagem do grupo em uma vídeo conferência foi publicada ali.

Brad e Jen se conheceram em 1998 e casaram em julho de 2000. A união acabou quando ele filmou Sr. e Sra. Smith, com Angelina Jolie – eles passaram a viver juntos logo depois. Pais de seis filhos, eles oficializaram o relacionamento em 2014 e se separaram em 2016. Declarados solteiros pela justiça americana, os atores continuam brigando pelos bens amealhados durante o casamento.

Já Brad e Jen, que passaram anos sem serem vistos juntos, tiveram um reencontro público no SAG Awards 2020, em fevereiro passado. Fotografados juntos, eles elogiaram as vitórias um do outro: Brad levou o prêmio de Melhor Coadjuvante em um filme por Era Uma Vez… Em Hollywood, e Jen o de Melhor Atriz em Série Dramática, por The Morning Show.

Naomi Osaka: vitória e protesto no US Open para que pessoas ‘comecem a falar’ sobre justiça racial

Durante todo o torneiro, tenista japonesa usou máscaras com os nomes de sete vítimas negras da brutalidade policial nos EUA
Reuters

Naomi Osaka celebra a vitória no US Open Foto: Matthew Stockman/Getty Images/AFP

A tenista Naomi Osaka coroou sua vitória no US Open com um desafio para as milhões de pessoas que assistiram a partida final do torneio, no sábado (12): “comecem a falar” sobre justiça racial.

Quando entrou no estádio Arthur Ashe para a primeira partida do US Open, há 12 dias, Osaka colocou seu ativismo no centro, vestindo uma máscara em homenagem a Breonna Taylor, mulher negra assassinada por policiais que invadiram seu apartamento em março. A cada partida do torneio – em um total de sete –  ela usou uma máscara diferente para levar os protestos do movimento Black Lives Matter contra a brutalidade policial à vasta base de fãs do tênis internacional.

Após a vitória no torneio, questionada sobre a mensagem que desejava passar ao usar as máscaras com nomes de pessoas negras mortas pela polícia americana, ela devolveu a pergunta ao jornalista: “Qual a mensagem que você recebeu?”.

“O ponto é fazer com que as pessoas comecem a falar”, disse a tenista.

Osaka, que nasceu no Japão, é filha de pai haitiano e mãe japonesa, e passou seus anos de formação nos EUA. Hoje, ela vive em Los Angeles, mas representa seu país natal nas competições. Sua influência ultrapassa fronteiras:

“Tudo o que eu fazia fora das quadras de alguma maneira também estava nas quadras”, ela explicou em uma entrevista na TV depois de vencer a bielorussa Victoria Azarenka em três sets e garantir o título no US Open. “Comecei a desejar mais ainda a vitória para poder mostrar mais nomes nas máscaras”.

Uma das personalidades mais famosas do Japão, Osaka chamou atenção antes mesmo do US Open começar. Ela forçou o adiamento da semifinal do Western & Southern Open no mês passado, depois de deixar uma partida em protesto contra os policiais que atiraram em Jacob Blake, no Wisconsin, acompanhando boicotes realizados por jogadores da NBA e da WNBA.

“Ver o genocídio contínuo de pessoas negras nas mãos da polícia está, honestamente, me deixando enojada”, escreveu Osaka em uma rede social.

A americana Billie Jean King, pioneira no tênis, disse que as atitudes de Naomi Osaka a colocam no panteão dos grandes atletas ativistas.

“Já tem mais de 50 anos que atletas como Muhammad Ali, Juan Carlos e Tommie Smith e as Nine Originals (nove mulheres que, em 1970, reivindicaram igualdade de oportunidades no tênis americano, dando origem à Associação de Tênis Feminino) usaram seus esportes, suas vozes e suas ações para mudar a humanidade. O bastão foi passado adiante, e Naomi Osaka o aceitou.”

Naomi Osaka entra na quadra para a final do US Open contra a tenista bielorussa Victoria Azarenka. Ela usa máscara com o nome de Tamir Rice, menino negro de 12 anos que foi morto pela polícia americana Foto: AL BELLO / AFP

A máscara que Osaka usou na final do US Open tinha o nome de Tamir Rice, um menino negro de 12 anos que segurava uma arma de brinquedo quando um policial branco atirou contra ele em Cleveland, Ohio, em 2014. Osaka diz que pensou em usar a máscara também no pódio, mas foi convencida a não fazê-lo. A tenista, que tem estudado a História do Haiti para formar sua visão sobre justiça racial e social, afirmou que tem interesse em conhecer as famílias das sete pessoas que homenageou com as máscaras usadas no US Open.

