Montce | Resort 2020 | Full Show

Montce | Resort 2020 | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – Miami Swim Week)

Daniela Rettore for Donna Moderna Magazine with Laura Margesin

Photographer: Daniela Rettor. Fashion Director: Paolo Lapicca. Videography: Giovanni Callà at Levante Drones. Fashion Stylist: Benedetta Ceppi. Hair & Makeup: Agata Branchina. Model: Laura Margesin at Next Model Milan.

Estreia na pandemia ‘Utopia’, uma série sobre o poder de prever novas pandemias

Trama de Gillian Flynn, de ‘Garota Exemplar’, na Amazon, acompanha grupo de jovens que quer impedir novas doenças
Leonardo Sanchez

Imagine se a Covid-19 tivesse sido prevista por um escritor que deixou, escondidas numa história em quadrinhos, dicas de quando e como ocorreriam as próximas pandemias do planeta. É mais ou menos isso o que acontece em “Utopia”, nova série da Amazon Prime Video, que acaba de chegar à plataforma.

Mesmo com esse nome, a trama não se desenrola num cenário de harmonia ou idealismo —muito pelo contrário. Nela, acompanhamos jovens que nunca se conheceram pessoalmente, mas que decidiram formar um grupo online por serem alguns dos poucos leitores de uma HQ que conseguiram identificar nela menções a doenças como ebola e zika.

Quando descobrem a existência de um novo quadrinho do mesmo autor, eles decidem que é hora de se juntar para o encontrar e tentar prever pandemias que ainda estão por vir. Uma milícia perigosa, no entanto, também está atrás da obra, mas por motivos muito menos nobres.

A criadora da série é a americana Gillian Flynn, autora dos sucessos literários “Garota Exemplar” e “Lugares Escuros”, que viraram filmes, e “Objetos Cortantes”, adaptada para a TV. Mesmo já tendo se envolvido com roteiros antes, este é o primeiro trabalho audiovisual no qual ela está no comando.

Ao ser questionada sobre a atual situação pandêmica e a temática de sua nova criação, ela diz que ficou surpresa com o timing da Covid-19, que chegou quando “Utopia” já estava na pós-produção.

“Nós estávamos na sala de edição quando isso tudo aconteceu e ficamos completamente chocados”, diz Flynn por telefone. “Nos Estados Unidos não acontecia uma pandemia em uns cem anos, então foi muito surreal e estranho quando isso se tornou algo global.”

Ela confessa que ficou preocupada com a reação que as pessoas teriam a “Utopia”, já que a realidade as castigava o suficiente com sintomas e caos em escala mundial. Mesmo assim, Flynn sentiu que a atualidade da série seria uma boa maneira de espalhar a mensagem da trama.

“Eu pensava que as pessoas não iam querer ver coisas sobre pandemias, e eu entendo isso. Mas eu também acho que a arte sempre foi uma forma de falar sobre situações reais. Agora com a Covid-19, eu acredito que nós precisamos parar um pouco para pensar no que estamos fazendo com o planeta —não só por causa de pandemias, mas por causa de tudo”, diz a autora, apegada às questões ambientais também suscitadas por “Utopia”.

A autora e roteirista, no entanto, ressalta que sua obra não tem a ambição de educar ninguém —é puro entretenimento, que pode, de certa forma, abrir os olhos das pessoas para questões importantes. “Não é uma série educativa, eu estou mais interessada em fazer as pessoas falarem sobre esses assuntos”, afirma.

Mesmo assinando como criadora de “Utopia”, a ideia que serve de base para a trama não é exatamente de Flynn. Ela adaptou uma outra série, britânica e de mesmo nome, lançada em 2013. A premissa é semelhante, mas a versão da autora americana tem novos episódios e uma abordagem totalmente diferente.

“Quem me apresentou à série original foi o David Fincher”, diz ela, sobre o diretor da adaptação de “Garota Exemplar”. “Depois de assistir, a primeira coisa que pensei foi que eu não precisava fazer um remake só porque tinha gostado do original. Então eu busquei algo interessante e único que pudesse acrescentar àquela história, porque achava que era importante falar mais sobre as questões ambientais que ela traz.”

O rosto mais conhecido desta nova versão de “Utopia” é o de John Cusack, que na série de Flynn interpreta um poderoso empresário metido a estrela, que quer usar sua influência para mudar hábitos e tornar o mundo um lugar menos suscetível a problemas como fome, aquecimento global e, claro, doenças.

