Em Paris, ação inteligente do McDonald’s traz apenas itens da rede de fast food mordidos

De acordo com a TBWA\Paris. a nova campanha foi projetada para mostrar a “irresistibilidade” dos principais produtos do McDonald’s
Por Soraia Alves

O novo anúncio do McDonald’s em Paris é tão intuitivo que nem leva o nome da rede de fast food. Criado pela TBWA\Paris, que trabalha com o McDonald’s na França desde 1985, a ação traz itens do cardápio da rede com marcas de mordida e totalmente reconhecíveis.

As imagens nos outodoors trazem Big Mac, batatas fritas e cheeseburger com mordidas gigantes em forma de pedaços faltando nas bordas. Mesmo sem o nome “McDonald’s”, as imagens são identificáveis ​​como produtos do restaurante e são uma continuação da estratégia de campanha global “sem logotipo” da marca, que foi lançada pela primeira vez em 2013 com uma série de fotos de produto em close-up sem logotipo, e seguida por uma campanha que transformou seus itens de menu mais populares em ícones digitais, sem qualquer marca.

Em fevereiro, a ideia criativa voltou mais uma vez, com uma série de anúncios minimalistas de texto ao ar livre por Leo Burnett que listava apenas os ingredientes de itens populares do menu do McDonald’s, sem fotos de produtos, logotipos ou embalagens.

De acordo com a TBWA\Paris. a nova campanha foi projetada para mostrar a “irresistibilidade” dos principais produtos do McDonald’s.

Taís Araújo diz que chegou a procurar imóvel para morar sem Lázaro Ramos

Atriz também disse que pensou em como seria a guarda compartilhada dos filhos

Após Lázaro Ramos, 41, contar que pensou em se separar de Taís Araújo, 41, durante a quarentena, desta vez foi a atriz que revelou ter refletido sobre o assunto. Não só isso, mas ela chegou a procurar um imóvel para morar e a imaginar como seria a divisão do tempo dos filhos, João Vicente e Maria Antônia, entre o casal.

“Já estava até vendo casa para morar, imaginando eu e meus filhos, guarda compartilhada (risos)”, disse ela à revista Época. “Pensei nisso? Pensei mesmo! Em como seria nossa vida. E também em ‘será que vou bancar essa?’. Casal com filho na quarentena real, sem nenhum funcionário… Estava difícil mesmo. Não era um desejo real de querer separar, era o de ter um tempo para mim.”

A atriz disse que a pandemia acabou fazendo com que o relacionamento esfriasse porque o casal tinha poucos momentos a dois. “A gente era um casal que namorava, saía para jantar, tomar um vinho, ir ao cinema. Minha mãe ficava com as crianças duas vezes na semana. Isso acabou”, contou. “Estamos tentando recuperar.”

Até o sexo ficou em segundo plano. “Rolou uma vez ou outra, naquele ‘fecha a porta, rapidinho’. Amor, se algum casal trepou loucamente nesta quarentena, me diz. Quero saber qual foi a medicação”, brincou. “A quarentena não é o momento mais fértil, e tudo bem. A gente ganha outras coisas. Enquanto família, ganhamos muito.”

Ela também disse que, apesar dos desafios, teve momentos bons com os filhos, que ela teve a oportunidade de acompanhar mais de perto. Porém, eles entenderam bem a volta de Taís às gravações de “Amor de Mãe” (Globo). “Quando falei ‘vou trabalhar’, minha filha veio e me abraçou. Pensei: ‘Agora ferrou, ela vai chorar’. Mas ela disse: ‘Eu te desejo boa sorte’. Acho que eles não me aguentavam mais, é muito tempo junto”, riu.