“Eu aprendo mais com as experiências. Acho que compartilhar histórias e ouvir as experiências de outras pessoas é algo que vale muito.”

Xeque-mate: nos EUA, o bom e velho xadrez vira mania no streaming

Jogo milenar atrai milhares de espectadores graças a canal de grande mestre americano; partidas têm narração digna de videogame e clímax graças a cronômetro
Por Kellen Browning – The New York Times

Quase todos os 528 mil seguidores do grande mestre do xadrez Hikaru Nakamura no Twitch embarcaram no o início da pandemia

Numa tarde dessas, milhares de não-combatentes assistiam de longe a seu general ordenar que as tropas cruzassem o campo de batalha e travassem um duelo feroz com o inimigo. Em determinado momento, ele se repreendeu por um erro tático que poderia ter lhe custado caro naquele conflito de alto risco. Aí ele abriu um sorriso e começou a virar o jogo.

“Não posso perder”, disse Hikaru Nakamura, 32 anos, aos exultantes espectadores. A vitória já parecia próxima e os membros do exército adversário foram sendo derrubados, um a um. “Ganhei de novo – é isso aí, galera. Uau!”. 

Nakamura deu a si mesmo apenas um instante de trégua, depois mergulhou em outro combate. Peões, cavaleiros, bispos e até reis caíam a seus pés enquanto o grande mestre do xadrez destruía uma lista de desafiadores online – ao mesmo tempo em que narrava os movimentos da batalha para dezenas de milhares de fãs que lhe assistiam ao vivo no Twitch, site de propriedade da Amazon onde as pessoas geralmente fazem transmissões jogando videogames como Fortnite e Call of Duty.

A pandemia de coronavírus e as ordens de quarentena coroaram uma série de vencedores improváveis, dispostos a entreter um público entediado. Mas ficar assistindo a transmissões ao vivo de jogos de xadrez? Será que um dos jogos mais antigos e cerebrais do mundo realmente conseguiria se reformular e virar um passatempo animado o suficiente para capturar o interesse das massas no Twitch?

Foi bem isso o que aconteceu.

Desde o início da pandemia, a audiência de jogos de xadrez ao vivo disparou. De março a agosto, as pessoas assistiram a 41,2 milhões de horas de xadrez no Twitch, quatro vezes mais do que nos seis meses anteriores, de acordo com o site de análises SullyGnome. Em junho, um torneio de xadrez amador chamado PogChamps ficou por um breve momento no topo do Twitch, com 63 mil pessoas assistindo ao mesmo tempo, disse o SullyGnome. E jogadores populares do Twitch, como Félix Lengyel (que seus 3,3 milhões de seguidores conhecem por “xQcOW”), também começaram a fazer streaming de xadrez.

Essa colisão do público de xadrez com o público dos gamers em geral criou um “clube gigante de xadrez”, disse Marcus Graham, chefe de desenvolvimento de criadores do Twitch.

Grande mestre

A popularidade do xadrez online foi parcialmente alimentada por Nakamura. No mês passado, uma das maiores equipes profissionais de videogame do mundo, a Team SoloMid, derrotou várias rivais para assinar com ele um contrato de seis dígitos para colocá-lo em parceria com anunciantes e mercadorias. Nakamura foi um dos primeiros jogadores de xadrez a ingressar numa equipe de esportes eletrônicos, apenas uma semana depois de um outro grupo contratar um jogador canadense, Qiyu Zhou.

Embora Nakamura tenha começado a transmitir xadrez em seu canal Twitch, GMHikaru, com alguma frequência já em 2018, quase todos os seus 528 mil seguidores embarcaram do início da pandemia para cá. E, como sua popularidade disparou, a atenção da mídia aumentou – em maio, ele chegou a fazer uma participação especial na série de televisão Billions.

“É simplesmente incrível ver o nível de apoio e amor que tenho visto na comunidade do Twitch”, disse Nakamura. Ele acrescentou que a parte mais interessante de jogar e fazer streaming de xadrez era tão-somente “o fato de que sou muito bom nisso”.