“Foi muito bom ser convidado para essa série. A Gillian me procurou e fiquei muito lisonjeado, porque ela é uma escritora incrível. Ela me mandou o roteiro e eu li de uma vez. A escrita era espetacular, então foi fácil aceitar o convite”, diz Cusack, que está no elenco fixo de uma série de TV pela primeira vez. “Foi uma experiência nova, porque eu nunca tinha feito um mesmo personagem por mais de duas horas.”

O ator conta que, enquanto eles preparavam a série, doenças como a gripe espanhola e a Sars ajudaram a guiar os personagens e o mundo pandêmico no qual eles estão mergulhados. E, mesmo que “Utopia” fale sobre como epidemias vêm e vão a todo momento, ele destaca que a realidade de agora é completamente inesperada e terrível.

“Foi perigosamente real demais ver a pandemia começando logo depois de filmarmos a série, isso tudo é muito doido”, afirma Cusack. “É uma obra de ficção, mas esses temas distópicos sempre estiverem por aí no cinema, na TV, no teatro ou na literatura. E agora nós podemos ver isso de forma muito próxima e palpável.”

Com um alto orçamento e uma campanha de marketing impulsionada pela pandemia do mundo real, “Utopia” já tem planos para uma nova leva de episódios, atualmente sendo escritos por Flynn. É isso o que a autora faz enquanto espera pelo fim da Covid-19.

Questionada sobre o nome da produção e sobre como uma utopia seria para ela, a autora não hesita. “Seria uma Casa Branca sem Donald Trump e um mundo com esse vírus sob controle, para que meus filhos e os de todas as outras pessoas possam brincar por aí.”

UTOPIA
Onde Disponível na Amazon Prime Video

Cara Taylor, Nora Attal, Evie Harris, Sofia Steinberg and Amar Akway – M Le Magazine du Monde October 31st, 2020 By Julien Martinez Leclerc

Grimes parfaits   —   M Le Magazine du Monde October 31st, 2020   —   www.lemonde.fr
Photography: Julien Martinez Leclerc Model: Cara Taylor, Nora Attal, Evie Harris, Sofia Steinberg and Amar Akway Styling: Charlotte Collet Hair: Stephane Lancien Make-Up: Peter Philips Manicure: Beatrice Eni

Cantora Mel B pede na justiça que Eddie Murphy aumente pensão de 143 mil reais mensais para criar filha de 13 anos dos dois

Spice Girl alega que sua renda caiu drasticamente desde o início da pandemia do novo coronavírus

O ator Eddie Murphy e a cantora Mel B com a filha dos dois (Foto: Getty Images)

A cantora britânica Mel B está pedindo na Justiça dos Estados Unidos um aumento na pensão mensal de US$ 25 mil (R$ 143 mil) paga pelo ator Eddie Murphy para que ela possa criar a filha de 13 anos dos dois, Angel. O pedido de aumento feito pela Spice Girl foi revelado pela revista norte-americana US Magazine.

A publicação relata que os representantes legais da artista pedem que Murphy apresente para a Justiça um registro oficial de sua fortuna acumulada e o montante mensal recebido por ele com filmes e projetos nos quais está envolvido. Os advogados da artista querem que a pensão seja reavaliada a partir dos ganhos e dos bens acumulados do ator.

A cantora Mel B com a mãe e as três filhas (Foto: Instagram)
A cantora Mel B com a mãe e as três filhas (Foto: Instagram)

A US Magazine conversou com os advogados de Mel B, Erica Lubans e Bruce Cooperman. Os dois explicaram que as rendas da artista reduziram drasticamente nos últimos meses.

Eles afirmaram: “O Eddie e a Melanie têm carreiras bem estabelecidas na indústria do entretenimento. A Melanie é uma cantora, compositora e personalidade de TV. O Eddie é um ator e comediante lendário. Até recentemente a melanie tinha uma a sorte de uma carreira sustentável que permitia uma vida confortável para a filha. Infelizmente, os ganhos dela foram reduzidos drasticamente e, por isso, ela pede pela primeira vez uma mudança de seu acordo de pensão”.

