Tatiana Maslany, de Orphan Black, será a She-Hulk na série do Disney+

A produção é centrada na prima de Bruce Banner, que herda os poderes dele após uma transfusão de sangue
MARIANA CANHISARES

A série da Disney Plus de She-Hulk traz Tatiana Maslany para o papel principal

A atriz Tatiana Maslany, conhecida por seus muitos papéis em Orphan Black, será a protagonista de She-Hulk, nova série do MCU no Disney+

De acordo com a Variety, a trama centrará justamente na sua origem. Como nos quadrinhos, a advogada Jennifer Walters, prima de Bruce Banner, herda os poderes dele após uma transfusão de sangue. No entanto, em vez de perder o controle, ela se sente mais confiante quando transformada.

Em seus anos como heroína nos quadrinhos, a She-Hulk já integrou os Vingadores, os Defensores e o Quarteto-Fantástico. Em sua série solo, iniciada em 1989, a personagem passou a se dar conta de que fazia parte de uma HQ e quebrava constantemente a quarta parede, característica que foi amenizada ao longo dos anos. A heroína foi criada por Stan Lee John Buscema e apareceu pela primeira vez em The Savage She-Hulk #1, de 1980.

Left, Evan Agostini/Invision/AP; right, courtesy of Marvel Comics

Esta semana a série do Disney+ contratou Kat Coiro como diretora e produtora executiva. Com grande bagagem televisiva, a cineasta comandou episódios de grandes séries como Brooklyn Nine-Nine e Disque Amiga Para Matar.

O lançamento do Disney+ na América Latina é previsto para 17 de novembro.

Dapper Dan conta a história por trás de ‘The Jacket’ | Vogue

O lendário designer Dapper Dan conta à Vogue como ele superou as adversidades, moldou o visual do hip hop e mudou a moda para sempre.

Director: Max Bartick
DP: Steven Tong
Producer: Naomi Nishi
Editor: Camille Getz
Associate Producer: Rachel Cantor
Gaffer: Gautam Lee
Audio: Gabe Quiroga
Set Design: Javier Irigoyen
Location: The Library at The NoMad Hotel

Gwyneth Paltrow: “O Zoom é pior do que o espelho”

A atriz e empresária falou com exclusividade à Marie Claire sobre a nova relação que estamos estabelecendo com a beleza durante a pandemia
PAOLA DEODORO

Gwyneth Paltrow (Foto: Divulgação)

Gwyneth Paltrow mergulha fundo no universo da beleza e do bem-estar desde que lançou o Goop, em 2008. A plataforma de artigos e reportagens sobre estilo de vida se desdobrou em produtos (como a famosa vela “This Smells Like My Vagina”) e também em uma série de documentários que retratam as experiências de campo de seus funcionários, o Goop Lab.

Agora, a atriz e empresária de 47 anos acaba de firmar parceria com a empresa de medicina estética Merz Aesthetics para o lançamento de uma campanha de autocuidado. A ideia do projeto, consolidado na #DareToSelfCare, é incentivar as mulheres a reservar um tempo para si, se permitindo fazer o que quiserem para se sentirem bem.

Em conversa exclusiva com Marie Claire, a atriz ganhadora do Oscar e do Grammy, fala sobre as novas formas de se relacionar com a beleza, os ajustes que ocorreram durante a pandemia, bem-estar e sexualidade. 

Marie Claire: A sua relação com a beleza mudou durante a pandemia? Você percebe que outras pessoas estão se relacionando de maneira diferente com estética?
Gwyneth Paltrow:
 Acho que a pandemia nos deu mais foco ao que realmente importa, que é nossa família e as relações que a gente tem na vida. E que todos nós passamos menos tempo nos olhando no espelho. Estamos em casa, com as crianças, cozinhando, trabalhando, ajudando nas aulas remotas. Mas ao mesmo tempo, passamos muito tempo no zoom, que é pior que um espelho. A gente nunca faz uma reunião presencial olhando o nosso próprio rosto o tempo inteiro. Então, para mim, eu realmente comecei a focar mais em skincare e me assegurando que a minha pele está hidratada, se a pele está boa. Não estou usando muita maquiagem, mas a minha rotina de beleza está mais focada em skincare. E cuidado com os cabelos. As pessoas estão se sentindo assim, em geral. São tempos muito únicos.