Ajuda bastante o fato de ele ter um pedigree de xadrez incontestável. Em 1998, aos 10 anos, ele se tornou o jogador mais jovem dos Estados Unidos a ser nomeado mestre, título conquistado depois de atuações fortes. Cinco anos depois, virou o mais jovem jogador americano a se qualificar como Grande Mestre, o grau mais importante do xadrez mundial. Desde então, ganhou cinco campeonatos nacionais.

Nakamura passa horas no Twitch jogando xadrez enquanto conversa com fãs na plataforma
Nakamura passa horas no Twitch jogando xadrez enquanto conversa com fãs na plataforma

Blá-blá-blá

Em seu canal no Twitch, Nakamura, que mora em Los Angeles, raramente para de falar. Seu fluxo de comentários e tagarelice, mesmo enquanto dirige as peças com a precisão de um maestro de orquestra, é um dos principais motivos pelos quais os fãs o procuram.

“Ele atrai as pessoas porque é muito bom, mas no Twitch existem outros grandes jogadores que não são tão cativantes quanto ele, não são tão engraçados, não estão em sintonia com o tipo de cultura do Twitch”, disse Brandon Benton, 34 anos, pesquisador de pós-doutorado em física na Universidade Cornell que assiste às transmissões de Nakamura. Ele é uma “máquina de gerar memes, um brincalhão”.

Se você está pensando que a partida de xadrez é uma coisa enfadonha – bom, você não está errado. Um jogo clássico, sem limite de tempo, pode durar cinco horas. Mas muitas batalhas online, como quase todos os jogos que Nakamura transmite, são do chamado xadrez blitz – com tempo limitado. Cada jogador tem apenas alguns minutos para completar todos os seus movimentos, o que os leva a um estilo de jogo agressivo e arriscado que os fãs dizem ser emocionante de assistir.

O cronômetro do jogador para apenas quando é a vez da outra pessoa mover uma peça, então planejar com antecedência e tomar decisões rápidas são estratégias vitais para gerenciar o relógio. O clímax geralmente ocorre quando restam apenas alguns segundos e os combatentes trocam uma rápida enxurrada de movimentos.

Numa transmissão recente, Nakamura estava com menos peças do que seu oponente e tinha apenas 20 segundos restantes. Mas, 41 movimentos depois, ele estava sorrindo depois de realizar um improvável xeque-mate que envolvia avançar um peão pelo tabuleiro e transformá-lo em dama. Foram necessários apenas 16 segundos.

“Mais do que tudo, o que vale é a capacidade de jogar xadrez em alto nível e vencer as partidas enquanto parece que não estou focado no jogo, conversando no meu chat”, disse Nakamura sobre o fato de atrair uma grande audiência, que ele geralmente mantém enquanto joga mais de vinte jogos numa mesma sessão. “Pelo menos no xadrez blitz, provavelmente sou o melhor ou o segundo melhor jogador de toda a história, pelo menos online”.

Noah Olsen, de 24 anos, que mora em Washington, D.C., disse que gostou da interação de Nakamura com seus fãs. O grande mestre às vezes convida os assinantes para jogar contra ele no stream e costuma começar com menos peças ou jogar com os olhos vendados, para dar uma vantagem aos oponentes. “É muito, muito divertido saber que você está enfrentando uma mente enxadrística do calibre de Hikaru”, disse Olsen. “Mas saber que tem 10 mil pessoas assistindo a ele destruir você é um pouco enervante”.

Em Murcia, Espanha, Anthony Nicolaou, de 16 anos, descobriu o canal de Nakamura recentemente. A descoberta o inspirou a se voltar mais uma vez para um objetivo antigo: vencer seu pai no xadrez. “A coisa mais importante que aprendi com ele é que não tem problema você ser ruim”, disse ele sobre acompanhar Nakamura. “Percebi que você pode aprender e melhorar sem se sentir um idiota”. / TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU

Savoir-faire of the knitted ‘Bar’ jacket

A lendária jaqueta ‘Bar’, um ícone em constante evolução da Dior desde 1947, foi inventada de novo para o outono-inverno 2020-2021 por Maria Grazia Chiuri em uma versão de malha contemporânea e elegante. Exigindo quatro protótipos para capturar seu famoso fascínio escultural e sensual, as peças de malha reforçada com nervuras são habilmente ligadas à mão em vez de costuradas, enquanto seus botões exclusivos agora estão cobertos por uma malha correspondente.