O ator Eddie Murphy em foto com os 10 filhos, a atual noiva, a mãe dele e a nova sogra (Foto: Instagram)
O ator Eddie Murphy em foto com os 10 filhos, a atual noiva, a mãe dele e a nova sogra (Foto: Instagram)

Os advogados explicaram que tentaram negociar com os representantes do ator, mas as conversas não foram frutíferas: “A Melania não teve outra opção além de seguir com o processo”. O julgamento do pedido de aumento da pensão foi marcado para janeiro de 2021. O acordo anterior, estipulando o pagamento de US$ 25 mil por mês, estava em vigor desde 2009. O ator também pagava o seguro de saúde e os gastos da filha com educação.

Sean Connery, intérprete de James Bond, morre aos 90 anos

Ícone do cinema e vencedor de um Oscar, Sean Connery se consagrou no papel do agente secreto 007

Sean Connery, o carismático James Bond, morre aos 90 anos

O ator escocês Sean Connery morreu aos 90 anos. O anúncio foi feito na manhã deste sábado, 31, pela família do ator à BBC. Ícone do cinema e mais conhecido pelo papel do agente James BondSean Connery morreu enquanto dormia, durante uma estadia em Nassau, nas Bahamas. De acordo com a BBC, o ator enfrentava problemas de saúde havia algum tempo. Ele celebrou o último aniversário em agosto.

“É um dia triste para todos que conheciam e amavam meu pai e uma perda para todas as pessoas ao redor do mundo que admiravam o dom maravilhoso que ele tinha como ator”, disse o filho do ator, Jason Connery. Segundo ele, o pai morreu na presença de familiares.

Connery foi o primeiro a interpretar o icônico agente 007 nos cinemas e fez parte de sete filmes da franquia. Ele foi vencedor de um Oscar de melhor ator coadjuvante em 1988 pelo filme Os Intocáveis. O ator também venceu dois Baftas e três Globos de Ouro. 

Sean Connery foi criado em uma região pobre de Edimburgo e trabalhou como polidor de caixões, leiteiro e salva-vidas antes de a prática de musculação, um de seus hobbies, ajudá-lo a iniciar a carreira na atuação que o transformou em uma das maiores estrelas do mundo. Ele será lembrado como o primerio agente 007, criado pelo escritor Ian Fleming e imortalizado por Connery em uma série de filmes que teve início em 1962, com 007 contra o Satânico Dr. No.

Na pele do agente secreto, seu jeito cortez e humor irônico ao despistar vilões e conquistar bonitas mulheres formavam uma espécie de máscara que escondia um lado mais escuro e violento. Sua interpretação estabeleceu um alto padrão para os atores que o sucederam no papel.

Apesar de se apresentar nos filmes com a clássica frase “Bond, James Bond”, Connery não era feliz por ser definido por esse papel e chegou a dizer que “odiava aquele maldito James Bond”. Alto e bonito, com uma voz rouca que combinava com uma personalidade às vezes difícil, Connery interpretou uma série de papéis famosos em filmes como Marnie (1964), de Alfred Hitchcock, O Vento e o Leão (1975), Highlander (1986), Indiana Jones e a Última Cruzada (1989) e A Caçada ao Outubro Vermelho (1990).

Fãs do cinema alternativo vão lembrar dele como Zed, o “Exterminador Brutal” no filme de fantasia épica Zardoz (1974), do diretor John Boorman. Connery se aposentou após uma série de desentendimentos com o diretor de seu último filme, A Liga Extraordinária, em 2003.  “Eu cansei de lidar com idiotas”, disse ele.

Connery era um grande apoiador da independência da Escócia e tatuou as palavras “Escócia para sempre” no braço quando serviu à Marinha britânica. Nos anos 2000, aos 69 anos, foi condecorado pela rainha Elizabeth II e recebeu o título da ordem da cavalaria vestindo trajes típicos do país. Com esse reconhecimendo da rainha, ganhou o título de sir. /Com informações da REUTERS

De volta a Alagoas, modelo Eloisa Fontes vai passar por avaliação psicológica e pode ser novamente internada

Modelo, que recebeu alta do Instituto Philippe Pinel, no Rio, viajou com a mãe para sua terra natal, onde contará com apoio do projeto Anjos da Paz
Marjoriê Cristine

Modelo Eloisa Fontes fotografou para principais publicações internacionais de moda Foto: Reprodução

O desejo de liberdade de Eloisa Pinto Fontes, enfim, foi concedido. Depois de 22 dias internada no Instituto municipal Philippe Pinel, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, a modelo de 26 anos recebeu alta na quarta-feira e retornou com a mãe, Luciene Pontes, para Piranhas, no interior de Alagoas, sua terra natal. A jovem, que foi resgatada no Morro do Cantagalo, no dia 6 de outubro, segue em processo de recuperação. A diferença é que, agora, ela contará com o apoio da prefeitura do município alagoano e de um projeto do governo estadual, chamado Anjos da Paz, que presta atendimento psicológico e de assistência social para dependentes químicos de drogas. Há a possibilidade de ela ser novamente hospitalizada, desta vez, por mais tempo.