MC: Você acredita que as mulheres estão mais conscientes em relação às suas belezas, estão respeitando mais suas vontades, seus biotipos?
GP:
 Quando você está correndo, com crianças, escritório, viagens, a gente tem um foco diferente. Nos últimos meses a vida mudou muito, tudo está mais quieto, mais tranquilo. O que eu tenho observado nas mulheres que estão a minha volta, mulheres que eu amo e mulheres com as quais eu trabalho, é que elas estão questionando muitas coisas, quem elas são, com quem estão, como se sentem em relação a elas mesmas, como se sentem em relação ao seu peso, a sua beleza, porque existe muito menos distração. Então está sendo um momento de ficarmos quietas, de nos ouvir, de pensar em fazer ajustes na vida para nos sentirmos melhor. 

MC: E falando em relação com a beleza, qual foi o tratamento mais estranho que você já fez na vida?
GP:
 Provavelmente o vampire facial, eles tiram o seu sangue e colocam de volta no seu rosto. É muito estranho. Fiquei toda vermelha durante uns três dias depois daquilo.

MC: O que você considera importante na hora de escolher um tratamento de beleza?
GP
: Eu gosto de saber se outras mulheres acreditam que ele funciona. Eu não quero perder meu tempo em tratamentos que não funcionam. Também gosto de saber se ele é seguro. Mas sou muito aberta a testar coisas diferentes. Isso tem muito a ver com o objetivo do Goop Lab: dividir boa informação. A segunda temporada vai ser sobre relacionamentos e bem-estar sexual.

MC: Há dois meses você lançou mais uma vela aromática sexy. Depois da “This Smells Like My Vagina” (“Isso Tem o Cheiro da Minha Vagina”) veio o ‘This Smells Like My Orgasm” (“Isso Tem o Cheiro do Meu Orgasmo”). Você acha que as pessoas estão mais interessadas, mais abertas sobre sexualidade?
GP:
 A gente ama o fato de que uma vela como essa seja uma provocação feminista. Porque muitas mulheres sentem vergonha de seus corpos, então a gente ama essa vela. É como uma afirmação feminista punk-rock divertida. Mas eu acho realmente que as mulheres estão reavaliando sua sexualidade. Com certeza as mulheres que trabalham no Goop falam muito sobre isso, trazem muitos artigos, esse assunto está sempre em pauta. Tivemos um seminário digital sobre bem-estar no fim de semana passado com uma aula ótima sobre sexualidade. Acho que as pessoas estão realmente interessadas.

Federico Guarino for Vogue Portugal with Caterina Ravaglia

Photographer: Luca Meneghel at Wib Milano. Fashion Stylist: Leonardo Caligiuri. Film: Federico Guarino. Video Editing: Ermanno Zanella. Music: Margo Sanda. Hair Stylist: Marco Minunno. Makeup Artist: Augusto Picerni. Photo Assistant. Dario Sonatore. Styling Assistant: Fabrizio Finizza Production: Wib Milano. Model: Caterina Ravaglia at IMG Models.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York

Gigi Hadid mostrou seu apartamento em Nova York, uma casa eclética que ela mesma decorou e que atraiu muitas críticas (nem todas construtivas)
POR FRANCESCA WALLACE

Model home. Image credits: Instagram.com/gigihadid

O apartamento de Gigi Hadid fica na cobertura do 10 Bond Street, um edifício em Manhattan de sete andares (e apenas 11 apartamentos) assinado por Anabelle Selldorf, da Selldorf Architects. Com 270 m² e avaliado em US$ 5,82 milhões (valor pago no final de 2018), o imóvel tem três quartos e um deck privativo com lareira e churrasqueira.