Estrelada por Lily Collins, Emily in Paris é a série fashionista que vai te conquistar

No papel de uma americana em busca de seu lugar ao sol na Cidade Luz, Lily Collins cativa em “Emily in Paris”, nova série idealizada por Darren Star, o mesmo de Sex and the City – Vogue conversou com exclusividade com os dois talentos
LAÍS FRANKLIN (@LAISFRANKLIN)

Lily Collins, fotografada via FaceTime, usa vestido Valentino, sapato Saint Laurent e joias Walters Faith (Foto: Julia Lego)

Figurino impactante, trama de comédia bem amarrada e todo o charme parisiense. Esse é o combo que promete fazer sucesso em Emily in Paris, série com estreia marcada para o dia 2 deste mês na Netflix. Criada por Darren Star, idealizador de Sex and the City (1998 -2004), o figurino é assinado pela icônica Patricia Field, stylist responsável tanto pelos looks de SATC quanto pelos de O Diabo Veste Prada (2006).

Lily Collins (Foto: Julia Lego)
Lily Collins, fotografada via FaceTime, usa vestido Valentino, sapato Saint Laurent e joias Walters Faith (Foto: Julia Lego)

A nova protagonista que promete arrancar suspiros dos fashionistas de plantão, como fez há duas décadas a Carrie de Sarah Jessica Parker, é a determinada executiva de marketing Emily Cooper, interpretada pela britânica Lily Collins, que, além de protagonista, faz sua estreia como produtora. “Assim que li o roteiro, já percebi que queria fazer parte deste projeto, e não só em frente às câmeras”, relembra Lily, em entrevista à Vogue via Zoom.

EMILY IN PARIS (L to R) LILY COLLINS as EMILY in episode 105 of EMILY IN PARIS. Cr. CAROLE BETHUEL/NETFLIX © 2020 (Foto: CAROLE BETHUEL/NETFLIX)
Cena de Emily in Paris (Foto: CAROLE BETHUEL/NETFLIX)

A jornada de Emily começa quando, ao ser transferida inesperadamente de Chicago para a unidade francesa da agência em que trabalha, a jovem precisa lidar com a barreira linguística, ganhar a afeição de colegas que não aceitam tão bem suas ideias disruptivas de redes sociais para marcas de luxo e, principalmente, se adaptar ao contraste cultural diário entre o minimalismo europeu blasé e o american way of life – tema central da série. “Emily é genuinamente positiva e procura ver o lado bom das pessoas. Uma mulher que não tem medo de ser quem é, mesmo quando a taxam como óbvia demais por seu entusiasmo e roupas chamativas”, define a atriz. 

Lily Collins (Foto: Julia Lego)
Lily Collins (Foto: Julia Lego)

Ela confessa que se divertiu ao esconder o domínio da língua francesa para interpretar a americana que chega a Paris disparando um francês macarrônico em jantares, vernissages, e se atrapalhando inteira com as diferenças culturais, como o uso de quilômetros e não milhas, o sistema de horas europeu (que conta de 0h a 24h e não utiliza a.m. e p.m.), e por aí vai. “Se SATC entregava uma visão feminina honesta sobre relacionamentos, aqui mergulhamos nos desafios de uma mulher que vai morar sozinha no estrangeiro”, defende Darren Star, por telefone, comentando a comparação que já ferve nas redes.

Sobre a semelhança inegável no quesito fashion, Lily, que em média troca de look seis vezes a cada episódio de 30 minutos – ou seja, a cada cinco minutos, vemos um novo visual (que vai de um implacável vestido preto mídi Christian Siriano a alegres saias de tule – uma intencional homenagem da figurinista ao vestido que Carrie usou no episódio final de Sex and the City), completa: “A moda na série é um personagem em si. Patricia me encaminhava PDFs com looks, bolsas e sapatos, e eu circulava o que mais gostava. A sala de figurino parecia uma loja de doces”, brinca Lily, que, apesar de ter uma trajetória consolidada em sua terra natal, ainda é um rosto relativamente desconhecido no Brasil.