Eloisa vai passar por uma equipe com psicólogo e psiquiatra, que vai avaliar seu quadro e situação psicológica. O contato com a equipe do projeto foi feito diretamente pelo Instituto Pinel, que ligou para o Centro de Acolhimento de Dependentes Químicos do município de Santana do Ipanema, no Sertão de Alagoas, e articulou a chegada da modelo. Segundo a Secretaria de Estado de Prevenção à Violência de AL, a jovem pode ser encaminhada para comunidade acolhedora, onde poderá passar por tratamento voluntário de até seis meses, podendo ser renovado por mais seis meses, de acordo com a necessidade.

A modelo chegou em Paulo Afonso, uma cidade próxima a Piranhas, no fim dar tarde de sexta-feira, após uma viagem de 39 horas de ônibus. Os custos foram pagos por uma vaquinha feita por amigos, que arrecadou R$ 1.600. Com parte do valor, cerca de R$ 800, foram compradas as passagens da jovem e de sua mãe. O restante foi entregue para Luciene pagar despesas da viagem e o que precisassem.  As duas foram recepcionadas por um motorista da Secretaria de Assistência Social juntamente com a Superintendente de Direitos Humanos de Piranhas e de um técnico dos Anjos da Paz. Existe uma equipe pronta para atendê-la nas necessidades que surgirem.

— O processo de recuperação só poderá ter alguma resposta após os especialistas avaliarem o quadro psicológico da Eloisa. Mas, de acordo também com a vontade dela, ela poderá já ser encaminhada para o Centro de Recuperação em Santana do Ipanema, parceiro do nosso município de Piranhas, onde está localizada uma das sedes dos Anjos da Paz — diz a assistente social da cidade de Piranhas, Renata Crispim.

Como a internação é voluntaria, a princípio vai depender de uma conversa com a jovem e seus familiares. Mas essa é a primeira vez que os governos municipais e estaduais oferecem ajuda à jovem, que deixou a pequena cidade aos 17 anos, para ser modelo em São Paulo. Por oito anos, a alagoana de 1,80m desfilou nas semanas de moda de Paris e Milão, requisitada por estilistas de peso, como Vivienne Westwood e Giambattista Valli. Depois, vieram trabalhos para Armani, Armani Exchange, Stella McCartney, Dior e Dolce & Gabbana. Ela também fez capas para revistas conceituadas como “Elle”, “Grazia” e “Glamour”.

Anjos da Paz

O projeto Anjos da Paz é formado por psicólogos e assistentes sociais e é uma das portas de entrada da Rede Acolhe, programa do Governo de Alagoas, por meio da Seprev, que disponibiliza vagas para acolhimento de dependentes químicos em uma das 33 comunidades terapêuticas acolhedoras de forma totalmente gratuita. O Projeto já acolheu mais de 30 mil alagoanos desde sua criação, em 2009.

Alta desejada

Eloisa esperou ansiosamente para ser liberada do hospital Pinel e sempre deixou isso claro nas ligações que fez para o amigo tutor, Francisco Assis. Na quarta-feira, por volta das 17h, e ainda sob efeitos de medicamentos, a alagoana viu a mãe logo que saiu no hall e deu um abraço forte nela. Não chorou. Estava com um semblante tranquilo. Além da liberdade, o único desejo era comer pastel de carne e tomar caldo de cana.

— Já estava tudo combinado com o hospital. A mãe dela chegou, estava triste e está chateada com a situação toda. Sabe que inspira cuidados. Elas se abraçaram na saída da Eloisa. Ela estava bem, tranquila. Disse que estava com fome e pediu para comer pastel de carne e tomar caldo de cana, porque lembrou que na saída da outra internação dela (em agosto), nós a levamos lá. Mas dessa vez fomos direto para casa, onde preparamos um jantar — conta Assis.