O apartamento de Gigi Hadid fica na cobertura do 10 Bond Street, um edifício em Manhattan de sete andares (e apenas 11 apartamentos) assinado por Anabelle Selldorf, da Selldorf Architects. Com 270 m² e avaliado em US$ 5,82 milhões (valor pago no final de 2018), o imóvel tem três quartos e um deck privativo com lareira e churrasqueira.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
10 Bond Street, projeto da Selldorf Architects

Recentemente em sua conta no Instagram, a modelo compartilhou o resultado final da reforma do apê, entregue no início do ano, quando Nova York entrou em lockdown devido ao COVID 19. Gigi passou quarentena na fazenda de sua família, na Pensilvânia, mas já está de volta à Nova York.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
Sofá Mah Jong, da Roche Bobois com tecidos Missoni e Jean Paul Gaultier. Sobre a mesa, a mão de Fátima remete ao pai de Gigi, palestino norte-americano
Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
Esquis vintage e obra de Austyn Weiner

Em entrevista, a modelo contou que passou todo o ano passado desenhando e fazendo a curadoria do projeto de seus sonhos. “Estou ansiosa pelo tempo que passarei aproveitando todos os cantos especiais que foram feitos com uma ajudinha de alguns dos meus criativos favoritos, que abraçaram minhas ideias e não me chamaram de louca”, revela.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
Entre o manifesto de Eamon Harrington e uma caneta gigante, o lavabo

Recheada com tudo, desde esquis decorativos na sala de estar até macarrão colorido seco e backsplash de mármore na cozinha, a casa reflete a personalidade da modelo.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
Capas da revista New Yorker forram as paredes do lavabo

Com obras de artistas como Austyn Weiner e Eamon Harrington, o estilo de Gigi Hadid é colorido e peculiar, com muitas estampas e toques de tradição, como a cozinha vinda diretamente da fazenda e o banheiro com cara de spa de hotel.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
Com ares de cozinha de fazenda, o ambiente recebeu backsplash de mármore e sobre a bancada central, centro de mesa com bolas de bilhar

Ao lado do lavabo, um dos elementos mais curiosos do espaço: uma caneta amarela gigante. A cor também está presente no camarim, com uma cadeira de barbeiro vintage revestida com veludo sobre o tapete da mesma tonalidade.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
Gigi enfeitou as portas do armário sob a bancada central com os macarrões coloridos de Linda Miller Nicholson (@saltyseattle), sensação nas redes sociais

Sua mãe, Yolanda Hadid, foi a parceira de obras perfeita. “O porto mais seguro para construir uma casa que eu poderia ter (e me chamando de louca quando necessário)”, contou Hadid.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
O mármore é o destaque do banheiro da suíte principal

Celebridades como o apresentador Tan France (Queer Eye) e a atriz Ruby Rose manifestaram seu apoio às escolhas de design de Gigi, apesar dos muitos comentários negativos. Mas, como a modelo, todo mundo quer expressar a individualidade em sua casa.

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
Cabeceira e mesas laterais de madeira de demolição e luminárias de Sean Forest Roberts, da Forest Ceramic Gallery

E embora ela não tenha compartilhado nenhuma foto do quarto do bebê, apostamos que será eclético!

Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
O camarim com espelho, onde Gigi se arruma e guarda sua coleção de bolsas
Por dentro do apartamento de Gigi Hadid em New York (Foto: Reprodução)
Na escada do dúplex, tapetes persas de diferentes padronagens nos degraus e obra de Austyn Weiner

Tradução: Adriana Mori
Via Vogue Living

Exércitos de fãs estão perseguindo gays e trans no TikTok

Vídeos de reação a criadores de conteúdos LGBTQ+ acabam propagando onda de preconceito pela rede social
Por Taylor Lorenz – The New York Times

Chris é conhecido por fazer vídeos em que reage a outras publicações no TikTok 

Chris sorri largamente enquanto um vídeo de Miso Chan, uma jovem criadora de conteúdo digital transgênero de cabelo rosa, passa ao lado dele. Uma música com a letra “Now I know what’s real and what is fake,” (Agora eu sei o que é real e o que é falso, em tradução livre) é reproduzida ao fundo. Em seguida, Miso Chan arranca sua peruca, puxa lenços de sua camiseta e é revelado como um homem. A expressão do rosto de Chris muda completamente, seus olhos estão arregalados.

O vídeo foi visto mais de 1,7 milhão de vezes — e sua seção de comentários está repleta de comentários cruéis.“É por isso que tenho dificuldade em confiar nas pessoas hoje em dia”, respondeu uma pessoa. “Imagine o que os pais pensaram”, disse outro.