EMILY IN PARIS (L to R) WILLIAM ABADIE as ANTOINE, LILY COLLINS as EMILY, PHILIPPINE LEROY-BEAULIEU as SYLVIE and SAMUEL ARNOLD as LUKE in episode 110 of EMILY IN PARIS. Cr. CAROLE BETHUEL/NETFLIX  (Foto: CAROLE BETHUEL/NETFLIX)
Cena de Emily in Paris (Foto: CAROLE BETHUEL/NETFLIX)

Filha do cantor Phil Collins (dono de hinos oitentistas como “Easy Lover” e “One More Night”), fez sua estreia nas telonas como filha de Sandra Bullock no longa Um Sonho Possível (2009), e despontou na carreira com Espelho, Espelho Meu (2012), interpretando Branca de Neve neste spin-off do clássico de Walt Disney (filme que ganhou o Oscar de melhor figurino), e Simplesmente Acontece (2014), adaptação do best-seller homônimo da escritora irlandesa Cecelia Ahern.

EMILY IN PARIS (L to R) LILY COLLINS as EMILY in episode 103 of EMILY IN PARIS. Cr. COURTESY OF NETFLIX  (Foto: COURTESY OF NETFLIX)
Cena de Emily in Paris (Foto: CAROLE BETHUEL/NETFLIX)

A série também ganha pontos por debater questões de gênero, como machismo e objetificação do corpo feminino no ambiente corporativo. Em um determinado ponto da trama, por exemplo, a publicitária novata se opõe à campanha que sua agência criou, trazendo uma mulher nua rodeada por homens de terno com o pretexto de que ela estaria vestida apenas com perfume e, pior, que ser objeto de desejo seria, como declararia ao longo do comercial, o sonho dela.

“Emily In Paris é bem empoderadora nesse sentido. Foi ótimo poder levantar discussões necessárias como a do sexismo no trabalho”, avalia Lily, que, quando fala, transmite a mesma doçura e carisma cativantes de sua personagem. “A série te dá esse gostinho da liberdade de ir e vir, que está tão em falta nos tempos atuais. É sobre transportar as pessoas para um mundo de sonhos e lembrar de sorrir no caminho”, resume Lily.

EMILY IN PARIS (L to R) LILY COLLINS as EMILY in episode 106 of EMILY IN PARIS. Cr. CAROLE BETHUEL/NETFLIX  (Foto: CAROLE BETHUEL/NETFLIX)
Cena de Emily in Paris (Foto: CAROLE BETHUEL/NETFLIX)

Foto: Julia Lego;
Styling: Rob & Mariel;
Cabelo: Mara Roszak;
Maquiagem: Fiona Stiles
Foto: Divulgação / Netflix

Coperni | Spring Summer 2021 | Full Show

Coperni | Spring Summer 2021 by Sébastien Meyer and Arnaud Vaillant | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week) #FFLoved

Blair Booth – Cosmic Carousel
David O’Brien – Future Perfect

Alvenaria luminosa e ondulante define a casa pirueta do estúdio de arquitetura indiano Wallmakers, na Índia

all images by jino sam

O estúdio de arquitetura indiano Wallmakers realiza sua casa pirueta escultural no centro da cidade urbana e populosa de Trivandrum da Índia. A habitação, construída com alvenaria ondulada, está situada ao longo de um pequeno terreno que foi sufocado por outros projetos residenciais dos quatro lados. Com a casa pirueta, a equipe de design busca uma habitação voltada para o interior com todos os espaços internos voltados para o interior, cujas vistas sejam canalizadas para um pátio central. A casa é orientada ao longo de um eixo leste-oeste com aberturas contínuas em cada extremidade para facilitar a ventilação cruzada máxima.

Wallmakers apresenta sua arejada e luminosa ‘casa pirueta’ com influência da arquiteta indiana Laurie Baker, nascida na Inglaterra. O designer do século 20 fez uso de estratégias semelhantes de resfriamento passivo e uma paleta de material de tijolo perfurado. a nova construção é pensada como uma modificação de sua linguagem, icônica na área do trivandrum. A equipe emprega uma estratégia de alvenaria que o falecido arquiteto introduziu conhecida como a técnica de ‘colagem de ratoeira’ na qual os tijolos são colocados com uma orientação vertical girada, criando uma cavidade dentro da parede que aumenta a eficiência térmica e reduz o volume total de tijolos usados.