Eloisa Fontes recebeu uma camisa do Brasil para vestir quando foi resgatada pelos policiais no Cantagalo Foto: Ipanema Presente/ Governo do Estado do Rio
Eloisa Fontes recebeu uma camisa do Brasil para vestir quando foi resgatada pelos policiais no Cantagalo Foto: Ipanema Presente/ Governo do Estado do Rio

Na casa do amigo, Eloisa comeu peixe, arroz e batata, prato preparado pela mãe, e um pão feito pelo amigo. Após o jantar, ela adormeceu antes da viagem. Por volta de 21h30, a modelo acordou e se vestiu para ir à Rodoviária Novo Rio, na Zona Central, e embarcar no ônibus das 23h30. Mas houve um atraso de 1h30, e elas embarcaram apenas a uma hora da manhã de quinta-feira, dia 29.

Assis torce para que não veja Eloisa tão cedo. O amigo acredita que um retorno dela ao Rio de Janeiro poderia trazer novamente problemas na vida da jovem. Como a alagoana fala inglês e alemão fluentes, o amigo espera que ela consiga algum trabalho com essas qualificações, mesmo que fora do mundo da moda.

— Agora, ela vai contar com o apoio da Secretaria de Assistência Social e dos Anjos da Paz para ajudá-la nessa recuperação. Eles fazem um projeto importante e premiado no país. Espero que ela nunca mais apareça no Rio. De coração. Isso aqui é um inferno. Se ela estiver no Rio, a possibilidade será que o problema tenha voltado. Torço pela recuperação dela, que fique por lá e se cuide. Ela fala bem inglês e alemão, poderia arrumar um trabalho usando o seu conhecimento — diz Assis.

Daniela Rettore & Giovanni Calla for Donna Moderna Magazine with Laura Margesin

Photographer: Daniela Rettor. Fashion Director: Paolo Lapicca. Videography: Giovanni Callà at Levante Drones. Fashion Stylist: Benedetta Ceppi. Hair & Makeup: Agata Branchina. Model: Laura Margesin at Next Model Milan.

Um olhar sobre o novo escritório da Charles River Associates em Chicago

A consultoria global Charles River Associates contratou recentemente a firma de arquitetura Elkus Manfredi Architects para projetar seu novo escritório em Chigago, Illinois.

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“O redesenho do local de trabalho transformador da Elkus Manfredi Architects do escritório sf da CRA em Chicago em One South Wacker Drive unifica o escritório existente de dois andares da empresa e substitui o ambiente antes escuro, escuro e lotado por um local de trabalho amplo e cheio de luz natural dentro dos dois andares originais pegada.

A vice-presidente e estrategista do local de trabalho de Elkus Manfredi, Linda MacLeod Fannon, resume a abordagem dos designers da Elkus Manfredi e da equipe do CRA de Chicago: “Só porque existe uma tendência, não significa que você precisa seguir a tendência. A equipe de Chicago da CRA realmente investigou o que era certo para eles em comparação com o que todos os outros estão fazendo. ”

Elkus Manfredi liderou um processo de consultoria de definição de paradigmas que estabeleceu métricas de espaço de trabalho em toda a empresa, centradas em atividades, tarefas e pontos de interação no espaço. Essas métricas fornecem a base funcional para as soluções de design.
Tal como acontece com os escritórios CRA anteriores que a empresa projetou, Elkus Manfredi criou um equilíbrio de espaços privados para o trabalho tranquilo, focado e direto em que os consultores CRA estão amplamente envolvidos, com áreas de encontro convidativas e inspiradoras para relaxamento, refresco e troca espontânea que é igualmente crucial para o desempenho máximo da equipe.

MacLeod Fannon continua: “Curiosamente, a luz natural foi o nosso material mais importante sob nossa responsabilidade para transformar os dois andares completos. O edifício South Wacker foi um desafio por si só porque tem uma camada de película escura em suas janelas para proteção solar, e as janelas eram todas de meia altura, janelas de um andar. Descobrir como trazer luz natural fazia parte de nossa diretriz de design tanto quanto como mudar sua experiência de trabalho e como incorporar a cultura da equipe de Chicago. Para esta equipe CRA, era importante que se sentissem em casa no trabalho. ”

  • Location: Chicago, Illinois
  • Date completed: 2018
  • Size: 35,620 square feet
  • Design: Elkus Manfredi Architects
  • Photos: Andrew Bordwin
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Entrance
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Reception
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