Chris, que tem 17 anos e é conhecido como @Donelij no mundo online, conquistou uma enorme audiência no TikTok. Antes de sua conta ser banida na terça-feira, ele acumulou mais de 2,5 milhões de seguidores. Outra de suas contas tinha mais de 2,2 milhões de seguidores, mas, na tarde de sexta-feira, as duas contas de TikTok de backup de Chris também foram banidas. (“Esta conta foi banida devido a várias violações das diretrizes da comunidade”, dizia um banner no topo da conta.)

“É estressante”, disse ele por telefone. “Foi assim que consegui meu dinheiro.” A conta de Chris é conhecida na comunidade TikTok como uma conta de reação, uma conta em que alguém cria vídeos de reação que aparecem ao lado de outros TikToks. Os canais de reação e comentários do TikTok são um nicho em crescimento na plataforma e vêm decolando nos últimos meses. Eles também se tornaram bastante populares em outras plataformas de vídeo nos últimos anos, como o YouTube.

Quase todos os vídeos de Chris seguem o mesmo formato: um vídeo passa à sua direita, ele sorri, às vezes dá um joinha, então algo acontece no vídeo e seu sorriso desaparece. A maioria dos vídeos de Chris são reações a momentos anódinos. Em uma, seu sorriso desaparece quando um homem bate um tijolo de tofu na própria cara; em outro é quando as baratas aparecem na tela.

Alguns de seus vídeos, no entanto, apresentam reações a criadores de conteúdo LGBTQ+. Ele fica com uma expressão de choque quando homens colocam saias, quando um homem chupa um canudo ou quando as pessoas trans revelam transformações ao longo do tempo.

Mesmo que ele nunca diga uma palavra, milhares de pessoas criticam os vídeos por serem homofóbicos. Jovens gays e trans TikTokers que foram apresentados nas reações de Chris relatam que sofreram perseguição cruel por meio de comentários e por mensagens. Alguns apagaram suas contas. Chris disse que não tinha más intenções com seus vídeos e disse, antes de suas contas serem banidas, que iria parar de reagir a vídeos com pessoas da comunidade LGBTQ.

“Quero que as pessoas saibam que não sou homofóbico nem transfóbico”, disse ele. “As expressões faciais que faço nos meus vídeos são piadas. Eu mesmo não os considerava ofensivos, mas consigo perceber como as pessoas os receberam assim e não quero que se sintam dessa maneira. ”

Vítimas dizem que assédio nunca vai embora

Rob Anderson, 32 anos, um criador de conteúdo no TikTok que é gay, acabou na mira depois de chamar a atenção para os vídeos de Chris em um vídeo de sua autoria. Imediatamente após a postagem, Anderson foi inundado com uma série de insultos, ameaças de morte e ameaças à sua família.

“É uma forma cruel, intensa e implacável de assédio e é interminável”, disse Anderson. “Essas pessoas entram em todas as suas mídias sociais, encontram qualquer informação a respeito de você — eles enviaram insultos gays para o meu agente. Não para, não desaparece um dia e vai embora. ”

Qualquer usuário que se manifeste contra o conteúdo de Chris inevitavelmente recebe uma onda de ameaças e assédio. Depois que Toby Phillips, 20 anos, postou um vídeo no estilo “O Ministério da Saúde adverte” dos anos 90 pedindo a Chris que assumisse a responsabilidade pelo comportamento de seus fãs, ele também sofreu por isso. Phillips foi recebido com ameaças de morte e tentativas de doxxing (prática em que dados privados de uma pessoa são divulgados na web).

À medida que a polêmica começava na quinta-feira, criadores de conteúdo populares começaram a se posicionar a respeito, incluindo os filhos de vários políticos e celebridades.

Outros conhecidos criadores do TikTok começaram a ameaçar os criadores LGBTQ por se manifestarem. Em uma live no Instagram na noite de quinta-feira, Freek Da Gemini, um criador do TikTok de 21 anos com mais de 750 mil seguidores, fez ameaças a um jovem de 17 anos usando uma série de insultos homofóbicos. “Estou dizendo coisas ofensivas, sim, eu disse insultos”, disse ele em sua transmissão ao vivo, acrescentando que o jovem poderia esperar ter “sangue vazando de sua cabeça” se o encontrasse pessoalmente.