A equipe de design da wallmakers desenvolve ainda mais essa técnica de alvenaria para esculpir as paredes inclinadas que definem a casa em pirueta. Esses elementos dinâmicos dançam da esquerda para a direita, convergindo apenas para apoiar o telhado da casca de ferrocimento. Cada parede escalonada foi trabalhada individualmente para dividir com mais eficiência os interiores da casa, resultando em volumes maiores e um elemento de privacidade. Tubos de andaimes deixados para trás na fase de construção foram reaproveitados para formar a escada central e a grade. Não descartando nada como “resíduo”, as pranchas de andaimes de madeira também foram montadas para fazer parte do piso nas áreas de estar.

section

project info:
project title: pirouette house
architecture: wallmakers
location: maruthamkuzhi, trivandrum, kerala
lead architect: vinu daniel
client: mr. kiran
engineering: adcons infrastructure
landscape: vinu daniel and team
fabrication team: kunjumon james and team, j.k steels
carpenters: sarath prasad and team, shivadas
masons: ezhil and team, deepu and team
completion: 2020
photography: jino sam | @jino_sam_

Kat Barandy I designboom
oct 02, 2020

Condenado por estupro em Nova York, Harvey Weinstein agora é acusado pelo MP de Los Angeles

Ao todo, ex-produtor de cinema em Hollywood vai responder por estupro e abuso sexual de cinco mulheres na Califórnia; Pena pode chegar a 140 anos
AFP

O produtor de cinema Harvey Weinstein agora enfrentam acusações de estupro em Los Angeles Foto: Brendan McDermid/REUTERS

Harvey Weinstein, o magnata hollywodiano condenado em Nova York por estupro e assédio sexual, foi novamente acusado nesta sexta-feira (2) pelo Ministério Público de Los Angeles de ter estuprado duas mulheres.

As novas acusações são relacionadas a “um incidente ocorrido entre setembro de 2004 e 2005 no qual Weinstein supostamente estuprou uma mulher em um hotel de Beverly Hills”, declarou a promotora de Los Angeles, Jackie Lacey. O ex-produtor de 68 anos também é “acusado de ter estuprado outra mulher duas vezes, em novembro de 2009 e novembro de 2010”, em um outro hotel de Beverly Hills, acrescentou o comunicado, que não revelou a identidade ou detalhes sobre as vítimas.

Ao todo, Harvey Weinstein responde por estupro e abuso sexual de cinco mulheres em Los Angeles. Se condenado, ele pode receber uma pena de até 140 anos de prisão. Na Califórnia e em Nova York, Weinstein nega as acusações e garante que todas as relações sexuais das quais é acusado ocorreram de forma consensual. Em janeiro, ele foi acusado de forçar a entrada no quarto de uma mulher para estuprá-la, em 18 de fevereiro de 2013, de forma que também teria agredido outra no dia seguinte em um quarto de hotel em Beverly Hills. Depois, o ex-produtor foi acusado de agredir uma mulher, também em Beverly Hills, em maio de 2010.

“Sou grata às primeiras mulheres que se apresentaram para denunciar esses crimes e cuja coragem deu força a outras para se apresentarem”, ressaltou a promotora Jackie Lacey nesta sexta-feira. “A disposição das últimas vítimas em testemunhar contra um homem poderoso nos deu as evidências adicionais de que precisávamos para construir uma acusação”, acrescentou.

O escritório de Lacey iniciou um procedimento para a transferência de Weinstein – atualmente preso em Nova York após sua sentença de 23 anos recebida em março deste ano – para que ele possa ser julgado na Califórnia. Uma audiência sobre esse caso está marcada para 11 de dezembro, em Buffalo. Até o momento, quase 90 mulheres acusaram publicamente Harvey Weinstein de assédio, abuso sexual ou estupro. A maioria dos incidentes denunciados já prescreveram.

Facebook acusa filme ‘O Dilema das Redes’ de sensacionalismo

Documentário da Netflix mostra o perigo do uso das redes sociais e os impactos das plataformas na sociedade

O documentário ‘O Dilema das Redes’ detalha como as redes sociais usam algoritmos para fazer com que os usuários permaneçam nas plataformas

O documentário O Dilema das Redes, da Netflix, vem repercutindo bastante nas últimas semanas, mostrando o perigo do uso das redes sociais e os impactos das plataformas na sociedade. Frente à discussão, o Facebook resolveu se posicionar: em resposta ao filme, a rede social publicou em seu site nesta sexta-feira, 2, uma carta em que acusa o filme de ser sensacionalista e oferecer “uma visão distorcida de como as redes sociais funcionam”.