Os fãs de Chris dizem que as críticas ao conteúdo dele são exageradas. “Esta deve ser a pior demonstração da cultura do cancelamento que eu já vi”, disse um comentarista dramático do YouTube conhecido como Relex em um vídeo na quinta-feira. “Ele está sendo cancelado pelas expressões faciais que faz em seus vídeos. Como vocês estão se ofendendo com alguém que nem fala? ”

Muitos encheram as seções de comentários dos criadores LGBTQ+ com o emoji de floco de neve (geralmente usado em referência às pessoas que se magoam facilmente, em alusão ao fato de que flocos de neve têm estrutura delicada e se desfazem sob pressão). 

Chris disse que também sofreu assédio e ataques raivosos em relação ao seu conteúdo criado no aplicativo. “Usam termos depreciativos para se referir a mim, como macaco, em minhas mensagens diretas, pessoas estão dizendo que vão me matar quando me encontrarem”, disse ele. Muitos TikTokers incentivaram seus fãs a inundar as seções de comentários de Chris com mensagens abusivas, outros atacaram pessoas de sua família e tentaram expulsá-lo da escola.

Ele também disse que estava frustrado com o comportamento de seus fãs. Ele disse que falou várias vezes em sua conta do TikTok pedindo às pessoas que parassem de fazer comentários homofóbicos, mas que, no fim das contas, não consegue controlar os milhões de pessoas que o seguem e que eles interpretam seus apelos para “espalhar positividade” como uma instrução dissimulada para o ataque.

“Uma porcentagem dos meus seguidores são trolls e eu sinto que eles fazem isso porque gostam de sentir a adrenalina pela internet”, disse ele. “Vou continuar tentando fazer com que meus fãs mudem seus hábitos. Estou tentando o meu melhor para que meus fãs parem de fazer o que estão fazendo. ”

Muitas pessoas da comunidade LGBTQ+ respondem que, quer Chris pretendesse ou não, ele construiu um público de seguidores homofóbicos postando conteúdo homofóbico e agora é sua responsabilidade gerenciar esse público.

“Eles dizem que Chris não é responsável por seus seguidores”, disse Anderson. “A isso eu digo: claro que ele é. Ele cultivou este grupo de pessoas com este conteúdo. As pessoas que o seguem são aquelas que gostam do conteúdo que ele está postando e seu conteúdo é claramente antigay e homofóbico. Se você tem muitos seguidores, é sua responsabilidade garantir que as pessoas não se machuquem com o que você publica.” / TRADUÇÃO DE ROMINA CÁCIA

Startup de brechó online Repassa recebe aporte de R$ 7,5 mi

Com mais de 31 mil pedidos no e-commerce em 2019, a startup quer expandir operações e transformar o consumo de moda no País
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

Em 2017, a startup pivotou para atender apenas o mercado da moda, que tinha maior potencial para a equipe

startup de moda Repassa anunciou na última semana o recebimento de um aporte no valor de R$ 7,5 milhões, liderado pela Redpoint eventures, com participação da Bossa Nova Investimentos. Focada no setor de vestuário, a empresa funciona como um brechó online, com a operação de um e-commerce e de serviços de logística. 

Com o aporte, a Repassa quer investir em uma expansão física do espaço de trabalho e triagem das roupas que recebe. Segundo o publicitário Tadeu Almeida, fundador da startup, a expectativa é que a nova sede consiga abrigar as demandas até o segundo semestre de 2021.

“Foi um investimento focado principalmente para a estrutura da nossa nova sede. A gente estruturou para crescer em 10 vezes o patamar desde quando a gente mudou, agora para comportar até 500 pessoas trabalhando”.

Além disso, a startup vai investir em tecnologia no site de e-commerce, para facilitar navegação e compras, e apostar em uma parceria com fabricantes de moda, para gerar cupons em dinheiro para usuários da plataforma. Por enquanto, a startup tem parceria com a Malwee, mas já mira em uma grande varejista do mercado para os próximos meses.