Na publicação, o Facebook lista sete erros do documentário — e se defende de cada um deles. Entre as questões mencionadas, a empresa diz que não criou seus produtos para serem viciantes, e sim para criar valor, e também afirma que seus algoritmos não são “maus” e que eles funcionam para a plataforma continuar relevante e útil. 

Além disso, o Facebook diz que fez mudanças na empresa para proteger mais efetivamente a privacidade das pessoas. A rede social também pontua que tem investido para garantir a integridade de eleições e para combater desinformação e conteúdos nocivos na plataforma. “Reconhecemos que cometemos erros em 2016. No entanto, o filme não considera o que temos feito desde então para construir fortes defesas a fim de impedir as pessoas de usarem o Facebook para interferir em eleições”, diz a empresa. 

Na carta, o Facebook inclui também críticas à construção do documentário. “Os criadores do filme não reconhecem —  criticamente ou não —  os esforços já realizados pelas empresas para resolver muitas das questões levantadas. Em vez disso, eles apresentam comentários de quem não está do lado de dentro há muitos anos”, afirma. 

O documentário O Dilema das Redes detalha como as redes sociais usam algoritmos para fazer com que os usuários permaneçam na plataforma e mostra como empresas de tecnologia influenciam eleições e afetam índices de depressão e suicídio. Alguns usuários chegaram a excluir contas nas redes sociais depois de assistir ao filme.

The Snoopy Show | Nova série animada é anunciada para Apple TV+; veja trailer

Snoopy terá de mostrar que é mais do que um beagle no trailer de animação
FÁBIO GARCIA

Para comemorar os 70 anos de Peanuts, a Apple TV+ lançará uma série animada. The Snoopy Show voltará às raízes em 2D para mostrar as aventuras do beagle mais excêntrico do mundo. Confira o trailer abaixo:

O trailer mostra Charlie Brown tentando ensinar truques de cachorro ao Snoopy, mas sendo surpreendido por habilidades sensacionais de seu mascote. Além da dupla, aparecem no vídeo os amigos de Charlie Brown e o pássaro Woodstock.

The Snoopy Show chegará à plataforma da Apple em fevereiro de 2021.

Conheça a nova plataforma online 100% dedicada à Clean Beauty

Batizada de The Clean Academy, a novidade da Biossance tem como objetivo educar e desmistificar conceitos de sustentabilidade e clean beauty – tão em alta hoje em dia!

Clean Beauty (Foto: Reprodução Instagram @eileentulura)

Se você ama beleza e consome conteúdos relacionados ao assunto nas redes sociais, é muito provável que já tenha se deparado com a expressão “clean beauty” por aí. Muito em alta no mercado (e, consequentemente, nas prateleiras), o termo vem sendo usado para falar sobre marcas, produtos e iniciativas que apoiem e apostem no consumo de beleza limpa, que tenham fórmulas livres de químicos, sejam ecologicamente responsáveis, seguros para a nossa pele…

Mas para te ajudar a entender mais sobre o tópico – e, quem sabe, aderir a ideia? – a Biossance, empresa norte-americana referência no assunto e expert em skincare, acaba de lançar por aqui a The Clean Academy. Uma plataforma educativa que tem como objetivo oferecer acesso a informações sobre os universos que permeiam temas relacionados à beleza limpa e sustentabilidade, para conscientizar consumidores e indústria, com uma imersão completa no assunto.

“A plataforma simplificará conceitos e ingredientes complexos para que todos tenham o poder de fazer escolhas assertivas e mais conscientes na decisão de compra, pressionando a indústria a rever suas práticas do ciclo produtivo desde a formulação até o produto final”, explica Camila Farnezi, diretora da Biossance na América Latina. O conteúdo é gratuito e já está online. Vale o clique! [Vogue]