Lançado em 2015 como um espaço para vender produtos usados, a Repassa foi o resultado do interesse de Almeida pela economia circular e da insatisfação com a profissão que exercia na época. Em 2017, a startup pivotou para atender apenas o mercado da moda, que tinha maior potencial para a equipe. “O mercado de usados me encantou no sentido do quanto a gente dilui o impacto ambiental gerado na produção quando a gente aumenta o ciclo de vida das coisas. Vendi minha participação na agência de publicidade que era sócio e investi”, afirma. 

É como um brechó dos tempos modernos: quem quer vender a sua peça de roupa usada deve solicitar uma “sacola do bem” por R$ 25, e enviar para a triagem da startup — todo o processo de entrega e retirada da sacola é responsabilidade da empresa. Depois de selecionadas e precificadas, as peças vão para o site e o dono recebe 60% do valor de venda do item — os outros 40% somam a comissão da startup. 

No site, as peças começam com 50% de desconto sobre o valor original — podendo chegar à 90% — e variam de acordo com o estado em que se encontra. Segundo Almeida, depois de ter o valor estipulado, toda peça precisa da aprovação do dono no preço antes de ir para o site. Reajustes podem ser feitos dentro de uma margem de variação.

Com mais de 31 mil pedidos em 2019, a Repassa viu seus números aumentarem na pandemia, mesmo com a crise que se estabeleceu no país. O tempo livre que as pessoas tiveram em casa resultou em mais “desapegos” no guarda-roupa e fez com que a quantidade de “sacolas do bem” solicitadas pelos usuários subissem em 81% nos meses de maio, junho e julho. 

“A gente teve uma boa surpresa. Esperávamos que fosse um bom período para a quantidade de produtos, mas não necessariamente nas compras. Mas tivemos um crescimento de 70% no volume de produtos comprados”. 

Para Almeida, além do menor impacto sobre a indústria têxtil, a startup também é uma forma de ajudar instituições. Todas as roupas que não são selecionadas para a venda no site são doadas à organizações, além da possibilidade do dono original da peça doar o valor de venda para essas instituições. 

Agora, o desafio é continuar o crescimento com as “contas pagas”, afirma o publicitário. Para o brechó online, cada operação, como fotografia, produção e cadastramento, é direcionada para apenas uma peça, diferente de um e-commerce tradicional, por exemplo, o que pode aumentar muito o custo dos processos.

“Um grande desafio que a gente tem é na operação complexa e custosa que é diluída em uma única peça. Precisamos ter eficientes o suficiente para que a conta feche tendo o custo diluído em apenas um item. Atrelar essa eficiência à qualidade de serviço é um grande desafio e um grande diferencial para nós”, explica Almeida.

Guerra de iPads: veja comparação entre os tablets da Apple à venda no País

Com lançamentos no início do ano e no evento desta terça-feira, 15, a Apple atualizou a sua linha com quatro modelos de iPads à venda
Por Bruna Arimathea – O Estado de S. Paulo

Com os dois novos lançamentos, a Apple completa sua linha de tablets com quatro modelos: iPad Pro, iPad Air, iPad e iPad Mini

Investindo em sua linha de tablets, a Apple lançou nesta terça-feira, 15, dois novos modelos de iPad: a quarta geração do iPad Air e a oitava geração do iPad. Mesmo sem data para chegar ao Brasil, as novidades já tem preço: o iPad Air chegará por R$ 7 mil e o iPad 8ª geração por R$ 4 mil. 

Os novos aparelhos já irão receber o iPadOS 14, sistema operacional específico de tablets que a Apple utiliza desde o ano passado e que foi lançado oficialmente nesta quarta-feira, 16. Além disso, o novo iPad Air, modelo da linha de tablets da Apple conhecido por sua leveza e praticidade, vai chegar em cinco cores – além de preto e prata, vai ter rosa dourado, azul e verde. A tela será de 10,9 polegadas.

Com os dois novos lançamentos, a Apple completa sua linha de tablets com quatro modelos: iPad Pro, iPad Air, iPad e iPad Mini, cada um voltado para uma característica própria de funcionamento para atender as diferentes demandas de desempenho e preço. Os modelos mais baratos servem para atender quem busca um dispositivo para leitura e anotações; já os mais caros podem ajudar quem busca um substituto para um computador ou quer fazer uso profissional, com vídeo, áudio ou textos. 

Confira o comparativo entre os diferentes modelos de iPad da Apple:

Tela

iPad Mini: Retina, de 7,9 polegadas

iPad (8ª geração): Retina, de 10,2 polegadas

iPad Air: Liquid Retina, de 10,9 polegadas 

iPad Pro: Liquid Retina, de 11 polegadas ou 12,9 polegadas 

Processador

iPad mini: Chip A12 Bionic

iPad (8º geração): Chip A12 Bionic

iPad Air: Chip A14 Bionic

iPad Pro: Chip A12Z bionic 

Memória e Armazenamento

iPad mini: 3GB de RAM e opções de armazenamento de 64GB e 256GB 

iPad (8º geração): 3GB de RAM e opções de armazenamento de 32GB e 128GB

iPad Air: Opções de armazenamento de 64GB e 256GB. RAM não informado

iPad Pro: 6GB de RAM e opções de armazenamento de 128GB, 256GB, 512GB e 1TB

Câmeras 

iPad Mini: Na traseira, câmera grande-angular de 8MP. Câmera frontal de 7MP, com gravação de vídeo HD de 1080p

iPad (8ª geração): Na traseira, câmera grande-angular de 8MP. Câmera frontal de 1,2MP, com gravação de vídeo HD de 720p

iPad Air: Na traseira, câmera grande-angular de 12MP. Câmera frontal de 7MP, com gravação de vídeo HD de 1080p

iPad Pro: Na traseira, uma câmera grande-angular de 12MP e outra ultra-angular de 10MP. Câmera frontal de 7MP, com gravação de vídeo HD de 1080p

Entradas

iPad Mini: Lightning

iPad (8ª Geração): Lightning e Smart Connector

iPad Air: USB-C e Smart Connector

iPad Pro: USB-C e Smart Connector

Implementado pela Apple em 2015, o Smart Connector é um tipo de entrada com três pequenos plugs para conectar o iPad com teclados, carregadores e outros dispositivos. 

Preço 

Os preços dos aparelhos variam conforme a capacidade de armazenamento e a se o aparelho se conecta à internet apenas via Wi-Fi ou tem espaço para inserção de um chip de operadora para o uso de pacote de internet. 

iPad Mini: 

64 GB:R$ 4,8 mil

64 GB + celular: R$ 6,4 mil 

256 GB: R$ 6,5 mil  

256 GB + 4G: R$ 8,1 mil

iPad (8ª geração): 

32 GB: R$ 4 mil

32 GB + 4G:R$ 5,6 mil

128 GB: R$ 5,2 mil 

128 GB + 4G: R$ 6,8 mil

iPad Air: 

64 GB:R$ 7 mil 

64 GB + celular: R$ 8,6 mil 

256 GB: R$ 8,7 mil  

256 GB + 4G: R$ 10,3 mil

iPad Pro 11 polegadas:

128 GB: R$ 10 mil

128 GB + 4G: R$ 11,7 mil

256 GB: R$ 11,2 mil

256 GB + 4G: R$ 12,9 mil

512 GB: R$ 13,5 mil

512 GB + 4G: R$ 15,2 mil

1 TB: R$ 15,8 mil

1 TB + 4G: R$ 17,5 mil

iPad Pro 12,9 polegadas:

128 GB: R$ 12,5 mil

128 GB + 4G: R$ 14,2 mil

256 GB: R$ 13,7 mil

256 GB + 4G: R$ 15,4 mil

512 GB: R$ 16 mil

512 GB + 4G: R$ 17,7 mil

1 TB:R$ 18,3 mil

1TB + 4G: R$ 20 mil

Vintage Hermes Constance Restoration

Observe enquanto restauramos totalmente este Hermes Constance de 1974. Fizemos uma nova pulseira sob medida, pois a anterior estava significativamente danificada.

Todos os nossos produtos são criados por nossos profissionais internos e não recomendamos que você faça isso em casa. Em vez disso, peça uma cotação aqui:

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